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nnaomi

21 dias em SE e AL - Parte 3: Maragogi

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Como eu gosto muito de escrever, o que era para ser um relato acaba virando um "guia". Entretanto como a maioria ou não tem tempo ou não tem paciência para tanto, vou colocar um índice aqui e assim cada um vai direto a parte que lhe interessa ;)

 

Índice

 

A cidade

 

Como chegar

 

Quando ir

 

Onde ir em Maragogi

 

Onde ficar em Maragogi

 

Onde comer em Maragogi

 

Dicas (Contatos úteis, Postos de Informações Turísticas, Links úteis, Receptivos Turísticos e Dicas)

 

Sugestão de roteiros

 

Relato de viagem

 

Mapas

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Período: 24 a 28/02/2013

Cidades: Maragogi, Japaratinga, Porto de Pedras

 

Maragogi é um importante pólo turístico de Alagoas, onde destacam-se as Piscinas Naturais de Maragogi ou Galés de Maragogi.

 

Confira abaixo as dicas e informações gerais sobre a cidade.

 

Obs.: Além da seção "Dicas" antes do relato, há outras dicas específicas espalhadas pela página. "Outras opções" referem-se às indicações que não foram testadas. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis.

 

A cidade

Maragogi está localizada no litoral norte alagoano com localização estratégica entre Maceió e Recife. Faz limite com as cidades de Japaratinga, Porto Calvo, Jacuípe, Barreiros (PE) e São José da Coroa Grande (PE). Possui área de 334 km² e população de 28.749 habitantes (dados IBGE 2010). Tem clima tropical chuvoso, de monção com verão seco e temperatura mínima de 18 e máxima de 36°C.

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Maragogi está localizada a 125 km da capital.

 

• Maragogi não tem terminal rodoviário e os ônibus passam pela Rod. AL-101, sem entrar na cidade. O desembarque é feito em alguns pontos às margens da rodovia, mas o centro é perto e dá para ir a pé, se não estiver com muita bagagem. Verifique de antemão qual o melhor local (mais próximo) para desembarque, pegue uma referência. Acredito que os embarques também sejam realizados nesses pontos

• O aeroporto mais próximo fica na capital Maceió. O de Recife também não é distante

 

Transporte Maceió/Maragogi:

• Quanto ao traslado tem várias opções que variam de acordo com conforto/comodidade e preço

• A empresa Real Alagoas atende o percurso, 0800-8880809 / 3221-5055 / disk passagem 3356-1324, [email protected] Ônibus convencional, sem AC, vai parando pelo caminho. Segue pelo litoral até Barra de Santo Antônio, depois vai pelo interior passando por São Luís do Quitunde, Matriz de Camaragibe e Porto Calvo, quando vai até Japaratinga e volta a margear o litoral. Acho que segue até Recife. Quem compra no meio do caminho corre o risco de viajar em pé. Leva 3h quando a viagem é rápida, mas normalmente leva 3h30. R$ 16,00 a passagem + 3,00 de taxa de embarque. Maceió-Maragogi: 4h15, 11h; Maragogi-Maceió: 6h30, 13h00 (horário aproximado, pois o ônibus vem de outra cidade). A opção mais rápida é o expresso ou executivo, mas pelo que entendi esse vai direto para Recife e, embora seja possível solicitar ao motorista a parada em Maragogi, paga-se a passagem integral para Recife

• A empresa DEF também atende esse percurso com ônibus e serviços equivalentes, porém mais horários e preço um pouco mais baixo. R$ 12,00 a passagem. Maceió-Maragogi: 5h30, 8h30, 13h00, 16h00; Maragogi-Maceió: 5h00, 9h00, 12h00, 16h30

• Táxi lotação: em Maceió ficam no Posto Mar Azul, Cruz das Almas, em Maragogi na praça do centro. A partir das 5h táxis esperam por 4 passageiros para fazer o percurso. Há vários taxistas, mas tenho esses contatos: Alexandre (82) 9112-2666, Marcelo (82) 9115-8366. Na base de R$ 30,00 por pessoa, fica mais caro se o traslado for para o aeroporto que é afastado da cidade. Basta ligar e combinar que ele te pega no aeroporto/rodoviária/hotel de Maceió e te leva até o hotel/pousada de Maragogi e vice e versa. Normalmente os táxis têm AC

• Receptivos de Maragogi fazem o traslado e cobram entre R$ 160,00 a 200,00 o percurso Maragogi-Maceió para 2 pessoas. Esse valor é referente apenas à ida e para 2 pessoas, se houver mais pessoas, geralmente o custo sobe

• Também é possível combinar um valor com um taxista para fazer o traslado

 

Dicas e comentários sobre transporte:

• Alugar carro é bom, pois além de ter o problema do translado a partir da capital resolvido, tem o carro à disposição e pode aproveitar para ir a São Miguel dos Milagres, Carneiros, Porto de Galinhas, etc

• A opção de traslado de Maceió para Maragogi mais barata é o ônibus, mas é demorado e cansativo. Para muito no meio do caminho e lota, então fica com pessoas em pé no corredor. Considero o táxi lotação a melhor opção custo/benefício, pois apesar de ser um pouco mais caro do que o ônibus é mais rápido e confortável. Não é difícil encontrar pessoas para lotar o táxi, pois os moradores locais usam muito esse tipo de transporte. Em Maragogi é mais fácil, pois é tudo pertinho e se for à praça você conversa direto com o taxista. Em Maceió é mais complicado, pois os taxistas ficam num posto, mais afastado, mas você pode combinar por telefone

• Vi poucas informações sobre transporte de Maceió para São Miguel dos Milagres e Porto das Pedras, mas parece que a empresa DEF atende esses dois destinos e que também há táxi lotação, mas teria que verificar o quanto esse serviço é usado e se seria fácil lotar um táxi

• Entre Porto de Pedras e Japaratinga desconheço se há transporte coletivo, mas sempre tem a opção de táxi/moto-táxi + balsa. De carro, se não quiser usar a balsa, pode-se dar a volta por Porto Calvo ou usar um atalho por estrada de terra, mas não é sinalizado

• Entre Japaratinga e Maragogi tem opção de táxi/moto-táxi e vans

• De Maragogi em direção ao litoral norte há vans e ônibus da DEF e Real Alagoas

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Fora as questões relativas ao período de alta e baixa temporada, a maré é tudo para os passeios às piscinas naturais e também para apreciar o visual de algumas praias. Vale a pena conferir no site da Marinha a Tábuas das Marés antes de marcar a viagem, pois quanto mais baixa a maré, melhor ficam os passeios. O ideal é escolher lua cheia ou nova, quando as marés baixas são mais baixas e, preferencialmente, o horário da maré baixa deve ficar por volta do meio-dia, pois a maior incidência de raios solares deixa o mar mais bonito ainda, com aquele tom azul/verde de cartão postal e propaganda de turismo. Lua cheia é o máximo, pois a maré mais baixa favorece os passeios durante o dia e à noite ainda oferece um lindo espetáculo com o mar iluminado pela lua.

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Praias:

• Peroba, o rio Persinunga fica na divisa de Alagoas com Pernambuco. Na maré baixa se formam piscinas naturais muito rasas em meio ao recifes

• Dourado, tranquila, bom para descanso

• Ponta de Mangue, águas calmas e recifes de coral, na maré baixa enche de peixinhos. Tranquila, frequentada pelos hóspedes do Grand Oca Maragogi Resort

• Xaréu, bastante tranquila, na maré baixa o mar recua bastante e as águas rasas ficam incrivelmente transparentes e é possível caminhar até a barreira de corais

• Antunes, tranquila, bom para descanso

• Barra Grande, povoado histórico, bom para banho e pesca

• Burgalhau, começa após o Rio dos Paus, onde fica um bonito manguezal

• do centro de Maragogi, urbana, orla repleta de bares, restaurantes e lojas de artesanato. Na ponta sul, o Rio Maragogi, na ponta norte, o Rio dos Paus

• Camacho, na foz do Rio Maragogi

• São Bento, Rio Salgado separa Maragogi de Japaratinga. Bucólica e tranquila aldeia de pescadores. Famílias dedicam-se à fabricação dos famosos bolinhos de goma e móveis artesanais

 

Outros:

• Piscinas Naturais, oficialmente parece que são apenas três as áreas abertas à visitação: Galés, Taocas e Barra Grande. Galés de Maragogi é a mais famosa e o destino dos passeios bate e volta feitos a partir de Maceió, mas também é a mais muvucada. A saída do passeio, dia e horário, depende da tábua de marés, a maré baixa precisa ser de até 0.6. Os barcos partem dos restaurantes da orla, os preços são tabelados e há poucas empresas credenciadas pelo ICMBio/APA da Costa dos Corais, mas outros barcos e lanchas também costumam oferecer passeios. Informações no CIT e nos hotéis/pousadas

• Trilhas na Mata Atlântica, passando por bicas, cachoeiras e um visgueiro com mais de 100 anos

• Passeios ecológicos de bicicleta, 9680-3339 (TIM) / 9122-5977 (CLARO) / 9338-8282, [email protected]

• Navegar o Rio Maragogi e explorar em caiaque preservados manguezais

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• Japaratinga, praia urbana com infraestrutura de hospedagem e alimentação. A praia tem coqueiros, larga faixa de areia, recifes e piscinas naturais, conheciadas por Picão

• Bitingui, piscinas naturais

• Barreiras do Boqueirão, pequenas falésias, bares e restaurantes

• Boqueirão, coqueiros, recifes e longa faixa de areia

• Pontal do Boqueirão, ponto da travessia de balsa para Porto de Pedras

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Conserva alguns casarões do início do século passado. O oitizeiro do Imperador, fica na encosta do morro do Farol. A visita ao Farol é obrigatória, principalmente pela paisagem que de lá se descortina. Subir de barco o rio Manguaba, curtindo os manguezais.

 

• Porto de Pedras, praia da vila, no encontro com o rio Manguaba, ponto da travessia de balsa para Japaratinga, tem pontos impróprios para banho em alguns períodos, se descortina bela vista do farol

• Patacho, considerada a praia mais bonita da região, praticamente deserta, coqueiros, piscinas naturais, águas rasas e transparentes na maré baixa

• Lage, coqueiros, piscinas naturais

• Tatuamunha, foz do rio homônimo, manguezais e base do Projeto Peixe-boi Marinho. A vila tem um casario antigo preservado. A colina do cemitério oferece bela vista

• Projeto Peixe-boi Marinho, R. Fernandes Lima, 28, Centro, Porto de Pedras, 3298-1388. A visita guiada ocorre no Rio Tatuamunha com trilha ecológica, atravessando o manguezal sobre pontes rústicas de madeira e passeio em jangadas sem motor pelo rio para avistamento de peixes-boi

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• Porto da Rua, movimentada devido ao fácil acesso, povoado de pescadores, tem barcos de pesca coloridos, coqueiros e bela paisagem principalmente na maré baixa

• Toque, coqueiros, piscinas naturais de águas transparentes e piscosas

• São Miguel dos Milagres, vila de pescadores, coqueiros, recifes, piscinas naturais e currais de peixes

• Riacho, recifes, piscinas naturais

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• Marcineiro, coqueiros, recifes, mais bonita na maré baixa

• Barra do Camaragibe, vila de pescadores, coqueiros, foz do Rio Camaragibe, manguezal

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• Embora agências de Maceió ofereçam um passeio bate e volta para Maragogi, particularmente, desaconselho. É longe e corre o risco de chegar num horário que a maré já está subindo, ou seja, não propício para o passeio das piscinas naturais de Maragogi, que é o principal roteiro que as agências vendem. Ir até lá no esquema bate e volta apenas para visitar Maragogi e não ir às piscinas não compensa, pois a praia em si não tem nenhum atrativo em especial. Porém ali por perto tem várias praias lindas, acho que compensa ficar alguns dias por lá e aproveitar as belezas que a região tem a oferecer

• No passeio bate e volta não se conhece, não se aprecia inteiramente o que o local tem a oferecer. Interessante passar o dia na praia para ver a mudança na paisagem provocada pela subida e descida da maré. Dependendo da praia, o visual muda muito de acordo com a maré. Nas praias dessa região, onde é comum ter recifes e bancos de areia, normalmente a maré baixa forma piscinas naturais, cujas águas represadas são muito transparentes e é possível ver peixinhos. Dependendo da praia, na maré baixa é possível caminhar longas distâncias até a barreira de corais, pois a água fica bem rasa. Por outro lado, nesse caso, para tomar banho é melhor a maré alta, pois você anda, anda, anda e a água fica na altura do joelho

 

• Como tudo depende da maré, é difícil agendar dois passeios no mesmo dia, por exemplo, piscinas naturais e passeio de buggy pelas praias, mas não tem problema, aproveite o restante do dia para fazer uma caminhada e/ou curtir uma praia

• A maré só é crucial no passeio das piscinas naturais. O passeio de buggy dá para se dar um jeito, a diferença é que dependendo da maré, terá que ir ou voltar pela estrada. Quando a maré está bem baixa, dá para ir e voltar pela praia

 

• O passeio mais famoso é o das Galés de Maragogi ou Piscinas naturais de Maragogi. A embarcação (catamarã, lancha ou barco) sai da praia principal da cidade e leva até um local onde se formam as piscinas na maré baixa. A visitação é controlada, há limitação do número de visitantes por dia, por isso existe um rodízio entre as empresas para as saídas dos passeios. Vai um fiscal em cada embarcação e são passadas as orientações. É proibido pisar sobre os corais, é permitido andar apenas em cima da areia entre os recifes. A fiscalização proíbe a saídas dos passeios quando a maré está acima de 0.6, pois não é possível aproveitar o passeio nessas condições. Não sei como são reguladas as saídas dos barcos e lanchas menores. O ideal é chegar antes de a maré atingir o nível mínimo, quando as águas estarão mais transparentes e fazer o passeio com a maré mais próxima de 0.0, quando os bancos de areias ocuparão uma área bem extensa por onde será possível circular. Disseram que quando a maré está a 0.6 não dá pé para descer do barco, mas é possível alcançar áreas restritas onde os bancos de areia são mais rasos e ainda dá pé. Na alta temporada e com maré mais alta deve ser complicado, pois é muita gente para um espaço restrito. O local é muito bonito, mas é bem muvucado. São várias embarcações e muitos turistas em cada uma delas. Havia peixes aos montes, embora não tivesse muita variedade de espécies. Preço do catamarã até as galés estava tabelado em 65,00 por pessoa e incluía o traslado, buscavam e levavam na pousada que você estivesse hospedado em Maragogi, se estivesse em outra cidade, provavelmente não incluiria o transporte ou seria cobrado à parte. Opcionais a parte, como aluguel de máscara e snorkel a 10,00, CD de fotos a 50,00 e mergulho de cilindro a 100,00. Disseram que algumas lanchas cobravam 50,00 e era possível negociar com barqueiros por até 30,00, ali direto na praia

• Há piscinas naturais em muitas praias e várias dessas piscinas são de fácil acesso, pois ficam bem próximas da orla e/ou as águas ficam muito rasas na maré baixa o que possibilita caminhar até a barreira de corais. Embora menos turísticas, valem muito pelo sossego e pela beleza natural

• Para conhecer praias da região, há algumas alternativas: vans, moto-táxi, táxi convencional, passeios de buggy e/ou de agências. A pé dá para conhecer as mais próximas se gostar de caminhar, mas tem muitos rios e nem todos podem ser atravessados a pé, mesmo na maré baixa. A dica é passar pelo lado mais perto da praia e não pelo ponto mais estreito do rio, como a maioria tende a fazer

• Tem agências que oferecem passeios privativos de carro até São Miguel dos Milagres, Maceió, Carneiros, Porto de Galinhas e até Recife e Olinda. Apenas alguns roteiros têm saídas regulares de agências que trabalham com vans e/ou ônibus

 

Praia do centro de Maragogi é bem movimentada na porção central, mas dá para caminhar para ambos os lados e encontrar mais tranquilidade. Na parte sul, há algumas pousadas/hotéis, incluindo o Salinas Maragogi. O Rio Maragogi forma uma paisagem muito bonita composta pelo belo Rio Maragogi, cercado pelo manguezal e pontilhado por alguns barcos coloridos, desaguando na praia com coqueiros. É possível tomar banho na praia ou no rio. Quando fui, a maré estava bem alta, mas já tinha começado a baixar. Não testei para ver se dava pé para atravessar o rio e chegar à outra praia, mas parecia arriscado. Na parte norte, não tem construções, só coqueiros e vegetação. Com a maré baixa, à beira da praia, havia bancos de areia e águas empoçadas muito transparentes. Tem o Rio dos Paus e o mangue. Foi sossegado atravessar o rio na maré baixa. Na maré alta disseram que tem que saber os melhores pontos para passar. A dica é passar sempre pelo lado mais perto da praia e não pelo ponto mais estreito do rio, como a maioria tende a fazer. Desse lado fica o Rest. Pontal, receptivo da CVC

• As praias ao sul da praia do centro de Maragogi, são tranquilas e com pouca estrutura de hospedagem e alimentação

• As praias ao norte da praia do centro de Maragogi, são tranquilas e com menos opções de hospedagem e alimentação, mas há ótimas pousadas e até um resort nesse trecho

 

• A Praia Xaréu é muito bonita, principalmente com maré baixa. O mar recua bastante e as águas rasas ficam incrivelmente transparentes e, de acordo com o nosso bugueiro, é possível caminhar até a barreira de corais que fica bem nítida no horizonte, dá para ver uma linha escura e as ondas do mar quebrando na barreira

• A Praia Peroba fica muito linda também com a maré baixa que forma, em meio aos recifes, piscinas naturais com água muito transparente à beira da areia da praia. Tem vários recifes expostos, piscinas naturais extensas, igualmente belas como as da Praia de Maragogi, mas facilmente acessíveis a pé, a poucos metros da areia da praia. Não tem tantos peixes como as da Praia de Maragogi, mas compensa pelo sossego

• As praias de Japaratinga são muito bonitas. Gostei muito do visual da Praia Barreiras do Boqueirão

• Em Porto de Pedras, a praia mais famosa é a Patacho, que fica muito bela na maré baixa. A Praia da Lage é bonita também e Praia da Tatuamunha tem como diferencial a foz do rio que forma uma bela composição entre praia, rio, coqueiros e manguezal

 

• Os passeios de buggy são muito rápidos, achei os bugueiros apressados, normalmente leva menos tempo do que eles dizem ser a duração do passeio. Combine antes duração do passeio e pontos de paradas. Se não pedir para parar, muitas vezes eles passam batidos por pontos interessantes

• Passeio de buggy pelo Litoral Norte: 2,5h de passeio, partindo da praia central até Peroba. Deve ser realizado na maré baixa, quando é mais proveitoso, pois segue pelas praias quase o tempo todo, apenas desviando para a estrada nos trechos mais movimentados das praias, onde o trânsito de veículos é proibido. Valor médio 150,00 o buggy para até 4 pessoas

• Passeio de buggy pelo Litoral Sul: de 6 a 8h de passeio. Deve ser realizado na maré baixa, quando é mais proveitoso, pois se a maré estiver alta, vai andar mais pela estrada e menos pelas praias. Há 2 roteiros, um mais curto e outro mais longo que vai até a Praia de Tatuamunha com visita ao Projeto Peixe-Boi Marinho. Acho que vale a pena negociar para estender o passeio até a Praia do Toque. Tem opção de fazer esse passeio de carro, mas ele segue pela estrada, às vezes ao lado da praia, às vezes pouco mais distante e vai parando nas praias desejadas. Fiz o passeio de buggy e achei que é mais vantajoso, pois segue pelas praias o tempo todo, apenas desviando para a estrada nos rios e nos trechos mais movimentados das praias, onde o trânsito de veículos é proibido. Na Praia de São Bento são produzidos os bolos de goma, peça ao bugueiro para parar lá na volta. Valor médio 250,00 o buggy para até 4 pessoas

 

Trilha do Visgueiro: veja a opção de fazer esse passeio de bicicleta. Eu só tinha visto a opção da agência que te leva até determinado ponto e depois você faz a trilha, mas achei muito caro. Um pessoal saiu de bicicleta da pousada onde eu estava, mas já era o dia da minha volta e não deu para fazer. Pareceu bem mais interessante do que a opção da agência e deve ficar mais em conta também

 

Projeto Peixe-Boi Marinho: como eu não tinha pesquisado sobre o passeio, pensei que estava entrando numa furada do tipo pega-turista, ia gastar com uma entrada cara para visitar um aquário e ver um ou outro animal em tanques. Como a expectativa de retorno do passeio era muito baixa, eu me surpreendi positivamente com o que eu vi. O passeio não ocorre em um local fechado, ocorre no mangue, incluindo um passeio de jangada com dois remadores e um guia que vai dando as informações durante o trajeto. O passeio é bem organizado e tem parada num banco de areia, para tomar banho de rio. São no máximo 10 saídas de jangadas (cada uma com no máximo 7 pessoas) por dia. Na alta temporada tem que reservar, pois lota. Na baixa, não tem tantas saídas assim, mas é bom ligar antes que eles já se organizam e montam os grupos. É melhor fazer o passeio na maré baixa, pois com a maré alta, a água cobre os manguezais e às vezes os animais se escondem lá. Como os barcos não entram nos manguezais, fica mais difícil avistar os animais, mas me disseram que sempre é possível ver algum deles. Se os bichos estiverem dormindo, eles ficam submersos e vai vê-los apenas nas breves ocasiões que eles sobem para respirar, que foi o que eu vi. Porém, se estiverem ativos, disseram que eles fazem "festa" em volta das jangadas, são muito dóceis. Como eu não sabia disso, não esperava um show aquático, então não me decepcionei, fiquei feliz só de ver um pedacinho daquelas carinhas feias apontando para fora d'água. No local de saída do passeio, um senhor vendia água de coco a preço decente, foi a água mais barata de toda a viagem

 

• Foi nesse trecho do litoral, que vimos o maior número de caravelas portuguesas encalhadas na areia. Se tem tantas na areia, tem dentro da água também, certo? Afinal foi de onde vieram. Se ver algumas caravelas ou águas-vivas no mar, saia da água, pois elas aparecem em grupos. São bonitas, parecem bexigas de cor lilás/roxa, mas podem atrapalhar o banho de mar, causando uma sensação de queimação bem desagradável por causa do veneno

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