Chegamos ao aeroporto de Salvador à tarde. Fomos de ônibus para um hotel na praia de Amaralina. Esta praia não é adequada para banho, mas, mesmo assim, a localização do hotel de frente para o mar contribuiu muito para nossa satisfação com o hotel que além de instalações novas, limpeza e excelente café da manhã nos deu um upgrade de quarto (do standart para o superior) como cortesia. O nome do hotel é B Hotel. No dia seguinte, deixamos o hotel por volta das 10 horas rumo a Morro de São Paulo. Pegamos o ônibus “Ribeira” na rua de trás do hotel no ponto em frente ao supermercado Bom Preço. Como era domingo, a passagem custou 1,40 (metade do valor). Sempre que viajo prefiro ônibus aos táxis. Além de mais barato, ás vezes, o ônibus faz um trajeto mais longo do que um táxi faria, mas em contrapartida acaba passando por pontos turísticos da cidade. Foi o que aconteceu. Passamos pelo dique do Tororó. Descemos bem próximo ao terminal do Ferry Boat. Compramos a passagem e embarcamos rapidamente. Demos sorte de ser um dos ferry boats mais novos pois na volta não tivemos essa sorte e deu pra sentir a diferença. O novo tem duas cabines com ar condicionado, TV de tela plana, das laterais vc vê o mar e, em cima, tem também um ambiente aberto com assentos pra quem preferir. Bem legal! O velho é o contrário de tudo isso que falei do novo, rs ! Enfim, foram 40 minutos, mas passou bem rápido. Chegamos em Bom Despacho na Ilha de Itaparica e compramos as passagens para Valença. Tem duas empresas de ônibus que vendem passagens para lá, em uma o ônibus é com ar-condicionado e na outra é sem o ar. Na hora que chegamos estava saindo o sem ar, então fomos nele mesmo. Na volta pegamos o com ar, mas o preço foi o mesmo pois o vendedor do guichê perguntou se queria com ou sem o seguro. Sem o seguro, ficou até um pouco mais barato que o ônibus sem ar com seguro. Na verdade, achava que o seguro fosse obrigatório e não opcional. . . mas, enfim a passagem custou 16,50 e a viagem durou umas 2 horas. Quando chegou próximo ao cais o motorista do ônibus parou e avisou que depois só pararia na rodoviária. Então descemos e andamos até o cais. O ideal é levar o mínimo de coisas possível, de preferência em uma mochila. Roupas leves, biquíni ou sunga, chinelos, chapéu de praia, óculos de sol, protetor solar e repelente de insetos: é só o que vc vai precisar. A lancha rápida para Morro de São Paulo custa 20,00 no domingo, nos demais dias, 18,00. Foi legal!
Ao desembarcar, uma pessoa pede que paguemos a taxa de turismo (15,00) num guichê ao lado do arco principal. Ali vc pode pegar o mapa de Morro de São Paulo e pedir informações a uma funcionária trilíngue, se desejar. Fomos para a pousada que havia reservado. O nome é Pousada Colibri. A pousada é tão agradável que não dá nem vontade de sair de lá. A piscina da pousada tem uma vista incrível para o mar que eu não conseguia parar de olhar. A pousada possui chalés com ar, TV de tela plana, frigobar, toalhas de banho trocadas diariamente, mosquiteiro, rede, em meio a natureza com total privacidade, com constante visita de passarinhos que vão até as flores que contornam toda a pousada. Os donos são super atenciosos e gentis. O café da manhã é incrível! Pães quentinhos, frutas deliciosas, suco de mamão com maracujá, bolo, café, leite e uma delícia de empadinha de bananada! Tem que subir alguns degraus pra chegar até a pousada, mas quando chega lá, vc é muito bem recompensado por cada degrau que subiu. Vale a pena!
A praia mais próxima da pousada é a praia da Argila. É menos agitada que as primeira, segunda e terceira praias. Possui um paredão de argila onde vc pode se transformar numa escultura e tirar um foto bem legal como recordação. A argila faz bem pra pele por suas propriedades, olha o que achei na net a esse respeito: “Argila rosa - Rica em ferro e outros oligoelementos é recomendada para peles muito sensíveis sendo principalmente usada em máscaras de beleza facial, corporal e capilar. É absorvente, estimulante, anti-séptica e favorece a circulação. Revitaliza a pele, devolvendo-lhe uma luminosidade natural. Auxilia ainda na drenagem de gordura localizada, reduzindo a celulite e a flacidez.”Depois que secou na pele ficou amarela, mas era um enorme paredão rosa e por isso acredito que seja argila rosa e não amarela, mas não entendo do assunto. Se alguém souber, escreva aí!
No dia seguinte caminhamos até a quarta praia. A praia das piscinas naturais. Essas piscinas se formam quando a maré está baixa. Quando estivemos lá a maré estava o mais alto possível ás 16:00. Depois desse horário ela começava a baixar. No dia seguinte, esse horário do “pico” da maré passava a ser 40 minutos mais tarde, ou seja, às 16:40. Sendo assim, na parte da manhã estavam se formando as tais piscinas e elas são realmente belíssimas. Logo que entramos os peixinhos vieram aos montes acho que é pq tem um cara lá que vende ração para peixe então sempre que entra alguém eles pensam que vão dar comida pra eles. Pelo menos é o que eu acho! Ou isso ou os peixes realmente sabem como receber os turistas!
Voltamos caminhando, almoçamos e subimos a escadaria que leva ao Farol e, pouco a frente, ao Mirante da Tirolesa. De lá da pra ver a primeira praia e toda a segunda praia que a gente identifica pela ilha do Caitá, no início e pela ilha da Saudade, no fim. Muito linda a vista lá. Descemos e fomos até o o forte de Tapirandu, ao lado do cais. É um dos locais indicados para se ver o pôr-do-sol. No dia seguinte partimos pela manhã de lancha rápida para Valença, de ônibus de Valença a Bom Despacho na Ilha de Itaparica, e de lá para Salvador no Ferry Boat. Não sai por mais de 40,00 esse percurso, para ir de catamarã de Morro de São Paulo até Salvador a passagem estava 76,00. Chegamos em Salvador e pegamos um ônibus para a praia da Barra e procuramos uma pousada por lá porque queríamos conhecer o Farol da Barra. Mas foi só por esse motivo visto que esse bairro fica muito longe do aeroporto e por isso mesmo não aconselho a ficar lá se tiver que ir para o aeroporto internacional Dep Luís Eduardo Magalhães no dia seguinte na parte da manhã. O ônibus demorou 1 hora pra chegar ao aeroporto por causa do trânsito, sorte que nosso voo não era assim tão cedo. Enfim, graças a Deus deu tudo certo. Espero que este relato possa ser de alguma ajuda assim como muitos outros foram de grande ajuda para mim. Assim que der, colocarei algumas fotos de lá! Abraços!
Chegamos ao aeroporto de Salvador à tarde. Fomos de ônibus para um hotel na praia de Amaralina. Esta praia não é adequada para banho, mas, mesmo assim, a localização do hotel de frente para o mar contribuiu muito para nossa satisfação com o hotel que além de instalações novas, limpeza e excelente café da manhã nos deu um upgrade de quarto (do standart para o superior) como cortesia. O nome do hotel é B Hotel. No dia seguinte, deixamos o hotel por volta das 10 horas rumo a Morro de São Paulo. Pegamos o ônibus “Ribeira” na rua de trás do hotel no ponto em frente ao supermercado Bom Preço. Como era domingo, a passagem custou 1,40 (metade do valor). Sempre que viajo prefiro ônibus aos táxis. Além de mais barato, ás vezes, o ônibus faz um trajeto mais longo do que um táxi faria, mas em contrapartida acaba passando por pontos turísticos da cidade. Foi o que aconteceu. Passamos pelo dique do Tororó. Descemos bem próximo ao terminal do Ferry Boat. Compramos a passagem e embarcamos rapidamente. Demos sorte de ser um dos ferry boats mais novos pois na volta não tivemos essa sorte e deu pra sentir a diferença. O novo tem duas cabines com ar condicionado, TV de tela plana, das laterais vc vê o mar e, em cima, tem também um ambiente aberto com assentos pra quem preferir. Bem legal! O velho é o contrário de tudo isso que falei do novo, rs ! Enfim, foram 40 minutos, mas passou bem rápido. Chegamos em Bom Despacho na Ilha de Itaparica e compramos as passagens para Valença. Tem duas empresas de ônibus que vendem passagens para lá, em uma o ônibus é com ar-condicionado e na outra é sem o ar. Na hora que chegamos estava saindo o sem ar, então fomos nele mesmo. Na volta pegamos o com ar, mas o preço foi o mesmo pois o vendedor do guichê perguntou se queria com ou sem o seguro. Sem o seguro, ficou até um pouco mais barato que o ônibus sem ar com seguro. Na verdade, achava que o seguro fosse obrigatório e não opcional. . . mas, enfim a passagem custou 16,50 e a viagem durou umas 2 horas. Quando chegou próximo ao cais o motorista do ônibus parou e avisou que depois só pararia na rodoviária. Então descemos e andamos até o cais. O ideal é levar o mínimo de coisas possível, de preferência em uma mochila. Roupas leves, biquíni ou sunga, chinelos, chapéu de praia, óculos de sol, protetor solar e repelente de insetos: é só o que vc vai precisar. A lancha rápida para Morro de São Paulo custa 20,00 no domingo, nos demais dias, 18,00. Foi legal!
Ao desembarcar, uma pessoa pede que paguemos a taxa de turismo (15,00) num guichê ao lado do arco principal. Ali vc pode pegar o mapa de Morro de São Paulo e pedir informações a uma funcionária trilíngue, se desejar. Fomos para a pousada que havia reservado. O nome é Pousada Colibri. A pousada é tão agradável que não dá nem vontade de sair de lá. A piscina da pousada tem uma vista incrível para o mar que eu não conseguia parar de olhar. A pousada possui chalés com ar, TV de tela plana, frigobar, toalhas de banho trocadas diariamente, mosquiteiro, rede, em meio a natureza com total privacidade, com constante visita de passarinhos que vão até as flores que contornam toda a pousada. Os donos são super atenciosos e gentis. O café da manhã é incrível! Pães quentinhos, frutas deliciosas, suco de mamão com maracujá, bolo, café, leite e uma delícia de empadinha de bananada! Tem que subir alguns degraus pra chegar até a pousada, mas quando chega lá, vc é muito bem recompensado por cada degrau que subiu. Vale a pena!
A praia mais próxima da pousada é a praia da Argila. É menos agitada que as primeira, segunda e terceira praias. Possui um paredão de argila onde vc pode se transformar numa escultura e tirar um foto bem legal como recordação. A argila faz bem pra pele por suas propriedades, olha o que achei na net a esse respeito: “Argila rosa - Rica em ferro e outros oligoelementos é recomendada para peles muito sensíveis sendo principalmente usada em máscaras de beleza facial, corporal e capilar. É absorvente, estimulante, anti-séptica e favorece a circulação. Revitaliza a pele, devolvendo-lhe uma luminosidade natural. Auxilia ainda na drenagem de gordura localizada, reduzindo a celulite e a flacidez.”Depois que secou na pele ficou amarela, mas era um enorme paredão rosa e por isso acredito que seja argila rosa e não amarela, mas não entendo do assunto. Se alguém souber, escreva aí!
No dia seguinte caminhamos até a quarta praia. A praia das piscinas naturais. Essas piscinas se formam quando a maré está baixa. Quando estivemos lá a maré estava o mais alto possível ás 16:00. Depois desse horário ela começava a baixar. No dia seguinte, esse horário do “pico” da maré passava a ser 40 minutos mais tarde, ou seja, às 16:40. Sendo assim, na parte da manhã estavam se formando as tais piscinas e elas são realmente belíssimas. Logo que entramos os peixinhos vieram aos montes acho que é pq tem um cara lá que vende ração para peixe então sempre que entra alguém eles pensam que vão dar comida pra eles. Pelo menos é o que eu acho! Ou isso ou os peixes realmente sabem como receber os turistas!
Voltamos caminhando, almoçamos e subimos a escadaria que leva ao Farol e, pouco a frente, ao Mirante da Tirolesa. De lá da pra ver a primeira praia e toda a segunda praia que a gente identifica pela ilha do Caitá, no início e pela ilha da Saudade, no fim. Muito linda a vista lá. Descemos e fomos até o o forte de Tapirandu, ao lado do cais. É um dos locais indicados para se ver o pôr-do-sol. No dia seguinte partimos pela manhã de lancha rápida para Valença, de ônibus de Valença a Bom Despacho na Ilha de Itaparica, e de lá para Salvador no Ferry Boat. Não sai por mais de 40,00 esse percurso, para ir de catamarã de Morro de São Paulo até Salvador a passagem estava 76,00. Chegamos em Salvador e pegamos um ônibus para a praia da Barra e procuramos uma pousada por lá porque queríamos conhecer o Farol da Barra. Mas foi só por esse motivo visto que esse bairro fica muito longe do aeroporto e por isso mesmo não aconselho a ficar lá se tiver que ir para o aeroporto internacional Dep Luís Eduardo Magalhães no dia seguinte na parte da manhã. O ônibus demorou 1 hora pra chegar ao aeroporto por causa do trânsito, sorte que nosso voo não era assim tão cedo. Enfim, graças a Deus deu tudo certo. Espero que este relato possa ser de alguma ajuda assim como muitos outros foram de grande ajuda para mim. Assim que der, colocarei algumas fotos de lá! Abraços!
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