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caroolpoletto

Los Roques e Isla Margarita

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Pessoal, segue o nosso diário de viagem a Los Roques e Isla Margarita.

Dúvidas, entrem em contato através do e-mail [email protected].

 

 

02/11/2013 - Saímos de Porto Alegre às 6:30 com destino à Guarulhos, pela Gol. Nosso vôo para Caracas, pela TAM, era as 14:55, porém foi trocado para às 16:30. Ficamos bastante tempo no aeroporto esperando. No aeroporto de Guarulhos fizemos um lanche na chegada e almoçamos. O tempo de ócio rendeu leituras de livros e a descoberta que o aeroporto é do Gru, no Meu Malvado Favorito e que há Minions trabalhando (eles que cuidam das nossas bagagens).

O vôo para Caracas foi tranquilo, tirando nossas confusões com o fuso (menos 2:30 - horário de verão no Brasil).

A chegada no aeroporto foi tensa: conhecemos um brasileiro que mora em Caracas no vôo e ele no assustou mais ainda quanto à insegurança do país. Não achamos de início o pessoal do hotel Catimar, algumas pessoas nos abordaram perguntando se queríamos informações (câmbio negro). Após muito nervosismo, sem sinal de celular e sem a moeda local, o funcionário do hotel nos encontrou. Conversamos bastante com um cambista, Angel (Maguila) que é conhecido pelo pessoal do Catimar. Perguntaram o quanto tínhamos visto a cotação e dissemos 1:38, e ficou acordado este valor, entretanto pensamos que poderíamos ter conseguido cotação melhor, estávamos muito inseguros. Por fim, fizemos o câmbio no quarto do hotel onde contamos o dinheiro todo com calma e passamos os dólares ao cambista, Jesus, também conhecido pelo Catimar. Queriam que fizéssemos o câmbio dentro da van, mas recusamos. Como ficamos aguardando muito tempo no aeroporto o rapaz do Catimar nos deu duas garrafas de Gatorade, desconfiados e não tomamos.

Sobre o hotel, é bem simples, em uma zona que dá medo, tem uma festa perto e se houve a música ao longe, com wifi, ar, e banheiro com cheiro muito desagradável de xixi. O custo benefício vale a pena, mas esteja preparado. Estávamos tão cansados e tensos que nem comemos, só compramos duas Pepsis. Tomamos banho e dormimos para esperar o vôo para Los Roques.

 

03/11/2013 - Acordamos às 06:00 para pegarmos o transfer do hotel para o aeroporto às 07:00. Em se tratando de aeroporto, desta vez o nacional, ficamos bem atentos. Despachamos a mala pela Chapi Air e comemos empanadas (risólis). Pagamos excesso de bagagem (Bsf. 25,00 por quilo a mais do que 10) mais taxas aeroportuárias (Bsf. 54,00 por pessoa). Às 09:00 embarcamos na pequena grande companhia aérea, teco-teco da Chapi Air com oito lugares mais pilotos, existe um outro avião deles um pouco maior. Achávamos que seria muito pior pelo o que havíamos lido, o vôo transcorreu de modo tranquilo e depois de trinta dos quarenta minutos de duração começamos a ver as ilhotas e as águas azuis do Caribe. O pouso foi o momento mais tenso, achamos que o avião não acertaria a pista e sim a água, mas estamos aqui contando este relato.

Não havíamos reservado pousada, perambulamos pelas ruas de Gran Roque em busca de acomodações. Nas ruas de areia e embaixo do sol forte, nossa mala se tornou 20 vezes mais pesada. Após pesquisa em vários locais, acabamos na pousada La Corsaria. Gastamos menos do que se tivéssemos reservado tudo do Brasil em função do cambio negro, é importante ressaltar que novembro é baixa temporada e apenas por isso conseguimos acomodação, algumas pousadas estavam lotadas.

Na La Corsaria fomos recebidos pelo Fábio, dono da Venebrasil, muito atencioso e acolhedor. Sem perder tempo, fomos para Fransisquí, onde conseguimos finalmente relaxar e curtir: colocamos as cadeiras dentro d'água, comemos no restaurante da ilhota e tomamos cervejas beeem geladas, mais do que merecidas!!! Não levamos a cava da pousada, pois já era tarde.

Antes de irmos para a ilhota, alugamos o snorkel e lá em Fransisquí mergulhamos em uma piscina natural que fica atrás da praia. Iniciantes na prática, nos encantamos com os peixes que vimos. Às 17:00 (horário que o sol começa a dar tchau) retornamos para Gran Roque e na pousada havia suco e lanche a nossa espera. Descansamos e aproveitamos um farto e saboroso jantar (dois pratos de entrada, um principal e sobremesa, regado a um bom vinho tinto).

 

04/11/2013 - Acordei o Juliano no maior susto: tive um pesadelo e comecei a chorar desesperada!!!! Começamos o dia bem... Depois do susto, fomos tomar café, que começa a ser servido as 8:30. Comemos arepas, que é uma massinha, com uma farinha mais grossa, que lembra tapioca. O café da manha, como tudo que é servido na pousada, é muito farto. Uma dica, não deixem de comer granola com iogurte e o mel que tem na pousada, delicia! As 9:30 saímos com Iuben, menino da pousada, em direção a praia. Alugamos snorkel e fomos a Noronsquí e Crasquí. Na primeira, ficais apenas 40 minutos, nos quais fizemos snorkel e vimos peixes um pouco maiores que no dia anterior. Esta ilha é famosa pelas tartarugas, porém o barqueiro que nos levou disse que na chegada da primeira lancha, todas são espantadas. Na segunda ilha, Crasquí, passamos o restante do dia, é uma ilha extensa, mais habitada e com algumas construções. Vimos lixo em alguns pontos. Fizemos uma caminhada, tiramos fotos lindas e depois tomamos banho de mar.

Antes de aproveitar nossa cava (cerveja, suco, refri, água, melancia, sanduíche e biscoitos) fomos um local indicado para snorkel, com corais. Percorremos um caminho demarcado por conchas, que são abundantes nessa ilha, e chegamos no local de mergulho. Vimos muitos peixes que já havíamos visto. Em meio a uma foto e outra, senti uma coisa na minha perna: fui queimada por um coral. Fiquei desesperada, senti muita dor e ardência. Com calma, conseguimos sair do mar e retornar no local que estava nossa cava. Lá, fiquei colocando gelo enquanto o Juliano foi no restaurante próximo buscar vinagre. Haviam comentado que xixi também seria bom para amenizar a ardência e sem duvida ajudou!!! Depois da tragédia do dia aproveitamos nossa cava e o resto da tarde em Crasquí.

Retornamos para Gran Roque, tomamos banho e descansamos. Fizemos amizades com dois casais de brasileiros e um de argentinos que nos deram muitas dicas. Jantamos todos juntos, bebemos, comemoramos com os aniversariantes (um deles Túlio, funcionário da pousada). A janta, como no dia anterior, foi maravilhosa! As risadas foram até tarde e fomos carregar as baterias para mais um dia no paraíso.

 

05/11/2013 - Acordamos bem cedinho e saímos para comprar sapatilhas de neoprene. Vale muito a pena, pensando que vc ficará mais seguro ao pisar em qualquer coisa no mar. Retornamos, tomamos café da manhã, com panquecas deliciosas! O passeio do dia foi: Cayo D'água, Dos Mosquises e Espenquí. O primeiro nos anestesiou, sem palavras para descrever o quão linda é a ilha! O azul/verde do mar é singular. Aquela passarela clássica das fotos que vemos na internet não aparece tanto, apenas de maio a agosto que é bem visível. Mesmo assim capturamos imagens lindas, fazer uma panorâmica (360 graus) é incrível. Tem uma área para snorkel, com uma vasta variedade de peixes, porém não aproveitamos muito por estarmos inseguros pelos acontecimentos do dia anterior. Em suma, Cayo d'Água é espetacular.

A segunda ilha, Dos Mosquises, é o local onde se desenvolve um programa de proteção às tartarugas marinhas, após uma pequena taxa de 10 Bsf. tivemos uma breve explicação sobre as espécies e as vimos em tanques. Tiramos muitas fotos de tartarugas de todos os tamanhos. Nesta ilha também tiramos fotos com estrelas do mar na praia.

Na última ilha do passeio, Espenquí, ficamos por vinte minutos apenas para tomar um banho, uma ilha bonita, mas sem nenhum atrativo a mais.

Retornamos para Gran Roque e assistimos um belíssimo pôr do sol em frente à simpática igrejinha da ilha. Voltamos para a pousada e no meio do nosso banho, cadê a água??? Depois de alguns copos de água da torneira, nos preparamos para mais um banquete.

 

06/11/2013 - Acordamos, tomamos café e fomos alugar snorkel. Em seguida, fomos com nossos amigos argentinos e brasileiros a Boca de Cote. A viagem de barco é longa, mas o azul magnífico na chegada compensa. Boca de Cote não tem praia, é apenas uma área para mergulho (snorkel). Como eu, Carol, não sei nadar, fiz snorkel com colete. Foi incrível! O grupo ficou junto e pode desfrutar de uma variedade imensa de peixes coloridos, corais e algas.

Após o mergulho, fomos até El Palafitos, que é uma casa de pescadores construída no meio do mar, para facilitar a pesca e se abrigarem de tempestades.

Após, seguimos até Isla Augustín, onde nosso amigo argentino já havia reservado um almoço muito especial: botuto (caracol marinho), ostras, peixe e lagosta. O almoço foi incrível e ao mesmo tempo engraçado: quando fui comer ostra, me disseram para por muito limão; quando fiz, uma parte dela se mexeu e eu gritei: "Ela se mexeu!!!!" então me disseram que se comia a bicha viva, mas vamos lá!!!!

Essa ilha é incrível para um bom banho de mar. Os peixes ficam ao nosso redor, inclusive peixes grandes.

No final da tarde retornarmos para Gran Roque, chegamos um pouco tarde em decorrência de problemas com o barco. Após finalizamos nosso dia como os demais.

 

07/11/2013 - Acordamos e não havia luz na pousada (acontece com alguma frequência). Tomamos café da manhã e partimos para um passeio mais tranquilo, pois estávamos cansados do dia anterior. O tempo estava nublado e ventoso. Fomos à Carenero, uma ilha belíssima! Havia pouco espaço para colocarmos nosso guarda-sol e cadeiras, a maré estava alta e o mar agitado. Não entramos muito na água. Caminhamos bastante na ilha, tiramos fotos fantásticas: um pescador havia pego peixes leão, uma espécie venenosa quando viva, mas ótima para comer; caminhamos em direção a alguma pedras, um local lindo; há tbm um micro cemitério nesta ilha.

Em função do mar agitado, não conseguimos visitar Sarquí, ilha ao lado de Espenquí.

Retornamos e na pousada conhecemos uma casal de gaúchos. Conversamos bastante, comemos o habitual e saímos para tomar uns drinks na Posada Galápagos, que fica na ruela de trás da La Corsaria.

 

08/11/2013 - Acordamos animados para o passeio que havíamos programado para o dia: Boca de Sebastopol. Porém, como não havia mais gente para fechar um barco (mínimo 6 pax.) acabamos indo para Fransisquí/Madrisquí. Começamos com Fransisquí, mesma ilha que fomos no primeiro dia. Fizemos snorkel na piscina natural novamente, onde conseguimos capturar algumas fotos lindas. Aproveitamos na ilha até as 13:00. Trocamos para Madrisquí, ilha com uma pousada, mais agitada, com algumas pessoas morando por ali. Caminhamos por toda a ilha e tiramos muitas fotos!

Retornamos para a pousada e seguimos a rotina. No final da noite fomos até a pousada Aquarena com a gauchada para tomar uns drinks.

 

09/11/2013 - Conseguimos fechar um grupo para Sebastopol. Nosso ultimo dia de praia em Los Roques precisava ser fechado com chave de ouro: visitamos a Boca dos Bobos (região com mangue e muitos pássaros – los bobos); vimos estrelas do mar; fomos até Boca de Sebastopol, onde fizemos snorkel e vimos peixes incríveis. Ali ficamos um tempo em um banco de areia aproveitando a vida dura; depois fomos próximos a uma região onde há um barco encalhado. O local é ótimo para snorkel, mas eu (Carol), não desci, pois o mar estava muito agitado. Não chegamos perto do barco pq é muito raso. Para finalizar o passeio passamos em Cayo Sardiña (banco de areia que possibilita fotos lindas) e Bajo Fabián (banco de areia onde todos os lados que tu olhar verás água; fica pertinho de Los Roques).

Retornamos e encaramos um passeio ao topo do morro do farol em Gran Roque, curtimos um pôr do sol lindíssimo e tiramos muitas fotos. Como sempre o jantar estava incrível, mas foi difícil pensar que no dia seguinte não teríamos aquele mimo e atenção toda da galera da La Corsaria, principalmente do Túlio (chefe), Kevin e Iuben. Neste dia, trocamos um pouco mais de dólares para termos o suficiente para Margarita, o câmbio foi acertado em 1:48 com o próprio Kevin. Dica: ao chegar na Venezuela troque uns 50 dólares no aeroporto de Caracas e o restante faça em Los Roques, pois é muito mais seguro e a cotação é boa. Na farmácia de Los Roques, que fica perto da praça, dá para fazer câmbio ou então, se vc ficar na La Corsaria, o Kevin consegue um cara que faz.

 

10/11/2013 - Era já o dia de partir de Los Roques, como não haveria tempo para irmos à praia, agendamos uma massagem com o italiano Marcelo, a qual foi maravilhosa: a maca de massagem ficou com poças de baba. Recolhemos nossas tralhas e nos despedimos do querido pessoal da La Corsaria, acertamos também o pagamento de nossos passeios. Ao meio dia, voamos para Caracas, o vôo teve alguma turbulência, ficamos tensos naquele aviãozinho da Chapi Air, mas chegamos são e salvos. No aeroporto almoçamos em uma pizzaria e aguardamos o vôo para Margarita. Em um vôo tranquilo, depois de meia hora, estávamos em Porlamar, onde com muita dificuldade conseguimos alugar um carro, pois temos menos de 25 anos, que é a idade mínima... Já tinha escurecido quando saímos em busca da pousada Stevie Wonderland, em El Yaque. Após alguma tensão e seguindo as dicas que tínhamos do Stevie a achamos. Ele nos recebeu com muita alegria e energia! Nos acomodamos e saímos para dar uma volta por El Yaque e achamos um bar/festa na beira da praia, onde jantamos, tomamos drinks e cervejas e curtimos a música. Exaustos, voltamos a pousada para descansar.

 

11/11/2013 – Acordamos cedinho e podemos ver melhor a Pousada do Stevie: é uma big mansão, com um mega jardim, onde o Stevie aluga quartos. Digo isso pq passa uma sensação muito boa, de estar em casa, não tem aqueleee ar de pousada. O café da manhã era muito gostoso, tudo quentinho e as frutas super saborosas. Pegamos nosso coche e com ajuda da Maria (nosso GPS) fomos até o shopping Sambil para darmos uma olhada nos preços das coisas. É difícil se acostumar a pensar em bolívares, então tudo o que víamos ou pagávamos convertíamos para ter noção do que estávamos pagando. As coisas sempre saiam absurdamente baratas. Apenas olhamos as lojas no Sambil e de lá partimos para Playa El Agua, no norte da ilha. Em Margarita, tudo é muito longe. Para ir até Playa El Agua percorremos cerca de 50km. Ao chegarmos lá esperamos ver águas mais bonitas, mas de qualquer forma a praia é bem bacana. Podemos compará-la com Santa Catarina. Almoçamos por lá, na beira da praia e depois fomos descendo pelas outras praias: Parguito (praia lindíssima para tirar umas fotos no paredão), Playa El Tirano (não descemos, pois não tinha nada demais). Ao chegarmos de volta em El Yaque, compramos pão e frios e acabamos fazendo um sanduíche na própria pousada. Estávamos cansados e tensos da nova experiência de dirigir na Venezuela (os motoristas não usam pisca, cortam a frente de todo mundo e correm muito!!).

 

12/11/2013 – Acordamos cedinho e após algumas dicas do Stevie planejamos nosso dia da seguinte forma: nadar com os golfinhos e fazer compras. Fomos até ao Diverland para fazer o nado com os golfinhos e percebemos que o local não tem organização nenhuma para receber turistas, pois eles não são nenhum um pouco receptivos e simpáticos. Nos encaminharam ao Waterland e lá aguardamos até iniciarem as atrações. Assistimos um show com lobos marinhos e tiramos uma foto com eles! São muito queridos. Depois fomos nos arrumar para nadar: não se pode entrar na piscina com nenhum adorno, para evitar de machucar os queridos. Colocamos um colete super confortável e recebemos instruções de como agir com os golfinhos. Entramos na piscina, que tem 7m de profundidade, e aproveitamos os momentos incríveis com os golfinhos. No final compramos um CD e um DVD com a filmagem e as fotos tiradas pelo pessoal do parque (não deixem de comprar).

Saímos do parque e fomos as compras: fomos do Shopping Costa Azul e no Sambil, onde fizemos compramos a maioria das coisas. Tudo vale muito a pena. Jantamos no shopping e retornamos para descansar.

 

13/11/2013 – O dia foi de muita estrada e lugares incríveis. Seguimos as dicas do Stevie e fizemos o seguinte tour: Parque La Restinga, Museo Mariño, Playa de Punta Arenas, Playa La Pared, Playa El Yaque. O Parque La Restinga é um parque com mangues, banhados por uma laguna (água salgada). Fizemos o passeio com um barqueiro que nos levou a diversos canais do parque; cada um tinha um nome, Canal Del Beso, Tunel El Deseo... Vimos estrelas do mar (aquelas fininhas), pelicanos, caranguejos... depois de vermos a distinta e bonita paisagem, o barqueiro nos deixou em uma praia, que inicia logo que acaba a Laguna. A praia não tem areia, só mini conchas no chão. É muito bonita. Tem alguns restaurantes e todos que estão por ali ficam empurrando coisas para comermos ou comprar. Vimos algumas bijuterias em pérolas, lindas, mas não compramos nada. O barqueiro nos pegou novamente, retornamos e seguimos em direção ao Museo Mariño. Não é o tipo de museu teórico e monótono. Por mais que ninguém explique nada, achamos ele interativo e super interessante. Há exemplares de seres vivos encontrados em todas as partes do mundo. Vimos também tartarugas marinhas, estrelinhas do mar, ouriços do mar e tubarões pequenos, todos vimos em um tanque. Saímos do museu e fomos em direção a Playa de Punta Arenas. Andamos muito até chegar lá. Estávamos mortos de fome, chegamos na praia e almoçamos lá. A praia é bem escondida, mas bem bonita. A paisagem na estrada lembra muito o GTA, por toda ilha temos cactus e uma paisagem desértica. Saímos de Punta Arenas e saímos em busca da Playa La Pared. Passamos por ela e não percebemos. Demos volta e achamos a praia, que tem um paredão tri bonito. Retornamos em direção a El Yaque e conhecemos a praia durante o dia, pois só havíamos ido lá a noite. Lá assistimos um espetacular pôr do sol. A praia é linda e vemos muitos praticantes de kitesurf. Retornamos para a pousada, nos arrumamos e fomos jantar no restaurante Casa Caranta, recomendado pelo Stevie. As expectativas eram grandes, o cardápio é "ambulante": as garçonetes apresentam um quadro com as opções que a casa serve no dia. Comemos um filé com molho de queijo. A apresentação era ótima, porém a carne estava totalmente crua por dentro. Comemos tbm uma massa com molho funghi e camarão. A combinação não fechou, mas estava ok... De sobremesa, pedimos uma torta de chocolate... era na verdade um bolo seco com cobertura... nada demais. Retornamos para a pousada e descansamos.

 

14/11/2013 – Acordamos cedinho e fomos para Isla de Coche: pegamos uma lancha para passar o dia lá. Fechamos o passeio em um lugar próximo a pousada. Lá aproveitamos o dia no sol, com muita cerveja! A ilha é muito conhecida pelas pérolas, compramos lembranças lindas. Almoçamos em um super resort, com um Buffet maravilhoso. Retornamos da ilha por volta de 15:00 e fomos ao shopping fazer mais compras. Jantamos por lá, retornamos para o hotel e arrumamos as malas.

 

15/11/2013 – Acordamos cedinho, organizamos o restante das coisas e fomos ao shopping torrar nossos últimos bolívares (não teria como trocar para dólares e o dinheiro deles não vale nada). Almoçamos no Hard rock Café, no Shopping Sambil. Super recomendamos, muito bom!!!!

Fomos em direção ao aeroporto, devolvemos nosso coche lindo e aguardamos nosso voo. Nossa companhia aérea era a Estelar. O voo atrasou 40 minutos e a companhia não tinha balcão de informações na área de embarque. Ao chegarmos no aeroporto de Caracas (aleluia), pegamos as malas e fomos correndo (literalmente) para o aeroporto internacional. Dá pra ir por dentro do nacional, só pedir informações. Depois de muita procura, achamos o balcão da TAM, que é junto com o da LAN. Ao chegarmos fomos informados por outros passageiros que não poderíamos fazer check-in e embarcar, pois o avião estava com excesso de peso. Depois de muita reclamação e poucas informações por parte da TAM fizemos o Check-in, nos encaminhamos para o embarque. O voo de volta, quando compramos as passagens era 00:10 do dia 16/11, mas assim como a ida, tbm foi trocado para às 21:10 do dia 15/11. Com um pouco de atraso, embarcamos rumo ao Brasil.

 

16/11/2013 – Chegamos em Guarulhos por volta de 7:00, passamos na alfândega e por sorte não nos pararam. Nosso voo de volta para Porto Alegre, pela Gol era às 16:35. Diferente da TAM fomos muito bem atendidos na Gol e conseguimos antecipar o voo. Chegamos em Porto Alegre por volta de 14:00.

 

 

Algumas dicas:

-Levem poucas roupas!!! Enchi a mala e não usei metade. Em Los Roques só usei havaiana, rasteirinha nem pensar!! Muita saída de praia, biquíni, chapéu, protetor solar (levamos dois daqui e secamos os dois, levem daqui, não vale a pena comprar lá, as marcas são muito vagabundas);

-Ao chegar na Venezuela troque uns 50 dólares no aeroporto de Caracas e o restante faça em Los Roques, pois é muito mais seguro e a cotação é boa. Na farmácia de Los Roques, que fica perto da praça, dá para fazer câmbio ou então, se vc ficar na La Corsaria, o Kevin consegue um cara que faz;

-Bem sinceramente, se o objetivo é conhecer Margarita e Los Roques, vá primeiro a Margarita, pq depois de Los Roques tudo se torna feio kkkkkk Margarita não é lugar mais bonito do mundo, vale mais a pena ir a Santa Catarina, pensando no quesito praia, a não ser que o objetivo seja de fazer compras, aí sim!!! Com o câmbio paralelo as coisas ficam absurdamente baratas: Camisas da Tommy a R$100,00, Bolsas, Sapatos... Não vale a pena comprar eletrônicos lá. As roupas são baratíssimas.

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