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Bora viajar?

Trip de carro para Montevidéu

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Buenas Pessoal, compartilho com vcs uma trip recém terminada.

Tivemos como ponto de partida a cidade de Blumenau/SC e como destino Montevidéu/UY.

Pegamos a estrada em um Sábado pela manhã, 18/01/2014. Tempo bom e pé na estrada, pegamos um trânsito infernal no sul de SC, o que já é padrão na região de Laguna. Como somos de parar sempre que dá vontade, até pq temos uma criança de 2 anos, chegamos no norte gaúcho já de noite, por volta das 20hs. Iriamos passar a noite ali e então fomos tentando vaga em vários hotéis, porém não conseguimos encontrar nenhum com vaga, então seguíamos pra próxima cidade.

Depois de passar por Tramandaí, Cidreira e Pinhal, cidades bem pequenas, acabamos desistindo e seguindo até onde desse.

Queríamos descer toda a BR-101 e chegar ao KM 1 desta rodovia, passando por um caminho que para nós era novo, sendo que sempre seguíamos pela rodovia BR-116.

Por volta de 1:00 AM, já com muito sono, resolvemos tentar em uma vila alguma hospedagem. Encontramos muitos campings, bastante gente andando na rua, um ar meio roots, sei lá :D

Quando encontramos o único lugar da "cidade" que se intitulava "pousada" foi ali mesmo que paramos.

Susto; depois de 1 minuto parado na porta de um bar/boate/pousada sei lá o que, uma mulher sentada de costas pra porta foi avisada que eu estava ali parado e veio me atender. Uma mistura de mulher/homem/índio/peão de obra com o baita cofrinho a mostra veio me dizer, que estavam atendendo e que tinham só 1 suite disponível. Cooore Bino, é uma cilada! ::ahhhh::

Com a certeza que ali não era um lugar muito familiar toquei o pé :D Depois vim a descobrir que aquela região era um recanto da cidade de Mostardas. Fomos embora dali sentido BR-101 Sul. No meio do caminho já com o sono atacando novamente entramos em um povoado bem vazio, em uma rua paralela a rodovia (deserta naquele horário) e paramos defronte uma escola. 1 hora de sono dentro do carro e tomamos o rumo de novo, chegando em São José do Norte às 5 da manhã, com a certeza de que o caminho não valia a pena de ser feito novamente algum dia. Não há nada de interessante na paisagem da região (mesmo sendo a noite conseguíamos ver tudo por causa de enorme lua), em caso de emergência não existem postos ou cidades onde se possa parar e a estrada é uma porcaria mesmo asfaltada (antigamente era chamada de estrada do inferno, hoje não é pra tanto mas é bem parecido com a lua).

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Estas são panorâmicas vistas da rampa onde a balsa atraca para a ligação entre as cidades de São José do Norte/RS e Rio Grande/RS.

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A balsa que faz a travessia é meio desorganizada pelo que entendi, assim como seu embarque. A pontualidade é igual a dos aeroportos brasileiros ::lol3::

A travessia leva cerca de 30 minutos e é bem tranquila, chegamos em Rio Grande/RS por volta das 9:30AM e rapidamente abastecemos, passamos no banco e seguimos para o Chuí/RS, ponto mais extremo do país.

Não demos muita atenção à cidade de RG pq já conhecíamos de outras idas, mas pra quem não conhece vale a pena, cidade de porte médio e "dona" da Praia do Cassino, a praia mais extensão do mundo!

O caminho entre Rio Grande/RS e Chuí/RS é quase todo em linha reta. Uma estrada muito bem asfaltada, com pouquíssimo transito, sem pedágios, porém sem postos de abastecimento, cidades ou afins. É encher o tanque em RG e seguir os pouco mais de 200km por dentro da Reserva Ecológica do Taim.

A estrada pra alguns é tediosa, mais a recomendação é viajar de dia, apreciar aqueles descampados, os animais nos banhados do Taim, as aves, enfim, pra quem gosta de natureza é uma estrada bacana. Segue algumas fotos:

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Chegamos no Chuí/RS Domingo, por volta das 14hs e fomos direto buscar um hotel pra não correr o risco de ficar ao relento novamente. Seguimos para o Hotel Bertelli, boa hospedagem, ainda do lado brasileiro, quarto amplo, bom chuveiro, área de lazer, piscina, gramadão, não tirei fotos, nem aproveitei nada, mais em uma próxima ida ao Chui é lá que ficarei novamente. O valor foi de R$ 200,00 com um bom café da manhã e estacionamento seguro incluso. (mesmo o Chui não sendo uma região perigosa).

Aproveitamos o resto do dia pra visitar os freeshops, que pra eletro-eletrônicos não valem muito a pena (principalmente comparando-se com o Paraguay) mas pra bebidas e comida boa é bem vantajoso. Pra jantar, fomos de pizza, ali na Avenida Internacional, que divide o Chui ao meio, de um lado Brasil do outro Uruguay já.

Como também já tínhamos visitado o Chui, não procuramos fazer nada além de ir comprar alguns porcarias :D A cidade é pequena e não tem atrativos além da avenida principal e da Barra do Chui, onde existe um Farol, do qual também não se pode aproximar-se muito por ser zona militar.

Na manhã seguinte, Segunda-feira, às 8hs tomamos café e fomos comprar a Carta Verde, direto com um corretor que atende em uma casinha quase ao lado do hotel.

Custo: R$ 70,00 para 3 dias. Passamos em uma casa de cambio peguei uns U$$100 e mais ou menos a mesma quantia em Pesos Uruguaios .

(Para compras nos freeshops pague em real, a cotação é bem mais vantajosa que a troca em casas de cambio, quase R$ 0,20 de diferença).

Dali seguimos direto para a aduana uruguaia, preenchemos os papéis da imigração, deram uma olhada superficial na Carta Verde, ofereceram alguns materiais sobre o turismo do país e seguimos viagem. Tudo de forma muito simples e simpática. Em cerca de 15 minutos já estávamos na Ruta 9, que vai direto até a capital.

A velocidade fica entre 80 e 110 km/h dependendo do trecho e é bom se manter sempre dentro da lei. Existe muita policia ao longo da rodovia e pelo que sabemos são bem exigentes quanto ao cumprimento das leis e corretos na aplicação de multas (não aceitando suborno nem sacaneando os motoristas como a policia no norte da Argentina).

Chegamos em Montevidéu no começo da tarde e primeiramente fui comprar um chip de celular pré-pago pra ter internet móvel.

No Shopping Montevidéu, na loja da Claro, comprei um micro chip e recarga pra 5 dias (o mínimo) por algo equivalente a R$ 13,00. Parece barato, mas leve em consideração que a qualidade do serviço é compatível com o valor. Enfim, consegui utilizar +/- a internet no celular, mas sei lá, minha insatisfação pra próxima me fará tentar outra operadora ou talvez até mesmo gastar um pouco mais e usar roaming, pra ter um serviço melhor.

Rodamos em busca de algum hotel, sendo que não fizemos nenhum reserva pra viagem inteira, e encontramos coisas beem caras, com ótima estrutura e também coisas beem caras sem ar, sem tv, e só faltou não ter cama dentro do quarto, onde se entrava de frente e saia de costas, com uma boate de cada lado no térreo, quase no horário de abrirem, tudo isso a metros da Avenida 18 de Julho.

No fim das costas lembramos do Ibis, da rede Accor, que pode-se encontrar em qualquer cidade maior e ali provavelmente deveria existir. Foi só perguntar e logo sabíamos pra onde ir.

O Hotel Ibis Montevidéu fica de frente para o Rio da Prata, com uma vista show de bola, uma estrutura descente, que é padrão em toda a rede e nos custou U$$85 a diária.

Wi-fi ótimo, banho bom, café da manhã generoso e o atendimento melhora consideravelmente quando ao invés de cartão de crédito vc apresenta dólares :D

O hotel não fica necessariamente no centro, mais é bem perto, ao lado do consulado americano, tem uma boa localização e ao que parece uma região bem segura a noite.

Valeu a pena pelo valor, comparando-se a média de U$$75 que encontramos por ai. Enfim, chegamos e nos alojamos. Agora, o qq tem de bom/bonito em Montevidéu?!

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Ainda em Montevidéu visitamos o máximo que conseguimos, não seguimos roteiros ou cronogramas, mas já havíamos lido alguns relatos de viagens, inclusive aqui no Mochileiros, tínhamos uma noção do que havia para conhecer.

Andando pelas quadras próximas a Avenida 18 de Julho passamos defronte uma das inúmeras confeitarias que existem e olhando aquela vitrine acabamos entrando.

Se tem algo bom quando se vai conhecer um lugar é comer e beber ::otemo:: então não perdemos a oportunidade, mandamos ver!

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Depois de passar 2 dias na capital uruguaia, iniciamos nosso caminho de volta, onde o plano era passar em Punta del Este e seguir para o Chui brasileiro novamente.

Seguimos para Punta Balena, onde fomos visitar a Casa Pueblo, a casa de verão do artista Carlos Páez Vilaró. Hoje em dia a casa com um visual beem diferente é museu, galeria de arte e hospedagem, sendo com toda certeza um dos pontos turísticos mais visitados da região de Punta.

A rodovia sobre um conglomerado de montanhas dá uma vista ótima ao longe de Punta e pode-se ver o entra e sai dos transatlânticos, que não foi pouco.

A casa do Vilaró é sem dúvida um simbolo uruguaio, com uma arquitetura bem diferente ao que costuma-se ver, lembrando muito as casas nas encostas de Santorini, na Grécia.

Outro fato que me chamou a atenção foi o valor para adquirir uma das obras, sendo ele a referência que é. Fotos nas paredes mostram ele em momentos comuns com amigos famosos e enquanto andávamos pelos recintos estava tocando Gilberto Gil, do qual também erá amigo.

Voltando a falar de valores, você compra pequenas obras a partir de U$$30, U$$50, o que não acho caro, afinal encontra-se por ai obras de pessoas anônimas muito mais "super-valorizadas", acho bacana tornar a arte acessível.

Fora isso, o resto é caro na região: Pagamos cerca de R$ 8,00 por uma garrafa de água em um quiosque anexo.

A entrada da Casa Pueblo não me lembro ao certo, mas custa pouco menos de R$ 15,00 por pessoa.

Abaixo algumas fotos que tirei lá.

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Rodamos um pouco por Punta, mas não chegamos a fazer muitas paradas, também lamentei não conseguir chegar nem perto da Mão do Afogado, o sol estava a pino e a praia lotada, muuita gente mesmo, espero na próxima ida conseguir aproveitar melhor Punta.

Dali seguimos novamente para a Ruta 9, onde bem na rotatória de Maldonado encontramos um casal pedindo carona. Diga-se passagem é muito comum ver mochileiros viajando "a dedo" no norte do Uruguai. Demos meia volta e perguntamos pra onde iam. Estavam buscando carona para Valizas e conseguiram :)

Ela estava mochilando a 4 meses, já havia rodado a Argentina, até a divisa com a Bolívia. Ele recém estava se aventurando com uma mochila nas costas.

Estávamos voltando para o Chui, então seria caminho deixá-los na entrada da Ruta pra Valizas e assim fizemos. Nos despedimos e ficamos felizes por ter podido ajudar de certa forma pessoas tão semelhantes. Nunca havíamos dado carona para desconhecidos na estrada, mas ali, foi tudo tão natural, que não ouve receio ou nada do tipo, por mais que não nos conhecêssemos não encarávamos como sendo estranhos, ou um risco, eram simplesmente mochileiros, viajantes.

Enfim, os deixamos próximo ao destino deles e seguimos o nosso.

Ao fim da tarde estávamos novamente no ponto mais extremo do Brasil, aproveitando uma última vez os freeshops, comendo uma parrillada de despedida e descansando para no dia seguinte retornar ao lar.

Voltamos para casa pela BR-116, pedagiada porém bem melhor que a BR-101 e acabamos ainda passando um noite na grande Porto Alegre.

É isso pessoal, até uma próxima e qualquer coisas é só dar um grito, aqui ou nas redes sociais:

 

https://www.facebook.com/destino.liberdade

 

http://instagram.com/destinoliberdade

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