Nome esquisito pra uma cidade esse não? E lá ainda se pronuncia espichando bem o ‘a’ – Afuaaá. Toda erguida à beira d’água. Como na Ilha do Marajó a água não tem parada, e ainda vez por outra engrossa com a onda grande da Pororoca, o jeito foi fazer tudo: igreja, coreto, mercadinho, escola, e passarelas, sobre palafitas. “Olho no mapa do Brasil e vejo o marajoara que habita uma terra onde a terra não para”, como escreveu o poeta Cassiano Ricardo. Os moradores contam que ali a criançada aprende a nadar antes de andar.
A graça maior, porém, é que em Afuá não existem automóveis. Só bicicletas para todos os fins, de bici-taxi, passando por bici-patrulha, à bici-ambulância com maca ao ar livre. Mas você não tá curioso de saber de onde vem esse nome? Bom, conto. Dizem por lá que é o som do boto quando sai d’água pra respirar.
Nome esquisito pra uma cidade esse não? E lá ainda se pronuncia espichando bem o ‘a’ – Afuaaá. Toda erguida à beira d’água. Como na Ilha do Marajó a água não tem parada, e ainda vez por outra engrossa com a onda grande da Pororoca, o jeito foi fazer tudo: igreja, coreto, mercadinho, escola, e passarelas, sobre palafitas. “Olho no mapa do Brasil e vejo o marajoara que habita uma terra onde a terra não para”, como escreveu o poeta Cassiano Ricardo. Os moradores contam que ali a criançada aprende a nadar antes de andar.
A graça maior, porém, é que em Afuá não existem automóveis. Só bicicletas para todos os fins, de bici-taxi, passando por bici-patrulha, à bici-ambulância com maca ao ar livre. Mas você não tá curioso de saber de onde vem esse nome? Bom, conto. Dizem por lá que é o som do boto quando sai d’água pra respirar.
Postado originalmente em: http://www.viramundoemundovirado.com.br