Rio das Velhas é o principal afluente do São Francisco no estado.
Ações incluem estações de tratamento de esgoto e monitoramento da água.
Em Minas Gerais, um projeto ambiental está combatendo a poluição no Rio das Velhas, principal afluente do São Francisco no estado. Uma expedição mostrou que a iniciativa já trouxe resultados: as águas estão mais limpas.
Há pouco tempo, os moradores da região de Baldim (MG), um dos 51 municípios entre a nascente do Rio das Velhas, em Ouro Preto, e a foz do São Francisco, não arriscavam nadar nem pescar no Rio das Velhas. Há seis anos, com uma expedição pela água, o Projeto Manuelzão apontou os problemas do rio, em parceria com a iniciativa privada, prefeituras, governo do estado e Universidade Federal de Minas Gerais.
Neste ano, a mesma expedição visitou o local para ver o que mudou. O que mais impressiona é a rapidez com que a qualidade da água vem melhorando. O que se vê hoje é resultado de um trabalho conjunto e contínuo de combate à poluição, com ações que incluem educação ambiental, estações de tratamento de esgoto e monitoramento da água.
"Da mesma forma que a gente percebe a degradação, a gente percebe a recuperação. É maravilhoso", diz Odilon de Lima, voluntário do projeto.
FONTE: G1
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1117219-5598,00-PROJETO+AMBIENTAL+COMBATE+POLUICAO+DE+RIO+EM+MG.html
Rio das Velhas é o principal afluente do São Francisco no estado.
Ações incluem estações de tratamento de esgoto e monitoramento da água.
Em Minas Gerais, um projeto ambiental está combatendo a poluição no Rio das Velhas, principal afluente do São Francisco no estado. Uma expedição mostrou que a iniciativa já trouxe resultados: as águas estão mais limpas.
Há pouco tempo, os moradores da região de Baldim (MG), um dos 51 municípios entre a nascente do Rio das Velhas, em Ouro Preto, e a foz do São Francisco, não arriscavam nadar nem pescar no Rio das Velhas. Há seis anos, com uma expedição pela água, o Projeto Manuelzão apontou os problemas do rio, em parceria com a iniciativa privada, prefeituras, governo do estado e Universidade Federal de Minas Gerais.
Neste ano, a mesma expedição visitou o local para ver o que mudou. O que mais impressiona é a rapidez com que a qualidade da água vem melhorando. O que se vê hoje é resultado de um trabalho conjunto e contínuo de combate à poluição, com ações que incluem educação ambiental, estações de tratamento de esgoto e monitoramento da água.
"Da mesma forma que a gente percebe a degradação, a gente percebe a recuperação. É maravilhoso", diz Odilon de Lima, voluntário do projeto.