Lançada na Suíça campanha para eleger as Sete Maravilhas da natureza
ZURIQUE, Suíça, 21 Jul 2009 (AFP) - Uma ONG, a New7Wonders, lançou nesta terça, na Suíça, uma campanha para a escolha das sete "Maravilhas" da Natureza.
Até 2011, os organizadores esperam que um bilhão de pessoas votem por telefone ou pela internet, para escolher, especialmente, entre a floresta amazônica, os penhascos de Moher (Irlanda) ou o mar Morto.
A organização, presidida pelo viajante e cineasta suíço Bernard Weber, publicou na internet uma lista de 28 sítios naturais, de onde sairão sete finalistas.
No começo, 440 locais foram apresentados a New7Wonders.
Depois de várias votações, esta lista foi reduzida para 28, explicaram os organizadores.
A escolha anterior das sete "novas" Maravilhas do mundo, promovida pela mesma ONG, em 2007, e que contou com a participação de mais de 100 milhões de pessoas, já havia provocado polêmica.
Segundo a Unesco, a agência da ONU para a educação, a ciência e a cultura, a campanha não foi "nem democrática, nem científica", porque só deu importância a um pequeno número de monumentos muito famosos.
FONTE: Uol Viagens
http://viagem.uol.com.br/ultnot/afp/2009/07/21/ult3641u417.jhtm
Lançada na Suíça campanha para eleger as Sete Maravilhas da natureza
ZURIQUE, Suíça, 21 Jul 2009 (AFP) - Uma ONG, a New7Wonders, lançou nesta terça, na Suíça, uma campanha para a escolha das sete "Maravilhas" da Natureza.
Até 2011, os organizadores esperam que um bilhão de pessoas votem por telefone ou pela internet, para escolher, especialmente, entre a floresta amazônica, os penhascos de Moher (Irlanda) ou o mar Morto.
A organização, presidida pelo viajante e cineasta suíço Bernard Weber, publicou na internet uma lista de 28 sítios naturais, de onde sairão sete finalistas.
No começo, 440 locais foram apresentados a New7Wonders.
Depois de várias votações, esta lista foi reduzida para 28, explicaram os organizadores.
A escolha anterior das sete "novas" Maravilhas do mundo, promovida pela mesma ONG, em 2007, e que contou com a participação de mais de 100 milhões de pessoas, já havia provocado polêmica.
Segundo a Unesco, a agência da ONU para a educação, a ciência e a cultura, a campanha não foi "nem democrática, nem científica", porque só deu importância a um pequeno número de monumentos muito famosos.