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A evolução dos calçados de montanhismo no Brasil

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:arrow: FONTE: Webventure

http://www.zone.com.br/montanhismo/conteudo/noticias/index/id/26345

 

 

 

Para a caminhada o uso era de bota cardada, compravam-se as cardas, que eram pregos de aço com a cabeça grande, e pedia-se para o sapateiro Francisco Franco na cidade do Rio de Janeiro fixá-las. Ele fazia até as ranhuras na sola da bota, imitando o solado VIBRAM, trabalhava por encomenda, mas era muito caro para a época. As ressolas eram feitas com pneu de caminhão, e isso durou décadas.

 

Depois a bota córcora, que era usada pelos pára-quedistas americanos, conta-se que muitos montanhistas usaram solado de pneu de caminhão. Até a chegada das botas com solado de borracha, o solado VIBRAM (de Vitale Bramani, seu inventor foi adotado na Segunda Grande Guerra por montanhistas e militares de várias partes do mundo).

 

Para a escalada não se surpreendam, muitos começaram escalando descalços, registros mostram fotos de vários rapazes escalando assim, e seguiu-se com a Alpargata Roda desde a década de 40 até 1965 aproximadamente, que era uma sandália de lona com solado de corda, que depois de fervida para retirar o excesso de alcatrão, (que a deixava por demais escorregadia) estava pronta para “lagartixar”; alguns molhavam antes de utilizar, a aderência era média, e usava-se mais a lateral do pé do que a ponta, o pessoal chegava a usar até duas por escalada, se a mesma fosse muito grande, tipo uma Chaminé Stop no Pão de Açúcar.

 

O apelido que se deu durante as décadas que esta sapatilha foi adotada pelos montanhistas cariocas, era China Pau, o porquê não se sabe, se devido a uma antiga canção de Carnaval que tinha este trecho como refrão, mas foi assim que a Alpargata Roda ficou conhecida.

 

“Modernidades” - Em seguida então, veio o Conguinha, já na década de 70, bastante flexível, porém a borracha escorregava muito, era bem interessante para escalar no molhado, em seguida a bota rígida com solado VIBRAM vindo da Europa, aonde a técnica era mais de ponta de pé, mas não dava para sentir as agarras da rocha, e o Kichute que emplacou porque era aderente, mais rígido que o Conguinha, as travas dianteiras eram cortadas, a sola desgastada antes do uso para aumentar a aderência e seu custo era menor do que o da bota rígida.

 

No final dos anos 70, foi introduzida a bota EB, bota de escalada bem mais leve do que as anteriores, de sola de borracha lisa, e que reinou soberana durante anos, sendo depois introduzidos outros modelos similares, como a PA (de Pierre Allain).

 

Década de 80, o calçado nacional de escalada começou com a botinha Natisnake, que consistia num par de botinhas que serviam tanto para um pé quanto para o outro, a sola era muito boa, vinha de Curitiba da atual Snake (fábrica de calçados esportivos nacional) criada juntamente com o Nativo. Na mesma década, aconteceu o boom da importação com a chegada de sapatilhas importadas de extrema aderência, a primeira foi a Boreal Firé, e elas tiveram papel relevante na evolução da técnica de escalada brasileira.

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