[align=Justify]O Ministério Público Federal (MPF) em Jequié (BA) divulgou nesta sexta-feira (20) que ofereceu denúncia à Justiça Federal contra um homem acusado de atear fogo em área pertencente ao Parque Nacional da Chapada Diamantina (PNCD).
O incêndio foi iniciado em uma mata localizada a quatro metros da trilha de acesso aos Gerais dos Vieiras, na localidade do Bomba, no município de Palmeiras, a 439 km de Salvador, causando danos diretos à unidade de conservação federal.
Segundo o MPF, para iniciar o incêndio, S.S.A. utilizou uma lata de óleo de soja furada e uma vela, artefato utilizado para atrasar o início da queimada, dificultando, assim, a identificação da autoria do delito. O dano ambiental teria sido constatado através do laudo pericial de incêndio florestal.
No momento do incêndio, moradores e turistas que passavam pelo local tentaram conter o fogo por diversos meios. Na tentativa de conter as chamas, um dos turistas se feriu. O fogo só foi contido com a chegada de brigadistas, após as chamas atingirem a mata ciliar da encosta da Serra da Moitinha, no município de Palmeiras.
Caso seja condenado, o acusado pode pegar de dois a quatro anos de prisão e multa por dano direto à unidade de conservação e por provocar incêndio em mata ou floresta. Os crimes estão previstos nos artigos 40 e 41 da Lei 9.605/98.[/align]
http://correio24horas.globo.com/noticias/noticia.asp?codigo=42022&mdl=50
[align=Justify]O Ministério Público Federal (MPF) em Jequié (BA) divulgou nesta sexta-feira (20) que ofereceu denúncia à Justiça Federal contra um homem acusado de atear fogo em área pertencente ao Parque Nacional da Chapada Diamantina (PNCD).
O incêndio foi iniciado em uma mata localizada a quatro metros da trilha de acesso aos Gerais dos Vieiras, na localidade do Bomba, no município de Palmeiras, a 439 km de Salvador, causando danos diretos à unidade de conservação federal.
Segundo o MPF, para iniciar o incêndio, S.S.A. utilizou uma lata de óleo de soja furada e uma vela, artefato utilizado para atrasar o início da queimada, dificultando, assim, a identificação da autoria do delito. O dano ambiental teria sido constatado através do laudo pericial de incêndio florestal.
No momento do incêndio, moradores e turistas que passavam pelo local tentaram conter o fogo por diversos meios. Na tentativa de conter as chamas, um dos turistas se feriu. O fogo só foi contido com a chegada de brigadistas, após as chamas atingirem a mata ciliar da encosta da Serra da Moitinha, no município de Palmeiras.
Caso seja condenado, o acusado pode pegar de dois a quatro anos de prisão e multa por dano direto à unidade de conservação e por provocar incêndio em mata ou floresta. Os crimes estão previstos nos artigos 40 e 41 da Lei 9.605/98.[/align]