[align=Justify]WELLINGTON — A Nova Zelândia considera necessário impor novas regras aos navios turísticos que visitam a Antártica para prevenir um desastre na região mais remota do mundo, afirmou o ministro das Relações Exteriores, Murray McCully.
"Estou muito preocupado porque, a não ser que tomemos medidas, teremos um grave dano marítimo por causa dos navios turísticos na Antártica, e enfrentaremos um desastre humanitário e meio ambiental", afirmou McCully.
Wellington recebe a partir desta quarta-feira uma reunião de três dias de 80 especialistas dos 47 países integrantes do Tratado Antártico, que debaterão novas regras para os barcos turísticos que visitam a região.
McCully afirmou na reunião que quatro embarcações encalharam nos últimos três anos e lembrou que 154 pessoas tiveram que ser resgatadas por um navio depois que o "Explorer" canadense afundou, após um choque contra um iceberg em 2007.
"Tivemos sorte. Não perdemos ninguém naquele incidente, mas o fato de não termos consequências mais graves se deve maos à boa sorte que a uma boa gestão", afirmou o chanceler.
O número de visitantes anuais em barcos turísticos quadruplicou nos últimos 15 anos, chegando a 46.000.
O encontro deve resultar em recomendações sobre o tipo de embarcações que podem ser usados em águas antárticas. Também deve se pronunciar sobre questões ambientais, assim como sobre a possibilidade de proibir o uso de combustível pesado.[/align]
http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hwCVpSqb8lnXnsWPa-QTLGJhQ0qw
[align=Justify]WELLINGTON — A Nova Zelândia considera necessário impor novas regras aos navios turísticos que visitam a Antártica para prevenir um desastre na região mais remota do mundo, afirmou o ministro das Relações Exteriores, Murray McCully.
"Estou muito preocupado porque, a não ser que tomemos medidas, teremos um grave dano marítimo por causa dos navios turísticos na Antártica, e enfrentaremos um desastre humanitário e meio ambiental", afirmou McCully.
Wellington recebe a partir desta quarta-feira uma reunião de três dias de 80 especialistas dos 47 países integrantes do Tratado Antártico, que debaterão novas regras para os barcos turísticos que visitam a região.
McCully afirmou na reunião que quatro embarcações encalharam nos últimos três anos e lembrou que 154 pessoas tiveram que ser resgatadas por um navio depois que o "Explorer" canadense afundou, após um choque contra um iceberg em 2007.
"Tivemos sorte. Não perdemos ninguém naquele incidente, mas o fato de não termos consequências mais graves se deve maos à boa sorte que a uma boa gestão", afirmou o chanceler.
O número de visitantes anuais em barcos turísticos quadruplicou nos últimos 15 anos, chegando a 46.000.
O encontro deve resultar em recomendações sobre o tipo de embarcações que podem ser usados em águas antárticas. Também deve se pronunciar sobre questões ambientais, assim como sobre a possibilidade de proibir o uso de combustível pesado.[/align]