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Para coibir ‘farofa’ na praia, cidades de SP cobram caro de turista de um dia

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:arrow: FONTE: G1

http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1421435-5605,00-PARA+COIBIR+FAROFA+NA+PRAIA+CIDADES+DE+SP+COBRAM+CARO+DE+TURISTA+DE+UM+DIA.html

 

Para coibir ‘farofa’ na praia, cidades de SP cobram caro de turista de um dia

Ônibus sem registro em hotel ou pousada chegam a pagar quase R$ 3 mil.

Em alguns locais, o veículo não pode sequer entrar no município.

 

 

[align=Justify]Os turistas de um dia têm tido cada vez mais dificuldade para aproveitar as praias do litoral de São Paulo. Acostumados a se amontoar em ônibus com isopores lotados de bebida e comida para passar algumas horas ao sol, eles estão longe de receber tratamento VIP.

 

A maioria das cidades tem ao menos uma receita para coibir a ‘farofa’ na areia. Algumas cobram caro dos que pretendem entrar na cidade sem gerar renda alguma e ainda despejar sujeira. Outras ‘isolam’ os turistas em praias menos badaladas, dando em troca um terminal todo equipado com banheiros e estacionamento.

 

É o que ocorre em São Sebastião, no litoral norte. Reformado, um terminal para ônibus na Praia Grande recebe os chamados turistas de um dia com churrasqueiras e até lanchonete. Os ônibus param e pagam R$ 300.

 

Vans desembolsam R$ 60. Com isso, os turistas ficam bem longe de Maresias, Juqueí, Camburi e outros locais frequentados pela ‘high society’. “As pessoas dessas praias têm de fato preconceito contra os turistas de um dia. É para isso que existe essa estrutura aqui”, diz Ademir Rosa dos Santos, que administra o chamado Balneário.

 

Em Caraguatatuba, os ônibus também só podem parar em dois terminais preestabelecidos. Um é mantido pela prefeitura e fica na Praia das Flexeiras. O outro é particular e fica em Aruã. Nos dois, ônibus pagam R$ 350; as vans, R$ 150. Em Flexeiras, há chuveiros e outras dependências para os visitantes. A idéia é ampliar a estrutura e construir também uma quadra de esportes. Em Aruã, há até acomodações para os motoristas dos ônibus tirarem uma soneca.

 

Em Ubatuba, também há um terminal em Perequê-Açu, com sanitários, chuveiros com água quente, guarda-volumes e local para descanso coberto. Ônibus pagam R$ 300. O diretor-presidente da Companhia Municipal de Turismo (Comtur), Enos José Arneiro, não vê, no entanto, preconceito. “O ônibus precisa parar aqui porque não há outra forma de disciplinar o trânsito. Não é discriminação”, diz, apesar de os turistas de um dia ficarem longe de praias como a da Almada e do Tenório. “A Praia do Perequê-Açu é uma das melhores da cidade”, defende.

 

Em Santos e na Praia Grande, ônibus que não estejam seguindo para alguma pousada predeterminada nem entram no município. Em Santos, fiscais ficam de prontidão na saída do Sistema Anchieta-Imigrantes para impedir que burlem a lei. Nas duas cidades, o ônibus que for flagrado circulando sem autorização paga multa, é apreendido e levado para o pátio. No Guarujá, um novo decreto, deste ano, taxa em R$ 800 os ônibus com turistas de um dia sem reserva em algum estabelecimento da cidade.

 

Altas taxas

 

Ilhabela cobra caro dos que não têm reserva: R$ 1.041 para os ônibus com ‘farofeiros’, que precisam pedir uma senha com 72 horas de antecedência. Se forem flagrados sem a licença, pagam uma multa de 10 vezes o valor (mais de R$ 10 mil). Além disso, o ônibus precisa pagar uma taxa de licenciamento ambiental (de R$ 40).

 

No litoral paulista, São Vicente tem a taxa mais ‘salgada’ de todas. Ônibus que não pararem em nenhuma das nove pousadas habilitadas pagam R$ 2.800. Se pagarem a hospedagem ou um valor preestabelecido, os turistas podem deixar os pertences às 5h e retirá-los às 17h, sem desembolsar a taxa.

 

É o caso da Pousada Tropical, que fica em frente à praia de Itararé e recebe, aos domingos, um ônibus lotado de turistas de um dia. Para poder desembarcar os passageiros, o proprietário do coletivo paga para a pousada R$ 600. “Sai mais em conta para o ônibus”, afirmou a agenciadora Fátima Costa, de 55 anos. Ela afirma que nunca viu coletivos que topassem pagar a taxa “salgada”.

 

Fátima acrescenta que nos R$ 600 estão inclusas duas suítes e dois banheiros, que os farofeiros podem usar à vontade. Qualquer ônibus de excursão precisa de autorização da Secretaria de Turismo para circular na cidade.

 

A limitação aos turistas por um dia divide a opinião de moradores e trabalhadores de São Vicente. “Esses turistas só fazem sujeira. Acabam com a nossa praia”, afirmou o estudante Jhonatan Roberto Silva, de 18 anos. Segundo o jovem, o fim de tarde de domingo evidencia o “desastre" na areia. “Comida, sacos e lixo ficam espalhados pela areia. Os turistas podiam ter um pouco mais de cuidado.”

 

O vendedor ambulante Paulo Siqueira, de 27 anos, porém, acredita que os visitantes são necessários para a economia. “Se não são eles, estou perdido. Eles que compram as minhas mercadorias”, afirmou, apontando para os óculos, boias e outros apetrechos praianos em sua barraca.

 

Para alguns juristas, as medidas adotadas pelas cidades são, além de preconceituosas, inconstitucionais, porque ferem o direito de ir e vir das pessoas. Já outros consideram legais as taxas, pois é dever de cada município regular o trânsito.[/align]

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Pq a solução é sempre coibir do que educar???? Elitismo...Pobre tem que se lascar mesmo no Brasil...

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