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Pinturas Rupestres em Luís Correia (PI)

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:arrow: FONTE: Vooz

http://www.vooz.com.br/blogs/pinturas-rupestres-em-luis-correia-pi-27662.html

 

[align=Justify]Ao contrário do que muita gente pensa, pinturas rupestres não existem apenas no Parque Nacional da Serra da Capivara (criado em 1979 a fim de proteger um patrimônio natural concentrado na região sudeste do Piauí), nas cidades São Raimundo Nonato, João Costa, Brejo do Piauí e Coronel José Dias (hoje reconhecido pela UNESCO na lista do patrimônio mundial, e pelo INPHAN), nas cidades como Piracuruca em que se localiza o Parque Nacional das Sete Cidades, Castelo do Piauí na Pedra do Castelo, e descobertas mais recentes em Bom Princípio. Bem próximo da gente, no município de Luís Correia e Cajueiro da Praia, mais precisamente na divisa do Piauí com o Ceará, em uma localidade chamada Lagoa do Camelo, a 61 quilômetros de Parnaíba, foi descoberto um local repleto de vestígios humanos, como pinturas rupestres e que, possivelmente, servia de abrigo, com vários indícios que levam a crer que a região servia de moradia, e local de descanso para estes povos primitivos; já na praia de Barrinha e Sardin, ambas no Cajueiro da Praia, há vários Sambaquis, ou seja, vestígios de índios com uma série de artefatos de cerâmica como pedaços de potes e jarros.

 

A população da região chama o local de “Cruvuada”, onde está localizada a “Pedra da Letra”, local em que as pinturas foram encontradas. O dono do local, o Senhor Anacleto Tieriz Carneiro, um senhor de 96 anos de idade, fala que desconhecia a existências destas pinturas. O ponto de partida para a expedição fica na sua fazenda centenária, chamada de São Lino, que serve de referência; e o ponto de apoio fica na casa do senhor Inácio Loiola.

 

Quando tomei conhecimento fiquei bastante interessado em conhecer e desbravar a região, mas sem perspectiva de achar nada de tão importante. Confesso que fiquei impressionado com a riqueza e preservação da região, pois se localiza numa localidade protegida pela própria natureza, longe da ação do homem como, por exemplo, plantação de roças e criação de animais. Tomei conhecimento que os sítios arqueológicos não estavam registrados por nenhum órgão da União. Então fiz uma expedição em toda a área com um GPS e registrei o local ao IPHAN, acabei descobrindo outro local de abrigo e de vestígios arqueológicos, chamado de “pedra do pêndulo”, por causa da aparência vista de longe. Já em outra localidade chamada de “Quicé” também registrei vestígios arqueológicos como pinturas semelhantes a da Serra da Capivara: Mais uma prova de que estes povos habitavam toda a região do Piauí, sempre próximos de rios e do mar, como é o caso do Maçaranduba, que faz divisa do Piauí com o Ceará e desemboca no oceano Atlântico.

 

Com minhas descobertas sobre as pinturas o IPHAN realizou uma expedição acompanhado de duas arqueólogas: Jóina Borges e Luana Campos; em parceria com o curso de História da UESPI de Parnaíba, com aulas de campo ministradas pela professora Jaqueline Feitosa que, aliás, estagiou e trabalhou com Dra. Niéde Guidon[/align]

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