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Trabalhos de resgate prosseguem após chuvas na Ilha da Madeira, em Portugal

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:arrow: FONTE: G1

http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1499351-5602,00-CHUVAS+JA+MATARAM+NA+ILHA+DA+MADEIRA.html

 

[align=Justify]Enchentes mataram 42 pessoas e desabrigaram 300 no arquipélago.

Ainda há desaparecidos, e número de mortos pode subir.

 

 

Os trabalhos de resgate prosseguiam nesta segunda-feira (22) na Ilha da Madeira, gravemente castigada no sábado por fortes chuvas que deixaram 42 mortos e 300 desabrigados. Há muitos desaparecidos, e teme-se que apareçam mais mortos.

 

Funchal, a cidade mais importante do arquipélago atlântico e um dos destinos internacionais preferidos pelo turismo de praia, está em situação desoladora, e poucas pessoas andam pelas ruas, ainda tomadas pela lama.

 

 

Em um grande quartel de Funchal, os militares abrigaram mais de 200 refugiados cujas casas foram em muitos casos varridas pela força das enchentes.

 

"Era algo que não imaginávamos. Não esperamos nada bom para os próximos dias", lamenta João Câmara, um dos moradores das lamacentas ruas do centro de Funchal.

 

"Um colega taxista morreu enquanto dirigia para o aeroporto. Eu fiz aquele mesmo caminho, um pouco antes", conta Miguel Pereira, natural de Funchal e de 57 anos.

 

 

Pereira, que lamenta a falta de luz em várias áreas da ilha, teme os fortes ventos e o grande número de estradas interditadas que causam transtornos desde sábado de manhã - quando foram sentidos os estragos do temporal - a vida dos madeirenses.

 

Situado entre vários morros, o núcleo urbano de Funchal, que concentra mais de um terço dos 260 mil habitantes do arquipélago, sofreu os piores efeitos

 

O medo de que uma das pontes que cruzam os rios ceda é o que mais preocupa neste momento muitos habitantes da cidade, como Gonçalves. No entanto, ele elogia a rápida reação das equipes de salvamento mobilizadas pelo governo português.

 

Do continente chegaram helicópteros, submarinos - para buscar corpos na baía de Funchal - e soldados da Guarda Nacional Republicana com cães farejadores treinados na busca de vítimas. Hoje chega ao porto a fragata militar Corte-Real, equipada com material de assistência humanitária.

 

A ajuda é esperada em muitos bairros da cidade, em cuja região mais emblemática, desde a catedral até a parte alta do cassino, a circulação segue interditada.

 

Na zona central da avenida Arriaga, as equipes municipais trabalharam toda a noite na limpeza da lama. Não longe de ali, José Felipe Fernandes Jardim, de 44 anos, conseguiu se refugiar fora de uma rua que em instantes se transformou em um incontrolável rio de água e lodo.

 

Do parapeito, Jardim viu como a enchente arrastava uma mulher e uma menina enquanto cruzavam uma ponte engolida pelo forte curso de água que descia dos morros.[/align]

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