Olá a todos e todas! Gostaria de compartilhar com vocês algumas experiências que meu companheiro (mineiro) e eu (paulista) tivemos o prazer de vivenciar no Pará. Fomos a Belém (capital), a Algodoal e Fortalezinha (ilha de Maiandeua) e Ilha de Marajó entre os dias 18 e 31 de janeiro de 2017, totalizando 12 dias (inteiros) de viagem. Viajamos de avião, do aeroporto Viracopos (Campinas-SP) ao aeroporto de Belém-PA, pela cia Azul, e pagamos R$ 470 por pessoa, ida e volta. Apesar de encontrarmos passagens baratas, tanto a ida quanto a volta foram de madrugada, e isso nos impossibilitou de ver Belém por cima, rodeada pelos grandes rios e densas matas da Amazônia (vimos uma foto de uma moça que encontramos na viagem e é realmente lindo!), portanto, se puder escolher, pegue pelo menos uma das viagens de dia para não perder essa bela vista.
O mês de janeiro não é temporada de viagem à região, por chover muito, sendo considerado pelo pessoal da região como época de inverno. De fato, choveu bastante durante nossa viagem, mas não se iluda, mesmo sendo inverno é muito quente e abafado. Porém, tivemos a maior parte dos dias muito bonitos de pleno sol. Também pudemos aproveitar a maioria dos lugares com pouquíssimos turistas e não tivemos problemas com opções de hospedagens lotadas ou passagens esgotadas.
Belém
Belém é uma capital muito curiosa. Apesar da dinâmica urbana um tanto confusa e caótica, é cheia de lugares de natureza exuberante e de marcante presença de trabalhadores ribeirinhos. O Pará é conhecido por sua gastronomia singular e Belém é um local muito propício para conhecer melhor a culinária paraense. Existem muitos pratos típicos e produtos muito específicos que são encontrados apenas por lá como o pato no tucupi com folha de jambu, o tacacá, a maniçoba, as caldeiradas de peixe, o açaí com peixe e farinha, o tambaqui e os bombons, sorvetes e chopps (geladinho ou sacolé) de frutas da região como o bacuri, taperebá, cupuaçu, graviola, uxi, muruci, cacau, etc.
Apesar de possuir bonitos pontos turísticos, alguns feitos “para turista ver” e outros realmente autênticos, o que chama atenção são os lugares frequentados pelos próprios belenenses, por representarem a diversidade que compõe a região. O local que visitamos que melhor expressa esta ideia, é o Mercado Ver-o-Peso, onde você pode encontrar enorme diversidade de produtos, cores, odores e sabores. Lá são vendidos peixes, frutas, castanhas, cachaças (a famosa cachaça de jambu que adormece a boca), pimentas, tucupi, comidas, artesanatos, óleos, banhos de cheiro, sabonetes, ervas e produtos usados para tratamentos medicinais, e possui vários lugares para comer e beber, com preços acessíveis e com vista para a Baía do Guajará. Foi surpreendente ver tantos peixes, frutas e comidas que não conhecíamos e nem poderíamos imaginar, além de assistirmos um maravilhoso pôr do sol atrás da mata ao fundo da Baía.
Os ônibus da cidade toda param por lá e custa R$ 3,10 cada passagem. Além disso, o Mercado fica bem próximo de vários outros lugares interessantes para conhecer, onde você pode percorrer a pé. Só não é muito indicado andar a noite por aquelas bandas, pois como em outros lugares da cidade, pode ser bem perigoso.
Ao lado do mercado está localizada a Estação das Docas, onde há restaurantes, sorveterias, cervejarias, venda de artesanatos e outros produtos da região. Embora seja um lugar bem bonito, os preços são bem salgados. Para ter uma ideia, a mesma cachaça de jambu custa R$ 30 no ver-o-peso e R$ 70 na estação das docas. Lá tem caixas eletrônicos 24 horas e banheiros gratuitos, e também possui atrações culturais e musicais. Ao lado da Estação das Docas se localiza o terminal hidroviário, que possui barcos para diferentes lugares da região como para a Ilha de Marajó, e ao lado do terminal hidroviário se localiza o Ver-o-Rio, outro local com diferentes opções de comidas e bebidas e com atrações culturais (quando fomos no Ver-o-Rio, o lugar parecia bastante abandonado, porém muitas pessoas frequantam o local e seguranças faziam vigilância por lá). Em todos esses locais é possível assistir o belo pôr-do-sol na Baía do Guajará.
Do outro lado do mercado Ver-o-Peso você encontra o Mercado Municipal de Belém, o chamado comércio da cidade, e com um pouquinho a mais de caminhada, você chega na praça do relógio e no Complexo Feliz Lusitânia, composto pelo Forte do Presépio, pela Casa das 11 Janelas e pela igreja da Sé. São lugares muito bonitos que guardam um pouco da história de Belém e de sua colonização. Para entrar no Forte do Presépio e na Casa das 11 Janelas é preciso pagar uma taxa de aproximadamente R$ 5 por pessoa, o que permite visitar alguns museus e exposições montadas no interior destes lugares. A igreja da Sé é um dos locais que recebe a santa da Nossa Senhora de Nazaré durante o Círio de Nazaré, o maior evento de Belém que acontece em outubro e reúne milhares de devotos de todo o país.
AVISO IMPORTANTE: A MAIORIA DOS LUGARES TURÍSTICOS EM BELÉM NÃO ABREM NA SEGUNDA-FEIRA. MUITOS LOCAIS TURÍSTICOS TAMBÉM FECHAM AS 16H. PORTANTO, É BOM SE PLANEJAR. NÓS DEIXAMOS DE VER ALGUMAS COISAS POR CAUSA DISSO.
A Praça da República também se localiza próxima ao mercado ver-o-peso, possui muitos monumentos históricos e o Teatro da Paz. Os monumentos são muito bonitos mas estavam bem depredados e isolados com alguns tapumes da prefeitura. No dia que fomos lá, o SBT estava fazendo uma reportagem sobre as obras paradas e abandonadas pela prefeitura na praça. O Teatro da Paz foi fundado em 1878 e está bem preservado. Até hoje recebe renomados grupos e artistas e é possível fazer uma visita guiada de terça a sexta-feira.
O Mangal das Garças se localiza as margens do Rio Guamá e compreende um parque ambiental criado pelo governo do Pará em 2005. Lá diversos animais ficam soltos como os lagartos, as garças, os guarás (aves que possuem um vermelho radiante), araras e pacas, além de possuir alguns viveiros de pássaros e um borboletário (apesar da entrada no mangal ser gratuita é preciso pagar para entrar nesses locais). Há diversas espécies de plantas e também um farol e um restaurante. A subida no farol é feita por elevador e é preciso pagar R$ 5 por pessoa. A vista de lá é muito bonita, pois é possível ver grande parte de Belém. IMPORTANTE: Com carteirinha de estudante paga meia entrada em todos os locais.
O Museu Paraense Emílio Goeldi é um local de desenvolvimento de pesquisas e abriga diferentes espécies animais e de plantas, além de algumas antigas construções e monumentos. É preciso pagar R$ 5 por pessoa para entrar. Quando chegamos lá vimos que é uma espécie de zoológico, onde os animais ficam presos. Também vimos que algumas jaulas de animais, como as das onças, eram pequenas e estavam fora do tamanho permitido pela lei. Colocaram placas dizendo que estavam em obras e que logo regularizariam os tamanhos das jaulas, contudo, cabe acompanhar se de fato essas obras serão feitas e em quais condições manterão os animais até que sejam concluídas.
A Basílica de Nossa Senhora de Nazaré é no centro da cidade e é onde o Círio de Nazaré termina. O Círio é considerado uma das maiores manifestações católicas do mundo, de modo que até os não católicos param para ajudar os devotos e distribuir água. Apesar de não ser a época do Círio, os portões da igreja estavam cheios de fitinhas coloridas amarradas, onde os devotos colocam seus 3 pedidos. Você também pode comprar fitinhas em frente a igreja e colocar seus pedidos!
De Belém é possível visitar diferentes e bonitas ilhas. Nós visitamos a Ilha do Mosqueiro, que possui diversas praias de água doce e o acesso pode ser feito de ônibus (a passagem custa R$ 9 por pessoa e a viagem dura cerca de 2h) ou de carro, por uma ponte que liga a ilha a Belém. Visitamos a praia de São Francisco e a praia do Farol, além da charmosa “vila” que possui diversos lugares para comer e beber, entre eles, uma Tapiocaria muito boa. Indicamos a tapioca de queijo com cupuaçu!
Não temos referências de hospedagem em Belém e na Ilha do Mosqueiro, pois ficamos na casa de amigos.
Outra ilha que visitamos, e que foi o meu lugar preferido de Belém, foi a Ilha do Combu. Lá o acesso é por barco e custa R$ 5 por pessoa cada viagem. Para ir até lá, você tem que ir até o porto do Combu (Av. Bernardo Sayão com Av. Alcindo Cacela); dá para chegar lá de ônibus. Você adentra pelo Rio Guamá num tipo de vilarejo nas margens do rio, onde existem diferentes casas e restaurantes, todos na borda do rio. É possível ver os trabalhadores pescando, as crianças brincando, as roupas penduradas e as louças secando, além de um barco escolar! Também pode nadar no rio e comer peixes frescos e brigadeiros feitos com o cacau da própria ilha. Quando fomos apenas o restaurante Saldosa Maloca estava aberto (possivelmente por ser baixa temporada). É bem caro, por isso recomendamos outros restaurantes de lá, como o Chalé da Ilha.
Olá a todos e todas! Gostaria de compartilhar com vocês algumas experiências que meu companheiro (mineiro) e eu (paulista) tivemos o prazer de vivenciar no Pará. Fomos a Belém (capital), a Algodoal e Fortalezinha (ilha de Maiandeua) e Ilha de Marajó entre os dias 18 e 31 de janeiro de 2017, totalizando 12 dias (inteiros) de viagem. Viajamos de avião, do aeroporto Viracopos (Campinas-SP) ao aeroporto de Belém-PA, pela cia Azul, e pagamos R$ 470 por pessoa, ida e volta. Apesar de encontrarmos passagens baratas, tanto a ida quanto a volta foram de madrugada, e isso nos impossibilitou de ver Belém por cima, rodeada pelos grandes rios e densas matas da Amazônia (vimos uma foto de uma moça que encontramos na viagem e é realmente lindo!), portanto, se puder escolher, pegue pelo menos uma das viagens de dia para não perder essa bela vista.
O mês de janeiro não é temporada de viagem à região, por chover muito, sendo considerado pelo pessoal da região como época de inverno. De fato, choveu bastante durante nossa viagem, mas não se iluda, mesmo sendo inverno é muito quente e abafado. Porém, tivemos a maior parte dos dias muito bonitos de pleno sol. Também pudemos aproveitar a maioria dos lugares com pouquíssimos turistas e não tivemos problemas com opções de hospedagens lotadas ou passagens esgotadas.
Belém
Belém é uma capital muito curiosa. Apesar da dinâmica urbana um tanto confusa e caótica, é cheia de lugares de natureza exuberante e de marcante presença de trabalhadores ribeirinhos. O Pará é conhecido por sua gastronomia singular e Belém é um local muito propício para conhecer melhor a culinária paraense. Existem muitos pratos típicos e produtos muito específicos que são encontrados apenas por lá como o pato no tucupi com folha de jambu, o tacacá, a maniçoba, as caldeiradas de peixe, o açaí com peixe e farinha, o tambaqui e os bombons, sorvetes e chopps (geladinho ou sacolé) de frutas da região como o bacuri, taperebá, cupuaçu, graviola, uxi, muruci, cacau, etc.
Apesar de possuir bonitos pontos turísticos, alguns feitos “para turista ver” e outros realmente autênticos, o que chama atenção são os lugares frequentados pelos próprios belenenses, por representarem a diversidade que compõe a região. O local que visitamos que melhor expressa esta ideia, é o Mercado Ver-o-Peso, onde você pode encontrar enorme diversidade de produtos, cores, odores e sabores. Lá são vendidos peixes, frutas, castanhas, cachaças (a famosa cachaça de jambu que adormece a boca), pimentas, tucupi, comidas, artesanatos, óleos, banhos de cheiro, sabonetes, ervas e produtos usados para tratamentos medicinais, e possui vários lugares para comer e beber, com preços acessíveis e com vista para a Baía do Guajará. Foi surpreendente ver tantos peixes, frutas e comidas que não conhecíamos e nem poderíamos imaginar, além de assistirmos um maravilhoso pôr do sol atrás da mata ao fundo da Baía.
Os ônibus da cidade toda param por lá e custa R$ 3,10 cada passagem. Além disso, o Mercado fica bem próximo de vários outros lugares interessantes para conhecer, onde você pode percorrer a pé. Só não é muito indicado andar a noite por aquelas bandas, pois como em outros lugares da cidade, pode ser bem perigoso.
Ao lado do mercado está localizada a Estação das Docas, onde há restaurantes, sorveterias, cervejarias, venda de artesanatos e outros produtos da região. Embora seja um lugar bem bonito, os preços são bem salgados. Para ter uma ideia, a mesma cachaça de jambu custa R$ 30 no ver-o-peso e R$ 70 na estação das docas. Lá tem caixas eletrônicos 24 horas e banheiros gratuitos, e também possui atrações culturais e musicais. Ao lado da Estação das Docas se localiza o terminal hidroviário, que possui barcos para diferentes lugares da região como para a Ilha de Marajó, e ao lado do terminal hidroviário se localiza o Ver-o-Rio, outro local com diferentes opções de comidas e bebidas e com atrações culturais (quando fomos no Ver-o-Rio, o lugar parecia bastante abandonado, porém muitas pessoas frequantam o local e seguranças faziam vigilância por lá). Em todos esses locais é possível assistir o belo pôr-do-sol na Baía do Guajará.
Do outro lado do mercado Ver-o-Peso você encontra o Mercado Municipal de Belém, o chamado comércio da cidade, e com um pouquinho a mais de caminhada, você chega na praça do relógio e no Complexo Feliz Lusitânia, composto pelo Forte do Presépio, pela Casa das 11 Janelas e pela igreja da Sé. São lugares muito bonitos que guardam um pouco da história de Belém e de sua colonização. Para entrar no Forte do Presépio e na Casa das 11 Janelas é preciso pagar uma taxa de aproximadamente R$ 5 por pessoa, o que permite visitar alguns museus e exposições montadas no interior destes lugares. A igreja da Sé é um dos locais que recebe a santa da Nossa Senhora de Nazaré durante o Círio de Nazaré, o maior evento de Belém que acontece em outubro e reúne milhares de devotos de todo o país.
AVISO IMPORTANTE: A MAIORIA DOS LUGARES TURÍSTICOS EM BELÉM NÃO ABREM NA SEGUNDA-FEIRA. MUITOS LOCAIS TURÍSTICOS TAMBÉM FECHAM AS 16H. PORTANTO, É BOM SE PLANEJAR. NÓS DEIXAMOS DE VER ALGUMAS COISAS POR CAUSA DISSO.
A Praça da República também se localiza próxima ao mercado ver-o-peso, possui muitos monumentos históricos e o Teatro da Paz. Os monumentos são muito bonitos mas estavam bem depredados e isolados com alguns tapumes da prefeitura. No dia que fomos lá, o SBT estava fazendo uma reportagem sobre as obras paradas e abandonadas pela prefeitura na praça. O Teatro da Paz foi fundado em 1878 e está bem preservado. Até hoje recebe renomados grupos e artistas e é possível fazer uma visita guiada de terça a sexta-feira.
O Mangal das Garças se localiza as margens do Rio Guamá e compreende um parque ambiental criado pelo governo do Pará em 2005. Lá diversos animais ficam soltos como os lagartos, as garças, os guarás (aves que possuem um vermelho radiante), araras e pacas, além de possuir alguns viveiros de pássaros e um borboletário (apesar da entrada no mangal ser gratuita é preciso pagar para entrar nesses locais). Há diversas espécies de plantas e também um farol e um restaurante. A subida no farol é feita por elevador e é preciso pagar R$ 5 por pessoa. A vista de lá é muito bonita, pois é possível ver grande parte de Belém. IMPORTANTE: Com carteirinha de estudante paga meia entrada em todos os locais.
O Museu Paraense Emílio Goeldi é um local de desenvolvimento de pesquisas e abriga diferentes espécies animais e de plantas, além de algumas antigas construções e monumentos. É preciso pagar R$ 5 por pessoa para entrar. Quando chegamos lá vimos que é uma espécie de zoológico, onde os animais ficam presos. Também vimos que algumas jaulas de animais, como as das onças, eram pequenas e estavam fora do tamanho permitido pela lei. Colocaram placas dizendo que estavam em obras e que logo regularizariam os tamanhos das jaulas, contudo, cabe acompanhar se de fato essas obras serão feitas e em quais condições manterão os animais até que sejam concluídas.
A Basílica de Nossa Senhora de Nazaré é no centro da cidade e é onde o Círio de Nazaré termina. O Círio é considerado uma das maiores manifestações católicas do mundo, de modo que até os não católicos param para ajudar os devotos e distribuir água. Apesar de não ser a época do Círio, os portões da igreja estavam cheios de fitinhas coloridas amarradas, onde os devotos colocam seus 3 pedidos. Você também pode comprar fitinhas em frente a igreja e colocar seus pedidos!
De Belém é possível visitar diferentes e bonitas ilhas. Nós visitamos a Ilha do Mosqueiro, que possui diversas praias de água doce e o acesso pode ser feito de ônibus (a passagem custa R$ 9 por pessoa e a viagem dura cerca de 2h) ou de carro, por uma ponte que liga a ilha a Belém. Visitamos a praia de São Francisco e a praia do Farol, além da charmosa “vila” que possui diversos lugares para comer e beber, entre eles, uma Tapiocaria muito boa. Indicamos a tapioca de queijo com cupuaçu!
Não temos referências de hospedagem em Belém e na Ilha do Mosqueiro, pois ficamos na casa de amigos.
Outra ilha que visitamos, e que foi o meu lugar preferido de Belém, foi a Ilha do Combu. Lá o acesso é por barco e custa R$ 5 por pessoa cada viagem. Para ir até lá, você tem que ir até o porto do Combu (Av. Bernardo Sayão com Av. Alcindo Cacela); dá para chegar lá de ônibus. Você adentra pelo Rio Guamá num tipo de vilarejo nas margens do rio, onde existem diferentes casas e restaurantes, todos na borda do rio. É possível ver os trabalhadores pescando, as crianças brincando, as roupas penduradas e as louças secando, além de um barco escolar! Também pode nadar no rio e comer peixes frescos e brigadeiros feitos com o cacau da própria ilha. Quando fomos apenas o restaurante Saldosa Maloca estava aberto (possivelmente por ser baixa temporada). É bem caro, por isso recomendamos outros restaurantes de lá, como o Chalé da Ilha.