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Caru Machado

Relato Backpacker Honey Moon - Chapada Diamantina (Set/17, 8 dias, vegan)

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Pessoal,
Esse é meu primeiro relato no site, depois de anos acompanhando e sendo ajudada a montar meus roteiros.
Espero contribuir com as infos e se tiverem alguma duvida, só chamar! Divirtam-se! 

 

Dia1 (domingo)

Saímos de São Paulo em direção à Salvador, onde chegamos umas 17h. (Companhia Gol, +/-  2h30 de voo) Já tínhamos bookado um carro na Unidas e foi só fazer o check -in no próprio aeroporto no guichê deles - melhor custo/benefício, já tínhamos lido outros relatos que não era necessário um 4x4 então pegamos um Peugeot 208. Sobre o carro: realmente o 4x4 não é imprescindível, mas comemos um pouco de poeira em uns vários trechos de estrada de terra que pegamos!

Dirigimos pra Lençóis e chegamos umas 23h. A cidade estava um pouco vazia por conta do horário e por ser domingo, mas também não tínhamos pretensões em fazer nada mesmo. Estávamos meio mortos por conta do pós casamento e dos 420km dirigindo. Fomos direto pro hostel que já tínhamos bookado também e daí foi banho e cama (Hostel das Estrelas, super recomendo).

 

Dia2 (2a feira)

As meninas donas do hostel já tinham falado que não precisávamos madrugar pra fazer o roteiro pré programado que tínhamos traçado, então acordamos umas 7h30 e tomamos um café reforçado no próprio Hostel (já incluso na diária e super caprichado mesmo). Fizemos check out e fomos em direção ao Poço do Diabo e Rio Mucugezinho. Super fácil de achar, o próprio waze já mostra o caminho com uma pequena margem de erro kkkk. Considere uns 3km pra frente de onde aponta o waze.

O lugar fica dentro de um restaurante, na beira da estrada, onde vc só precisa descer umas escadas pra chegar. Fácil de chegar, não paga nenhuma taxa, e ali você começa a se conectar com a natureza e com o clima do lugar.

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Ali no próprio restaurante já pedimos informação de como chegar na Gruta Pratinha e foi super simples também, mas no caminho vimos as orientações da Gruta Lapa Doce e fizemos um desvio pra lá.

A Gruta fica em uma propriedade privada e é necessário o pagamento de uma taxa de 40,00/pessoa pra descer pra Gruta com guia e lanterna (esse guia é obrigatório e específico do lugar, não da pra descer sem ele. Esse valor é porque estávamos em 2 pessoas - grupos maiores o valor baixa um pouquinho). Caminhada fácil e a Gruta é enoooorme, mas só um pedaço dela é liberada pra visitação. (boa parte está sendo utilizada pra estudo das formações)

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Almoçamos ali mesmo - comida por quilo com boas opções inclusive pros vegetarianos / veganos. Experimentamos o godó de banana e o cortado de palma, muito famoso na região - aprovado!!

(Nota: eu sou vegana, mas meu marido não. Então a viagem toda foi baseada na procura de locais que tivessem opções veggies)

De lá seguimos pra Gruta Pratinha e Gruta Azul - bem próximo e bem identificado pra chegar.

O local também fica em uma propriedade privada e é necessário o pagamento de uma taxa de 30,00/pessoa pra entrar. Chegamos lá e foi só descer umas escadas fáceis que já foi possível estar na Pratinha. Lindíssima!! Ela tem uma coloração azul/verde que eu nunca tinha visto e é bem diferente da Lapa Doce. Na Pratinha vc não entra dentro dela por uma questão de preservação, mas fica bem próximo, nas imediações. Bom, na verdade vc pode pagar uma outra taxa pra fazer a flutuação em uma pequena parte da Gruta, mas optamos por não fazer.

Também tem a opção de fazer a tirolesa pra passar de um lado pro outro, mas isso do lado externo da Gruta. Também não fizemos.

Mas você pode se banhar na parte externa da Gruta, depois da área da tirolesa, dai não precisa pagar nada adicional (ufa! kkkkk)

Na mesma propriedade fica a Gruta Azul. A taxa paga na entrada também vale pra essa visitação. Esperamos até o melhor horário informado (15h) que é quando o sol entra na Gruta e o visual é muito mais bonito. A caminhada também é super tranquila e o visual lindo! Também não é possível banhar-se na Gruta devido preservação, mas o visual vale muito a pena.

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Pratinha1

 

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Pratinha2

 

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Pratinha3

 

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Gruta Azul

 

De lá, tínhamos programado de ir ao Morro do Pai Inácio ver o por do sol, mas bookamos uma pousada incrível no Vale do Capão e estávamos querendo aproveitar um pouco mais, visto que essa trip era nossa lua de mel.

A estrada até o Vale do Capão não é das melhores, mas chegamos bem. Tanto o waze quanto o boca a boca funcionam legal!

No Vale do Capão chegamos e já fomos pra pousada. Ficamos no quarto que é uma casa na árvore - é um pé de jaca centenário que eles construíram uma casa na árvore com toda a infra (tem TV, banho quente, frigobar, e umas jacas dentro do quarto também). Lindíssimo!! O pessoal da pousada tinha colocado várias pétalas de rosa no quarto pra esperar a gente e foram extremamente simpáticos e educados. Recomendo a pousada (o quarto da árvore era caro, mas o momento valeu a pena. Eles têm quartos bem mais acessíveis - Pousada Lendas do Capão).

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A noite fomos pra Vila tomar umas cervejas e jantar. Perguntando ali na Vila o pessoal foi indicando alguns lugares legais pra comer e ficamos no restaurante da Dona Dalva (acho que é isso) que tinha a fama de fazer o melhor pastel de palmito de jaca da região. Pedimos um pra experimentar e um PF bem saboroso (com opção veggie pra mim). Pastel de palmito de jaca: aprovado, mas meio gorduroso! A jaca é muito utilizada na região pra fazer diversos pratos. Como eu sou vegana, eu já conhecia bem o sabor da jaca, então o legal foi ir provando as diversas criações com ela (vou falando mais lá pra frente).

 

Dia3 (3a feira)

Acordamos e tomamos um café da manhã bem reforçado na pousada, já incluso na diária. Ali mesmo pedimos indicações de guia pra ir pra Cachoeira da Fumaça. Eles ligaram pro guia e ele foi encontrar a gente na pousada. O valor era de 150,00 o dia do guia e por ser considerada uma trilha de média distância (trajetos menores são mais baratos) - como conhecemos uma menina na pousada que também queria ir, rachamos o valor em 3 pessoas. Acredito que a pousada não ganhe nada chamando os guias, o valor seria o mesmo as tivéssemos ido na Vila achar algum.

O início da trilha pra Fumaça é bem próximo da Vila, uns 10km o máximo. Logo no início precisamos parar em um posto de controle do local, que é mantida por voluntários e eles passam algumas instruções e recomendações.

A subida é íngreme e o percurso total até chegar na Cachoeira dá 6km. Ou seja, um sedentário provavelmente vai sentir bastante. Como somos bem ativos, conseguimos subir sem perder o pulmão ou as pernas no caminho kkk. Chegando lá, fomos presenteados com um arco íris cruzando a Fumaça. A vista é sensacional e qualquer esforço pra chegar lá fica pequenininho comparando com a recompensa.

As fotos falam por si só...

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Na descida paramos pra comer um pastel de palmito de jaca assado top e um suco típico que não lembro o nome. Estávamos bem famintos porque não tínhamos comido nada, só uns petiscos durante a trilha. (tem um mercadinho antes da entrada da trilha que compramos uns snacks, água e tinha um cookie vegano com pasta de amendoim muito bom)

Voltamos pra pousada, experimentamos uma cerveja local, descansamos um pouco e fomos pra Vila à noite jantar e encontrar nosso guia do dia seguinte.

Em SP mesmo eu já tinha contatado um guia pra fazer o Vale do Pati com a gente em 2 dias. Como o tradicional é fazer esse treking no mínimo 3 dias, optamos em deixar tudo programado porque tínhamos menos tempo. Acertamos os detalhes com nosso guia, fizemos uma comprinha no mercado e fomos procurar algo pra comer. Jantamos em um restaurante lá na Vila que tinha uma comida bem boa (Vegetariano Completo: salada, torrada e pesto de entrada + arroz, feijão, purê de abóbora, farofa e almôndega de soja pra 2 pessoas).

De lá voltamos pra pousada e fomos dormir porque o dia seguinte a caminhada seria mais pesada.

 

Dias 4 e 5 (4ª e 5ª feira)

Nos encontramos com nosso guia umas 7h na vila e seguimos em direção ao Vale do Pati. Foram umas 2h de carro numa estrada péssima, com muito buraco e terra batida.

A programação foi subir pelo Aleixo, atravessar os Gerais do Rio Preto até chegar no mirante do Pati – valeu todo o cansaço. Que vista!! Nós gostamos de fazer longas trilhas / travessias... é um lance mágico, de autoconhecimento... onde vc conversa com vc o tempo inteiro, revê seus conceitos, seus princípios, agradece por tudo o que vc tem, tudo o que a natureza tem pra te oferecer. É onde vc pensa em mudar, em tudo aquilo que vc pode fazer pra se tornar uma pessoa melhor, naquilo que vc tem a oferecer pra tornar mundo um lugar melhor de se viver – pelo menos, o seu mundo. (sorry galera, me empolguei aqui... voltando!) Do Mirante do Pati fomos descendo até a Igrejinha, onde passaríamos à noite. Deixamos nossas coisas, fizemos um lanche e fomos pra Cachoeira do Funil.

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A noite ficamos papeando com os locais que moram na Igrejinha, enquanto nosso guia fazia uma comidinha pra gente.

Fomos dormir super cedo porque o cansaço foi grande – foram 12km nesse primeiro dia.

 

Acordamos cedo, tomamos um bom café da manhã e seguimos em direção ao Cachoeirão (por cima).

PelamordeDeus!! Lugar lindo demais! Aquela sensação de que vc é tão pequenininho diante daquilo tudo!

(O Vale do Pati é considerado o treking mais lindo do Brasil – não sei por quem, mas eu concordo. Mesmo tendo sido bem corrido, valeu muito a pena incluir o Pati no nosso roteiro e ficamos com o gostinho de que com certeza voltaremos pra fazê-lo em 5 dias)

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De lá, fomos voltando sentido carro de onde iríamos pra Mucugê pernoitar.

Total do 2º dia: 22km

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Em Mucugê, gastamos um tempinho pra achar uma pousada pra ficar porque estava acontecendo um grande evento de bike na cidade e estava quase tudo cheio (não sabíamos).

Pousada Alto da Pedra – nem bom, nem ruim. Ok.

 

Dia 6 (6ª feira)

Acordamos umas 7h30, tomamos um café reforçado (os cafés são todos reforçados na Chapada kkk) e saímos pra Ibicoara.

Lá procuramos um guia autorizado e seguimos rumo ao Buracão – obrigatório utilizar um guia da associação, em Ibicoara. (120,00 pro dia – guia Jubran, gente boníssima!! E ótimo fotógrafo rs)

Caminhada bem tranquila, vc vai beirando os rios e algumas quedas dágua pequenas até começar a descer.

Chegando lá tem uns coletes pra vc usar e se jogar na água... quando vc faz a 1ª viradinha, vc vê o corredor de água entre os cânions que vc vai nadar.... é de ficar sem folego. O guia foi tão gente boa, mas tãooooo que foi tirando fotos da gente o tempo todo, por isso conseguimos essas imagens. Depois de nadar pelos cânions, vc dá de cara com a cachoeira!! Olha, cada dia era uma surpresa diferente... mas o Buracão foi um dos ápices da trip. Incrível!! De se emocionar, de ficar sem folego.

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Dica: se for na Chapada, vá ao Buracão. Não pule esse lugar de jeito nenhum.

Voltamos pra Mucugê bem extasiados, tomamos um banho e saímos pra comer uma pizza e tomar umas cervejas.

 

Dia 7 (sábado)

Café da manhã, check-out e seguimos sentido Itaê / Nova Redenção pro Poço Encantado. Fácil de chegar (colocamos no waze e zero dificuldade).

O local fica em uma propriedade privada e é necessário pagar uma taxa de 30,00/pessoa pra visitação (ou algo em torno disso). Lá eles nos informaram que o melhor horário pra descer era a partir das 11h, quando os raios solares entram no poço. Como fomos os primeiros a chegar, decidimos esperar o horário enquanto tomávamos um coco.

Descemos com guia do local, capacete, lanterna e...

 

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Demorei uns vários minutos pra entender que tinha água no poço kkkkk. Era tão límpido, com um azul tão intenso e a água não se mexia nem um pouquinho, que dei uma de lesa e demorei pra entender!!

Top demais!!

Ficamos uns 20min aproximadamente lá, contemplando, tirando umas fotos e depois voltamos pra que o próximo grupo pudesse descer. Mais uma vez fomos surpreendidos positivamente. (não é possível se banhar lá)

De lá, pedimos informação de como chegar no Poço Azul e nos deram algumas orientações. Confesso que a explicação não foi boa, mas no final deu certo. Entramos em uma estrada de terra que não tinha fim e incrivelmente era o caminho certo kkkkk.

Chegando no local, o tempo estimado pra descermos no poço era de 3h30 e taxa de 40,00 por pessoa. O marido queria voltar e pular essa parte, porque era tempo demais... mas como boa aquariana, eu insisti e esperamos.

Ou eles não sabem calcular tempo, ou muita gente desistiu, mas o importante é que nosso grupo foi chamado pra descer em 1h no máximo.

Colocamos os coletes e entramos na água - lá pudemos nadar e fazer snorkeling. Uma água super transparente, com um azul indescritível.

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(marido disse que essa foto parece com a capa do CD do Nirvana kkkkk - fotos melhores na GoPro)

Ficamos uns 20min  e subimos pro próximo grupo poder aproveitar também.

O tempo pode parecer pouco, mas vale cada segundo que vc está lá.

Almoçamos por lá mesmo no restaurante por quilo e fomos dirigindo até Lençóis, pra nossa ultima noite.

Voltamos pro mesmo hostel que nos recebeu na 1ª noite porque realmente ficamos muito satisfeitos tanto com o local quanto com as meninas que trabalham lá...

Depois de um bom banho, saímos pra conhecer a cidade...

Que cidade bonitinha!! Ficamos em um bar/restaurante em uma das ruas do centro, com muitas mesas na rua e uma boa musica. Infelizmente escolhemos um bar Argentino, onde 90% do cardápio tinha carne, então me sobrou aproveitar a cerveja gelada e alguns drinks, mas Felipe comeu umas coisas legais lá. De la, fomos dar umas voltas e achei uma rua com uns vários restaurantes vegetarianos.... e encontrei a tão famosa Moqueca de Palmito de Jaca que desde o 1º dia de Chapada tinham feito propaganda desse prato. Bom demaaaaaais!!! Marido comeu comigo e ficamos bem satisfeitos (acho que o meio prato era uns 40 reais e serviu nós 2 muito bem, afinal ele só tinha beliscado no bar argentino rs).

Andamos mais um pouco de voltamos pro hostel.

 

Dia 8 (domingo)

Dia de voltar pra casa!!

Nossa programação contemplava o Morro do Pai Inácio antes de voltamos pra Salvador... nos informamos como chegava la, mas no caminho vimos que a estrada estava bem congestionada (volta de feriado) e o tempo estava super feio... nublado e garoando. Já tínhamos visto tanto, mas tanto lugar bonito nesses dias que optamos em não ir no Morro por todos esses fatores.

No final, concluímos que nossa decisão foi acertada, pois pegamos 9h de estrada até chegar em Salvador – quase perdemos o horário de devolver o carro rs.

De lá, voamos pra São Paulo... “make money to travel more”

 

 

E o que levamos disso tudo?

Uma lua de mel incrível, com a nossa cara, do jeitinho que a gente queria.

Conhecemos lugares maravilhosos no meio da caatinga – a região é uma mistura de caatinga com cerrado, com uma culinária muito saborosa com varias opções veggies (aleluia!!! Porque eu sempre passo perrengue nas nossas trips kkk)

Ficamos com gostinho de quero mais no Vale do Pati – voltaremos com certeza.

E a dica mais importante que deixamos é: não deixem de ir à Chapada. Que energia tem aquele lugar!! <3

 

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Caru ótimo relato. Estaremos na chapada em jan/18 de férias, eu e a namorada. Ajudouuuu muito. Eu não paro de pensar nessa Cachoeira do buracao. Deve ser uma vibe muito boa. 

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