Pois é, aqui vai meu relato sobre minha viagem de moto de Cascavel (PR) até Jaragua do Sul (SC) 700 km de ida ja havia feito viagens menores de 200 km mas esta mesmo que para alguns curtinha serviu como experiência tipo um laboratório para outras, e ja tirei três experiências que devem ser levadas muito a sério.
Quinta feira dia 02 de julho de 2010 (Corpus Christi) com muita ressaca acordei, tinha planejado acordar cedo, tomar um café bem reforçado com calma em casa situação que para mim é coisa rara, mas dia antes tinha ido em uma festa em Capitão Leonidas Marques (80 km daqui) e cheguei em casa quando estava amanhecendo.
Tudo pronto, era 11h da manhã, antes de subir na moto olhei o termômetro do carro fazia 15 graus. Tirei a moto da garagem deixei o motor funcionado um pouco para dar uma aquecida e tirei uma foto, neste momento minha ansiedade era grande, e o mau estar ainda estava presente. Saí do meu bairro em direção a rodovia BR 277 que é do outro lado da cidade, foram 15 quilômetros que demoraram muito para passar, mas aproveitei para parar em frente a santa da catedral e fazer uma oração pedindo proteção para mim e para quem mais estivesse indo para a estrada. E já antes de pegar a estrada tive uma lição.
“SE VAI VIAJAR OU ESTA VIAJANDO DE MOTO, RESPEITE TEUS HORARIOS E NÃO ENFIE O PÉ NA JACA NA NOITE ANTERIOR”
Chegando na BR saindo do trevo tudo começou a ficar diferente, que era ansiedade virou animação, o mau estar passou na hora, logo na frente encontrei um grupo de motociclistas que estavam indo para Ponta Grossa (PR) acompanhei eles um pouco porém logo eles começaram a se dispersar entre eles então aos poucos encontrei os apressados parando para esperar os que vinham mais atras que haviam parado para abastecer, então resolvi continuar sozinho pois queria ver até onde iria sem descer da moto e se iria cansar muito. Minha primeira parada foi no distrito de Lagoa Seca em Candoi (PR) comi um monte, dei uma aliviada, fumei um cigarro, abasteci a moto que já estava na reserva e segui viagem novamente até o Palmeira (PR) onde precisei abastecer novamente, faltavam 50 quilômetros para Curitiba onde encontrei um grande amigo e passei a noite tomando cerveja trocando idéia, e programando de alterar o roteiro e fazer um churrasco na serra da graciosa no outro dia ficamos até as 3h30 da madrugada no Bar do Alemão no Largo da Ordem em Curitiba (centro histórico).
No outro dia, chuva e frio, pensei comigo - to lascado. Resolvemos almoçar na casa dele onde sua esposa fez uma comidinha caseira nota 1000, então ficamos conversando e tomando chimarrão tanto que nem percebi que já era umas 16h00 e com aquele tempo iria escurecer muito cedo, então resolvemos fazer um quentão (vinho fervido com gengibre e açúcar) para esquentar o corpo antes de descer a serra na chuva e no frio
Saí do prédio do Alemão era quase 17h00 com chuva sentido Jaragua do Sul (SC) com chuva e a roupa da marca Revolt (mesma Zebra ) começou entrar água por todos os lados, pensei comigo – sorte que tomei quentão. Cheguei no meu destino todo molhado e com frio e deixo aqui uma recomendação:
“ COM CHUVA JAMAIS ANDE A NOITE DE MOTO”
Para retornar, já que a moto não diferenciou muito o consumo andando devagar ou rápido resolvi retornar em alta, e digo cansa demais a estrada não passava, eu andava direto acima de 160 km/h em alguns lugares de bastante reta chegava a andar uns 15 minutos a 200 km/h mas enfim algumas horas de viagem muito cansativa cheguei na minha cidade com mais 1600 km no hodômetro eu senti a mesma emoção que sentia quando estava saindo, porém e fica outra recomendação:
“DEVAGAR ANDANDO ENTRE 90 E 110 Km/h A VIAGEM FICA BEM MAIS PRAZEROSA E TORNA-SE MAIS RÁPIDA”
Pois é, aqui vai meu relato sobre minha viagem de moto de Cascavel (PR) até Jaragua do Sul (SC) 700 km de ida ja havia feito viagens menores de 200 km mas esta mesmo que para alguns curtinha serviu como experiência tipo um laboratório para outras, e ja tirei três experiências que devem ser levadas muito a sério.
Quinta feira dia 02 de julho de 2010 (Corpus Christi) com muita ressaca acordei, tinha planejado acordar cedo, tomar um café bem reforçado com calma em casa situação que para mim é coisa rara, mas dia antes tinha ido em uma festa em Capitão Leonidas Marques (80 km daqui) e cheguei em casa quando estava amanhecendo.
Tudo pronto, era 11h da manhã, antes de subir na moto olhei o termômetro do carro fazia 15 graus. Tirei a moto da garagem deixei o motor funcionado um pouco para dar uma aquecida e tirei uma foto, neste momento minha ansiedade era grande, e o mau estar ainda estava presente. Saí do meu bairro em direção a rodovia BR 277 que é do outro lado da cidade, foram 15 quilômetros que demoraram muito para passar, mas aproveitei para parar em frente a santa da catedral e fazer uma oração pedindo proteção para mim e para quem mais estivesse indo para a estrada. E já antes de pegar a estrada tive uma lição.
“SE VAI VIAJAR OU ESTA VIAJANDO DE MOTO, RESPEITE TEUS HORARIOS E NÃO ENFIE O PÉ NA JACA NA NOITE ANTERIOR”
Chegando na BR saindo do trevo tudo começou a ficar diferente, que era ansiedade virou animação, o mau estar passou na hora, logo na frente encontrei um grupo de motociclistas que estavam indo para Ponta Grossa (PR) acompanhei eles um pouco porém logo eles começaram a se dispersar entre eles então aos poucos encontrei os apressados parando para esperar os que vinham mais atras que haviam parado para abastecer, então resolvi continuar sozinho pois queria ver até onde iria sem descer da moto e se iria cansar muito. Minha primeira parada foi no distrito de Lagoa Seca em Candoi (PR) comi um monte, dei uma aliviada, fumei um cigarro, abasteci a moto que já estava na reserva e segui viagem novamente até o Palmeira (PR) onde precisei abastecer novamente, faltavam 50 quilômetros para Curitiba onde encontrei um grande amigo e passei a noite tomando cerveja trocando idéia, e programando de alterar o roteiro e fazer um churrasco na serra da graciosa no outro dia ficamos até as 3h30 da madrugada no Bar do Alemão no Largo da Ordem em Curitiba (centro histórico).
No outro dia, chuva e frio, pensei comigo - to lascado. Resolvemos almoçar na casa dele onde sua esposa fez uma comidinha caseira nota 1000, então ficamos conversando e tomando chimarrão tanto que nem percebi que já era umas 16h00 e com aquele tempo iria escurecer muito cedo, então resolvemos fazer um quentão (vinho fervido com gengibre e açúcar) para esquentar o corpo antes de descer a serra na chuva e no frio
Saí do prédio do Alemão era quase 17h00 com chuva sentido Jaragua do Sul (SC) com chuva e a roupa da marca Revolt (mesma Zebra
) começou entrar água por todos os lados, pensei comigo – sorte que tomei quentão. Cheguei no meu destino todo molhado e com frio e deixo aqui uma recomendação:
“ COM CHUVA JAMAIS ANDE A NOITE DE MOTO”
Para retornar, já que a moto não diferenciou muito o consumo andando devagar ou rápido resolvi retornar em alta, e digo cansa demais a estrada não passava, eu andava direto acima de 160 km/h em alguns lugares de bastante reta chegava a andar uns 15 minutos a 200 km/h mas enfim algumas horas de viagem muito cansativa cheguei na minha cidade com mais 1600 km no hodômetro eu senti a mesma emoção que sentia quando estava saindo, porém e fica outra recomendação:
“DEVAGAR ANDANDO ENTRE 90 E 110 Km/h A VIAGEM FICA BEM MAIS PRAZEROSA E TORNA-SE MAIS RÁPIDA”
Moto: Hornet 2008
Consumo andando entre 100-120 km/h 18 km/l
Consumo entre 160 - 200 km/h 15km/l