Eu queria escrever sobre meu encanto com Alter do Chão (PA). Queria escrever sobre o rio de águas azuis tão largo que parece mar a perder de vista. Queria escrever sobre a água doce que abraça a língua quando a gente abre a boca mais do que devia no meio de um mergulho. Queria escrever sobre a praia cercada pela amazônica floresta impressionante à sua volta. Queria escrever sobre as areias brancas e que se enchem de sombras douradas no pôr do sol. Mas esse tempo passou.
Eu queria escrever sobre os botos que nadavam quase ao nosso lado enquanto o sol pintava de rosa a Ponta do Cururu. Queria contar sobre o homem-boto que acordava o cachorro nas madrugadas da floresta, como explicou o índio. Queria falar dos pássaros que eu aprendi a chamar pelo nome, o pica pau amarelo e o vermelho, e a cigana, de penacho na cabeça. Queria falar da preguiça em seu silencioso abraço na árvore. Mas esse tempo passou.
Eu queria escrever sobre meu encanto com Alter do Chão (PA). Queria escrever sobre o rio de águas azuis tão largo que parece mar a perder de vista. Queria escrever sobre a água doce que abraça a língua quando a gente abre a boca mais do que devia no meio de um mergulho. Queria escrever sobre a praia cercada pela amazônica floresta impressionante à sua volta. Queria escrever sobre as areias brancas e que se enchem de sombras douradas no pôr do sol. Mas esse tempo passou.
Eu queria escrever sobre os botos que nadavam quase ao nosso lado enquanto o sol pintava de rosa a Ponta do Cururu. Queria contar sobre o homem-boto que acordava o cachorro nas madrugadas da floresta, como explicou o índio. Queria falar dos pássaros que eu aprendi a chamar pelo nome, o pica pau amarelo e o vermelho, e a cigana, de penacho na cabeça. Queria falar da preguiça em seu silencioso abraço na árvore. Mas esse tempo passou.
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