Era uma vez ... uma idéia que já havia se formado faz algum tempo atrás - subir montanhas. E eis que chegou a vez do tão falado Pico Paraná, ou PP, o mais alto do Sul do Brasil, com seus imponentes 1877m. Na semana passada, acompanhando a previsão do tempo, surgiu aquele famoso "vamos?", "vamos!" No dia 23 de julho, começamos a organizar barracas, comida e tudo que seria necessário para nossa tão esperada aventura iniciar. Saímos de São Bento do Sul/SC, às 6:30 horas da manhã, rumo a Fazenda Pico Paraná, do simpático e acolhedor Dilson, que nos deu às dicas e "manhas" para que tudo desse certo, como planejamos. Por volta das 9:00 horas do dia 24 de julho, com mochilas nas costas e bastões de caminhada nas mãos, iniciamos a escalada ao cume do PP. Confesso que já no começo da subida me veio à cabeça: " o que estou fazendo aqui!!!", pois o primeiro lance de subida, com trilhas abertas até o Morro Getúlio, já deixou bem claro que não seria nada fácil. Após o "Getúlio", teriamos que passar pelo meio dos Morros do Caratuva e Itapiroca, cuja altitude perdem por pouco do PP. A trilha foi ficando mais fechada e começando a exigir mais a utilização das mãos num verdadeiro sobe e desce de pedras, troncos e raízes. O dia estava lindo, e a primeira idéia era acampar no Caratuva para fazer o ataque ao cume do PP no dia seguinte. Mas como tínhamos bastante tempo ainda, decidimos chegar o mais próximo possível do PP. O grau de dificuldade da trilha, aliado ao peso da mochila foi aumentando e chegando a seu "ponto máximo" no trecho conhecido como "elevador", onde pra mim, a perna ficou bamba, numa adrenalina de fazer o coração sair quase pela boca. Passado esse trecho, logo chegamos ao A2 (último acampamento base antes do cume). Por se tratar de ser dia de semana, não havia muitos aventureiros e todos que encontrei foram do sexo masculino. Então não tivemos dificuldade para encontrar e escolher o local mais apropriado para acampar. Acampamento montado, partimos para o ataque ao cume e ao pôr do sol mais lindo e suado da minha vida. Foi mágico, único e indescritível. A noite também estava linda e limpa, com um céu tão estrelado que parecia uma obra de arte pintada pelo mais renomado artista. Hora de preparar algo para alimentar o corpo, pois na manhã seguinte o caminho de volta nos esperava. E quer saber se eu faria tudo isso novamente?? Sim, eu faria, pois nem toda mulher gosta de Shopping!!! E você aí que está lendo esse relato: Vamos???? Meus companheiros dessa aventura: Igor Rudnick, Henrique L. Rudnick e Rafael K. Grossl.
Era uma vez ... uma idéia que já havia se formado faz algum tempo atrás - subir montanhas. E eis que chegou a vez do tão falado Pico Paraná, ou PP, o mais alto do Sul do Brasil, com seus imponentes 1877m. Na semana passada, acompanhando a previsão do tempo, surgiu aquele famoso "vamos?", "vamos!" No dia 23 de julho, começamos a organizar barracas, comida e tudo que seria necessário para nossa tão esperada aventura iniciar. Saímos de São Bento do Sul/SC, às 6:30 horas da manhã, rumo a Fazenda Pico Paraná, do simpático e acolhedor Dilson, que nos deu às dicas e "manhas" para que tudo desse certo, como planejamos. Por volta das 9:00 horas do dia 24 de julho, com mochilas nas costas e bastões de caminhada nas mãos, iniciamos a escalada ao cume do PP. Confesso que já no começo da subida me veio à cabeça: " o que estou fazendo aqui!!!", pois o primeiro lance de subida, com trilhas abertas até o Morro Getúlio, já deixou bem claro que não seria nada fácil. Após o "Getúlio", teriamos que passar pelo meio dos Morros do Caratuva e Itapiroca, cuja altitude perdem por pouco do PP. A trilha foi ficando mais fechada e começando a exigir mais a utilização das mãos num verdadeiro sobe e desce de pedras, troncos e raízes. O dia estava lindo, e a primeira idéia era acampar no Caratuva para fazer o ataque ao cume do PP no dia seguinte. Mas como tínhamos bastante tempo ainda, decidimos chegar o mais próximo possível do PP. O grau de dificuldade da trilha, aliado ao peso da mochila foi aumentando e chegando a seu "ponto máximo" no trecho conhecido como "elevador", onde pra mim, a perna ficou bamba, numa adrenalina de fazer o coração sair quase pela boca. Passado esse trecho, logo chegamos ao A2 (último acampamento base antes do cume). Por se tratar de ser dia de semana, não havia muitos aventureiros e todos que encontrei foram do sexo masculino. Então não tivemos dificuldade para encontrar e escolher o local mais apropriado para acampar. Acampamento montado, partimos para o ataque ao cume e ao pôr do sol mais lindo e suado da minha vida. Foi mágico, único e indescritível. A noite também estava linda e limpa, com um céu tão estrelado que parecia uma obra de arte pintada pelo mais renomado artista. Hora de preparar algo para alimentar o corpo, pois na manhã seguinte o caminho de volta nos esperava. E quer saber se eu faria tudo isso novamente?? Sim, eu faria, pois nem toda mulher gosta de Shopping!!! E você aí que está lendo esse relato: Vamos???? Meus companheiros dessa aventura: Igor Rudnick, Henrique L. Rudnick e Rafael K. Grossl.