A Chapada Diamantina é o lugar onde a rotina não existe (p/ quem assim deseja) e onde vc encontra inúmeras opções de trilhas (conhecidas ou não pelos turistas). Digo isso pq minha proposta era simplesmente descansar e apreciar a natureza. Claro, planejei sim conhecer as atrações mais famosas, mas isso foi o q menos fiz. Confesso que não esperava me surpreender tanto, mas aconteceu.
1° dia - Fui pra Lençóis sozinha, saindo de Salvador. Era 21 de janeiro de 2013. Na Rodoviária, fiz a troca pela passagem comprada pela internet, no guichê da RealExpresso (R$ 55). As 7h10 o ônibus partiu p/ Lençóis. Parou só p/ embarque e desembarque em Feira de Santana e Itaberaba. Depois, por volta de 11h30 parou p/ almoço/lanche/banheiro (por 15 min). Nesse lugar tem um restaurante c/ comida por kilo (+- R$ 30 o kilo). Às 14h cheguei em Lençóis e p/ minha surpresa, tinha uma pessoa me esperando. Ela segurava uma plaquinha c/ o meu nome e o nome da Pousada do Sossego. Era o Carlos (conhecido como Carlinhos), dono da pousada (junto com sua esposa Ivana) e guia da região. Caminhamos por pouco tempo até chegar na pousada e ele, durante esse pequeno percurso, me falava um pouco da história da cidade. Uma simpatia!
Na Pousada, conversamos sobre alguns roteiros. Ele perguntou qual era a minha proposta, se eu já tinha algum roteiro em mente, ou reservado etc. Me apresentou os passeios (mais conhecidos) e fechei alguns: a Cachoeira do Sossego, Marimbus – o mini pantanal e o roteiro 1 (Poço do Diabo, Morro do Pai Inácio, Pratinha, Gruta da Lapa Doce etc). Seria um passeio p/ cada dia. Ele entra em contato c/ as agências, vê a disponibilidade, preço e fecha (caso a pessoa concorde). Mais tarde andei pela cidade (gostei do que vi) e jantei no restaurante Grisante. Como não estava c/ muita fome, pedi um suco (R$ 3) e uma sopa (R$. Andei mais um pouco pela cidade e voltei ao “Sossego”. Pousada simples, limpa, confortável, ótimo café da manhã e um incrível ambiente acolhedor. Carlos e Ivana tratam seus hóspedes como se fossem velhos amigos. (R$ 50 a diária – suíte de casal).
2° dia – Choveu bastante durante a madrugada e Carlinhos achou que seria perigoso fazer a trilha p/ Cachoeira do Sossego (por causa da chuva). Então ele pensou em outra coisa. Fomos a pé, rumo aos arredores de Lençóis. Eu, Carlinhos e Paulo (um fotógrafo em busca de aves p/ clicar) andamos, andamos... Carlinhos dando todos os detalhes históricos, botânicos, meteorológicos etc...rss. Entre uma vista de perder o fôlego e outra, parávamos p/ um banho (de rio ou cachoeira). A 1ª parada p/ banho foi na Toca da Onça. Depois chegamos ao Ribeirão de Cima. Lugar lindo!! Ficamos lá por algum tempo, tomando banho de rio e apreciando aquela lindeza.
De lá fomos para o turístico Ribeirão do Meio, onde nos deparamos com muita gente aproveitando aquele lugar, que tem um tobogã natural gigante!!! Aproveitei mais um pouco das águas que corriam por ali.
Por fim, o Ribeirão de Baixo. Lugar bonito, calmo, profundo. Algumas crianças da cidade se divertiam por lá. Gostei! Foi um passeio incomum para a maioria dos turistas. Segundo, Carlinhos, andamos por volta de 7Km no total (eu, particularmente, achei q foi mais).
De noite, fui jantar (uma comida caseira deliciosa q serve super bem 2 pessoas + 1 litro de refri + 1 porção de feijão = R$ 49) no restaurante da Zilda (q fica num beco da Rua das Pedras). Rachei c/ o Paulo. Debaixo de chuva forte (já tinha esquecido como é bom banho de chuva), voltei p/ “Sossego”.
3° dia – A programação para esse dia, era a visita ao mini pantanal (Marimbus), mas ainda chovia pela manhã. Carlinhos disse q havia o risco de o rio estar muito cheio e não podermos pegar o barco, q é aberto. Então... ele sugeriu a Cachoeira do Mosquito. Fez algumas ligações e conseguiu um carro (4x4) c/ motorista por R$ 240. Achamos caro e desistimos. Como ele conhece a região como ninguém, saímos rumo à Cachoeira da Mandaçaia. Alguém conhece?? Rss A trilha é mais puxada. Por isso pegamos mototáxis (R$ 15 por pessoa), que nos deixou na região do Barro Branco (cerca de 6 km a partir do centro de Lençóis, subindo uma estradinha de terra e pedras). De lá, iniciamos nossa caminhada em meio a mata (Carlinhos estava em casa. É emocionante de ver a alegria desse cara que contempla a natureza de uma forma contagiante. A mata, a natureza o deixa alegre e feliz). Tive algumas dificuldades e pensei em desistir no meio do caminho. Ele ía quebrando galhos empurrando a vegetação p/ q a gente pudesse passar. Encorajada e com o apoio dele, paramos em uma toca de garimpeiro para descansar, tomar fôlego e colher mangas do pé. Após algumas horas de subidas, descidas, atravessando riachos e andando sobre as pedras, chegamos a um lugar fantástico: a Cachoeira da Ferradura, próxima à Cachoeira da Mandaçaia. Um lugar que não existia na minha imaginação e que tira da gente as palavras da boca. Fiquei em silêncio, só apreciando. Não deu pra ir até a Mandaçaia porque o rio tava muito cheio. Ficamos por ali mesmo babando. rss. O lugar é uma espécie de fenda, q por causa da chuva, as águas escorriam das pedras, se encontravam e desaguavam numa queda linda. Bom demais. As fotos não mostram a beleza do lugar. Valeu a bota machucando o pé. Valeu todo o esforço: a bota e o pé detonados, o suor, o cansaço... Valeu muito. Na hora combinada o mototáxi (+ R$ 15) apareceu p/ me levar de volta ao “Sossego”. Carlinhos e Paulo voltaram a pé por uma trilha q continuaria puxada. De noite, festa na cidade (do Padroeiro). Jantei um bom PF + 1 refri no Beco’s Bar (Comida caseira da Ivandira – R$8 + R$ 2) e caminhei pela cidade sob a chuva q voltou a cair.
4° dia - Nesse dia, fiz passeio de turista rsss. Era o roteiro 1 (R$ 130,00 c/ taxas incluídas - pela agência Cirtur), que compreende Rio Mucugezinho, Poço do Diabo, Gruta da Lapa Doce, Gruta da Pratinha, Gruta Azul e Morro do Pai Inácio. Fui c/ um grupo falante e um guia razoável. O único imprevisto (previsto) foi que na Pratinha a água não estava tão cristalina como é, por conta da chuva que levou água barrenta do rio. Não entrei na água. O mergulho de flutuação não estava acontecendo, só a tirolesa. Eu estava cansada (de ontem ainda) e pra mim, o que mais valeu foi a gruta da Lapa Doce. No “Sossego”, banho e cama.
5° dia – Pela manhã, depois dos “mimos” (gostosuras) do café da manhã feitos por Ivana, fui bater perna pela cidade e comprar umas lembrancinhas. Me despedi do “Sossego” e fui p/ Rodoviária. Os ônibus costumam atrasar. O de 13h15 saiu às 13h50 rumo à Palmeiras (R$. Uma hora depois, eu já estava pegando uma van (R$ q ía de Palmeiras p/ Vale do Capão. Lá desci na Pousada Sempre Viva, q como estava lotada (e eu não tinha feito reserva), acabei ficando num quarto não muito bom (R$ 20). Entrei no Restaurante Dona Dalva (pastelaria e comida caseira). Comi um PF (R$ 10) + 1 suco (R$ 2,50). Andei pela vila colorida, que tem um apelo meio naturista, de preservação ao meio ambiente, de consumo de produtos orgânicos e um Q de misticismo - bem zen. Pode-se encontrar pousadas e algumas agências tb. É um lugar incomum, mas bem legal. De noite a vila fica lotada de pessoas pelas ruas, pelos bares e restaurantes, pelas lojinhas que vendem artesanato local entre outras coisas. Assisti uma apresentação de capoeira de um grupo da região e fiquei na pracinha apenas apreciando o movimento e aquela atmosfera diferente. Dei um pulo em uma lanhouse (R$2,50 – cada 15min), onde também fiz algumas ligações (lá não tem sinal de celular). Combinei c/ o pessoal da Pousada Villa Lagoa das Cores (por telefone) de um táxi me levar amanhã até lá. Passei pela estradinha de terra (q não tem energia elétrica) p/ ir p/ Pousada. Um breu total.
6° dia – Pela manhã, entrei em um dos restaurantes/pousadas q oferecem café da manhã: Restaurante e lanchonete “O Galpão”. O dono é o Diego (estrangeiro), a comida é muito boa (fresquinha, orgânica, c/ opções integrais...) e o lugar é agradável (música ambiente, beija-flores namorando as flores, tranquilidade). Pedi pão integral c/ ovo frito (R$ 3) + suco (R$ 3,50) + porção de banana frita c/ canela (R$ 4). A chuva caiu forte p/ abençoar aquele lugar, mas passou rapidamente. Andei pela vila. Depois, o táxi (R$ 25) me pegou na pousada e me levou até a pousada Villa Lagoa das Cores, que fica a uns 3 km dali. Essa pousada é fantástica (e mais cara do q nós, mochileiros, estamos habituados a pagar: R$ 190 a diária + barata). Resolvi me dar esse presente no último dia da viagem. Piscina, café da manhã maravilhoso, templo e jardim de meditação, uma pequena trilha que dá num mirante maravilhoso, horta, redário... e alguns serviços pagos à parte (massagem, ofurô, sauna panorâmica e outros). Os donos são gente boa. A pousada é um charme só. Linda, aconchegante, um chuveiro delicioso... rss. De tarde fui andando até o Riachinho (3Km da pousada + ou – e uns 6Km da Vila do Capão). Lugar bonito, onde dá pra tomar banho e ficar por lá fazendo nada. Voltei tomando banho de chuva! Huhuuu! Também participei da hora do mantra com direito a chazinho e tudo. Adorei! De noite, fui ao restaurante chiquérrimo que fica dentro da pousada chamado "Arômata D'Lagoa” - aberto ao público (cardápio com comida natural, gostosa e com bom preço).
7º dia – No dia anterior, liguei da pousada pra um cara (José Augusto) que leva o pessoal da Vila para Palmeiras, de van. Combinei e ele passou lá pra me pegar (R$ 10) – é caminho. Em Palmeiras, peguei o ônibus pra Salvador. Dessa vez, o ônibus foi pontual (o pessoal diz que eles sempre atrasam). Dia de sorte!!! Dessa forma, me despedi da Chapada... como uma experiência fantástica, energias renovadas e fazendo planos p/ um retorno breve, afinal, tem muuuita Chapada p/ ser conhecida.
A Chapada Diamantina é o lugar onde a rotina não existe (p/ quem assim deseja) e onde vc encontra inúmeras opções de trilhas (conhecidas ou não pelos turistas). Digo isso pq minha proposta era simplesmente descansar e apreciar a natureza. Claro, planejei sim conhecer as atrações mais famosas, mas isso foi o q menos fiz. Confesso que não esperava me surpreender tanto, mas aconteceu.
1° dia - Fui pra Lençóis sozinha, saindo de Salvador. Era 21 de janeiro de 2013. Na Rodoviária, fiz a troca pela passagem comprada pela internet, no guichê da RealExpresso (R$ 55). As 7h10 o ônibus partiu p/ Lençóis. Parou só p/ embarque e desembarque em Feira de Santana e Itaberaba. Depois, por volta de 11h30 parou p/ almoço/lanche/banheiro (por 15 min). Nesse lugar tem um restaurante c/ comida por kilo (+- R$ 30 o kilo). Às 14h cheguei em Lençóis e p/ minha surpresa, tinha uma pessoa me esperando. Ela segurava uma plaquinha c/ o meu nome e o nome da Pousada do Sossego. Era o Carlos (conhecido como Carlinhos), dono da pousada (junto com sua esposa Ivana) e guia da região. Caminhamos por pouco tempo até chegar na pousada e ele, durante esse pequeno percurso, me falava um pouco da história da cidade. Uma simpatia!
Na Pousada, conversamos sobre alguns roteiros. Ele perguntou qual era a minha proposta, se eu já tinha algum roteiro em mente, ou reservado etc. Me apresentou os passeios (mais conhecidos) e fechei alguns: a Cachoeira do Sossego, Marimbus – o mini pantanal e o roteiro 1 (Poço do Diabo, Morro do Pai Inácio, Pratinha, Gruta da Lapa Doce etc). Seria um passeio p/ cada dia. Ele entra em contato c/ as agências, vê a disponibilidade, preço e fecha (caso a pessoa concorde). Mais tarde andei pela cidade (gostei do que vi) e jantei no restaurante Grisante. Como não estava c/ muita fome, pedi um suco (R$ 3) e uma sopa (R$
. Andei mais um pouco pela cidade e voltei ao “Sossego”. Pousada simples, limpa, confortável, ótimo café da manhã e um incrível ambiente acolhedor. Carlos e Ivana tratam seus hóspedes como se fossem velhos amigos. (R$ 50 a diária – suíte de casal).
2° dia – Choveu bastante durante a madrugada e Carlinhos achou que seria perigoso fazer a trilha p/ Cachoeira do Sossego (por causa da chuva). Então ele pensou em outra coisa. Fomos a pé, rumo aos arredores de Lençóis. Eu, Carlinhos e Paulo (um fotógrafo em busca de aves p/ clicar) andamos, andamos... Carlinhos dando todos os detalhes históricos, botânicos, meteorológicos etc...rss. Entre uma vista de perder o fôlego e outra, parávamos p/ um banho (de rio ou cachoeira). A 1ª parada p/ banho foi na Toca da Onça. Depois chegamos ao Ribeirão de Cima. Lugar lindo!! Ficamos lá por algum tempo, tomando banho de rio e apreciando aquela lindeza.
De lá fomos para o turístico Ribeirão do Meio, onde nos deparamos com muita gente aproveitando aquele lugar, que tem um tobogã natural gigante!!! Aproveitei mais um pouco das águas que corriam por ali.
Por fim, o Ribeirão de Baixo. Lugar bonito, calmo, profundo. Algumas crianças da cidade se divertiam por lá. Gostei! Foi um passeio incomum para a maioria dos turistas. Segundo, Carlinhos, andamos por volta de 7Km no total (eu, particularmente, achei q foi mais).
De noite, fui jantar (uma comida caseira deliciosa q serve super bem 2 pessoas + 1 litro de refri + 1 porção de feijão = R$ 49) no restaurante da Zilda (q fica num beco da Rua das Pedras). Rachei c/ o Paulo. Debaixo de chuva forte (já tinha esquecido como é bom banho de chuva), voltei p/ “Sossego”.
3° dia – A programação para esse dia, era a visita ao mini pantanal (Marimbus), mas ainda chovia pela manhã. Carlinhos disse q havia o risco de o rio estar muito cheio e não podermos pegar o barco, q é aberto. Então... ele sugeriu a Cachoeira do Mosquito. Fez algumas ligações e conseguiu um carro (4x4) c/ motorista por R$ 240. Achamos caro e desistimos. Como ele conhece a região como ninguém, saímos rumo à Cachoeira da Mandaçaia. Alguém conhece?? Rss A trilha é mais puxada. Por isso pegamos mototáxis (R$ 15 por pessoa), que nos deixou na região do Barro Branco (cerca de 6 km a partir do centro de Lençóis, subindo uma estradinha de terra e pedras). De lá, iniciamos nossa caminhada em meio a mata (Carlinhos estava em casa. É emocionante de ver a alegria desse cara que contempla a natureza de uma forma contagiante. A mata, a natureza o deixa alegre e feliz). Tive algumas dificuldades e pensei em desistir no meio do caminho. Ele ía quebrando galhos empurrando a vegetação p/ q a gente pudesse passar. Encorajada e com o apoio dele, paramos em uma toca de garimpeiro para descansar, tomar fôlego e colher mangas do pé. Após algumas horas de subidas, descidas, atravessando riachos e andando sobre as pedras, chegamos a um lugar fantástico: a Cachoeira da Ferradura, próxima à Cachoeira da Mandaçaia. Um lugar que não existia na minha imaginação e que tira da gente as palavras da boca. Fiquei em silêncio, só apreciando. Não deu pra ir até a Mandaçaia porque o rio tava muito cheio. Ficamos por ali mesmo babando. rss. O lugar é uma espécie de fenda, q por causa da chuva, as águas escorriam das pedras, se encontravam e desaguavam numa queda linda. Bom demais. As fotos não mostram a beleza do lugar. Valeu a bota machucando o pé. Valeu todo o esforço: a bota e o pé detonados, o suor, o cansaço... Valeu muito. Na hora combinada o mototáxi (+ R$ 15) apareceu p/ me levar de volta ao “Sossego”. Carlinhos e Paulo voltaram a pé por uma trilha q continuaria puxada. De noite, festa na cidade (do Padroeiro). Jantei um bom PF + 1 refri no Beco’s Bar (Comida caseira da Ivandira – R$8 + R$ 2) e caminhei pela cidade sob a chuva q voltou a cair.
4° dia - Nesse dia, fiz passeio de turista rsss. Era o roteiro 1 (R$ 130,00 c/ taxas incluídas - pela agência Cirtur), que compreende Rio Mucugezinho, Poço do Diabo, Gruta da Lapa Doce, Gruta da Pratinha, Gruta Azul e Morro do Pai Inácio. Fui c/ um grupo falante e um guia razoável. O único imprevisto (previsto) foi que na Pratinha a água não estava tão cristalina como é, por conta da chuva que levou água barrenta do rio. Não entrei na água. O mergulho de flutuação não estava acontecendo, só a tirolesa. Eu estava cansada (de ontem ainda) e pra mim, o que mais valeu foi a gruta da Lapa Doce. No “Sossego”, banho e cama.
5° dia – Pela manhã, depois dos “mimos” (gostosuras) do café da manhã feitos por Ivana, fui bater perna pela cidade e comprar umas lembrancinhas. Me despedi do “Sossego” e fui p/ Rodoviária. Os ônibus costumam atrasar. O de 13h15 saiu às 13h50 rumo à Palmeiras (R$
. Uma hora depois, eu já estava pegando uma van (R$
q ía de Palmeiras p/ Vale do Capão. Lá desci na Pousada Sempre Viva, q como estava lotada (e eu não tinha feito reserva), acabei ficando num quarto não muito bom (R$ 20). Entrei no Restaurante Dona Dalva (pastelaria e comida caseira). Comi um PF (R$ 10) + 1 suco (R$ 2,50). Andei pela vila colorida, que tem um apelo meio naturista, de preservação ao meio ambiente, de consumo de produtos orgânicos e um Q de misticismo - bem zen. Pode-se encontrar pousadas e algumas agências tb. É um lugar incomum, mas bem legal. De noite a vila fica lotada de pessoas pelas ruas, pelos bares e restaurantes, pelas lojinhas que vendem artesanato local entre outras coisas. Assisti uma apresentação de capoeira de um grupo da região e fiquei na pracinha apenas apreciando o movimento e aquela atmosfera diferente. Dei um pulo em uma lanhouse (R$2,50 – cada 15min), onde também fiz algumas ligações (lá não tem sinal de celular). Combinei c/ o pessoal da Pousada Villa Lagoa das Cores (por telefone) de um táxi me levar amanhã até lá. Passei pela estradinha de terra (q não tem energia elétrica) p/ ir p/ Pousada. Um breu total.
6° dia – Pela manhã, entrei em um dos restaurantes/pousadas q oferecem café da manhã: Restaurante e lanchonete “O Galpão”. O dono é o Diego (estrangeiro), a comida é muito boa (fresquinha, orgânica, c/ opções integrais...) e o lugar é agradável (música ambiente, beija-flores namorando as flores, tranquilidade). Pedi pão integral c/ ovo frito (R$ 3) + suco (R$ 3,50) + porção de banana frita c/ canela (R$ 4). A chuva caiu forte p/ abençoar aquele lugar, mas passou rapidamente. Andei pela vila. Depois, o táxi (R$ 25) me pegou na pousada e me levou até a pousada Villa Lagoa das Cores, que fica a uns 3 km dali. Essa pousada é fantástica (e mais cara do q nós, mochileiros, estamos habituados a pagar: R$ 190 a diária + barata). Resolvi me dar esse presente no último dia da viagem. Piscina, café da manhã maravilhoso, templo e jardim de meditação, uma pequena trilha que dá num mirante maravilhoso, horta, redário... e alguns serviços pagos à parte (massagem, ofurô, sauna panorâmica e outros). Os donos são gente boa. A pousada é um charme só. Linda, aconchegante, um chuveiro delicioso... rss. De tarde fui andando até o Riachinho (3Km da pousada + ou – e uns 6Km da Vila do Capão). Lugar bonito, onde dá pra tomar banho e ficar por lá fazendo nada. Voltei tomando banho de chuva! Huhuuu! Também participei da hora do mantra com direito a chazinho e tudo. Adorei! De noite, fui ao restaurante chiquérrimo que fica dentro da pousada chamado "Arômata D'Lagoa” - aberto ao público (cardápio com comida natural, gostosa e com bom preço).
7º dia – No dia anterior, liguei da pousada pra um cara (José Augusto) que leva o pessoal da Vila para Palmeiras, de van. Combinei e ele passou lá pra me pegar (R$ 10) – é caminho. Em Palmeiras, peguei o ônibus pra Salvador. Dessa vez, o ônibus foi pontual (o pessoal diz que eles sempre atrasam). Dia de sorte!!! Dessa forma, me despedi da Chapada... como uma experiência fantástica, energias renovadas e fazendo planos p/ um retorno breve, afinal, tem muuuita Chapada p/ ser conhecida.
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