Saímos de Calgary à meia-noite, em vôo da Air Canadá, e chegamos a Toronto às 3:30, onde fizemos conexão, que atrasou mais de 1 hora, por falta de condições de pouso em Quebec (neblina). Lá o fuso é de 2 h. a mais, pelo que chegamos às 9:30 h., pegamos um táxi (CA 35 c/a gorgeta) pois não existe transporte público do aeroporto para o centro. Ficamos no Hotel Marie Rollet, simples como um albergue, quarto pequeno, banheiro compartilhado, mas muito bem localizado, no miolo da Old Quebec, próximo a tudo, mas cobrando quase CA 100 a diária com impostos.
Quando chegamos, estávamos muito cansados, pois o vôo não nos permitira dormir, pelo que cochilamos das 10:30 às 12:40, o que nos deu o ânimo necessário à caminhada que teríamos pela tarde. Andamos pela Vieux Québec, desde a Catedral, Chateau Frontenac, descemos à Baixa Quebec pela escadaria próxima ao Chateau, e depois subimos por outro ponto, após percorrer a baixa, encontrando no caminho muitas casas bonitas, lojas e restaurantes. É a parte interessante da cidade, mas pode ser feita em uma tarde. Saímos na Rue Saint Jean, localizada aos fundos do nosso hotel, onde existe muito comércio, restaurantes, e até um Mc Donalds. Na rua que sai em frente a este encontrei um mercadinho para comprar bebidas, frutas, iogurte, etc., pois o hotel não fornecia breakfast, e também uma lancheria que servia pratos com rosbife, fritas, salada e refri por CA 10 por pessoa.
No outro dia, tínhamos pouco para ver, amanheceu frio e com uma garoa fina, fomos até a Citadele (antiga fortaleza), mas não entramos, porque custava CA 10 por pessoa, era muito grande para caminhar com garoa, e também por que não vimos nada de interessante para conhecer no interior, pois são ainda instalações militares. Voltamos para o hotel para nos abrigar melhor, esperamos passar a garoa e depois pegamos o ônibus 800 logo após o portal da muralha na rua Saint Jean, para ir até as MONTMORENCY FALLS, pagando CA 2,75 cada (tem de ser valor exato, o motorista não dá troco). A cascata é bonita, muito alta, dizem ser 30 m. mais que a Niágara, pode-se chegar tanto por cima como embaixo dela, através de passarelas. Voltamos a Old Quebec, e fizemos um tour pelas lojas, descobrindo bons preços em muitos souvenirs, após procurar com calma, em ruas pouco movimentadas.
Sairíamos cedo para Montreal, às 7:00 já estávamos prontos, pelo que busquei um táxi, e conseguimos pegar o bus das 7:30, pagando CA 46,00 cada. Viagem tranqüila, deu para dormir um pouco, pois pouco havia para ver nopercurso, e chegamos às 10:30 da manhã.
Em Montreal, a rodoviária fica junto à estação de metrô Berri UQAM, e fiz a besteira de pegar um metro até Beaudry, que parecia mais próxima ao hostel reservado, mas tive que subir escadarias com as malas, e estava um calor danado. Demoramos para encontrar o hotel, e depois descobri que a estação mais próxima e fácil é a própria Berri, bastava ir pel Boulevard Maisonneuve poucas quadras. Ficamos no albergue ALEXANDRIE HOSTEL, que na entrada me assustou um pouco, parecia uma construção, com recepção, sala e cozinha no mesmo ambiente. Pedi para ver o quarto privativo, e era muito bom, dividindo o banheiro e uma cozinha com apenas 2 outros quartos, por CA 80 a diária com impostos. Existem supermercados próximos, o maior fica na Rue St. Caterine, a umas 5 quadras, compramos mantimentos e fizemos nossa comida à noite.
Saímos para conhecer Vieux Montreal, que nos surpreendeu negativamente, tudo mal conservado e sujo, com fuligem secular. O calor ajudava a tornar mais difícil gostar do que víamos. Até uma basílica sem graça cobrava CA 10 para entrar, um museuzinho CA 15, pelo que não entramos em nada. Pegamos um metrô e depois um ônibus para ir ao MOUNT ROYAL, a colina que deu nome à cidade, mas entre achar o local do ônibus, este aparecer e irmos, levou mais de uma hora, já chegamos cansados e para se chegar à vista da cidade do alto, tinha-se que fazer uma trilha enorme. Voltamos com garoa para o hostel, e por isso desistimos de ir caminhar à noite pela Rus St. Catherine, que tem um calçadão com muitos bares e pubs.
No dia seguinte pegamos o metrô até o centro, que é bonito, mas sem nada turístico, o mais interessante é a underground city (cidade subterrânea), que existe em todas as estações de metrô. São enormes shopping centers, com lojas de todos os tipos possíveis, inclusive supermercados, padarias, floriculturas, etc. e incontáveis restaurantes e lancherias. Penso que existem mais lojas no subsolo que na superfície, e encontra-se muitos produtos em conta, mas tem-se de caminhar muito e por muitas estações de metrô para encontrar as lojas certas. Voltamos a pé, pela Rue St.Caterine, chegando em algumas lojas.
No último dia em Montreal, levantamos cedo e fomos para a estacão rodoviária, para pegar um ônibus para OTAWA. Pagamos CA 92 para ambos, ida e volta. Em Otawa, caminhamos cerca de 1 km. da estação até o centro, e nos dirigimos à sua principal atração, que é o Parlamento, uma réplica do prédio de Londres, inclusive com a torre do relógio, como o Big Ben, mas localizado numa área maior, e com 2 prédios também vitorianos, um em cada lado, todos construídos a partir de 1860, quando a Rainha Vitória escolheu Otawa como capital do Canadá, por ser mista de ingleses e franceses. Os prédios são lindos, sobre uma colina, com um canal aberto em 1826 aos fundos. Pode-se entrar gratuitamente, ver o parlamento com guia, e subir de elevador na torre, de onde se tem magnífica vista de toda a cidade.
Ao sair de lá fomos comer e depois caminhamos um pouco, mas não achamos outra atração que valesse o esforço no forte sol das 15 horas, pelo que voltamos à estação para o retorno a Montreal, que pode ser feito a qualquer hora.
De Montreal, pegamos um trem da AMTRAK para New York, pelo qual paguei antecipadamente pela internet CA 62 cada. Pensava que seria interessante viajar de dia, saímos às 9:30, o trem é muito bom, mas a viagem é lenta e monótona, sem vista interessante alguma, e só chegou às 21:00 h.
Por esse relato, podem sentir que não achamos nada de excepcional em nenhuma das cidades, talvez porque já conhecemos incontáveis outras pelo mundo. Quebec é a mais interessante, mas é como um pedaço da França dentro do Canadá, tendo como maior atrativo um hotel. Então, para quem conhece muitas cidades da Europa, não oferece nada de especial. Otawa é bonita, mas só tem o Parlamento de interessante. E Montreal é uma cidade cosmopolita, sem qualquer atrativo verdadeiramente turístico. Acho que não merecem uma viagem até o Canadá apenas para conhecê-las. A verdadeira atração do Canadá são as Montanhas Rochosas (costa oeste), possivelmente o lugar mais lindo do mundo. Posso afirmar isso, pois conheço mais de 40 países.
Saímos de Calgary à meia-noite, em vôo da Air Canadá, e chegamos a Toronto às 3:30, onde fizemos conexão, que atrasou mais de 1 hora, por falta de condições de pouso em Quebec (neblina). Lá o fuso é de 2 h. a mais, pelo que chegamos às 9:30 h., pegamos um táxi (CA 35 c/a gorgeta) pois não existe transporte público do aeroporto para o centro. Ficamos no Hotel Marie Rollet, simples como um albergue, quarto pequeno, banheiro compartilhado, mas muito bem localizado, no miolo da Old Quebec, próximo a tudo, mas cobrando quase CA 100 a diária com impostos.
Quando chegamos, estávamos muito cansados, pois o vôo não nos permitira dormir, pelo que cochilamos das 10:30 às 12:40, o que nos deu o ânimo necessário à caminhada que teríamos pela tarde. Andamos pela Vieux Québec, desde a Catedral, Chateau Frontenac, descemos à Baixa Quebec pela escadaria próxima ao Chateau, e depois subimos por outro ponto, após percorrer a baixa, encontrando no caminho muitas casas bonitas, lojas e restaurantes. É a parte interessante da cidade, mas pode ser feita em uma tarde. Saímos na Rue Saint Jean, localizada aos fundos do nosso hotel, onde existe muito comércio, restaurantes, e até um Mc Donalds. Na rua que sai em frente a este encontrei um mercadinho para comprar bebidas, frutas, iogurte, etc., pois o hotel não fornecia breakfast, e também uma lancheria que servia pratos com rosbife, fritas, salada e refri por CA 10 por pessoa.
No outro dia, tínhamos pouco para ver, amanheceu frio e com uma garoa fina, fomos até a Citadele (antiga fortaleza), mas não entramos, porque custava CA 10 por pessoa, era muito grande para caminhar com garoa, e também por que não vimos nada de interessante para conhecer no interior, pois são ainda instalações militares. Voltamos para o hotel para nos abrigar melhor, esperamos passar a garoa e depois pegamos o ônibus 800 logo após o portal da muralha na rua Saint Jean, para ir até as MONTMORENCY FALLS, pagando CA 2,75 cada (tem de ser valor exato, o motorista não dá troco). A cascata é bonita, muito alta, dizem ser 30 m. mais que a Niágara, pode-se chegar tanto por cima como embaixo dela, através de passarelas. Voltamos a Old Quebec, e fizemos um tour pelas lojas, descobrindo bons preços em muitos souvenirs, após procurar com calma, em ruas pouco movimentadas.
Sairíamos cedo para Montreal, às 7:00 já estávamos prontos, pelo que busquei um táxi, e conseguimos pegar o bus das 7:30, pagando CA 46,00 cada. Viagem tranqüila, deu para dormir um pouco, pois pouco havia para ver nopercurso, e chegamos às 10:30 da manhã.
Em Montreal, a rodoviária fica junto à estação de metrô Berri UQAM, e fiz a besteira de pegar um metro até Beaudry, que parecia mais próxima ao hostel reservado, mas tive que subir escadarias com as malas, e estava um calor danado. Demoramos para encontrar o hotel, e depois descobri que a estação mais próxima e fácil é a própria Berri, bastava ir pel Boulevard Maisonneuve poucas quadras. Ficamos no albergue ALEXANDRIE HOSTEL, que na entrada me assustou um pouco, parecia uma construção, com recepção, sala e cozinha no mesmo ambiente. Pedi para ver o quarto privativo, e era muito bom, dividindo o banheiro e uma cozinha com apenas 2 outros quartos, por CA 80 a diária com impostos. Existem supermercados próximos, o maior fica na Rue St. Caterine, a umas 5 quadras, compramos mantimentos e fizemos nossa comida à noite.
Saímos para conhecer Vieux Montreal, que nos surpreendeu negativamente, tudo mal conservado e sujo, com fuligem secular. O calor ajudava a tornar mais difícil gostar do que víamos. Até uma basílica sem graça cobrava CA 10 para entrar, um museuzinho CA 15, pelo que não entramos em nada. Pegamos um metrô e depois um ônibus para ir ao MOUNT ROYAL, a colina que deu nome à cidade, mas entre achar o local do ônibus, este aparecer e irmos, levou mais de uma hora, já chegamos cansados e para se chegar à vista da cidade do alto, tinha-se que fazer uma trilha enorme. Voltamos com garoa para o hostel, e por isso desistimos de ir caminhar à noite pela Rus St. Catherine, que tem um calçadão com muitos bares e pubs.
No dia seguinte pegamos o metrô até o centro, que é bonito, mas sem nada turístico, o mais interessante é a underground city (cidade subterrânea), que existe em todas as estações de metrô. São enormes shopping centers, com lojas de todos os tipos possíveis, inclusive supermercados, padarias, floriculturas, etc. e incontáveis restaurantes e lancherias. Penso que existem mais lojas no subsolo que na superfície, e encontra-se muitos produtos em conta, mas tem-se de caminhar muito e por muitas estações de metrô para encontrar as lojas certas. Voltamos a pé, pela Rue St.Caterine, chegando em algumas lojas.
No último dia em Montreal, levantamos cedo e fomos para a estacão rodoviária, para pegar um ônibus para OTAWA. Pagamos CA 92 para ambos, ida e volta. Em Otawa, caminhamos cerca de 1 km. da estação até o centro, e nos dirigimos à sua principal atração, que é o Parlamento, uma réplica do prédio de Londres, inclusive com a torre do relógio, como o Big Ben, mas localizado numa área maior, e com 2 prédios também vitorianos, um em cada lado, todos construídos a partir de 1860, quando a Rainha Vitória escolheu Otawa como capital do Canadá, por ser mista de ingleses e franceses. Os prédios são lindos, sobre uma colina, com um canal aberto em 1826 aos fundos. Pode-se entrar gratuitamente, ver o parlamento com guia, e subir de elevador na torre, de onde se tem magnífica vista de toda a cidade.
Ao sair de lá fomos comer e depois caminhamos um pouco, mas não achamos outra atração que valesse o esforço no forte sol das 15 horas, pelo que voltamos à estação para o retorno a Montreal, que pode ser feito a qualquer hora.
De Montreal, pegamos um trem da AMTRAK para New York, pelo qual paguei antecipadamente pela internet CA 62 cada. Pensava que seria interessante viajar de dia, saímos às 9:30, o trem é muito bom, mas a viagem é lenta e monótona, sem vista interessante alguma, e só chegou às 21:00 h.
Por esse relato, podem sentir que não achamos nada de excepcional em nenhuma das cidades, talvez porque já conhecemos incontáveis outras pelo mundo. Quebec é a mais interessante, mas é como um pedaço da França dentro do Canadá, tendo como maior atrativo um hotel. Então, para quem conhece muitas cidades da Europa, não oferece nada de especial. Otawa é bonita, mas só tem o Parlamento de interessante. E Montreal é uma cidade cosmopolita, sem qualquer atrativo verdadeiramente turístico. Acho que não merecem uma viagem até o Canadá apenas para conhecê-las. A verdadeira atração do Canadá são as Montanhas Rochosas (costa oeste), possivelmente o lugar mais lindo do mundo. Posso afirmar isso, pois conheço mais de 40 países.