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Mochilando no frio de julho pelo PARNA São Joaquim, região de Urubici - SC
Olá sachetjr. Concordo sobre a importância de guias realmente preparados, não apenas conhecedores da região, mas sim profissionais bem treinados, prontos para todos os momentos e eventuais emergências que possam ocorrer. Também concordo com uma remuneração a altura de todo esforço em se preparar para prestar um serviço de qualidade. O QUE NÃO ADMITO É A IMPOSIÇÃO, PRINCIPALMENTE POR SE TRATAR DE UM PARQUE NACIONAL, LOCAL ONDE SE DEVERIA SER OBRIGATÓRIO PARA O TRÂNSITO APENAS A IDENTIFICAÇÃO DO VISITANTE E NO MÁXIMO A COBRANÇA DE UM TAXA ACESSÍVEL A TODOS OS BOLSOS, !!! Perdoe-me, mas fico indignado com imposições descabidas, essas que acabam por elitizar e inviabilizar o acesso dos mortais assalariados a áreas públicas. Abraço.
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Construindo uma Espiriteira (Fogareiro a Álcool)
Foi o Fiat Lux, mais estou estranhando os resultados nos teste, tempos de queima inconstantes e inferiores a 15 min. Acho que quando acampei usei dois tabletes sem querer, pois só agora percebo que essas coisas grudam umas nas outras e que com isso tive maior intensidade e duração de queima. Continuarei com testes, pois os tabletes são até agora a forma mais segura e compacta de combustível que encontrei. Realmente é mais caro, mas a questão da segurança está na frente do resto para mim, pois vou para lugares distantes de tudo, que envolvem mais de 24hs de deslocamento até algum socorro e inclusive as vezes vou sozinho. Já lidei com vítima de queimadura e não quero me tornar uma também. Grande abraço. Omar.
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Mochilando no frio de julho pelo PARNA São Joaquim, região de Urubici - SC
Companheiros, Estive em julho de 2011 no PARNA São Joaquim, na região de Urubici-SC. Fui ao Morro da Igreja, também estive dentro da Pedra Furada, aproveitei pra conhecer as cachoeiras Véu de Noiva, a da Gruta de Nossa Senhora e as que ficam no Arroio do Engenho. A cidade é pequena, simpática e com um povo incrivelmente acolhedor. As paisagens são espetaculares, os cânions gigantescos, a exuberância da natureza bem conservada, a maravilhosa obra natural da Pedra Furada, o gelo pelas trilhas e a harmonia do homem simples enfim em paz com o meio ambiente tão mal tratado no passado pela extração desenfreada da madeira. Vale ressaltar que há por lá centro de informações turísticas rico em material sobre a região, sendo que fui muito bem atendido. Algumas observações preciso registrar sobre a região, tais como: - É muito frio mesmo no inverno, sendo que fiquei na região por uns quatro dias, não só para conhecer, como também na esperança de ver neve, o que não aconteceu, mas encarei todas as noites com temperatura abaixo de zero e geada que congelou até o sobre teto da barraca. Acampei no Arroio do Engenho, local muito legal, afastado e mais alto que a cidade, com diversos atrativos, dentre eles camping com estrutura básica, por R$15,00 a diária; - Cheguei lá de ônibus, foi complicado pra conhecer a região, todos os lugares interessantes ficam muito longe e transporte público não há para esses pontos, ficando você obrigado a alugar uma carro; - Tem que ter dinheiro, pois só se pode transitar pelo PARNA acompanhado por guia credenciado, foi o que me informaram. Ao procurar por tal serviço, não encontrei passeio algum por menos de R$100,00, o que me frustro em um de meus principais objetivos, a travessia do parque pelos cânions até a cidade de São Joaquim, sendo que me pediram R$450,00 por tal. O que posso dizer, no geral foi muito bom, pois quem pratica montanhismo e tem pouco dinheiro no bolso, tem que ser artista da flexibilidade, tem que estar pronto para tirar o máximo do mínimo e não se aborrecer porque as coisas não foram do jeito idealizado. O negócio é não se render e não deixar de ir, pois só aqueles se dispõem a ir aonde a maioria não se atreve, é que conhecem o verdadeiro sabor da conquista e da liberdade. Grande abraço. Omar.
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Como Construir um Cinturão Militar?
omarboechat respondeu ao tópico de marcelowillian em Faça você mesmo! Equipamentos de Camping e AventuraOlá pessoal. Fui do EB, tenho montado e em uso um NA que comprei(barato) há vários anos em uma loja especializada no centro do Rio de Janeiro, ali junto a base da Marinha. O danado tem resistido a tudo e tem um sistema de ajuste super prático. Adicionei: - suspensório, onde vão presos canivete, binóculos(compacto), bússola, lanterna e apito; - alguns porta carregadores de Fal que são excelentes porta trecos; - dois cantis, sendo um com caneco de alumínio embutido; - uma bolsa +/- do tamanho de uma caixa de leite, ficando atrás entre os cantis, contendo um poncho militar e cordinhas, pois em situação de emergência, ele tem diversos ilhós para ser usado como abrigo; - uma bolsa tática +/- do tamanho de 02 cx de leite, sendo esta presa por tiras ao NA e a coxa, destinada a um dos quites de primeiros socorros que levo e trecos de sobrevivência. Minha idéia é que por mais difícil que seja o local, mais afastado de tudo, sob as piores condições climáticas, por mais solitário que me encontre, se por motivos alheios ao previsível me veja separado da mochila, ainda assim tenha preso ao corpo o necessário para sobreviver. Também há o aspecto da redução da mochila, como também do peso e da redistribuição da parafernália. Não sou mais garoto, as costas reclamam, por isso tenho buscado compactar cada vez mais o equipamento, carregando menos coisas, dando mais atenção aquelas que realmente são necessárias. Abraço a todos.
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Construindo uma Espiriteira (Fogareiro a Álcool)
Olá Luciano. A pastilha se incendeia, não se liqüefaz, se abafada apaga e permanece sólida, não havendo risco de escorrer. Não fiz testes comparativos entre o álcool sólido e o líquido, talvez os faça, mas continuo interessado no primeiro, me parece muito mais seguro. Pretendo com o tempo testar pastilhas de vários fabricantes para ver se elas tem comportamento parecido. É claro que todo cuidado com fogo é pouco, como também é importante testar tudo que será levado para sua aventura antes. Observações são bem vindas. Abraço.
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Construindo uma Espiriteira (Fogareiro a Álcool)
Olá galera. Sou novo no Mochileiros.com, mas pratico montanhismo há mais de 20 anos, hoje em dia encarando travessias como a do PARNASO e só enfrentando altos riscos para prestar socorro. Depois de passar raiva com equipamento a gás, tornei a espiriteira a álcool, que era reserva, em titular para todas as viagens. Estive no início deste mês no Morro da Igreja, em Urubici-SC, local onde foram registrados os recordes de temperaturas negativas no Brasil, estava atrás de neve que não encontrei, mas encarei todas as madrugadas a baixo de zero, com geadas de congelar o sobre teto, com ventos que variam o tempo todo de moderados a fortes e que geram uma sensação térmica muito abaixo do indicado no termômetro. Neste ambiente extremo, experimentei algo que para minha surpresa deu certo, os tabletes de álcool sólido, utilizados como acendedores de churrasqueira, em uma dessas espiriteiras feitas de latão, comprada por R$10,00, encontrada em loja de ferragens. Botei o tal tablete, fiz uma bela macarronada no azeite com salame fatiado, mesmo a noite e num frio de rachar. Não sei se irá variar de um fabricante para outro, mas as pastilhas ficaram acesas por volta de 30 minutos. Fiz a experiência devido à praticidade, à segurança, a redução considerável de peso e também de volume, pois o recipiente (de plástico c/ tampa de rosca) da marca que comprei continha 04 tabletes, com peso líquido total de 60g. e era do tamanho desses potes pequenos de papinha p/ bebês. Busco constantemente reduzir custo, peso e volume do equipamento, as espiriteiras simples com os tabletes de álcool sólido são uma experiência que darei continuidade. Abraço a todos. Omar.
omarboechat
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