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fernandoab

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  1. Conheço o Kita la do CAP, acho que enquanto vcs tavam la no Neblina eu tava la no Roraima. Abraços
  2. O Nilton, ce tava no grupo com o Kitahara e outros que foi "abduzidos" la nas redondezas do Neblina pelos Yanomamis?
  3. Cara, na ida e na volta manei um china! Só que na volta acabei pedindo o prato errado e veio sem macarrão ehheheheheeh. Passei la dia 24/2 e dia 3/3. Vc tava por la?
  4. Cara, a Doite não é uma graaaaande marca, mas suas barracas são melhores que qq uma nacional. Em especial as de 4 estações são bem bacanas e preços bem razoáveis. Agora cuidado... essa ai que vc mostrou nem chega a ser uma barraca, é um lançe para fazer o famoso BIVOUAC, ou seja, dormir a ceu aberto com um minimo de proteção. Isso ai é pra vc se enfiar com o saco de dormir e mais nada, o resto, mochila, etc fica pra fora. E por não ter um sobretudo, ha muuuita humdade dentro da parada, chega até a pingar em vc se ficar muito tempo. O peso é perfeito para travessias solo, mas tem as desvantegens de ter que ficar tudo pra fora e o lançe da humidade. Acho sinceramente que por esse preço ai na argentina vc acha coisa melhor.
  5. fernandoab respondeu ao tópico de furikuri em Venezuela
    Opa, acabei de voltar de la. Cheguei ontem em SP de alma lavada em um dos melhores e mais inusitados carnavais da minha vida. Segue um relato: Decidi ir para o Monte no Carnaval mas como todo mundo queria ir pro rio acabei sem companhia e fui sozinho mesmo. Armei todo o esquema de logistica de comida, roupas, itens essensiais, remédios, etc. Tudo muito além do realmente precisava mas queria encarar um esquema bem independente. Amanhã coloco por aqui a minha planilha de logistica. Tinha conseguido de tudo, até um mapa bem detalhado do monte com coordenadas de GPS e os melhores pontos. Botei tudo na mochila e ficou um mostro de pesado, algo como 38 kilos, mas la me fui. Cheguei em Boa Vista e fiquei no Hotel Ideal, uma espelunquinha barata e bem ruizinha, mas que deu pra dormir bem. Dia seguinte me informo que o melhor jeito de ir pra Santa Elena não pe de onibus mas de Taxi. fui para o "ponto" e o motorista me explicou que precisa de 4 passageiros para viabilizar a viagem, mas como ja tinha 3 esperando la fomos nós, 25 reaus por pessoa. O motorista que era Cearense, eu, um garimpeiro e dois indios que viviam na fronteira. Em 2 horas e pouco estava em Santa ELena na rua das operadoras e dos hoteizinhos de gringos. Fiquei no Hetel Michelle, que fica do lado de um restaurante chines e é bem tranquilo, barato e com chuveiro elétrico e ventilador. Ai coimecei a passear e conversar com as pessoas. O transporte independente até Paraitepui saia 200000 bolivares (200 reaus) que achhei muito caro. Ai em uma das operadoras um grupo estava se formando para o dia seguinte. Conversei com o guia (um indio da guiana que ja tinha cortado madeira no paraná) e falei que queria ficar mais no topo e que tinha ja tudo esquematizado, não precisava de nada. Ele falou que eu deveria acompanhar eles e ai ele me arrumava um guia para ficar la em cima. O preço foi 300000 bolivares (os outros estavam pagando 500000, pois não tinham nada, nem barraca nem comida) achei justo. De cara todos viram com espanto o tamanho da minha mochila e ficaram abismados me perguntando pq eu levaria tanta coisa e não iria como eles. tentei explicar mas não acho que eles entenderam até eu falar: Se o guia fugir com toda a comida vcs estçao fudidos e perdidos e eu ainda consgo ficar 7 dias por la e ainda saber voltar sozinho. No final acabei rachando um porteador com um casal de polacos (que não queriam carregar nada) e minha mochila ficou com uns 30 kg só (o que fez uma baaita diferença). Ai começou a andança. Eu com mais do que o dobro de carga que a maioria sempre ficava um pouco pra trás e o pessoal ainda achando que eu era louco. Primeiro dia até Rio Tec, segundo dia mais puxado até a Base (só subida) e o terceiro o mais puchado de todos que foi a subida de 3 kms com uma variação de 1000m de altitude até o topo. La em cima acampamos em um Hotel, uma de muitas formações de rocha que tem puchados ou caverninhas onde da pra armar a barraca. O visual do lugar era mesmo incrível. Parece outro planeta ou a terra num tempo muito primitivo, muita rocha, alguma e baixa vegetação e muuuita agua e umidade. Em todo lugar se ve rios, laguinhos, riachos, poças, lama.... De uma hora para a outra o tempo fehcou e não se via mais nada, tudo branco e muita chuva. Ai acho que o grupo começou a me entender... As barracas alugadas deles enchiam de agua, a comida não era pouca mas muito sem graça e sem sustância, nenhum deles tinha um abrigo ou casaco bom para a chuva e o sleepings alugados (que ja estava meio molhados) não seguravam o frio de uns 4 ou 5 graus a noite. E eu sequinho, bem alimentado e aquecido. No dia seguinte o tempo estava igual, muuito ruim e eu que ja estava com o meu guia resolvi ficar para esperar o tempo melhorar antes de embarcar para o norte o Roraima, onde eu dormiria no unico Hotel em territorio brasileiro. Os outros do grupo fincaram o pé que queriam ir ver o ponto triplicie naquele dia (fronteira entre BRasil Venezuela e Guiana Essequiba) eu comentei que achava bobagem pq não se via nada, o guia falou a mesma coisa e enfatisou que ninguem tinha equipo bom para chuva. Mas la foram eles, se erolando em sacos de lixo e pedaços de plastico. Passei um dia fantastico, relaxando e conversando com outrso guias que de hora em hora apareciam para trocar uma ideia. Noi fim da tarde regressam o grupo... encharcados e com uma cara pior que a outra. O polaco me desabafa: se houvessem pegado a mochila e andado em volta do hotel por 7 horas teriam visto a mesma coisa que viram. Estavam meio desolados e decepcionados. No dia segiuinte eles voltaram para a base e eu fiquei la em cima e... o tempo abriu! Partimos eu e o guia (um idiozinho de uns 50 anos que parecia um moleque pulando pelas pedras). Andamos cerca de 5 horas até o Hotel Coati, o hotel brasileiro. As paisagens eram espetaculares, haviam vales, gretas, picos realemnte indicritível. E o Coati foi uma atração a parte, parecia uma caverna mesmo com duas entradas, um riozinho correndo ao lado, e o melhor, ninguem por perto (onde estavamo0s antes se via constantemente outros gfrupos passeando) Ainda resolvemos ir mais ao norte ainda (depois de armar as barracas e deixar as coisas prontas) para tentar chegar na Proa, o extremo norte do Roraima. Mas ai mais uma vez fomos barrados pelo tempo inconstante. De uma hora pra outra tudo fechou e começou uma baita chuva e uma neblina que não se enchergava um palmo na frente. Depois de andar 4 kms assim acabei desistindo e voltando, comecei a ter a impressão que o guia esva meio perdido mas depois jogando os dados no GPs vi que era aquilo mesmo, mas não foi dessa vez. Esse dia me fez repensar bem o que pretendia no inicio, fazer a trip sozinho sem guia. Nso primeiro dias é COMPLETAMENTE DESNECESSÁRIO o acompanhamento de um guia, a trilha é uma só e bem demarcada, a subida tb e não apresente quase nenhum trecho muito complicado (fora umas pedrinhas lisas). Com GPS então tranquilíssimo. Agora la em cima as coisas mudam e mudam bom. Não ha trilhas pois só se caminha sebre rochas e leitos de rios. Os caminhos são muito serpenteados, se sobe e desce muitos picos e vales de rocha no caminho e o pior, exitem muitos lugares onde se pisa e a lama vai até o joelho. O guia sabe exatamente onde pisar para que isso não aconteça e eu me via contantemente seguindo exatamente os passos do guia para não passar o resto do dia com o pé molhado. La em cima um guia é imprescindível mesmo com GPS. A volta foi bem acelerada, saimos do Coati as 9 da manhã e as 14 ja estavamos na beira da descida, mais 3 horas e estavamos no campo base sozinhos. Dia seguinte tb comemos uma etapa, fomos do campo base direto para PAraitepui, 2 horas até o Rio Tec e depois mais 4 exauistivas atpe paraitepui. Isso no final fez com que a pesar de ganhar 2 dias (usualmente se faria esse percurso em 4 dias) tive que pagar os miseraveis 200000 para umtransporte para Santa ELena, ja que não havia ninguem que estivesse regressando para la aquele dia que eu pudesse pegar carona. E vi que os indios viram que eu estava cansado demais pra procurar por um negócio melhor... fiquei meio puto nesse final, mas nada que uma bela Polacita (brejinha) e um enorme prato de Yaquisoba com centenas de imagens incríveis na mente não melhorasse. Foi assim dia seguiinte peguei um Taxi para Pacaraima (cidade da fronteira) e deposi um teaxi no mesmo esquema da ida para Boa Vista. Chegando la tive que fazer uma hora incrível pois o avião só saia a 1:40 da manhã. Peguei um taxi local e pedi que ele me levasse para um bom restaurante no Rio Branco. Chegamos num lugarzinho super simpatico que chamavase Ver o Rio. Pedi uma moqueca de Dourado e umas cervejinhas com o rio como pano de fundo e o tempo voo até a hora de ir pro aeroporto. Foi isso. Agora é me aprontar para a proxima!
  6. fernandoab respondeu ao tópico de JulianeNS em Mochilas
    Viagem feita e alma lavada! Minhas impressões sobre a Paragon 75 (sim, desembuchei a grana e comprei uma) é uma p..ta mochila mas tem suas limitações. Tamanho: se colocar ela do lado de uma curtlo 75L parece que ela é 90 ou 95L, é muito maior e mais espaçosa. Com varios compartimentos e bolsos. Conforto: poderia ser um pouco melhor, o revestimento das alças e do abdominal tem um sistema fantastico de resfriamento mas são bem duros e acabam irritando a pele com o uso prolongado. Ajustes: demorei uns 2 dias para conseguir colocar ela direito mas um vez que acertei é fantastica, fica na altura certinha e não fica batendo na cabeça. Material: nota 10, toda de cordura impermeável e super resistente. Tomei uma baita chuva nas 3 horas finais do retorno do roraima e tava tão acabado e sem saco que nem peguei a capa de chuva. Não molhou quase nada por dentro, só um pouco perto dos ziperes. Capa de chuva: nota 8.5, a pesar de ser excepcional para despachar no avião (pois fecha tudo como se fosse uma mala grande com alças) é exatamente por isso meio estranha de se usar como capa, fica muita coisa sobrando e ela não fecha muito bem, mas da pra dar um jeito. Ah, é 100% impermeavel. Mochila de ataque: outra baita sacada, usei a mochilinha no avião e para andar nas cidades, ela é leve e uma vez solta cabe até bastante coisa, na mochilona fica um perfil bem fino. Peso: o maior problema dessa mochila, pesa quase 4 kg. Acho que em termos do que se encontra no Brasil é a melhor, deixa as Curlos e Kailashs bem pra tras, acho até melhor que as Alpine Lowe. Até deixa as outras Deuters no chinelo, como as Aircontact, dai a diferença de preço. Mas pelo que me dizem ainda está um pouco atras das tops la fora, como North Face, Gregory, e outras com preço similar por la. Acho que é isso.
  7. Pra acampar na neve vc deve considerar tb uma 4 estações... uma 3 aguenta muito pouco na neve com vento. O ideal mesmo é ter uma boa 3 estações (leve e simples de armar) e uma boa 4 estações (mais pesada, resistente e mais complicada de armar).
  8. A Timberland sempre teve duas linhas de calçados.... os nacionais feitos pela Alpargatas e os gringos (feitos sei la onde). Os tenis da linha nacional são muito bons, ja tive 2 modelos diferentes e sempre me atenderam muito bem. Agora bota eu tive uma experência muito bom com uma gringa (talvez a melhor bota que eu ja tive, e na época uns 7 anos atrás custou algo como 400 reias, com goretex, etc), agora as nacionais acho muito fraco pelo preçø que pedem. Nenhuma é respirável e acho a qualidade ao toque um pouco limitada, muito pesadas e de solado fraco... mas isso são impressões. Acho das nacionais as da Snake as melhores, mas tb tem suas limitações. Usei uma da Snake por 3 anos e só falava bem dela, mas de uma hora pra outra ela perdeu a impermeabilidade, uma merda. Não tem jeito, bota boa é cara.
  9. A Tadpole tem um visual muito bacana e moderno, é super leve e tem tudo de qualidade que a North Face tem, mas um amigo que tem ela não ficou muito satisfeito pq segundo ele ela é muito pequena! Ela ta mais pra uma barraca de 1 pessoa bem espaçosa do que uma de 2 pessoas, fic amuito apertado e baixo, não da pra dormir 2 pessoas invertidas com conforto razoável pq para o fundo dela o teto dimiui muito... Acho uma boa a Road Runner da NF tenho um outro amigo que tem e acha fantástica além de ser só um pouco mais pesada que a Tadpole. Por 250 Euros ta mais caro que nos EUA (onde elas custam US200) mas bem mais barato que no Brasil. Faz assim, chega na loja e pede pro vendedor abrir e montar todas as barracas que vc quiser, ai da pra ter uma ideia legal de qual vai te atender do melhor jeito possível.
  10. Cara, assim, não vejo muito problema nessas barracas para um camping tranquilo. Tipo lugar onde tem CAMPING mesmo, que não é muito exposto a chuva, tipo praia no verão, etc. O problema começa quando vc vai usar uma dessas pra fazer uma travessia, ou em lugares muuuito umidos que chove direto. Lugares onde vc pode acabar dormindo molhado no frio por varios dias. Basicamente as costuras não seguram uma exposição muito prolongada a chuva (tipo dias sem parar) e a agua começa a entrar. Sei de conhecidos que foram acampar na Restinga de Marmbaia no inverno e quase ficaram com hipotermia pq pegaram um frio de 3, 4 graus com o saco de dormir e tudo mais molhado dentro da barraca. Acho que para um uso mais sério da barraca uma gringa, nem que seja uma Ferrino (que é muito boa e a preços bem bacanas), ou uma Doite, é indispensável.
  11. Na minha opnião é viagem comparar esses numeros de coluna dagua. Não da pra comparar uma North Face com uma Trilhas e Rumos, cansei de ver neguinho com a barraca toda molhada pq sem excessão nenhuma barraca nacional tem uma tecnologia muito boa de selamento de costura. Só uma nota... A Zimba não é feita no Brasil. É importada pela Kailash. Dai o preço alto. Dizem que ela se compara a Ferrino, mas está muito longe das North Face, Marmot, Mountain Hardware, etc. Abraços
  12. fernandoab respondeu ao tópico de JulianeNS em Mochilas
    Pessoal, Estou indo fazer um trekking de 8 dias e vou ter quelevar tudo, desde comida, barraca, etc na mochila. Estou cogitando comprar uma mochila gringa ja que a minha Curtlo 75 ja ta bem cansada e tenho receio de ela abrir o bico na viagem. Assim a curtlo ficaria paa viagens curtas e a gringa para trekkings e travessias. De todas que vi a que tem a melhor reputação la fora e (estranhamente) tem o preço em Reais mais proximo do preço em US$ la fora é a Deuter Paragon, a top de linha da Deuter. Ela custa US$400-450 la fora, e aqui sai por R$1300. Alguem ja usou ou conhece alguem que tenha uma Paragon? Ela vale esse preço todo (uma Curtlo 75 sai uns R$500)? Abraços
  13. Me interessei bastante pelo Kukenan, o irmão negativo do Roraima, não tanto por ele ser meio amaldiçoado mas pelo fato de ser muito menos visitado e de ter uma subida bem mais complicada, exigindo cordas e passando por desfiladeiros enormes. Acontece que não achei nenhuma operadora que faça essa escalada, dizem que os guias locais tem medo, mas tb me disseram que da pra arrumar quem leve estando la em Santa Elena, sendo que ja tenho corda e todo equipo de escalada e camping. Alguem sabe algo sobre essa montanha???
  14. Salve Samuel! Sou das Jipenets e da Toyoteiros tb, não passo muito por aqui mas como estou indo pro Mt Roraima no carnaval estou colhendo umas infos. Cara, Ilha do Mel é incrível, estive la com uma ex minha uns 5 anos atrás e ficamos 5 dias maravilhosos na Praia do Farol, vale muito a pena dar um rolê geral pela ilha, principalmente na parte maior, onde tem o forte (de preferencia de bike). Boa trip! Abraços
  15. Vou dar os meus 0,01 num relato meio longo... Comprei a um tempo atrás um colchão de casal Nautika (ou era Coleman, nem lembro), e fui para Castelhanos estrear, parei a Band la no camping e armei a barraca bem pertinho... Primeira impressão, nossa como essa coisa é inconveniente de carregar, o fole é imbutido então ela não enrola direito, fica toda meio estranha com um volume a mais em um dos cantos. Mas muito bem, coloquei ele na barraca enchi com umas 200 pisadas e depois de umas 3 horas de surf e mais umas cervejinhas para acompanhar o peixinho frito de jantar dormi como nunca na minha vida inteira em um camping. Acordei depois das 11 feliz da vida com a minha compra. Me joguei então para a minha segunda empreitada com o colchão. Estava na época me formando pelo CAP (Clube Alpino Paulista) e fomos em um grupo para Itatiaia, conseguimos permissão de ficar no Abrigo Rebouças, que é show de bola. Todo mundo jogando os isolantes e os sacos de dormir no chão duro e eu la cheio de panca com o meu super colchonete. Depois de ver o nascer da lua mais lindo da minha vida sob um frio de 0 graus, nos jogamos nos sacos de dormir. O que foi estranho foi reparar que o meu colchonete ja não estava tão firme como quando havia inflado... bom, me joguei e o frio só piorava. Dormi. Deve ter passado umas 3 horas e acordo totalmente envolto com aquela merda... estava furado e desinflando. levantei e aquele frioooo dei mais umas bombadas e nada dele inflar. Resolvi desencanar e tentar dormir denovo. Deu mais uma hora e no momento que eu encostei a minha bunda no chão vi que a noite iria ser longa.... o chão estava gélido, e vale lembrar que o colchão NÃO SERVE COMO ISOLANTE. Enfim, pegamos temperatura de até -4 graus nesta noite e eu não tive mais meia hora de sono de tanto frio que passei com o corpo naquele chão gelado e o meu colchonete inutilizado. Depois dessa decidi nunca mais confiar numa merda dessas, mesmo se vcs quiserem embarca nesse barco furado, levem além do colcão um bom isolante, pq se um furar pelo menos o outro segura a onda....

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