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  1. Show o relato, parceiro. Vou de Manaus a Santarém de barco conhecer Alter tmb e seu relato foi fundamental!!! TKS
  2. Cotação em Agosto de 2015 1 real = 160 bolívares A variação está muito grande. Em 6 dias apenas a cotação foi de 145 para 160. Bons ventos!
  3. Hostel El Momento. Estou nele neste instante. De longe um dos melhores hostels que já fiquei no quesito conforto. Lugar bom pra recarregar as energias e seguir viagem. Dorm por U$8.00, cama de casal com ventilador exclusivo.
  4. Romano, Igor, João e qualquer um que queira dar pitaco... Estou partindo em 02 dias pra fazer o caminho contrário do Romano: De Cancún à Cidade do Panamá. A primeira semana de viagem não vou ignorar aqui, pois vou ficar com meus pais em Cancún. Depois disso é que começa o mochilão. Roteiro está assim: 03) 13/08 [MEX] Cancun - Playa del Carmen -Praia 04) 14/08 [MEX] Playa del Carmen – Tulum – Playa del Carmen (bus de volta 17:45) - Tulum - Playa Paraiso 05) 15/08 [MEX] Playa del Carmen – Chichen Itza – Playa del Carmen -Ruinas Maias 06) 15/08 [MEX] Playa del Carmen – Chetumal - Pernoitar 07) 16/08 [MEX – BEL] Chetumal – Caye Caulker - Curtir a ilha e o povo local 08) 17/08 [bEL] Caye Caulker - Mergulho Snorkel. 09) 18/08 [bEL – GUA] – Caye Caulker – Belize City – Flores -Hospedar na Isla de Flores -Negociar passeio para Tikal 10) 19/08 [GUA] Flores – Laquin – Semuc Champey -Tikal para ver o nascer do Sol -Em Flores partir para Laquin e shuttle para Semuc Champey 11) 20/08 [GUA] Semuc Champey - Relax total nas águas 12) 21/08 [GUA] Semuc Champey – Laquin – Panajanchel -Tour pela Lagoa 13) 22/08 [GUA] Panajanchel – San Pedro La Laguna -Trekking Vulcao 14) 23/08 [GUA] Panajanchel – San Pedro La Laguna – Antigua -Curtir a cidade 15) 24/08 [GUA] Antigua - Trekking Vulcao – O com melhor vista para o Vulcao de Fuego 16) 25/08 [GUA – ELS] – Antigua – Santa Ana -Curtir a Cidade 17) 26/08 [ELS] – Santa Ana – San Salvador -Trekking vulcao Sant’anna (somente se não impedir viagem no mesmo dia) 18) 27/08 [ELS] San Salvador -City Tour 19) 28/08 [ELS – HON] San Salvador – Tegucigalpa – La Ceiba -Dia inteiro pra conseguir chegar em La Ceiba. -Pernoitar se não tiver ferry 20) 29/08 [HON] La Ceiba - Isla de Utila - Curso de Mergulho de 03 dias para certificação PADI Open water 21) 30/08 [HON] Isla de Utila 22) 01/08 [HON] Isla de Utila 23) 01/09 [HON]Isla de Utila - La Ceiba – Tegucigalpa (se der, direto pra Managua) -Tentar ganhar tempo e ir para Nicaragua no mesmo dia, apesar de pouco provável. 24) 02/09 [HON - NIC] Tegucigalpa – Managua – Granada -Dia livre passeio na cidade historica. Estudar ida para Ometepe se ficar no país. 25) 03/09 [NIC-COS] Granada – San Jose -Dia livre 26) 04/09 [COS] San Jose - Rafiting (se tiver com cronograma ok, estudar parade em La Fortuna e cortar vulcão Poas do roteiro). 27) 05/09 [COS] San Jose - Vulcao Poas 28) 06/09 [COS – PAN] San Jose - Panama City - Noite livre 29) 07/09 [PAN] – San Blás 30) 08/09 [PAN] - San Blas 31) 09/09 [PAN] - San Blas 32) 10/09 [PAN] - San Blas – Panama City 33) 11/09 Margem de erro 33) 12/09 Margem de erro 33) 13/09 Margem de erro 33) 14/09 Panama City - Brasil Galera, não reparem esse lance de "margem de erro"pois sempre faço meus roteiros com margem para adicionar novos lugares e adaptar conforme a necessidade. Quero saber o que vocês acham "impossível" de fazer aí quanto a transporte principalmente, já que não consultei ônibus nenhum, vou no improviso pra ver se encaixa tudo. Abraço!!!
  5. Bom pessoal; Depois de passar 30 dias na Africa do Sul no mês de abril, achei justo voltar e compartilhar algumas dicas de quem vai a este país magnífico. Afinal, foi através das dicas daqui que decidir de fato ir a este país... Os primeiros 15 dias foram em Cape Town. A cidade é muuuito bonita. Uma capital pequena, onde você anda fácil, com relativa segurança. Fiz curso de Inglês na IH, no bairro de Sea Point. Sea Point é um espetáculo a parte, bairro rico e bonito. A boa localização facilita a tomada de uma van para qualquer lugar da cidade. Não deixe de ir ou fazer: Lions Head - Trekking tranquilo, vista da cidade inteira. Suba e delicie um vinho no topo! Table Mountain - Dispensa comentários. Cliffton Beach - Praia linda, água congelante. É dividida em Clifton 1, 2, 3 e 4. Cuidado para não cair de gaiato em praia errada, uma delas é gay. Vitoria and Alfred Waterfront - De longe o melhor shopping que fui, pelo ambiente aberto de marítima da área externa. Etc, etc, etc... Só verificar nos post anteriores que a a lista do que fazer em CPT é longa... Com o tempo corrido, aproveitei um fim de semana lá e contratei um pacote de turismo para fazer um tour (uns 2 mil Rands, tudo incluso). Muitos fazem a Garden Route, no tour de 4 dias. Como eu iria fazer a Garden posteriormente por conta própria, optei por fazer um tour de 3 dias contemplando: Duiker Island (ver focas marinhas), Houte Bay, Cape Point e Cabo da Boa Esperança, Muizemberg, Stellenbosh (pernoite 1 aqui) e as vinícolas, Franschhooek , Cape Agulhas (pernoite 2), Hermanus e Bettys Bay no 3 dia. Vencido meus 15 dias em Cape Town, comprei um ticket de 15 dias do Baz Buz, sistema de viagem fodástico que eles tem na África. Com esse ticket, você embarca e desembarca durante o tempo de validade em qualquer das cidades contempladas no mapa da empresa (de Cape Town a Johannesburg), e te deixando na porta do albergue escolhido. As cidades que fiquei por um ou mais dias foram: Oudtshoorn: terra do avestruz, abriga a Cangos Cave; Knysna: em alta temporada, a cidade pacata que conheci se torna a mais badalada de toda a África do Sul. Knysna Heads é um lindo cartão postal. Quem gosta de Ostra, també estará bem servido. Storm River: De lá fui para Bloukrans Bridge saltar de Bungee Jump (du caralho). Na vila também recomendo fazer tubing (descer rio na boia) e visitar o Tsitsikamma National Park. Jeffreys Bay: Paraíso do surf africano. Vibe maneiríssima da cidade. Até eu que sou mineiro, surfei. Risos. Também boa pra gastar uma grana no Outlet da Billbong. Chintsa: Ficar hospedado no Buccaneers Backpackers já vale a ida ao lugarejo. Parei lá por não conseguir chegar a Hogsback, pois o translado estava cheio. Foi uma surpresa muito agradável. Mas que foi em Hogsback também só elogiou as montanhas. Coffe Bay: Um paraíso escondido na África. Um dos mais belos lugares. Uma África mais real... Dica boa para quem quer aprender a surfar: aqui as aulas custam 50 Rands, enquanto em Jeffreys Bay custa 250... Durban: Muuuita coisa para se fazer. Praia com água numa temperatura excelente, tipo nordeste brasileiro. Johannesburg: Outra cidade grande fantástica, com mutias opções de lazer. haja tempo. E de Johanesburg, caminho pra casa. Portanto, quem se interessar pelo sistema do Baz Bus, o site segue abaixo: http://www.bazbus.com/ E se joga na Africa do Sul. O país vale cada centavo investido. Abraço e bom proveito!!!
  6. O relato que segue abaixo é sobre minha ida a Rurrenabaque, na Amazônia Boliviana, como uma rota alternativa à tradicional subida para o mochilão pra Machu Picchu, via Bolivia. Em novembro de 2011 finalmente realizei meu sonho de fazer meu mochilão pra Machu Picchu, ficando exatos 30 dias na estrada. A ideia era fazer a tradicional subida: BH – Sta. Cruz de La Sierra – Cochabamba, La Paz, Copacabana, Puno, Cuzco, Machu Picchu, Arequipa, San Pedro Atacama, Sta. Cruz de La Sierra, BH. Mas, frente às opiniões de quem já foi, e pelo tempo disponível, resolvi mudar a subida, e conhecer a Amazônia. Melhor ainda pela Bolívia, frente ao câmbio favorável. O relato que segue abaixo é uma sugestão de rota pra quem estiver subindo pela mesma rota e quiser ter uma aventura fantástica pela Amazônia Boliviana, no passeio que se tornou um dos grandes altos da viagem. Dia 01: BH/SP/Santa Cruz de La Sierra (Viru Viru) - Fiz o trecho até Sta. Cruz todo de avião. Com todo respeito ao Trem da Morte, quis poupar tempo da longa viagem de ônibus e trem entre o Brasil e o país andino. Gastei apx. R$500,00 comprando os trechos de ida e volta. Valia a pena eliminar o Trem da Morte do meu roteiro por mais uns 2 a 3 dias de viagem em efetivo turismo (lembro-lhes que é minha opinião). Saí de BH a tarde. Após conexão em Guarulhos, outro voo e, então, Santa Cruz de La Sierra. Cheguei de madrugada na cidade (Aeroporto Internacional Viru Viru), peguei um taxi e dormi numa pousada nas proximidades do aeroporto nacional de Sta. Cruz (Trompillo). Paguei apx. 50 bolivianos por algumas horas de sono. Economizei no taxi, pois consegui carona do aeroporto até o centro da cidade. *Dica: Se quiser começar a economia por aí, durma no aeroporto internacional mesmo (Viru Viru), encostado na mochila. É movimentado e seguro. Parta de manhã direto pro aeroporto nacional (Trompillo), pois esse fica fechado à noite. Dia 02 Santa Cruz de La Sierra/Cochabamba/Trinidad/Rurrenabaque – Eu ainda não sabia ao certo como chegar em Rurrenabaque. Apenas sabia que teria que voar até Trinidad, pois o tempo era muito curto para fazer este trecho por terra. Quando no aeroporto nacional de Santa Cruz ainda, uma agente de viagens da Amaszonas (companhia aérea boliviana) conseguiu montar um itinerário pra que eu chegasse ainda de manhã em Rurrenabaque (ou simplesmente Rurre). Pagando o equivalente a 196 Dollares, fiz todo o trecho acima mencionado. De Sta. Cruz a Trinidad, com a escala em Cochabamba pela TAM (não confunda com a nossa brasileira TAM. Lá, isto significa as iniciais de Transporte Aero Militar). Depois de Trinidad segui para Rurrenabaque em conexão no avião da Amaszonas. Saí de Santa Cruz 9 da manhã e já estava em Rurrenabaque 12:30. Ao descer no aeroporto, encontrei um ônibus com um placa indicando que iria pro centro da cidade, por um custo de 10 pesos. Não pensei duas vezes e fui logo entrando. Chegando no centro de Rurrenabaque, que é pequena, parei na rua principal e segui o mapa que tinha fotografado no próprio Google Maps. Fui direto a agência contratar meu pacote na agência Fluvial Tours (sugestão do Fred, do Mochileiros.com) para o dia seguinte. Escolhi o Pampas Tour, um passeio que contempla uma vivência nessa área da floresta. Há também o Jungle Tour, recomendado para quem aprecia mais pássaros, tentar ver onças, etc. Pode-se até hospedar em tribos indígenas na região. Como minha pesquisa apontava o passeio nos Pampas como mais interessante (Jacarés, cobras e etc), segui pro passeio nos Pampas, de 3 dias (pode se ficar menos ou mais dias. Três são o ideal para conhecer tudo, sem correria). Paguei pelo pacote 800 bolivianos. Isso inclui transporte e alimentação. Tive ainda um gasto extra com a entrada no parque, de 150 pesos (paga-se na entrada do parque, no dia posterior). Pacote fechado, fui achar hospedagem e curtir Rurre. Rurrenabaque é uma cidade muito aconchegante. Pequena e charmosa, andar pelas ruas, visitar as feirinhas e almoçar à beira do rio Beni, é algo realmente mágico, mesmo estando sozinho. Após achar hospedagem numa pousada tranquila e muito confortável (60 bolivianos, eu acho) andei por todo o centro até parar num moto-taxi. De lá, paguei 10 bolivianos e segui para o Oscar’s Pool, um clube no alto da cidade, que tem piscina, sinuca, vídeo-game, bar, etc (38 bolivianos a entrada). Lugar fino pra Balada. Fui num dia vazio, mas deu pra curtir o local, tomando Pacena e resenhando com uma turista irsaelense que trabalha no local. À noite, de volta ao centro da cidade, achei um evento que acontecia na praça principal. Após curtir um pouco o movimento (pq a música era terrível, sertanejo de duplas brasileiras beeeem antigas), segui para o bar mais famoso da cidade, Mosquito’s Bar. Muito gringo por lá, eu era o único brasileiro no momento na cidade, pelo que o pessoal disse. Aliás, lá não é um local muito visitado por brasileiros. Porém , é destino certo pra Irsaelenses, Canadenses e Europeus em geral, que também aproveitam do câmbio boliviano. Me diverti bastante, mas fui embora não tão tarde, porque no dia seguinte, começaria o Pampas Tour. *Dica: o Mosquito’s Bar também é albergue. Pra quem curti o estilo de albergue do Loki Hostel,não pense duas vezes. Descobri isso tarde...). **Dica: Apesar de ter escolhido a agência Fluvial Tours, há na cidade uma diversidade grande de outras agências para o serviço. Recomendo a pré-negociação via internet, para combinar o dia de saída do tour, preço, etc. Dia 3 Partimos cedo de frente da Fluvial Tours, empresa que contratei para o pacote (recomendo). Seguimos de jipe por umas duas horas, até a cidade de Santa Rosa. O grupo era formado por um brasuca (eu), um casal de australianos, um casal de canadenses, um irlandês, e posteriormente um boliviano, além do guia local. Depois de almoçar em Santa Rosa, seguimos até as margens de um rio, onde aguardamos a chegada do nosso barco para continuar viagem. São mais duas horas de barco rio acima. No início, a gente se assusta com a quantidade de jacarés. São tantos, que a gente até se “acostuma” com a presença deles. No meio do caminho, uma parada estratégica para nadar com os Botos Cor de Rosa. Muito legal a experiência. O difícil é relaxar e consegui nadar num rio onde se vê tantos jacarés. Risos! Mesmo com os guias afirmando ser seguro, impossível evitar um pouco de tensão. Ao chegar no Eco Lodge da Fluvial tours (são vários eco-logdes, das várias empresas de turismo na cidade de Rurre), uma cerveja para relaxar. As instalações são rústicas e bem simples, elevadas do chão (para evitar animais dentro). Apesar da simplicidade extrema, não tenho o que reclamar. Água gelada naquele calor infernal da Amazônia só faz bem. Fizemos ainda mais um passeio de barco para avistar a natureza. De noite, um jantar é servido e cama! Dia 4 Após o café da manhã, colocamos as galochas nos pés, fornecidas no local e seguimos para o passeio no Pampa Amazônico. É uma área muito bonita, e molhada! Risos! Após atravessar alguns pastos (que se escondem sob rio na época de chuva), começamos a andar em áreas alagadas (Pampas). Fomos atrás da Anaconda (Sucuri). Logo cedo, encontramos um filhote, de dois metros, e tiramos muitas fotos. Achar a cobra depende de sorte. O dia começou bem por acharmos cedo. Em seguida, continuamos a saga, agora à procura de filhotes de jacaré. Não demora muito para encontramos um ninho. Outro momento para muitas fotos. Após uma manhã inteira contemplando a natureza do local (vitória régias, jacarés, vegetação em geral) seguimos de volta para almoçar no lodge. À tarde, após breve descanso, seguimos para uma pesca de Piranhas Vermelhas. Outra experiência muito gostosa (literalmente). Após a pesca, um por do sol bacana num local próximo de onde nos hospedamos. À noite, após degustar as piranhas, saímos para observar a vida noturna, principalmente dos jacarés com seus olhos refletindo a luz das lanternas. Dia 05 Passeio de barco bem cedo para observar natureza (bem de perto, no caso do Jacaré) . No início da tarde, segue-se de volta para Santa Rosa onde, de volta no 4x4, seguimos para Rurre. Já em Rurrenabaque, por volta das 17hs, tomei banho na própria agência (banheiro no quintal). Não animei pagar 300 bolivianos na passagem aérea para La Paz para o dia seguinte, já que a de ônibus custava a bagatela de 25 bolivianos. Além disso, economizei uma noite em albergue/hotel. Fomos, todos do grupo, ao Mosquitos Bar tomar uma cerva, onde fiquei até a hora do bus. Segui, junto com o boliviano do grupo (que por sorte era de La Paz, e me encorajo a ir de bus), a pé pra rodoviária (15 minutos andando). Mal o ônibus saiu da rodoviária, adormeci. *Dica: Vá de ônibus. É uma boa via de se economizar grana, e recuperar um pouco dos quase 200 dollares gastos pra se chegar a Rurrenabaque. Dia 06: Rurrenabaque/La Paz - A viagem de ônibus merece um adendo. Apesar de ser longa a subida pra La Paz (15 horas apx.), o ônibus saí de Rurrenabaque apx 20hs, o que faz passar a maior parte da viagem dormindo. À noite, me lembro do ônibus passando por estradas lamentas, de chão. Nada demais. Porém, quando acordei de manhã, um susto. Achei que só veria a estrada da morte nas mediações de La Paz, mas me enganei. Os precipícios que o ônibus beiravam me deram arrepios. Fiquei com medo nos minutos iniciais. As vias eras tão curtas que, quando carros se encontravam, tinha que achar lugar com pseudo-acostamento para o ônibus passar. Teste pra cardíaco aqueles precipícios. Mas, por fim, consegui dormir de novo e relaxar. Afinal, sabia que nada adiantaria ficar acordado, segurando o ônibus com os olhos. Depois de duas paradas (uma por problema na estrada, e outra pelo ônibus) cheguei a La Paz apx. 15hs, sã, salvo e puta feliz por ter feito da primeira parte da minha viagem algo totalmente inusitado. Daí pra frente, quanto ao roteiro, vocês já conhecem bem. Fica então a dica, a sugestão, para os que gostam de aventura e querem fazer um roteiro pleno de programação, como alternativa ao tradicional caminho brasuca, por Santa Cruz – Cochabama. Dúvidas quanto ao roteiro, sigo à disposição. Bons ventos! Ps: Observe a época do ano. Essa não é uma opção no período de chuvas. Estive lá em setembro.
  7. Luiz; De fato, pesquisei seu roteiro no Blog. Muito legal mesmo. Estou decidindo se dedicaria 1 ou 2 semanas p/ viajar pelo país. Estou optando por duas justamente por perceber que será muito corrido fazer o que quero com 7 dias apenas. Melhor 15 dias livres... O fato é que o aluguel do carro por esse período todo, estando sozinho fica proibitivo. Acho que essa é uma decisão que terei que tomar lá, após as duas semanas iniciais em Cape Town. Não descarto ir subindo de bus também não. O fato é que chegarei por Cape Town e volto por Johannesburg. Passagens já adquiridas. Quem puder enriquecer com informações essa pretensão de roteiro, esteja à vontade. Obrigado e abraço!!!
  8. Olá! Pelo que li nas postagens, muita gente faz a Garden Route de carro, voltando a Cape Town. Alguém já fez uma "Road Trip" por lá, saindo de Cape Town até Johannesburg/Pretoria?? Estou indo dia 30 de março e volto 30 de abril. Após duas semanas de aula de inglês em Cape, pretendo fazer algo do tipo, mas estudo a viabilidade... Qualquer ajuda é bem-vinda! Abraço!!
  9. Olá pessoal; Como havia prometido, volto aqui, após um ano da viagem, para postar um pouco sobre a via alternativa de Rurrenabaque (amazônia boliviana) como forma de subir a Bolívia, no meu mochilão à Machu Picchu. . De fato, esta foi uma das coisas mais interessantes que fiz na viagem. A amazônia é fantástica! E para chegar lá fiz o seguinte: . . BH - Sta. Cruz de La Sierra - Fiz o trecho de avião, Gol, e cheguei no aeroporto internacional de madruga. Por falta de informação, segui na madrugada mesmo direto pro aeroporto nacional de Sta. Cruz. Como o mesmo estava fechado, paguei 40 bolivianos por uma pensão até 7 da manhã. 8 da matina já estava no aeroporto e consegui, depois de quebrar muito a cabeça com uma agente da companhia Amaszonas, comprar o seguinte trajeto: Sta Cruz - Cochabamba / Cochabamaba - Trinidad / Trinidad - Rurrenabaque. Os 2 primeiros trechos via TAM (transporte aero militar) e o terceiro via Amaszonas. Paguei ao todo 246,00 dollares e fiz isso tudo em 4 horas no máximo. . Enfim em Rurrenabaque, a cidade é um charme só. Não vi nenhum brasuca na cidade, só gringo, e muuuuuito mesmo. Muito tranquila e margeada por um dos diversos afluente do rio Amazonas, dá para dar uma volta nas mediações a pé. Depois de passar na agência Fluvial Tours e fechar o pacote de 3 dias nos Pampas Amazonicos (800 bolivianos), fui numas das piscinas que tem na cidade. Espécie de clube, com sinuca, video-game, piscina e muita bebida, com vista para a cidade. Muito top. À noite, a cidade tem uma dúzia de bares tops. O mais famoso é o Moskitos bar. . No dia seguinte, iniciei o tour rumo aos Pampas. 2 horas em jipe e depois 2 horas em barco para chegar nos eco -odges no meio da selva. Nunca vi tanto Jacaré na vida. Primeiro dia é mais para descanso. A noite, sai-se para ver os jacarés de barco.... ` Segundo dia, a programação começa com passeio nos campos alagados (pampas) para caçar (apenas para tirar fotos) a Anaconda (Sucuri). Também achamos filhotes de jacarés e outras espécies de cobras. tudo é muito seguro e acompanhado de guia. Na parte da tarde tem o por do Sol bebendo Pacenha (nunca estão geladas na Bolívia)no bar do eco-lodge. A noite, roda de viola e cama! ` Terceiro dia tem pesca de piranha vermelha, passeio de barco para observar pássaros nativos e outros animais na natureza e a noite banquete com as Piranhas pescadas. ` No dia seguinte, voltamos para a cidade, enfrentando o mesmo trajeto da ida (barco + jipe). Já em Rurre, tomamos uma gelada no Moskitos para então pegar o busão a noite (20 bolivianos) e enfrentar 15 horas de viagem até La Paz.. A estrada é pior que a estrada da morte em Coroico, mas o bom é que você só percebe isso de manhã, quando acorda com o coração na mão frente aos penhascos! Para quem tiver o orçamento mais folgado, tem passagem áerea, via Amaszonas de Rurre pata La Paz a aproximadamente 300 bolivianos. . . Esse foi um destino realmente marcante da minha viagem. Uma pena não ser tão divulgado entre os mochileiros brasileiros que fazem apenas a tradicional rota rumo a Machu Picchu. Espero ter contribuído para a comunidade. Se você curte natureza, se joga. Não há programação em Sta. Cruz e Cochabamba que se iguale a este passeio na Amazônia boliviana... . Se alguem precisar de dicas, é só escrever... mateuslpaula@gmail.com Abraços!!
  10. Fabrício; Estou contando com ajuda do Fred, que parece conhecer muito vem o lugar, para acertar meu roteiro. Pelas fotos que vi, parece ser um lugar agradável. Só não sei ao cenrto ainda quanto o que fazer por lá. E pode deixar que relato sim as experências por lá, afina, foi este tópico que me fez decidir ir por lá, e não pelo tradicional Sta Cruz - Cochabamba. Abraço e valeu pelas infos!!!
  11. Fabrício; qual o valor que vc pagou no pacote de 3 dias pelos pampas?? Ah, e para sair de Rurre p/ La Paz é bem tranquilo, certo? Pelo que eu li, tanto aéreo quanto bus a gente compra na hora na cidade, confere? Corrigindo o que havia postado previamente, sairei de Santa Cruz de lá Sierra para lá. Pretendo ficar um dia em Trinidad. Alguém recomenda isso? Há o que fazer por lá também ou melhor mesmo é ir direto para Rurrenanbaque? Há voos diários de Sta. Cruz para as duas cidades, então fica tranquilo pra ir... No aguardo; abraço!
  12. Fred; Teria a dispo de me ajudar com o roteiro nessa região? Os relatos que li aqui no site e em outros lugares me animou muito em substituir Cochabamba como ponte p/ La Paz, e fazer de Cochabamba o caminho pela selva até a capital administrativa boliviana. Se tiver alguém com experiência por lá, esteja à vontade para contactar-me. Fico no aguardo; E-mail: mateuslpaula@gmail.com Abraço!
  13. A ultima vez que estive em Milho, o camping estava 3 reais a diaria... Grana la é muito ttanquilo... 5 reais voce almoça e outros 5 pra janta. O canal é levar lanche na mochila e sumir cachoeiras a dentro. A noite, ha bares pra virar chapando... O lugar é maravilhoso, e galera tranquila. Bom jeito de gastar pouco e curtir muito.. 4 dias com 100 reais vc ta rica la.. rsrsrs
  14. Ogum... Quero mochila do tipo cargueira... A do tipo bolsa surgiu em meio as pesquisas.. Depois de procurar, selecionei 3 mochilas: Mochila Curtlo - Highlander 75+15 L (575,10 reais) Mochila Kailash - Creator Plus 75 + 10 (489,60 reais) Mochila Trilhas e Rumos - Crampon 68 L (288 reais). A vantagem da primeira frente as outras duas é a questão de ser em cordura. As duas últimas tem como vantagem terem mochila de ataque mas como desvantagem serem em nylon. E entre a kailash e a TR, fico com a TR. A diferença dos preços são gritantes... Alguem opnie ai por favor so pra facilitar minha decisão. Lembrando, mochila é para treking mesmo, mochilão pra Machu Pichu (35 dias fora), Pico da Bandeia, parque Estadual do Rio Doce, etc..
  15. Ogum... o precisando da mochila para um mochilão de aproximadamente uns 30 dias (tradicional ida à machu picchu) e outras viagens do tipo. Não abro mão da mochila de ataque, pois é melhor e maior que uma pochete, que aliás, ja tenho. Estou disposto a gastar uns 600 reais no máximo com a mochila, pois tenho que comprar muitos outros equipamentos ainda. Se você tiver um modelo melhor para recomendar, agradeço. Sou de Minas, e mês que vem vou dar um pulo em BH para comprar os equipamentos. Valeu!

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