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25 dicas para sua primeira viagem internacional

Alô marinheiros de primeira viagem! Hoje eu trago para vocês algo muito importante: 25 dicas para a sua primeira viagem internacional.

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Olá Pessoal! Eu sou a Karen Peressuti e escrevo sobre viagens e experiencias no blog Férias pra Ontem e hoje o meu post é dedicado aos marinheiros de primeira viagem falando sobre 25 dicas para a sua primeira viagem internacional.

giphy

Toda viagem tem os itens que precisam de uma certa atenção, mas nas viagens internacionais temos que ter alguns cuidados extras.

É por isso que eu estou aqui hoje, para dar dicas dos meus aprendizados.

Bem, vamos lá!

Dicas:

Mala de mão:

1.Tamanho: a mala de mão deve ser uma mochila, uma bolsa ou uma mala de rodinha pequena que caiba no compartimento acima dos bancos ou no chão abaixo da poltrona da frente;

2. Caneta: para viagens internacionais, ao entrar no país você sempre precisa passar pela imigração. Normalmente no avião é entregue um papelzinho para você colocar seus dados, onde vai se hospedar, quantos dias e quanto está levando de dinheiro. É por isso que serve a caneta, e também para qualquer outra necessidade. Leve mais de uma, sempre tem alguém que pede emprestado.

3. Peça de roupa: todos sabemos que infelizmente não é tão raro assim uma companhia aérea perder a sua mala despachada, por isso é sempre recomendado que se leve uma peça de roupa na mala de mão.

4. Reservas: eu gosto de imprimir todas as reservas, Booking, Airbnb, voos, comprovantes, etc. “Mas ah Karen, você não tem celular para consultar essas coisas não?!” Eu não gosto de depender de bateria e internet, então faço tudo o que posso antes para ficar mais tranquila. Dou essa dica para que você faça isso também.

5. Documentos: leve seu passaporte/RG na bolsa de mão.

6. Dinheiro: é sempre bom esconder ou dividir o dinheiro. Eu deixo um pouco na bolsa um pouco com meu marido e o restante ponho nessas bolsinhas invisíveis:

Bolsa Invisível

Imagem da Internet

7. Carregador: leve seu carregador de celular/tablets na bolsa, nos aeroportos tem onde carregar e no avião também. Em um avião que peguei o carregador era via USB, então leve um assim também.

8. Fones de ouvido: leve fone de ouvido, normalmente eles fornecem, mas são uns bem jaguara. Eu prefiro o meu!

9. Remédio: remédios que não tenham mais de 100ml podem ser levados na mala de mão. É até bom que você os leve, pois assim seus remédios que são necessários estarão à sua mão. A dica aqui não é só para a mala de mão, sempre leve remédios nas suas viagens, um para dor de cabeça, estomago, dor de garganta… Assim você fica prevenido. Quando for um remédio controlado leve a receita.

10. O que não levar na mala de mão: lamina de barbear/depilar, armas brancas, armas de fogo, desodorante aerossol, embalagens com mais de 100ml (mesmo que vazia), bebidas que não foram adquiridas no duty free (inclusive água), ferramentas e alguns itens esportivos. Encontrei uma tabela bem legal no site eDestinos de tudo o que pode levar tanto na mala de mão quanto na despachada. Na minha ultima viagem, minha amiga perdeu o protetor solar grandão por ter deixado dentro da bolsa.

Bagagem de mão

Imagem: Reprodução / eDestinos

No voo:

11. Ar condicionado: normalmente aviões maiores são bem mais gelados. A companhia normalmente dá uma mantinha, mas muitas vezes não é suficiente, vem ar gelado até de baixo do banco. então vá com uma roupa quente ou leve um casaco.

12. O que vestir: vá com roupas confortáveis para compensar o desconforto do avião.

Mala despachada:

13. Depende: aqui depende muito para aonde você vai. Se for frio leve roupas adequadas, se tiver neve leve protetor (sim, neve queima), se tiver sol leve pós-sol e protetor solar. Como eu disse depende…

mala

Imagem da Internet

Documentos:

14. RG: para países do Mercosul você pode viajar apenas com o RG. Isso desde que sua companhia aérea não faça conexão em um país fora desses. Um amigo foi com só com o RG para a Colômbia e deu tudo certo, apenas demora mais em alguns pontos. Ah, e o RG deve ter no máximo 10 anos de emissão.

15. Passaporte: Essencial para qualquer viagem internacional. Eu prefiro viajar com o passaporte para ter os carimbinhos. haha

16. Vistos: alguns países precisam de visto para a sua entrada, como os Estados Unidos. Mesmo que você apenas faça uma conexão lá, você irá precisar do visto.

17. Febre Amarela: vários países estão exigindo a vacinação da febre amarela para a entrada no país. Lista dos países que exigem vacinação.

Mesmo que o país que você vá não exija, aproveite para se vacinar, é muito fácil: Você vai até o posto de saúde mais próximo e toma a vacina de graça, ela vale por 10 anos. Mas só isso não basta, você precisa ir em uma agencia da ANVISA e retirar o certificado internacional da vacina, isso também é de graça e super rápido, além de tudo, o certificado é para a vida toda.

Passaporte

Foto: jackmac34

Viagem:

18. Internet: em alguns aeroportos você possui apenas 30 min de internet livre, em outros é sempre livre já em outros a internet é péssima e nem funciona. Existem chips que você compra no país e usa a internet 4G e faz ligações, mas eu nunca fiz isso, mas o blog Vambora fez e explicou como funciona.

19. Mapas/GPS: o Google tem uma função no Google Maps que você baixa os mapas e utiliza no aplicativo no modo offline.

20. Pesquise: pesquise tudo sobre seu destino, quais são os pontos turísticos, o que fazer, qual é a melhor forma de locomoção, onde se hospedar, quanto dinheiro levar, onde comer, quantidade de dias, tipo da tomada, voltagem, moeda… Pesquise fotos nos blogs e não só no Google Images, muitas vezes as pessoas mexem tanto nas fotos que quando você chega no lugar ele nem é daquele jeito.

21. Roteiro: após a pesquisa, monte um roteiro. Ele ajuda a você organizar tudo e assim você consegue fazer o que deseja. Quando você estiver num grupo maior, organize as coisas com mais tempo.

Roteiro

Foto: Pexels

22. Lembrancinhas: lembrancinhas normalmente são caras, então leve para só para quem realmente importa se não você só perde tempo e dinheiro. Claro, se quiser levar para todo mundo, sinta-se a vontade para trazer para mim também. 🙂

23. Fotos: você está viajando pela primeira vez e está filmando e tirando foto de tudo, é claro! Você quer lembrar de todos os detalhes possíveis, mas preste atenção se você não está vendo o mundo pela tela do celular/câmera. Veja como é o local, aproveite e depois tire as fotos ou vice e versa. E sim, tire muitas fotos e faça um álbum de cada viagem depois. 🙂

24. Mundo virtual: desconecte um pouco do mundo online, é chato você ficar esperando alguém no meio do passeio e ela ficar mandando foto para Deus e o mundo. Mande/poste a noite quando for se deitar ou quando estiver relaxando em algum lugar.

Por fim:

25. Aproveite: aproveite cada momento, aprecie a paisagem, curta a emoção, veja a cultura, coma algo local… VIAJE!

San Andrés

Foto: Karen Peressuti / Férias pra Ontem

Compartilhe essas dicas com seus amigos marinheiros de primeira viagem. E também deixe as suas dicas aqui.

Você nunca viajou e ainda está com duvidas? Comente aqui em baixo que eu lhe dou muito mais dicas.

 

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Capa: madjiddesign

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Eu sou a Karen Peressuti, moro em Curitiba-PR. Tenho 24 anos e sou formada em Sistemas de Informação pela PUCPR. Bem, Sistemas de Informação não tem nada a ver com viagens ou turismo, mas se não fosse por esse curso eu não teria um bom emprego e não poderia ter feito algumas das viagens citadas aqui. Eu criei o blog em 12/10/2016. E decidi que queria cria-lo porque precisava mudar, estudar algo novo e falar sobre algo que eu amasse. Eu acabei decidindo por esse nome, pois quem nunca no meio do expediente pensou: “PRECISO DE FÉRIAS PRA ONTEM!”? Então… rsrs O intuito do meu blog é contar histórias de gente como a gente, dar dicas pessoais, contar os sentimentos e as histórias que aquela viagem fotografou em nossos corações. Este é um blog com vida e coração! ❤

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Capitólio – O mar de Minas em um roteiro completo

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Capitólio tem sido o destino de ecoturismo mais procurado atualmente.

A região do lago de furnas é repleta de belas cachoeiras, balneários, lagos de cor esmeralda e paisagens incríveis, sendo um destino ideal para quem quer aventura e contato com a natureza.

Muita coisa podemos fazer por aqui, mas o que é imperdível? O que não podemos deixar de fazer? Quantos dias ficar?

 Listei 9 lugares que recomendo e em resumo o que é cada um deles.

Quer mais detalhes?

No www.queromochilar.com.br há mais informações e um roteiro prontinho para Capitólio, com custo, dicas de economia e hospedagem, passe lá pra conferir.

1- Morro do Chapéu

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Umas 3 horas – Contando deslocamento e caminhada.

O Morro do Chapéu é um mirante natural a 1.293 metros de altitude de onde podemos aproveitar um belo visual do ”Mar de Minas”. A vista do lago de Furnas daqui é incrível.

O acesso é por estrada de terra e não tão fácil e temos que fazer um percurso morro acima a pé, mas o visual compensa.

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Foto: Estrada de terra, de acesso ruim e trilha para quem quer caminhar um pouco e evitar problemas com carro… rs.

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Foto: Vista para o lago de furnas.

2- Cascata Ecopark.

  • Entrada: R$ 35,00 – Preço temporada; Preço normal R$ 30,00.
  • Horário: 9h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Recomendo 4 horas – Mas pode-se ficar lá o dia todo.

Essa é uma propriedade particular. Aqui há uma trilha curta e de fácil acesso, onde começamos passando pela parte de cima das cachoeiras e chegamos a um mirante para os Canyons e depois vamos a duas quedas d´água onde é possível banho de cachoeira, o lado ruim é que não há poços com boa quantidade de água para banho.

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Foto: Já em frente ao restaurante temos acesso a esta Cachu, onde na verdade era nosso último ponto da trilha.

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Foto: Esta Cachu é a mesma da primeira foto, só que vista por baixo. Aqui o poço não é profundo para banho, ele é mais para admirarmos mesmo. Ah, cuidado que o caminho aqui é bem escorregadio.

3- Paraíso Perdido.

  • Entrada: R$ 40,00 (carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

O Paraíso Perdido também é uma propriedade particular e tem uma excelente estrutura, com um ótimo restaurante e instrutores para todo lado para alertarmos de perigo.

Havia lido que aqui havia 18 piscinas naturais e 8 quedas, eu paguei R$ 40,00 e vi 3 quedas ( não sei como contam 8 ). Pelo que eu vi, as quedas estão todas no mesmo percurso e não são grandes, é uma quase grudada na outra e também considerei só dois poços naturais, confesso que fiquei decepcionado com este lugar e pelo que lia achava que seria o melhor de todos, mas não foi.

Foto: Subindo rumo ao melhor poço para banho.

Foto: A água estava gelada de dar câimbra e dor de cabeça, e o corpo não acostumava, mas não resisti, já molhei de uma vez só….rs.

4- Cachoeira do Filó.

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Uma bela queda d´água com um poço enorme e excelente para banho. Como é gratuita e bonita está sempre lotada.

Parando na rodovia é só andar 100 m. Há a possibilidade de subir até o mirante- só ir contornando a queda dá água e subir pela mata mais uns 100 m- e você estará no topo da cachu além de ter acesso ao poço atrás da mesma.

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Foto: A bela Cachoeira do Filó vista antes de descer a trilha.

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Foto: Mirante.

5- Trilha do Sol.

  • Entrada: R$ 40,00 (Temporada) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Também uma propriedade particular com ótima infraestrutura, e na minha opinião um dos melhores passeios pela região. As trilhas são lindas, e os três atrativos principais na trilha do sol são: Cachoeira no Limite, Cachoeira do Grito e Poço Dourado. Ahhh há até uma área de nudismo… rs.

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Foto: A parte superior da Cachoeira No Limite.

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Foto: A Cachu com seu poço. Você pode chegar no poço pulando, ou pela mata, uma trilha curta e tranquila.

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Foto: As paredes com estas pedrinhas deixa a trilha para o poço encantado com um visual incrível.

6- Passeio de Lancha nos Canyons.

  • Entrada: R$ 100,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 80,00.
  • Horário: Agendado – das 8h00 às 16h00.
  • Duração do passeio: 2 horas.

Nem preciso discorrer muito sobre este passeio, afinal é o mais procurado de Capitólio e não é atoa, realmente um tour imperdível e onde você realmente terá um contato incrível com o belo lago de furnas.

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Foto: Olha a cor desta água.

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Foto: Só admirando este paraíso.

7- Lagoa Azul

A cachoeira da Lagoa Azul também fica em uma propriedade particular, e você pode chegar até ela por asfalto, ou aproveitar o passeio da lancha para conhecê-la. Geralmente em temporada está sempre lotada, mas o bonito dela mesmo é vê-la vazia, por isso no dia não quis conhecê-la.

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Foto: A Lagoa Azul ficou para uma próximo visita, este lugar deve ser lindo, mas vazio, deste jeito não fiz questão de conhecer não…rs

8- Mirante do Canyon

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Aberto.
  • Duração do passeio: Em torno de 40 min.

É aqui que todo mundo tira as melhores fotos de Capitólio, fácil acesso e trilha super fácil, não há desculpa para não ir até o mirante que está bem ao lado da BR.

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Foto: As fotos clichês de Capitólio.

9- Parque Estadual da Serra da Canastra.

  • Entrada: R$ 10,00.
  • Horário de funcionamento:  8h00 às 18h00 – Sendo que não é permitida entrada após às 16h00.

Um pouquinho distante de Capitólio, mas não deixe de conhecer se gosta de aventura e tiver um tempinho no cronograma. É neste parque que está a segunda em altura e uma das mais belas cachus de Minas Gerais.

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Foto: Vista que temos da pesada trilha para conhecer a Casca d´Anta por cima. Show de paisagem.

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Foto: A Casca d´Anta com 186 metros de queda d´água é a segunda maior cachu de MG, perdendo somente para a Cachoeira do Tabuleiro em Conceição do Mato Dentro.

Todas as dicas e informações necessárias para conhecer o Parque da Serra da Canastra estão no Blog : Aqui.

GOSTOU?? 

Isso é só uma aperitivo, no Quero Mochilar há detalhes sobre as trilhas, como chegar, o que ver, fazer, comer etc, em cada um destes lugares, além de fotos incríveis e um roteiro prontinho dia a dia pronto para imprimir só com o essencial de cada lugar.


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Alemã se desafia a passar o resto da vida com a mesma roupa

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“Colecione momentos e não coisas”. Quem nunca ouviu essa frase e já parou para pensar o quanto (batida, porém) pertinente ela é? Nesta frase cabe um mundo e dentro disso a busca por valorizar o simples e sentir-se bem com ele não se tratando de “viver sem nada” a qualquer custo, é algo mais profundo, talvez um real desejo de mudar.
E as mudanças podem começar com, por exemplo, consumir menos roupa. A alemã Jessica Böhme vive a mais de um ano com dois vestidos pretos co-desenhados por ela, que são combinados com outras poucas peças como casacos e calças. Ela tem dois vestidos para utilizar um, quando o outro está sendo lavado.
Ao Projeto Colabora, uma rede de 240 jornalistas especializados entre outras coisas em sustentabilidade e meio ambiente, Jessica contou que se inspirou quando viu uma entrevista de uma senhora que usava o mesmo vestido há um ano. “Quando comecei a mudar meus hábitos de consumo, eu passei a comprar menos e, se eu comprava algo novo era de uma marca sustentável e justa”.
No seu site ela cita o The Uniform Project, que nasceu em maio de 2009 quando uma garota se comprometeu a usar um vestido preto por 365 dias como um exercício de “moda sustentável”. Este projeto arrecadou US$ 100.000 para a educação de crianças carentes na Índia.
Depois de um ano usando o mesmo vestido, Jessica reiniciou o projeto, mas desta vez “pelo resto da vida”, co-desenhando a peça com um designer em Berlim e com um tecido de longa duração.
Ao todo, incluindo joias, roupas íntimas e acessórios Jessica tem 55 itens no seu guarda-roupa, sem contar com os seus óculos, o item número 56.
A entrevista completa com a alemã pode ser conferida no https://projetocolabora.com.br/consumo/conheca-a-alema-que-se-desafiou-a-passar-o-resto-da-vida-com-a-mesma-roupa/

Mais sobre o projeto pode ser acompanhado em seus site e Instagram.

 

#1dress4life | Foto: @jessica_boehme

Jessica e O vestido | Foto: @jessica_boehme

 

Jessica, O vestido e alguns acessórios | Foto: @jessica_boehme

Fotos: André Groth/Reprodução Instagram @jessica_boehme


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Mapa permite que você conheça seu endereço na Terra milhões de anos atrás

Mochileiros.com

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Quem seriam nossos países vizinhos se os continentes ainda estivessem juntos? A gente já se perguntou isso por aqui, quando mostramos um mapa (que circulou bastante pela internet) do que seria a Pangeia com os países que conhecemos hoje mas o mapa criado pelo engenheiro de software Ian Webster, vai além: no http://dinosaurpictures.org/ancient-earth#240 você pode digitar por exemplo, o nome da cidade onde mora e ver onde ela estava há milhões de anos atrás e porque não, saber que tipo de habitantes havia por ali.
O site faz parte do DinosaurPictures.org, um banco de dados destinado a estudantes, professores, crianças e ou curiosos sobre os dinossauros. É construído com o PaleoDB, um banco de dados científico especializado em paleobiologia formado por centenas de profissionais da área.

Esse pontinho vermelho no mapa é São Paulo há 240 milhões de anos (você pode escolher entre 20 e 750 milhões de anos, no topo da tela do mapa interativo | Foto: Reprodução.

Esta é a representação de um Aeolosauro, que viveu em Sampa (seus fósseis foram encontrados em alguns lugares da Argentina e em São Paulo) há 240 milhões de anos | Foto: Reprodução.

Pensamos num destino que queremos conhecer: as (hoje) ilhas Phi Phi, na Tailândia | Foto: Reprodução.

Com informações do OpenCulture.


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Conheça a mochila ‘flutuante’

Mochileiros.com

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“A inovação mais significativa em mochilas nos últimos 30-40 anos”. Esta é a afirmação do site que anuncia a HoverGlide, uma mochila ‘flutuante’ que promete reduzir “muito” (até 86%!) o impacto da carga nas costas, pescoço, joelhos e tornozelos enquanto você anda ou corre com ela.
O projeto é resultado de um estudo feito em 2006 por fisiologistas da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia (EUA). Especializado no movimento de peixes, o chefe do grupo, o professor de Biologia, Lawrence Rome, explicou à CNN que a mochila segue o mesmo princípio utilizado para o transporte de cargas pesadas em alguns lugares da Ásia: “pessoas tradicionalmente usam longos mastros de bambu e a flexibilidade deles absorve o movimento de subida e descida da pessoa enquanto a carga fica a uma altura constante”.
Difícil a gente entender sem experimentar né? Bem, basicamente a mochila possui um trilho deslizante e um sistema de suspensão de polia que sobe e desce, ficando “livre” enquanto você caminha/corre, por isso ‘flutuante’. No vídeo abaixo é possível ter uma ideia de como o acessório funciona:

Os criadores da HoverGlide lançarão a campanha de financiamento coletivo no site Kickstarter ainda em setembro, promovendo a produção de 4 modelos que variam de 28 a 55 litros. Os usos vão de diário e para estudantes, passando claro, para os de uso diário em viagens, camping e caminhadas, além de uma tática para expedições mais difíceis (os modelos são o Commuter, o Trekker, o Hiker e o Tactical).

Na imagem é possível ver o ‘trilho’ entre as alças e a mochila | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Trekker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Hiker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Tactical’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Commuter’ | Foto: Divulgação.

A mochila promete redução de até 86% do impacto, diminuindo possíveis lesões e facilitando o deslocamento | Foto: Reprodução.

Mais informações podem ser conferidas no https://www.hot-newtech.com/hoverglide/

Com informações de Hot-newtech.com, CNN Travel e Nature.com.


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Como ser um hóspede que deixa saudade

Mochileiros.com

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Por Verônica Souza

Após uma longa espera, o tão desejado sofá apareceu no Couchsurfing – ou em outro site de hospedagem alternativa, ou até mesmo naquela casa de outro colega viajante que você esbarrou por aí – e com a alegria surge o ‘’E agora?’’.
Agora é chegada a hora de dar o próximo passo e se tornar um guest (convidado/hóspede) daquele que deixa saudade ao ir embora e ganhar boas recomendações e, por que não mais sofás, redes e camas nas próximas viagens pelo mundo?
Baseada em experiências de amigos que hospedaram e foram hospedados e nas minhas próprias, seguem alguns pontos a serem levados em conta se você quer ser um hóspede que deixa saudade.

Gratidão antes de chegar

“A gratidão é a virtude das almas nobres” (Frase atribuída a Esopo).
Mande por mensagem um “Obrigada por abrir as portas pra mim”, “Obrigada por aceitar me hospedar”.

Foto sob licença Creative Commons.

Seja organizado

Ao levantar arrume sua cama. Na verdade, o importante é deixar o “teu” local todo limpo e com tudo no seu devido lugar. Pode ser um sofá ou uma barraca, o importante é ter zelo e lembrar sempre de respeitar os hábitos e regras que já existiam ali antes de você chegar.

Foto sob licença Creative Commons.

Presenteie

O orçamento do mochileiro – quase – sempre está sem muita folga, todavia, neste presente o que conta não é o valor monetário e sim o carinho que vem junto com o presente. Precisa dar uma lembrança cara? NÃO! Foque em algo diferente – e barato – que tenha na tua cidade ou estado. Pode ser um doce ou um artesanato, por exemplo.

Alguns presentinhos de alguns lugares do Brasil e do mundo | Foto: Verônica Souza/Arquivo pessoal.

Seja prestativo

Mesmo que os donos do local digam que não é necessário se preocupar com os afazeres domésticos ofereça ajuda. Pode ser ajudar no preparo do almoço, lavar a louça…

Foto sob licença Creative Commons.

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Quem abre a porta para alguém de outro estado ou país quer um retorno chamado bagagem cultural. Deixe um pouco da sua! Conte como é o estilo de vida onde mora, cozinhe uma comida típica e apresente músicas as quais fazem sucesso em sua “casa”. Mesmo quem está viajando pela primeira vez tem muito a dividir.

Foto sob licença Creative Commons.

Gratidão ao sair

Na hora do “good bye”, deixe um bilhete agradecendo a receptividade e os momentos bons com quem te acolheu. Isto faz diferença!

Foto sob licença Creative Commons.


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Festival de Filmes de aventura acontece em setembro em São Paulo

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Por quanto tempo acredita que conseguirá praticar a atividade que você gosta? Até que idade você acredita que consegue fazer uma trilha, uma road trip ou mesmo uma escalada? Se o seu “número mágico” for pequeno, você precisa conhecer a história fantástica do montanhista americano Fred Beckey. Fred praticou a sua atividade preferida, subir montanhas e viver por conta disso, até os 92 anos de idade.

Fred nunca casou, nem mesmo teve filhos e sequer teve um emprego fixo desde os 20 anos de idade. Ele simplesmente se virava da maneira que dava para continuar todo o tempo com a mochila nas costas e improvisando comida, estadia e viagem todo o tempo. Ele é uma figura que as pessoas chamam nos EUA de ‘dirtbag’, e Fred Beckey é considerado o criador e personalizador deste estilo de vida. Um documentário, que teve fundos oriundos de financiamento coletivo para ser realizado, conta a história fantástica de Fred Beckey. O filme, desde o seu lançamento, ganhou todos os prêmios de todos os festivais de filmes que participou.

A oportunidade única de ver este, e outros filmes com a mesma temática, pode ser visto no final de setembro na cidade de São Paulo. A iniciativa é de um festival mexicano de filmes outdoor, chamado Freeman Film Festival que trará para a tela dos cinemas. Para honrar a memória de Fred Beckey, que não era muito chegado a Shopping Centers, os organizadores tiveram o cuidado de exibi-lo em um cinema de rua.

A sala escolhida é uma das salas de cinema mais antigas da cidade, fundado em 1962 e funcionando no mesmo endereço desde então. O evento esta marcado para o dia 27/09/2018 às 20:00H no Cinesala, localizado na Rua Fradique Coutinho, 361 – Pinheiros, São Paulo. Não haverá lugares marcados, portanto quem estiver disposto a assistir o filme no sofá, basta chegar cedo.

Fred Beckey

Junto do filme sobre Fred Beckey, haverá também a exibição de outros filmes, todas produções nacionais. Todos os filmes conterão ‘versões brazucas’ de dirtbags. Pessoas que largaram tudo para viver uma vida dedicada a fazer o que mais gosta. Ao todo serão três filmes, dos mais diversos esportes de montanha. Uma outra atração, para quem quer saber mais sobre empoderamento feminino, é que todos os filmes brasileiros foram produzidos e dirigidos por mulheres.

Os filmes brasileiros possuem títulos bem sugestivos e o objetivo, que não poderia ser diferente, é convidar a todos a refletir sobre suas vidas e siar com a mochila nas costas. Uma das produções de maior destaque é o “Mulheres são Montanhas”, produzido e dirigido pela atriz Renata Calmon. Totalmente ambientado na Serra da Mantiqueira, teve amplo destaque na internet e foi finalizado graças a um dos mais bem sucedidos financiamento coletivos da plataforma brasileira “Catarse”.

Já o filme “Uma aventura como ela é” mostra como um casamento pode transformar a vida através de esportes de aventura. Enquanto todas as pessoas pensam em ir para Paris, perpetuando o clichê de todo filme romântico, Edinho Ramon e Bia Carvalho vão ao interior da França fazer trekking, escaladas e saltos de para-quedas.

O terceiro e último filme é “Bonete – A conquista Brasileira”  que documenta uma história de montanhistas brasileiros, que vivem longe do mainstream, que primeira vez conquistou o cume da quarta mais alta do continente americano. Mais do que um filme, é um documento histórico sobre o montanhismo brasileiro.

Mais informações em: http://freemanfestival.com.br/


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Diamantina é muito mais que um roteiro histórico

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Que a bela cidade histórica mineira de Diamantina é um ótimo destino para relaxar todo mundo já sabe, mas você sabia que além de uma bela arquitetura, ruas de pedras e igrejas deslumbrantes, próximo a cidade há belas cachoeiras e paisagens de tirar fôlego?

Pois então, vamos lá que vou apresentar estes lugares para vocês…

Parque Estadual do Biribibi

Colado na cidade, uma fugidinha de Diamantina para o Biribiri é uma das melhores combinações para o seu roteiro.

Neste parque além de duas cachoeiras de fácil acesso e ótimas para banho, há uma antiga vila têxtil abandonada, que deu lugar a ótimos restaurantes onde você pode provar a deliciosa comida mineira.

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Foto: Cachoeira Sentinela – sem tilha e super rasa.

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Foto: Cachoeira dos Cristais – Melhor poço para banho e trilha curtinha.

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Foto: Vila do Biribiri – lugar ideal para relaxar.

Quer saber mais? —> Roteiro Completo para conhecer o Biribiri.

Conselheiro Mata

A pequena Conselheiro Mata, distrito de Diamantina, merece bem mais que um bate e volta, portanto programe pelo menos dois dias inteiros para este paraíso.

Com seus quase 1.000 habitantes, este ótimo destino para ecoturismo escondido no norte do estado ainda não despontou para o turismo, mas nem por isso duvide de seu potencial.

São mais de 22 cachoeiras catalogadas, além de outras atrações e histórias de discos voadores.

Tem cachoeira para todos os estilos, no meio da mata, com trekking, de fácil acesso, pequenas, grandes… gosto pra tudo, mas na minha opinião as melhores delas são:

Cachoeira das Fadas

Para chegar até a cachoeira, de entrada gratuita, você tem que fazer uma trilha de aproximadamente 2 km (ida e volta), e descer um  pequeno morro, mas o visual vale a pena.

Cachoeira do Telésfoto.

Pra mim este lugar não é só o mais belo da cidade, mas um dos mais do estado.

A cachoeira do Telésforo nem é tão grande ou impressionante, mas o que dá o charme a ela é seu contexto. Rodeada de areia branquinha e uma serra enorme, o conjunto de tonalidades fortes cria uma paisagem incrível. A cachu do Telésforo ainda é ótima para banho e passeios, em família ou com a galera, ou seja, qualquer tipo de viagem.

Foto: Um enorme banco de areia branquinha e uma serra enorme ao fundo.

Foto: Até escorregador natural há aqui… rs.

Quer saber mais? —> Roteiro Completo para conhecer Conselheiro Mata.

É pessoal, as vezes focamos só no essencial de um lugar turístico, mas há sempre muito mais se pesquisarmos. Portanto nunca deixe de explorar e saber mais, pois Diamantina é muito mais que Xica da Silva.

Quem quer saber mais da cidade de Diamantina?

Há um roteiro completo no Quero Mochilar: Roteiro Diamantina.


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Viver fora: um casal mochileiro (brasileiro) no Butão

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Mochileiros no Butão? Talvez essa seja a primeira vez que tenham ouvido essas palavras escritas juntas. Já faz quase um ano que nós do Mochilão a Dois decidimos largar nossa vida no Brasil e embarcar nessa aventura na “Terra da Felicidade”!

Mochileiros no Butão

Ser mochileiro no Butão, para quem não mora aqui, não é a coisa mais fácil do mundo. Primeiramente, o custo antes de vir já é bastante alto e, segundo, é burocrático. (Mas continuem lendo! Existe esperança!)

Mochileiros no Butão

Mas vir para o Butão também é uma das únicas chances que mochileiros tem para se sentirem um pouco como “desbravadores”, ir para um lugar onde muitas pessoas ainda nem sabem localizar em um mapa.

Custos de Uma Viagem Para o Butão

Vir para o Butão requer desembolsar um dinheiro bom:

  • Existe um custo diário de US$250(alta temporada)-US$200(baixa temporada)/noite para visitar o país;
  • Tudo precisa ser feito através de uma agência de turismo local;
  • Você não consegue ir no skyscanner ou expedia e comprar uma passagem para o Butão;

São apenas três pontos importantes, mas que carregam um baita peso na organização de uma viagem.

O Que Está Incluso Na Taxa Diária?

Essa taxa diária é cobrada por todos os turistas internacionais, exceto Indianos. Nela inclui:

  • Imposto para conservação do meio ambiente e educação de US$65/noite;
  • Todas as acomodações em hotel 3 estrelas/homestays/guesthouses;
  • Refeições;
  • Um motorista;
  • Um guia (post).

Mochileiros no Butão

Infelizmente, ter guia não é negociável. Sei que isso não faz o estilo de 90% dos mochileiros do mundo, mas nem tudo é ruim. Através de negociações e boa convivência, guias dão uma certa liberdade para os turistas explorarem alguns lugares sozinhos. Nem tudo é ruim! Ser legal é essencial!

Vale a Pena Vir Como Mochileiros para o Butão

Em uma palavra: Vale! Em duas palavras: Vale MUITO!

O Butão recebe por volta de 150mil turistas por ano. É um país ainda bastante desconhecido pelo resto do mundo e ainda muito inexplorado. Antes de vir pra cá, já tinha visitado 45 países e, em todos, encontrei turistas por todos os cantos. Aqui no Butão, mesmo em alta temporada, você sente que tem o país só para você!

Como disse antes, é um dos únicos e últimos países onde um mochileiro terá essa sensação durante a estadia inteira. Alguns destinos oferecem esse mesmo sentimento, mas nunca dura tanto, pois sempre tem que retornar pra alguma cidade grande no meio. Aqui, mesmo em cidades grandes, é muito difícil trombar com alguem falando alto na sua língua materna, seja ela qual for!

Já fui para Tailândia e Camboja, lugares onde o budismo é uma religião muito forte, mas sempre tive a impressão (talvez bastante verdadeira) de que os templos mais importantes viraram atrações turísticas. No Butão, até o templo mais visitado do país, o Ninho do Tigre (Taktsang), é um templo onde a religião é extremamente levada a sério. Quando mais remoto o lugar onde visitar, mais seriamente a religião é levada. Se decidir ficar ou visitar um monastério, terá que seguir a rotina deles. Nada será feito para acomodar o turista. Tudo é feito para eles. Você será apenas um espectador.

Mochileiros no Butão

O maior festival religioso do Butão, o Paro Tshechu, é um exemplo perfeito. Temos muitos amigos Butaneses que fizeram questão de ir ao festival para serem abençoados pelos rituais e danças de lá. Nada é feito para turistas. O que acontece lá sempre aconteceu desde muito antes do Butão abrir as portas para o turismo, em 1973.

Trilhas no Butão

Butão está, cada vez mais, se tornando um destino para aventureiros e turistas que adoram fazer trilhas e acampar. Trilhas aqui ainda são, em grande parte, quase intocadas. Visitá-las realmente faz com que você se sinta em contato com a natureza, sem lojinhas de conveniência, vendedores te oferecendo água a cada km. Você pode passar dias e mais dias sem contato com ninguém além de quem está no seu grupo. Passar dias sem contato com tecnologia, sem ouvir música, apenas se perder pela natureza e apreciar as paisagens oferecidas pelos Himalaias.

Mochileiros no Butão

Desde quando chegamos aqui, fizemos algumas trilhas, a principal foi a The Owl Trek (Trilha da Coruja). O que vimos mais próximo de civilização foram vilas de pastores de yaks. Vilas itinerantes, sempre a procura de pastos para alimentar seus animais. Isso está se tornando cada vez mais raro, pois pastores estão trocando a vida do campo para tentar a vida na cidade. Será que isso já aconteceu em algum lugar no mundo?

Seu camping pode incluir acampar num monastério, até ficar em um. Acreditem, a experiência é fantástica!

Trilhas no Butão estão inclusas na taxa diária, o que faz essa taxa não ser tão cara assim (ainda sendo cara).

Mochileiros no Butão

São apenas resumos do que mochileiros no Butão podem fazer em uma estadia aqui.

Como Vocês Foram Parar no Butão?

Ótima pergunta! Como disse no começo, visitar o Butão não é a coisa mais fácil de se fazer no mundo. O que fazer quando a oportunidade de morar no país aparece? Temos que abraçá-la, não acham?

Uma coisa que fiz muito na vida, além de viajar, foi estudar. Fiz bacharelado, mestrado, doutorado e licenciatura tudo seguido um do outro. Na minha licenciatura, tive uma co-supervisora que tem laços com escolas de vários lugares do mundo, como Serra Leoa, Papua Nova Guiné, Kênia e o dito cujo: Butão. Sempre fiz muitas perguntas sobre as experiências que ela teve como professora nesses lugares e as histórias sempr eme fascinaram. Terminei a licenciatura, voltei para o Brasil depois de 16 anos morando fora para dar aula em uma das melhores escolas internacionais da América Latina.

Mochileiros no Butão

A vida estava bem tranquila, tudo indo bem e o Butão já não estava mais na minha mente. Até que um dia recebi um email com o final .bt e o li. Estava sendo convidado para uma entrevista para dar aula próximo a Paro. O que fazer agora?

Depois de muitas conversas com a minha esposa, a Liany, que aconteciam depois de toda entrevista (8 entrevistas no total), finalmente me ofereceram o emprego e decidimos tentar! Vale mais a pena se arrepender de fazer do que de não fazer, concordam?

Loucura?

Largamos os nossos empregos. Eu de professor e ela de monitora de pesquisa clínica e para cá viemos. Em breve, completará um ano desde que chegamos aqui. Muitas experiências foram vividas, muitas dificuldades enfrentadas diariamente. Viemos para cá sem sabermos nada sobre o país, sem saber se ia conseguir viver com o salário, sem saber onde iamos morar… foi um baita tiro no escuro, mas fazer o que?

Mochileiros no Butão

Quem já morou fora ou fez intercâmbio sabe como é difícil… podem imaginar como é ir morar num lugar onde nem a sua passagem você pode comprar?


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Comprar dólar parcelado no cartão de crédito vale a pena?

Mochileiros.com

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Será que vale a pena comprar dólar parcelado no cartão de crédito? Confira a resposta para essa questão no decorrer do artigo.

O dólar é a moeda utilizada na taxa de câmbio da maioria dos países, servindo como referência econômica mundial. Aposto que você já viu por aí diversas discussões acerca da moeda estadunidense, não é mesmo?
Seja para viajar ao exterior ou realizar investimentos em médio prazo, o dólar é o mais cotado por economistas e especialistas em finanças.
Por conta disso, veja, abaixo, se vale a pena ou não comprar dólar parcelado no cartão de crédito.

Por que parcelar dinheiro estrangeiro no cartão de crédito?

Ainda como uma novidade oferecida por poucas empresas nacionais, a compra de moedas estrangeiras – em especial o dólar – já é possível ser feita no cartão de crédito. Plataformas especializadas em câmbio, como a Câmbio Store já oferecem esse tipo de serviço para o consumidor, e ainda permitem o parcelamento da compra em até 12x.
O motivo é simples: a maioria das casas de câmbio só aceita pagamentos em dinheiro vivo ou transferência bancária. Se você precisa viajar daqui a 3 dias, por exemplo, e não tem um centavo no bolso, o cartão de crédito seria uma opção.
Sendo assim, você conseguiria aproveitar a viagem tranquilamente, fazer as compras que deseja e só começaria a pagar no próximo mês. Não é incrível?
No caso da Câmbio Store, existe uma facilidade ao comprar dólar parcelado no cartão: a taxa de câmbio fica travada na hora do compra. Ou seja, não tem aquele famoso problema de taxa flutuante!

Na Câmbio Store a taxa de câmbio fica travada na hora da compra, não havendo a temida taxa flutuante | Foto sob licença Creative Commons.

“Usar o cartão de crédito lá fora não é a mesma coisa?”

Não, pois a taxa de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) aplicada na compra com o cartão de crédito internacional do seu banco é maior. Agora, se você comprar o dinheiro em espécie, com o mesmo cartão de crédito, a taxa fica muito menor. Confira:

· IOF aplicado em compras com cartão de crédito internacional: 6,38%
· IOF aplicado em compras com cartão de crédito na Câmbio Store: 1,10%

Outro ponto em questão é que ao comprar dólar parcelado aqui no Brasil, o valor é lançado diretamente na fatura, e você já fica sabendo na hora o quanto tem que pagar. Quando o cartão é usado no exterior, a fatura só chegará no próximo mês, com juros altíssimo.

Qual é o limite de compra?

Em virtude das normas vigentes para operações de câmbio, o limite máximo para comprar moedas estrangeiras parceladas no cartão de crédito é de R$ 10.000,00 por dia. Já quebra um galho, não acha? Se você deseja comprar mais do que este limite, basta dividir o montante total em tranches de até R$ 10 mil por dia.

Pontos negativos de parcelar dólar no cartão de crédito

Nem tudo são mil maravilhas, não é? Comprar a moeda estadunidense parcelada no cartão de crédito implica em alguns custos adicionais. Se a compra for paga no crédito à vista, por exemplo, a taxa de juros seria de 5,7% na Câmbio Store.
À primeira vista, pode até ser um ponto negativo se for comparar com a compra tradicional, com dinheiro em espécie ou TED. No entanto, assim como foi mencionado no tópico acima, se a pessoa precisa urgentemente do dólar e não tem nenhuma opção cabível, usar o cartão de crédito no Brasil para adquirir sua moeda estrangeira pode ser a melhor saída.
O trabalho realizado por algumas empresas, como a Câmbio Store, por exemplo, consiste em facilitar o contato entre o cliente e as corretoras/casas de câmbio. Com isso, fica muito melhor ter acesso a valores melhores e condições especiais de pagamento.

Afinal, vale a pena comprar dólar parcelado?

Levando em consideração os fatores tempo e necessidade, vale muito a pena adquirir a moeda estrangeira parcelado no cartão de crédito. No entanto, a dica principal é PLANEJAMENTO. Consulte as melhores cotações na Câmbio Store, faça uma simulação do quanto vai custar e faça a sua viagem com a cabeça tranquila.

Este é um publieditorial.
Texto: Equipe Câmbio Store.


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