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Como conhecer o Deadvlei – O lugar mais exótico da Namíbia!


ROTEIRO

Mais um dia começava, e lá estava eu esperando meu táxi para o aeroporto Cape Town. Era meu último dia na África do Sul, de onde eu partia levando ótimas lembranças.

Voei pela empresa South Africa Airline até Windhoek, foram em torno de 2 horas de voo até a capital da Namíbia. Um voo tranquilo e sem imprevistos.

Cheguei cedo, às 10h35, cheio de expectativas e ansioso para encontrar Jonas. Ele era o motorista que iria me acompanhar em meu tour pelo país na próxima semana. Peguei seu contato em um site (A Mochila e o Mundo), combinei tudo por facebook e whatsapp (isso mesmo que você leu), e graças a Deus, na hora exata ele estava me esperando, e assim fechamos os últimos detalhes antes de partir.

ESTA É UM PARTE DO POST ORIGINAL DO BLOG QUERO MOCHILAR, PARA SABER MAIS INFORMAÇÕES E CUSTO TOTAL DA VIAGEM, ACESSE O POST COMPLETO E O ROTEIRO DE 15 DIAS PELA AFRICA DO SUL E NAMÍBIA.

Foto: O aeroporto da capital é minúsculo… rs.

Foto: Paisagem do avião: Deserto, deserto e arbustos…

Como foi o combinado: Jonas locou um carro, e ia dirigir para eu e minha amiga por 5 dias pela Namíbia. Nós pagaríamos a locação, a gasolina e o resto era por sua conta. Descrevo melhor este serviço no fim do post, na parte de orçamento.

Nosso combinado era que no primeiro dia iríamos até o Fish River Canyon, o segundo maior canyon do mundo, mas na hora refizemos a programação. Pensamos que ficaria muito corrido, pois era muito longe, e assim mudamos o trajeto, e fomos direto para o famoso cartão postal do país, o Parque Nacional Namib-Naukluft, onde está o Deadvlei.

Neste dia tínhamos uma longa viagem pela frente. Até o parque são 333 km de distância, por estradas na maior parte de terra, uma viagem que leva em torno de 4 a 5 horas.

Para evitar paradas e garantir nossos lanches, antes de ir passamos em um supermercado e compramos nosso suprimentos para os próximos dias como: água, salgados, frios, pães e etc…

 Mapa do nosso trajeto de carro.

Pra mim, que tinha acabado de chegar na Namíbia a viagem foi um passeio a parte. Fui observando cada detalhes, até as estradas.

Foto: Caminho, quase 80% dele é assim.

Há uma parte da viagem que descemos pelas montanhas e temos uma vista incrível, mas no horizonte tem um tipo de nevoeiro, que atrapalha a visibilidade a longo alcance, penso que isso é devido a areia suspensa, mas isso foi eu que deduzi rs.

Foto: Descendo a montanha.

Vale observar que apesar de ser de terra, as estradas eram bem largas e estavam em ótimas condições. E ainda sempre que víamos um posto parávamos para abastecer, pois haviam poucas cidades e postos pelo caminho.

Eu curto muito paisagens e neste trajeto não fechei os olhos por nenhum minuto, estava sempre a procura de animais no meio da vegetação super seca e de paisagens diferentes para fotografar,  as vezes via um babuíno, um antílope, um javali.. e assim ia me divertindo pelo caminho.

Foto: A primeira vez que as vi ao vivo e em liberdade. A Gazela mais disputada no Discovery Channel – Todo mundo quer comê-las… rs.

Foto: Um Oryx correndo na beira da estrada – Também foi a primeira vez que vi este animal incrível.

Às 17h00 chegamos no parque, no Sesriem Campsite. Agora vamos lá…

Foto: Cancela de entrada do parque.

Parque Nacional Namib-Naukluft

Horário de funcionamento: Diariamente. Os visitantes só podem entrar entre o nascer e o pôr do sol ( Geralmente entre: 6h15 às 19h30).

Valor:

  • N$ 80 (R$ 21,73) – Entrada no parque.
  • N$ 10 (R$ 2,72) – Entrada por veículo.
  • N$ 200 (R$ 54,34) – Acampar no interior do parque.

Observações importantes:

1-) Quando você paga a entrada, ela tem um tempo de vigência de 24 horas corridas, mas isso não fica claro. Então cuide de sair de dentro do parque dentro destas 24 horas para não correr o risco de ter que pagar por outra diária.

2-) Você pode sair e voltar dentro deste prazo de vigência de 24 horas quantas vezes quiser, desde que o faça entre o nascer e pôr do sol.

Chegando no parque fomos direto nos acomodar, tínhamos decidido acampar ao invés de lodge por ser mais barato mesmo, os lodges aqui são beeeeem caros. Como não havíamos feito a reserva com antecedência, poucas eram as áreas disponíveis para as barracas e tivemos que ficar em uma área sem iluminação (o lado ruim de não reservar).

Sobre a área de acampamento do parque.

A área de acampamento fica bem próxima a entrada e a recepção, colada no restaurante e loja do parque. A estrutura é boa, as áreas bem demarcadas, com lixeiras e há banheiros masculinos e femininos com banho de água quente.

Se reservar com antecedência você pode escolher uma área com lâmpadas nas árvores. Não há parte cimentada e você já sai do banheiro na areia sujando os pés…rs . Don´t worry and be happy.

Dai você pensa: “Esse louco vai acampar no meio da África sem luz?”… Do not worry mais uma vez meu amigo, aqui nesta região não há felinos predadores… pelo menos nos garantiram e eu acreditei…rs.

Decidido nossa acomodação, pegamos mapas e explicações na recepção do parque e corremos direto para o primeiro passeio, pois como não ficaríamos no outro dia até o pôr do sol, este era o momento de apreciá-lo do alto da duna Elim.

Duna Elim

Distância do Sesriem campsite: 4,7 km – 10 minutos.

Esta é a duna procurada por todos para apreciar o pôr do sol, e realmente observá-lo daqui é especial e imperdível. Só consegue fazer este roteiro quem fica hospedado dentro do parque, pois os portões fecham exatamente na hora que o sol se põe, portanto, mais um motivo para pernoitar pelo menos uma noite aqui.

Saímos tão afobado da recepção por conta do horário, pois tínhamos pouco tempo para subir as dunas antes do sol se por, que acabamos passando a entrada, que está apenas 1,5 km da recepção. Demoramos para perceber, e quando percebemos já estávamos um pouco longe, então voltamos e graças a Deus não perdemos o espetáculo.

Para chegar até lá os primeiros 1,5 km são de asfalto e o restante do caminho de terra, ou melhor, de areia e não há erro, só ir observando o lado direito, que há uma placa, discreta indicando caminho.

Conseguimos chegar com carro baixo, a estrada aqui não é cheia de atoleiros de areia.

Fique atento, pois pelo caminho você pode avistar vários animais, inclusive o Oryx, símbolo do parque.

Quando chegamos lá eu não esperei ninguém, peguei minha máquina e subi correndo igual um doido. Estava com muito medo de perder o espetáculo.

Foto: Estão vendo aqueles pontinhos lá no alto? São pessoas… rs.

A subida da duna completa pode levar até uma hora para algumas pessoas, eu fiz um trecho menor, mas em bem menos tempo também. Lá do alto além do pôr do sol, você ainda tem uma bela visão para as montanhas Naukluf.

Foto: Vista para estrada que chegamos.

Foto: As montanhas Naukluf.

Foto: Ainda tinha bastante chão pelo caminho como podem ver, e o sol já estava descendo.

Não tinha maneira melhor de finalizar este meu primeiro dia na Namíbia. O sol realmente estava incrível, uma bola gigante de fogo no céu. Como escolher uma foto??

Foto: Desaparecendo a enorme bola de fogo.

Foto: Sem zoom…

Passeio feito, voltamos para o camping. Acredita que atolamos no areão na área das barracas (rs). Pra vocês verem, que até lá, há trechos ruins para carro baixo.

Problema resolvido, foi hora de armar as barracas com a luz do carro, tomar aquele banho pra tirar a sujeira, comer nossas guloseimas e descansar, que o outro dia seria dedicado a conhecer o lugar que me trouxe para o país.

Foto: Bebendo vinho fino da Groot Constantia de Cape Town e comendo “tranqueiras”…rs.

Dia 15 – 10/09/2017

O dia começou cedo, ás 6h00 já estava de pé, pronto para ver o sol nascer da Duna 45, outra atração que só tem acesso quem dorme no parque.

Café da manhã tomado, partimos rumo a duna…

Duna 45

Distância do Sesriem Campsite: 45 km – 1 hora. Mesmo sendo asfalto o trajeto até lá, não podemos correr muito devido risco de animais na pista.

O trajeto do Sesriem Gate até a duna ser de 45 km não é coincidência, e é por causa desta distância que ela foi batizada com este nome.

Chegar até lá é fácil, a estrada é toda asfaltada e ela fica bem ao lado esquerdo do asfalto, portanto não precisa pegar nenhum trecho de areia e chega com carro normal tranquilamente.

A duna é enorme e linda, aliás, espetacular. E é daqui que os visitantes do parque veem mais um dia começar na Namíbia.

Foto: Vamos começar a caminhada?

Foto: Bem ao lado da duna tem esta árvore bem exótica, que dá ótimas fotos.

Em torno das 7 horas eu já estava lá. O  dia já tinha luz, mas o sol ainda não tinha dado o ar da graça. O horário de aparecer é às 7h45, o que foi tempo suficiente para subir até o topo da duna. Em relação ao topo, não parece muito quando falamos dele em números, pois está a 150 metros do chão, mas quando estamos lá no alto temos uma visão incrível do parque e parece que estamos bem mais altos.

Foto: Estacionamento visto lá do alto da duna.

Lá do alto podemos perceber que não é a toa que esta é a duna mais fotografada do mundo. Formato, cor, paisagem, todo este conjunto a torna algo realmente pra lá de especial.

Foto: Sol nascendo…

Sol já no alto em força total para nos fritar, chegou a hora de seguir em frente…

Da Duna 45, podemos seguir na mesma estrada para conhecer o Deadvlei e Soussvlei, portanto combinação perfeita.

Só que agora temos que abandonar nossos carros.

Para chegar até esta parte do parque somente em veículos 4×4, e não é só isso, o motorista tem que ter muita experiência mesmo com este tipo de veículo. A estrada de areia é monstruosa, e de arrepiar mesmo. Não é qualquer um que passa não. Tem muito “neguim” que arrisca e fica pelo caminho dando trabalho para equipe do parque no atoleiro de areia.

Foto: Um exemplo!

O ideal mesmo é parar o carro no estacionamento, que é o ponto final da estrada de asfalto, e pegar o veículo oficial do parque que leva até lá.

Entrada para o Deadvlei e Soussvlei

Distância do Sesriem Campsite: 61 km – 1h e 20 minutos + 6 km com veículo oficial – 20 minutos.

Transporte: A cada 10/15 minutos (tanto no início quanto no fim do trajeto).

Valor: N$ 150 (R$ 40,75)

Aqui é onde ficam todos os veículos que não são 4 x 4, e onde pegamos o transporte até as atrações.

Foto: Estacionamento dos carro, o trator que nos puxa até as atrações no areão e a casa onde vendem os ingresso.

Foto: Mais um habitante do deserto dando o ar da graça.

Deixamos nosso veículo, compramos nossas passagem e lá fomos nós sacolejando pela areia. São apenas 6 km, mas demora em torno de uns 20 minutos, e como chacoalha, tem hora que parece até que vai atolar ou tombar…rs, ahhh e como faz calor… rs.

Agora vamos lá para as atrações neste trajeto.

Deadvlei

Este como disse, é o lugar que me trouxe até aqui, e onde eu mais queria pisar. O Deadvlei fica no primeiro ponto de parada. Aqui descemos, pegamos uma trilha junto com a multidão e vamos ao encontro do cenário com as árvores secas.

Foto: Tudo muito simples… evite passar mal…rs.

São aproximadamente 15 minutos de caminhada. Eu desviei a duna para ir e na volta voltei por ela. A caminhada é debaixo de um sol forte, e bem puxada, pois os pés vão afundando na areia, mas vale cada gota de suor.

Foto: Podemos ir subindo a duna, ou contornando.

E afinal, o que é o Deadvlei…

O nome Deadvlei significa “pântano morto” e remete à época em que esta área era um lugar fértil, banhado pelo rio Tsauchab. Hoje o lugar é apenas uma bacia de argila branca rodeada por dunas enormes de um tom amarelado/avermelhado, e neste mesmo chão branco estão centenas de árvores secas, que segundo estimativas tem mais de 1.000 anos.

Foto: Quase chegando… ufa!! Uma sombra, mesmo que de duna…rs.

Foram as freqüentes enchentes que trouxeram esta argila e criou um ambiente propício para que algumas espécies de árvores aqui se desenvolvessem. E a história desta formação é a seguinte: Com o passar dos anos, na época que ocorriam as enchentes, começaram a aparecer as dunas, o que impediu a chegada da água até o local, provocando a morte das árvores. Para completar o cenário inóspito, a falta de umidade ocasionada pela barreira criada pelas dunas e o calor da região, fizeram as árvores secarem por completo e hoje elas são consideradas até petrificadas de tão secas. Ainda esta falta de umidade, que é extremamente baixa por aqui, impede que elas apodreçam garantindo para nós essa visão deslumbrante.

Quando cheguei fiquei um tempo admirando, queria registrar cada detalhe. Sem dúvida este foi um dos cenários mais incríveis que meus olhos já viram.

Foto: Paisagens exóticas não?

Foto: Quais árvores escolher para minha fotos??

Foto: É proibido subir nas árvores ou até mesmo tocá-las. Seria uma pena quebrá-las, não é mesmo? Mas não se espante, tem gente que por uma foto, faz essa enorme falta de respeito com esse patrimônio incrível.

Foto: Admire-as assim: Só olhando.

Foto: Como estava quente e eu suado…rs.

Após as fotos, fui subir a Duna – Big Daddy – para fotografar lá do alto.

Big Daddy

Esta é uma das maiores dunas do mundo, com 325 metros de altura e só perde para a Duna 7, em Walvis Bay também na Namíbia, com 340 metros. É esta duna que separa o Sossusvlei e Deadvlei.

Não subi ela inteira, mas boa parte, somente para voltar para o estacionamento por outro trajeto, e é bem cansativo, mas lá do alto temos uma vista incrível do vale.

Foto: A visão daqui do alto é show de bola!

Foto: O estacionamento do Deadvlei, pra onde eu voltaria – Vista do alto da duna.

Terminado o primeiro passeio, fiz uma confusão, e voltei do Deadvlei para o estacionamento, e só depois descobri que tinha mais pra ver naquele trajeto onde estava, o Soussvlei. Então, conversei no transporte para não pagar novamente e voltei para ir neste segundo ponto.

Sacolejei tudo novamente, passei pela parada que vai para o Deadvlei, não desci, aguardei o transporte lotar novamente e então segui para a segunda parada.

Sossusvlei

O Sossusvlei fica no ponto final da estrada e é um vale rodeado por dunas avermelhadas. Acaba que seu nome é usado para identificar toda esta área que abrange as principais atrações: Big Daddy e Deadvlei.

Foto: Ponto de chegada.

Este local é também formado por uma grande concentração de sal e argila trazidas pelo Rio Tsauchab durante as enchentes, o mesmo que criou o Deadvlei. Estas enchentes não acontecem com frequência, e quando ocorre, em intervalos de 5 e 10 anos, a água é drenada por entre as Dunas, por isso o nome do lugar: “Sossus”, lugar sem saída e também por isso ainda aqui há algumas árvores com vida.

Foto: Paisagens.

Foto: O pessoal á no alto encarando a longa caminhada na duna mais alta do parque.

Foto: A vida persiste por aqui.

Lugar conhecido, mais belos registros feitos, voltamos então para o camping…

Ainda pelo caminho há mais uma atração, que acabamos não conhecendo, mas vimos sua entrada.

Hiddlenvlei

Só vi o caminho para o Hiddlenvlei, e já tinha andando tanto que não quis me aventurar no meio do deserto próximo às 11h00 por mais 2 km ( 4 km ida e volta).

Este é um lugar pouco visitado, portanto sem aquela muvuca de gente.

Para chegar até lá há uma trilha indicada por pequenos postes de madeira. Não sei falar se compensa a paisagem, ainda mais depois de ver o melhor do parque, mas se tiver disposição e tempo, por que não arriscar, não é mesmo??… rs.

Daqui, voltamos para desfazer nossas barracas, arrumamos nosso carro para a viagem e seguimos para o último passeio.

Sesriem Canyon

Este canyon esta do lado de fora do parque, mas bem pertinho, a aproximadamente 4,5 km do portão de entrada.

Formado também pelo rio Rio Tsauchab , este é um canyon pequeno com um pouco mais de 1 km de extensão, e profundidade de 30 a 40 metros. Sua formação data de 2 a 4 milhões de ano atrás, e seu nome, de origem Africanês, significa seis (ses) tiras de couro (riem), uma relação para dizer como eram coletado água aqui, que eram necessárias 6 cordas de boi para alcançar sua água com um balde.

Foto: Observando o canyon por cima.

Mesmo sendo pequeno e não ser tão belo quanto as dunas de areias enormes do parque, penso que vale a pena a visita aqui.

Além de gratuito, é muito interessante observar esta formação e ver o encaixe das pedras e as diferentes formações rochosas. Desça e explore um pouco o lugar!

Foto: Dentro do Canyon – O acesso é fácil.

Foto: As vezes eu empolgo…rs.

Foto: Passe um tempo andando por ele, fará fotos lindas.

Foto: Olhe de perto. Que loucura de formação, não é?

Daqui fomos para Okahandja, a cidade do nosso motorista Jonas, e dormimos na sua casa, conhecemos seus amigos e foi uma noite bem agradável, que terminei assistindo novela indiana…rs. Acabou que dormimos cedo, pois no próximo dia iriamos sair de madrugada para uma outra visita especial. A Tribo Himba.

LIÇÕES APRENDIDAS.

1- Se for de carro partindo de Windhoek, abasteça sempre que ver um posto, pois há poucos pelo caminho.

2- Chegar de carro baixo no parque, até que chega sem problemas, mas lá dentro tem uns trechos que é bom evitar. Pergunte sempre na recepção.

3- Na entrada do Parque há um mini mercado, um restaurante e um posto de combustível.

4- Os lodges saem em torno de  N$ 1.650 (R$ 448,00) por pessoa, opção para quem deseja mais conforto. Nas intermediações do parque há muitos deles.

5- Uma das vantagens de quem decidir dormir dentro do parque é que você pode ter acesso as dunas uma hora antes da abertura dos portões e ficar lá depois que fecham. E somente assim para ver o pôr do sol na Duna Elim e o nascer do sol no dia seguinte na Duna 45.

6- Pra quem for ficar mais que um dia há outro camping, o Sossus Oásis Conveniência e Camping. Se eu voltasse o tempo, ficaria um dia em cada um, para curtir mais este belo parque, que ficou pela metade.

7- Mesmo que subir as dunas descalço seja bem melhor, as vezes a areia pode ser bem quente, portanto, sempre vá com um calçado. Prefira calçados fechado, pois chinelos pode queimar os pés do mesmo jeito.

8- Independente da época do ano leve sempre um agasalho, pois mesmo no verão a noite pode ter uma temperatura que exija uma roupa mais quente. Já no inverno faz frio mesmo e com certeza você irá precisar.

9- Se for acampar leve uma lanterna, será bem útil.

10- Se for subir a Duna 45, chegue pelo menos 30 minutos antes do nascer do sol. Ele nasce às 7h45.

11- Pessoal, não é fácil visitar o deserto de baixo daquele sol, portanto, programe-se sempre para visitar as dunas o mais cedo possível e evitar o horário das 11h00 às 14h00.

12- Quem quiser optar por ir andando para o Deadvlei e Soussvlei, ao invés de pagar o veículo: Pode. Boa sorte para encarar o sol… rs.

13- Céu de estrelas: Não deixe de curtir o céu durante seu acampamento. Céu de deserto é algo incrível.

ESTA É UM PARTE DO POST ORIGINAL DO BLOG QUERO MOCHILAR, PARA SABER MAIS INFORMAÇÕES E CUSTO TOTAL DA VIAGEM, ACESSE O POST COMPLETO E O ROTEIRO DE 15 DIAS PELA AFRICA DO SUL E NAMÍBIA.

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