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Do Brasil para a Itália. Uma casa longe de casa

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Quando Thiago encontrou um emprego em Milão através do Jobbatical ano passado, ele não esperava encontrar a amabilidade do Brasil nas ruas da Itália. Mas alguns meses após a mudança, ele já está ocupado aprendendo italiano, explorando Milão e abraçando novos desafios na sua vida e carreira. Aqui está uma visão mais detalhada do que ele tem feito na Itália!

O que fez você querer um emprego através do Jobbatical?

Eu estava um tanto entediado no meu emprego anterior, e eu realmente não queria apenas mudar para um outro emprego onde eu faria exatamente as mesmas coisas que antes. Então eu decidi fazer algo completamente diferente e pesquisar por empregos em outros países.

O que você sabia sobre Milão antes de se mudar? A realidade alcançou as suas expectativas?

Eu nunca havia estado em Milão, mas eu havia ido para a Itália uns meses antes, e eu amei a experiência: as pessoas, a comida, os prédios, os parques… e Milão não era diferente do que eu havia visto. É uma cidade muito charmosa!

Houve algo que te surpreendeu com relação à nova cultura?

Uma coisa que me surpreendeu é que os italianos são muito amigáveis e engraçados. E isso inclui tanto os meus colegas na Walletsaver, quanto pessoas desconhecidas: é normal que pessoas comecem a conversar contigo na fila do supermercado, ou enquanto tomam um café na padaria. Isso faz com que eu me sinta em casa.

Quais são as suas coisas favoritas sobre o novo lugar, e o que tem sido desafiante?

Milão é um ótimo lugar pra trabalhar. A cidade não é muito grande, o transporte público é ótimo, o clima frio é perfeito para longas caminhadas com a minha esposa. Sem mencionar a culinária italiana que é tão diversa! A única parte difícil é não falar italiano (ainda), mas isso é algo no qual eu estou trabalhando.

Você pode nos dizer uma coisa que você aprendeu com os seus colegas, e uma coisa que você apresentou a eles?

Essa troca acontece o tempo todo. Quando eu comecei, a empresa estava lançando o nosso produto no Brasil, e eu fiquei feliz em ajudá-los a entender como as coisas funcionam lá e como nós precisaríamos adaptar o nosso produto. Como é a minha primeira experiência trabalhando em uma startup, estou aprendendo muitas coisas práticas sobre financiamento, programas de aceleração e validação de ideias.

O que é diferente neste emprego do Jobbatical comparado com outras experiências de emprego que você teve?

Apesar de eu ter trabalhado em empresas menores, esta é a primeira vez que eu estou trabalhando em uma startup realmente escalável, e é também a primeira vez que eu estou morando no exterior. É uma experiência totalmente nova, que te faz começar a ser mais aberto a mudanças, a testar novas coisas. E este é um comportamento importante que todos deveriam melhorar constantemente nas suas vidas profissionais.

Como você acha que essa experiência vai beneficiar a sua carreira à longo prazo?

Já está beneficiando a minha carreira. Eu estou mais motivado do que nunca, ainda mais aberto a mudanças e abraçando a diversidade de opiniões. Os desafios técnicos são bons também, e as necessidades da empresa te fazem descobrir novas soluções diariamente.

Que conselho você daria para alguém considerando um emprego através do Jobbatical?

Faça isso. Escolha aquele país onde você sempre quis morar, escolha um emprego e vá. Descobrir as diferenças entre a sua vida atual e a vida em outro país não tem preço. E a nova experiência certamente irá te fazer um melhor profissional.

Mas não esqueça de conferir a legislação para estrangeiros – se é preciso um visto e como conseguí-lo, impostos e custo de vida. A empresa contratante deve estar aberta para ajudá-lo com isso também, e é por isso que o Jobbatical é um ótimo lugar para se procurar por emprego: a maioria das empresas listadas lá já estão dispostas a ajudar com estas questões.

O que você mais sentou necessidade de trazer de casa?

Minha esposa. A única parte difícil sobre conseguir um emprego com o Jobbatical é ficar tão longe da família, e a minha esposa me apoiou ao vir comigo. Isso é algo que eu não encontraria em nenhum outro lugar do mundo.

O que você gostaria de levar de Milão?

Eu certamente levarei comigo muitas memórias, experiências e conhecimento. Mas para ser mais concreto, eu adoraria levar o Duomo di Milano comigo. É realmente bonito!

Curioso para encontrar um emprego com o Jobbatical? Aqui estão algumas empresas que estão contratando agora mesmo – https://jobbatical.com/explore

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Capitólio – O mar de Minas em um roteiro completo

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Capitólio tem sido o destino de ecoturismo mais procurado atualmente.

A região do lago de furnas é repleta de belas cachoeiras, balneários, lagos de cor esmeralda e paisagens incríveis, sendo um destino ideal para quem quer aventura e contato com a natureza.

Muita coisa podemos fazer por aqui, mas o que é imperdível? O que não podemos deixar de fazer? Quantos dias ficar?

 Listei 9 lugares que recomendo e em resumo o que é cada um deles.

Quer mais detalhes?

No www.queromochilar.com.br há mais informações e um roteiro prontinho para Capitólio, com custo, dicas de economia e hospedagem, passe lá pra conferir.

1- Morro do Chapéu

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Umas 3 horas – Contando deslocamento e caminhada.

O Morro do Chapéu é um mirante natural a 1.293 metros de altitude de onde podemos aproveitar um belo visual do ”Mar de Minas”. A vista do lago de Furnas daqui é incrível.

O acesso é por estrada de terra e não tão fácil e temos que fazer um percurso morro acima a pé, mas o visual compensa.

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Foto: Estrada de terra, de acesso ruim e trilha para quem quer caminhar um pouco e evitar problemas com carro… rs.

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Foto: Vista para o lago de furnas.

2- Cascata Ecopark.

  • Entrada: R$ 35,00 – Preço temporada; Preço normal R$ 30,00.
  • Horário: 9h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Recomendo 4 horas – Mas pode-se ficar lá o dia todo.

Essa é uma propriedade particular. Aqui há uma trilha curta e de fácil acesso, onde começamos passando pela parte de cima das cachoeiras e chegamos a um mirante para os Canyons e depois vamos a duas quedas d´água onde é possível banho de cachoeira, o lado ruim é que não há poços com boa quantidade de água para banho.

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Foto: Já em frente ao restaurante temos acesso a esta Cachu, onde na verdade era nosso último ponto da trilha.

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Foto: Esta Cachu é a mesma da primeira foto, só que vista por baixo. Aqui o poço não é profundo para banho, ele é mais para admirarmos mesmo. Ah, cuidado que o caminho aqui é bem escorregadio.

3- Paraíso Perdido.

  • Entrada: R$ 40,00 (carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

O Paraíso Perdido também é uma propriedade particular e tem uma excelente estrutura, com um ótimo restaurante e instrutores para todo lado para alertarmos de perigo.

Havia lido que aqui havia 18 piscinas naturais e 8 quedas, eu paguei R$ 40,00 e vi 3 quedas ( não sei como contam 8 ). Pelo que eu vi, as quedas estão todas no mesmo percurso e não são grandes, é uma quase grudada na outra e também considerei só dois poços naturais, confesso que fiquei decepcionado com este lugar e pelo que lia achava que seria o melhor de todos, mas não foi.

Foto: Subindo rumo ao melhor poço para banho.

Foto: A água estava gelada de dar câimbra e dor de cabeça, e o corpo não acostumava, mas não resisti, já molhei de uma vez só….rs.

4- Cachoeira do Filó.

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Uma bela queda d´água com um poço enorme e excelente para banho. Como é gratuita e bonita está sempre lotada.

Parando na rodovia é só andar 100 m. Há a possibilidade de subir até o mirante- só ir contornando a queda dá água e subir pela mata mais uns 100 m- e você estará no topo da cachu além de ter acesso ao poço atrás da mesma.

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Foto: A bela Cachoeira do Filó vista antes de descer a trilha.

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Foto: Mirante.

5- Trilha do Sol.

  • Entrada: R$ 40,00 (Temporada) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Também uma propriedade particular com ótima infraestrutura, e na minha opinião um dos melhores passeios pela região. As trilhas são lindas, e os três atrativos principais na trilha do sol são: Cachoeira no Limite, Cachoeira do Grito e Poço Dourado. Ahhh há até uma área de nudismo… rs.

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Foto: A parte superior da Cachoeira No Limite.

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Foto: A Cachu com seu poço. Você pode chegar no poço pulando, ou pela mata, uma trilha curta e tranquila.

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Foto: As paredes com estas pedrinhas deixa a trilha para o poço encantado com um visual incrível.

6- Passeio de Lancha nos Canyons.

  • Entrada: R$ 100,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 80,00.
  • Horário: Agendado – das 8h00 às 16h00.
  • Duração do passeio: 2 horas.

Nem preciso discorrer muito sobre este passeio, afinal é o mais procurado de Capitólio e não é atoa, realmente um tour imperdível e onde você realmente terá um contato incrível com o belo lago de furnas.

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Foto: Olha a cor desta água.

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Foto: Só admirando este paraíso.

7- Lagoa Azul

A cachoeira da Lagoa Azul também fica em uma propriedade particular, e você pode chegar até ela por asfalto, ou aproveitar o passeio da lancha para conhecê-la. Geralmente em temporada está sempre lotada, mas o bonito dela mesmo é vê-la vazia, por isso no dia não quis conhecê-la.

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Foto: A Lagoa Azul ficou para uma próximo visita, este lugar deve ser lindo, mas vazio, deste jeito não fiz questão de conhecer não…rs

8- Mirante do Canyon

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Aberto.
  • Duração do passeio: Em torno de 40 min.

É aqui que todo mundo tira as melhores fotos de Capitólio, fácil acesso e trilha super fácil, não há desculpa para não ir até o mirante que está bem ao lado da BR.

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Foto: As fotos clichês de Capitólio.

9- Parque Estadual da Serra da Canastra.

  • Entrada: R$ 10,00.
  • Horário de funcionamento:  8h00 às 18h00 – Sendo que não é permitida entrada após às 16h00.

Um pouquinho distante de Capitólio, mas não deixe de conhecer se gosta de aventura e tiver um tempinho no cronograma. É neste parque que está a segunda em altura e uma das mais belas cachus de Minas Gerais.

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Foto: Vista que temos da pesada trilha para conhecer a Casca d´Anta por cima. Show de paisagem.

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Foto: A Casca d´Anta com 186 metros de queda d´água é a segunda maior cachu de MG, perdendo somente para a Cachoeira do Tabuleiro em Conceição do Mato Dentro.

Todas as dicas e informações necessárias para conhecer o Parque da Serra da Canastra estão no Blog : Aqui.

GOSTOU?? 

Isso é só uma aperitivo, no Quero Mochilar há detalhes sobre as trilhas, como chegar, o que ver, fazer, comer etc, em cada um destes lugares, além de fotos incríveis e um roteiro prontinho dia a dia pronto para imprimir só com o essencial de cada lugar.


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Alemã se desafia a passar o resto da vida com a mesma roupa

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“Colecione momentos e não coisas”. Quem nunca ouviu essa frase e já parou para pensar o quanto (batida, porém) pertinente ela é? Nesta frase cabe um mundo e dentro disso a busca por valorizar o simples e sentir-se bem com ele não se tratando de “viver sem nada” a qualquer custo, é algo mais profundo, talvez um real desejo de mudar.
E as mudanças podem começar com, por exemplo, consumir menos roupa. A alemã Jessica Böhme vive a mais de um ano com dois vestidos pretos co-desenhados por ela, que são combinados com outras poucas peças como casacos e calças. Ela tem dois vestidos para utilizar um, quando o outro está sendo lavado.
Ao Projeto Colabora, uma rede de 240 jornalistas especializados entre outras coisas em sustentabilidade e meio ambiente, Jessica contou que se inspirou quando viu uma entrevista de uma senhora que usava o mesmo vestido há um ano. “Quando comecei a mudar meus hábitos de consumo, eu passei a comprar menos e, se eu comprava algo novo era de uma marca sustentável e justa”.
No seu site ela cita o The Uniform Project, que nasceu em maio de 2009 quando uma garota se comprometeu a usar um vestido preto por 365 dias como um exercício de “moda sustentável”. Este projeto arrecadou US$ 100.000 para a educação de crianças carentes na Índia.
Depois de um ano usando o mesmo vestido, Jessica reiniciou o projeto, mas desta vez “pelo resto da vida”, co-desenhando a peça com um designer em Berlim e com um tecido de longa duração.
Ao todo, incluindo joias, roupas íntimas e acessórios Jessica tem 55 itens no seu guarda-roupa, sem contar com os seus óculos, o item número 56.
A entrevista completa com a alemã pode ser conferida no https://projetocolabora.com.br/consumo/conheca-a-alema-que-se-desafiou-a-passar-o-resto-da-vida-com-a-mesma-roupa/

Mais sobre o projeto pode ser acompanhado em seus site e Instagram.

 

#1dress4life | Foto: @jessica_boehme

Jessica e O vestido | Foto: @jessica_boehme

 

Jessica, O vestido e alguns acessórios | Foto: @jessica_boehme

Fotos: André Groth/Reprodução Instagram @jessica_boehme


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Mapa permite que você conheça seu endereço na Terra milhões de anos atrás

Mochileiros.com

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Quem seriam nossos países vizinhos se os continentes ainda estivessem juntos? A gente já se perguntou isso por aqui, quando mostramos um mapa (que circulou bastante pela internet) do que seria a Pangeia com os países que conhecemos hoje mas o mapa criado pelo engenheiro de software Ian Webster, vai além: no http://dinosaurpictures.org/ancient-earth#240 você pode digitar por exemplo, o nome da cidade onde mora e ver onde ela estava há milhões de anos atrás e porque não, saber que tipo de habitantes havia por ali.
O site faz parte do DinosaurPictures.org, um banco de dados destinado a estudantes, professores, crianças e ou curiosos sobre os dinossauros. É construído com o PaleoDB, um banco de dados científico especializado em paleobiologia formado por centenas de profissionais da área.

Esse pontinho vermelho no mapa é São Paulo há 240 milhões de anos (você pode escolher entre 20 e 750 milhões de anos, no topo da tela do mapa interativo | Foto: Reprodução.

Esta é a representação de um Aeolosauro, que viveu em Sampa (seus fósseis foram encontrados em alguns lugares da Argentina e em São Paulo) há 240 milhões de anos | Foto: Reprodução.

Pensamos num destino que queremos conhecer: as (hoje) ilhas Phi Phi, na Tailândia | Foto: Reprodução.

Com informações do OpenCulture.


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Conheça a mochila ‘flutuante’

Mochileiros.com

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“A inovação mais significativa em mochilas nos últimos 30-40 anos”. Esta é a afirmação do site que anuncia a HoverGlide, uma mochila ‘flutuante’ que promete reduzir “muito” (até 86%!) o impacto da carga nas costas, pescoço, joelhos e tornozelos enquanto você anda ou corre com ela.
O projeto é resultado de um estudo feito em 2006 por fisiologistas da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia (EUA). Especializado no movimento de peixes, o chefe do grupo, o professor de Biologia, Lawrence Rome, explicou à CNN que a mochila segue o mesmo princípio utilizado para o transporte de cargas pesadas em alguns lugares da Ásia: “pessoas tradicionalmente usam longos mastros de bambu e a flexibilidade deles absorve o movimento de subida e descida da pessoa enquanto a carga fica a uma altura constante”.
Difícil a gente entender sem experimentar né? Bem, basicamente a mochila possui um trilho deslizante e um sistema de suspensão de polia que sobe e desce, ficando “livre” enquanto você caminha/corre, por isso ‘flutuante’. No vídeo abaixo é possível ter uma ideia de como o acessório funciona:

Os criadores da HoverGlide lançarão a campanha de financiamento coletivo no site Kickstarter ainda em setembro, promovendo a produção de 4 modelos que variam de 28 a 55 litros. Os usos vão de diário e para estudantes, passando claro, para os de uso diário em viagens, camping e caminhadas, além de uma tática para expedições mais difíceis (os modelos são o Commuter, o Trekker, o Hiker e o Tactical).

Na imagem é possível ver o ‘trilho’ entre as alças e a mochila | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Trekker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Hiker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Tactical’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Commuter’ | Foto: Divulgação.

A mochila promete redução de até 86% do impacto, diminuindo possíveis lesões e facilitando o deslocamento | Foto: Reprodução.

Mais informações podem ser conferidas no https://www.hot-newtech.com/hoverglide/

Com informações de Hot-newtech.com, CNN Travel e Nature.com.


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Cerveja Artesanal: 12 ao redor do mundo que vale a pena visitar

Das Trips

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Desde pequena fui doutrinada a estudar bastante para tirar boas notas, ingressar em uma faculdade renomada, construir carreira em uma grande empresa, crescer, crescer, crescer! Atingir certo status significaria felicidade. E lá estava eu, expatriada em Nova Iorque pela multinacional dos meus sonhos universitários, com uma carreira em finanças promissora. No entanto, me sentia incompleta, consumida em incertezas, estressada com as longas jornadas de trabalho, apática às conquistas e muito impaciente.

Cervejeira caseira, decidi então profissionalizar um hobby e apostar na paixão pela cerveja, largando tudo o que havia conquistado ao longo desses 10 anos de carreira e uma vida de dedicação. Continuar na inércia seria como um amante de cervejas especiais ignorar os outros estilos existentes e beber apenas Heineken – uma cerveja American Premium Lager de qualidade, equilibrada, com boa drinkability e um interessante amargor de lúpulo.

Contudo, estaria perdendo a explosão de aromas de uma IPA, o mistério de uma Saison, a vivacidade de uma Sour e o conforto que só uma Stout pode trazer.

A minha meta do sabático cervejeiro é conhecer o maior numero possível de cervejarias, brewpubs e cervejas no Brasil e no mundo, na esperança de que ao descobrir novos sabores e lugares vou me surpreender e me encontrar também.

De março de 2014 até agora, já visitei mais de 150 cervejarias e brewpubs(que produzem e vendem a bebida no próprio local) em mais de 20 países, com direito à degustação de acima de 2.000 rótulos.

E aí vão as 12 melhores cervejarias que visitei nesse período:

1. Denali Brewing Co, Alaska, EUA

A cervejaria está inserida em meio a um cenário mágico das paisagens do Alaska, com seus fiordes e geleiras deslumbrantes. Confesso que não esperava encontrar cervejas tão boas em Talkeetna, uma cidade de 700 habitantes! Minha favorita foi a sazonal Slow Down Brown, marrom escura, corpo alto, sabor intenso de chocolate, malte e avelã.  Super aromática, leva adições diversas especiarias como cominho, coentro, erva-doce, cardamomo cravo e pimenta de Caiena e canela. E ainda de quebra, a viagem terminou com as luzes da Aurora Boreal brilhando majestosamente na noite escura. Para mim elas pareciam estar dançando, mas isso pode ser pelos 8 pints que tomei!

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2. Funky Buddha, Florida, EUA

A Funky Buddha é um brewpub descontraído e agitado, com cervejas curiosas e de ótima qualidade. Seu maior atrativo é a audácia de suas receitas, que trazem sabores jocosos e tentadores. É possível encontrar cervejas arrojadas como a ‘Piña Colada Wheat Ale’, com infusão de coco e abacaxi em natura e a ‘Tell Reece Peanut Butter Cup Brown Ale’, com aroma e sabor do chocolate da empresa Hershey’s. Além de várias outras inusitadas como a de batata doce & mashmallow, torta de maçã, e uma que leva pepino em sua composição.

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3. Altstadthof, Nuremberg, Alemanha

A parte mais interessante da visita a Altstadthof são os impressionantes 25.000 metros quadrados, distribuídos em 4 andares de cellars (adegas), a quase 20 metros de profundidade. Foram construídos desde o século 14, com o intuito de armazenar cerveja. Lá, soube que, no ano de 1380, havia uma lei pela qual todos que quisessem produzir e servir cerveja deveriam ter um cellar para melhor acondicionar a bebida. Durante a Segunda Guerra Mundial, esses espaços se tornaram exemplos concretos de que cerveja salva vidas: em cidades na Alemanha devastadas por bombardeios, a mortalidade atingiu em média 40 a 50 mil pessoas. Em Nuremberg, estima-se que cerca de 6.000 pessoas morreram, número bastante inferior à média nacional, devido à proteção dos cellars de cerveja!

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4. Pilsener Urquell, Plzen, República Tcheca

Tomar a primeira Pilsen do mundo, feita da mesma forma há 172 anos, antes do processo de filtração? Somente visitando a Pilsener Urquell em Plzen na República Tcheca! “Urquell” em alemão ou “Prazdroj” em tcheco, ambos significam “a fonte ancestral”. Isso porque a Urquell foi a primeira cerveja do estilo Pilsen – de baixa fermentação, coloração clara – produzida no mundo em 1842 pelo mestre cervejeiro Josef Groll e mantém até hoje suas tradições.

Atualmente, cerca de 70% de toda cerveja consumida no mundo é do estilo, o que deixa evidente a importância histórica da cervejaria. A fábrica é enorme, tanto que alguns trechos do tour são realizados em um ônibus. Os cellars utilizados para ‘lagering’ (armazenagem) da cerveja realmente impressionam com seus 9km de extensão. Apesar do processo ter sofrido modernizações desde 1842, a empresa ainda mantém uma produção da forma antiga a fim de comparar e garantir que a cerveja continua com a mesma qualidade e sabor desde os primórdios! E é essa contra-prova que temos o prazer de degustar!

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5. Fuller’s, Inglaterra

É uma cervejaria bastante tradicional da Inglaterra, fundada em 1845 por John Fuller, Henry Smith e John Turner. Os prédios datam do século 19 e, durante a visita, você se sente voltando no tempo. A visita à cervejaria Fuller’s é uma verdadeira aula sobre as famosas Real Cask Ales e a história da escola cervejeira inglesa. 75% da produção é da cerveja London Pride e 2/3 da produção é de ‘Real Cask Ales’: cervejas fabricadas com ingredientes tradicionais onde a carbonatação é formada em um processo chamado de fermentação secundária que ocorre no próprio recipiente em que a cerveja é servida (casco, barril ou garrafa). É este processo que torna a Real Ale única entre as cervejas e desenvolve sabores e aromas.

No ponto de consumo, são tiradas manualmente com o uso de uma grande alavanca (hand pull pump), e não sofrem carbonatação forçada como na maioria das chopeiras que necessitam da pressão do gás para fazer a cerveja sair do barril. Curiosidade sobre uma Real Cask Ale: é adicionado um produto chamado ‘Isinglass fining‘ a fim de reduzir a turbidez da cerveja, cuja matéria prima tem sua origem, na sua maioria, no peixe. Ou seja, ao pé da letra, os vegetarianos não poderiam beber uma real cask ale da Fuller’s.

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6. Harviestoun, Escócia

Para chegar na cervejaria Harviestoun, são necessárias 2 horas de trem/ônibus a Alva, em meio a uma paisagem bastante pitoresca!

A cervejaria foi fundada há 30 anos e tem em seu portfólio Lagers e Ales, todos os estilos produzidos com o mesmo tipo de fermento – o que quebra bastante tudo o que você aprendeu nos livros sobre levedura de alta e baixa fermentação!

Em seu portfólio, exibem 7 estilos em garrafa, 3 em cask, 3 em kegs. Os destaques para mim foram as Ola Dubh. São feitas a partir da Old Engine Oil, depois de aumentar seu teor alcoólico de 6% a 10.5% abv – dando origem a Old Engine Oil Engineers Reserve – mais adocicada, deixando o amargor e o álcool menos perceptível do que o líquido de origem. Em seguida, a cerveja é maturada em barris de Whisky da Destilaria Highlands Park por 6 meses. As versões de 12, 16 e 18 anos se referem à idade do Whisky anteriormente lá maturado.

12 anos – possui aromas mais perceptíveis de madeira, carvalho, tosta;
16 anos – mais balanceada, boa para quem não está acostumado com os aromas e sabores intensos de Whisky;
18 anos – sabor mais intenso de Sherry, mais ácida e complexa.

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7. Orval, Villers-devant-Orval, Bélgica

São atualmente 10 mosteiros autorizados a produzir e comercializar cervejas com autenticidade trapista: 6 na Bélgica, 2 na Holanda, 1 na Áustria e 1 nos Estados Unidos. Tive a oportunidade de visitar 8 deles e ficar hospedada em dois – a Orval sendo um deles. Um dos momentos mais aguardados da minha viagem, superou todas as expectativas. Confesso que não sou das mais beatas, mas ao pisar no mosteiro Trapista da Orval, é impossível não se emocionar. O lugar é fascinante: presenciar os monges entoando o canto gregoriano dentro da catedral é de encher o corpo de arrepios. À noite, o cheiro do ar é de mosto cervejeiro, e as luzes baixas iluminando as paredes do labirinto dos edifícios é inebriante e até assustador.

A estadia é desfrutada em silêncio e as refeições em comunidade com espírito de cooperativismo e servidão.. E o melhor, sempre regadas à cerveja e queijo trapista da Orval, ambos produzidos aqui dentro!

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8. Cantillon, Anderlecht, Bélgica

A Lambic é uma cerveja produzida pelo processo de fermentação espontânea, ou seja, com os microorganismos do ar, na região do Vale do Rio Sena. A produção de cerveja na região surgiu da necessidade de empregar os trabalhadores das fazendas nos tempos de inverno, pois nesse período ficavam ociosos. Antigamente havia mais de 100 produtores de Lambic, contudo, atualmente restam apenas cerca de 9 devido às Primeira e Segunda Guerras Mundiais. Isso porque muitas foram bombardeadas e outras tiveram seu maquinário roubado pelos soldados alemães em busca de cobre para transformá-lo em munição.

Em amostras de Lambic, pesquisadores da Universidade de Leuven encontraram cerca de 100 cepas de levedura distintas, 27 variedades de bactéria acética e 38 de bactéria láctica! Por ser uma cerveja de fermentação natural, como era feito nos primórdios, sazonalidade é um fator importante. Ela só pode ser produzida no inverno na Bélgica (fim de outubro a março).

A Cantillon foi fundada em 1900 por Paul Cantillon e é até hoje gerenciada pela família. Faz uso de equipamentos e métodos tradicionais do século 19 e matéria prima 100% orgânica. Produzem cerca de 1700 hectolitros por ano – volume irrisório se comparado ao total de 18 milhões de hectolitros de cerveja produzidos na Bélgica.

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9. Garage Project, Wellington, Nova Zelândia

Fundada em 2011, num posto de gasolina desativado, tem seu nome dado não só porque começou em uma garagem, mas também porque é a mentalidade pregada por seus cervejeiros & proprietários. A ‘Garagem’ é um lugar onde a criatividade não tem limites, onde debutam várias bandas, surgem diversas idéias – um mundinho onde não há julgamento e repreensão. Isso é refletido na arte dos rótulos e com certeza nas cervejas que produzem. E é um ‘Projeto’ pois é uma cervejaria em andamento, ainda em constante desenvolvimento, que busca arquitetar novas receitas, desafiar as teorias, e incorporar ingredientes extravagantes que passam a quilômetros de distância da ‘Reinheitsgebot’ (lei de pureza alemã). Quando começaram, eram tão pequenos que não se enquadravam nem na categoria de micro cervejaria.

Inauguraram com uma cozinha de 50 litros, e hoje já produzem cerca de 500.000 litros por ano. E não é ao acaso. Beber suas cervejas é mais do que um simples copo, é uma experiência que desorienta e entretém o seu paladar. Estão, com certeza, dentre as mais memoráveis que já provei.

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10. Brouwerij ’t I, Amsterdã, Holanda

*Brouwerij ’t IJ, cervejaria fundada em 1985 por Kasper Peterson, está localizada ao lado do moinho de Gooyer, em Amsterdam. A experiência já começa durante o caminho sobre os canais da cidade, com paisagens encantadoras que parecem retiradas de quadros de pintura.

Ao chegar na cervejaria, o ambiente é descontraído e a carta traz estilos diversos das escolas Belga, Inglesa, Alemã – apesar da maioria ser Belga, região onde Kasper se especializou na arte cervejeira. A cerveja Columbus, uma Belgian Strong Ale com 9% de ABV, surpreende com seu dulçor de malte, chocolate, frutado, balanceados com o alto amargor de lúpulo.

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11. Firestone Walker, Califórnia, EUA

Se você ainda não tomou uma Firestone e é amante da cerveja artesanal, coloque-a na sua lista. Todas as cervejas que degustei são insanas e a cervejaria possui uma história muito bacana.

Apesar de hoje estar bastante na mídia devido a suas inúmeros premiações em campeonatos mundiais, foi fundada em 1996 e embargada em 2001 por problemas financeiros. Ficou fechada por vários meses sem ação dos proprietários. Reza a lenda que Matt Brynildson, previamente cervejeiro da Goose Island de Chicago e SLO Brewing Company da Califórnia, pulava os portões da Firestone a fim de manter as cervejas na temperatura correta. Tanto que, quando finalmente Adam Firestone e David Walker puderam retomar a cervejaria, as cervejas estavam em excelentes condições. Atualmente, Matt permanece sendo o mestre cervejeiro da empresa.

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12. Moon Dog, Victoria, Austrália

Uma cervejaria me encanta quando possui uma trajetória inspiradora regada a boa cerveja. E os cervejeiros da ‘Moon Dog’, em Melbourne, são exemplos de que quem ousa ter um projeto em sua vida, largar tudo para buscá-lo, acabará conseguindo.

Os irmãos Jake e Josh Uljans e o amigo Karl van Buuren não tinham dinheiro quando fundaram a cervejaria – compraram todos os equipamentos no Ebay de fazendeiros e produtores do segmento agropecuário e aprenderam no YouTube como transformá-los em panelas para produção de cerveja! Além disso, para economizar o dinheiro do aluguel, se mudaram para o local onde seria construído a planta e passaram a dormir sob colchões de espuma no chão.

Felizmente os tempos de hoje mudaram e suas cervejas estão nos melhores bares da cidade – e também aqui no seu próprio Brewpub. O lugar é simples e despojado, todo decorado com móveis de brechó. A mistura do sofá com estampa de casa de vó, cadeiras avulsas sem combinação, abajures e candelabros cafonas, misturados aos barris de carvalho e tanques de fermentação, conseguem transformar o lugar num ambiente burlesco e sedutor!

Possuem em seu portfólio cervejas audaciosas e encorpadas, algumas feitas em parceria com duas das minhas cervejarias favoritas: americana ‘Rogue’ e a neozelandesa ‘Garage Project’.

Cervejarias12

Texto: Roberta Tsustsui/Dastrips.com.br
Fotos:
© Roberta Tsustsui


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Os 10 perrengues de camping mais clássicos de todo viajante

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Quem está sempre com o mochilão nas costas não carrega somente bagagens. Carrega histórias, isso sim… Qual mochileiro que nunca passou perrengues em viagens? Se não passou, é porque ainda vai passar, pode ter certeza disso.

Quando o assunto é camping então, os perrengues podem ser dobrados… ou não. Isso, na verdade, vai depender de como você se planeja e qual o nível de “rootaria” você está disposta a encarar. Até porque, hoje em dia, o que mais tem são equipamentos de camping que evitam – ou amenizam – os perrengues na hora de acampar.

A verdade é que é que curte campismo, mesmo que não seja selvagem, sempre está vulnerável a perrengues de viagens. Neste post, separamos os mais comuns entre viajantes. Vejam se concordam.

1. Ventania no camping

Quem nunca acampou com um vento desgraçado de entortar a barraca ou até mesmo de tira-la do chão. Uma vez, na Praia do Sono, ventou tanto na madrugada que nossa barraca de camping praticamente desmontou com a gente dentro. Obviamente, que diante de um furacão desses são poucos os equipamentos que vão aguentar por muito tempo. Para isso, é preciso uma barraca realmente boa pra segurar a pressão.

2. Quando ninguém sabe montar a barraca

Quem nunca acampou na vida, as vezes se enrola na hora de montar a barraca. Não sabe onde coloca as varetas, o sobreteto ao contrário e assim vai… Depois de 7 horas dá certo.

3. Quando chove em um dia o equivalente ao mês todo

Outro perrengue clássico para acampar é quando chove mais do que deveria. Não tem lona que adiante e dentro da barraca fica aquela piscina e lama…. Diliça….

4. Montar a barraca e ver que esqueceu alguma parte

Pode ser que a gente seja expert em perrengues de viagens (pós graduados em perrengues de acampar., mais especificamente), pois já aconteceu, mais de uma vez, de na hora de montar a barraca, dar conta que esqueceu uma parte. Ou quando não esquece, acha um dos ferrinhos quebrados ou o sobre teto rasgado, por exemplo. Aí chega àquela hora do MacGyver preparar as gambiarras para deixar a barraca de camping em pé.

5. Defecar no mato

Sem meias palavras… cagar no mato sem estrutura é sempre um perrengue master durante o acampamento. E acredite, boa parte de quem passa por isso é por falta do simples papel higiênico. Quem está acostumado a praticar camping selvagem, geralmente carrega consigo um kit “salva vidas das barrigadas” e o papel é o mais importante. Geralmente, quem não carrega isso na mochila é quem acampa dentro de campings fechados, que muitas vezes tem menos estrutura que no próprio mato. Para listar mais um dos nossos perrengues, uma vez na cidade de Iriri, no Espirito Santo, acampamos num camping onde o banheiro era de frente para as barracas e, simplesmente, não tinha portas.

Pra quem quer saber mais detalhes de como defecar nessas situações, recentemente escrevemos um post sobre o assunto. Leia aqui. Praticamente um guia completo de como dar uma barrigada durante a viagem.

6. Insetos na barraca

Acampar e ter medo de insetos é certeza de problemas. Mas mesmo quem não se importa muito de conviver com esses bichinhos, quando se descobre que tem algum intruso na barraca é motivo de desespero certo. Principalmente se se tratar de aranhas ou escorpiões. Ainda mais se não tiver lanternas.

7. Quando o carro para de funcionar

Tudo planejado pra voltar pra casa e a porcaria do carro não pega. A gente viaja de Kombi e já está acostumado. Mas o perrengue quando é pra acontecer, não escolher nem o tipo de carro. Qualquer um pode passar por isso e a vontade é fazer exatamente igual esse GIF.

 

8. Quando acaba o dinheiro da viagem

Você planeja a viagem durante o ano e quando chega no destino, acaba a grana antes do que o planejado por algum motivo qualquer. Aí é a hora de pôr em pratica o Eco Durismo e se virar do jeito que dá. O que não pode é desistir e voltar pra casa.  

9. Quando tem que se virar para cozinhar

Quem nunca cozinhou dentro de uma lata de Nescau ou de ervilha ainda não conheceu a essência da culinária campista. Fogareiro a álcool ou na fogueira direto, fazer comida assim é diversão certa… Preparar aquela gororoba deliciosa toda grudada é uma delícia….

Faz parte, mas também é possível cozinhar bem se tiver os equipamentos ideais para preparar o rango durante o acampamento. 

10. Quando faz um frio da porra

Não levar um saco de dormir ou cobertor pra acampar é certeza de perrengue na viagem. Não rola de jeito nenhum dormir assim.

Bom, perrengues de viagens fazem parte da vida de qualquer mochileiro, principalmente para quem acampa.

Curtiu? Tem alguma história de perrengue famosa em suas viagens? Conte pra gente aqui nos comentários.


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30 destinos onde o Real ainda vale mais

Mochileiros.com

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O buscador de viagens Skyscanner analisou as taxas de câmbio para levantar em quais países a moeda local está desvalorizada em relação ao Real e comparou o custo de vida e oportunidades turísticas nestes destinos no site Numbeo chegando a uma lista que claro, já dá vontade sair correndo pra mochilar. Confira!

1- Vietnã

Apesar do alto custo da passagem aérea (claro, foi a primeira coisa que pensamos sobre vários destinos apresentados), a publicação destacou o país como tendo alimentação e acomodação muito baratas.
R$ 1 = 6426,73 Dongs vietnamitas

Halong Bay | Foto: Divulgação Skyscanner.

2- Laos

Outro destino asiático. Dono de uma riqueza cultural única, o Laos tem alimentação, transporte e hospedagens econômicas.
Moeda: Kips de Laos

Pha That Luang | Foto: Divulgação Skyscanner.

3- Camboja

Mais um sonho de consumo mochileiro, o Camboja aparece como o terceiro do ranking.
R$ 1 = 1136,23 Riels cambojanos.

Angkor Wat | Foto: Divulgação Skyscanner.

4- Nepal

Além da oportunidade de uma imersão cultural sem igual e encantamento com paisagens únicas, o Nepal também é de interesse dos apaixonados por montanhas e escaladas e aparece como o 4º país da lista.
R$ 1 = 30,10 Rúpias nepalesas

Monte Everest | Foto: Divulgação Skyscanner.

5- Indonésia

As incríveis praias de água cristalina do país encantam o mais variado perfil de público.
R$ 1 = 3935,45 Rúpias da Indonésia.

Templo Borobudur – Java | Foto: Divulgação Skyscanner.

6- Índia

Quando o assunto é destino barato para ficar mais tempo, a Índia sempre aparece na lista, segundo o Skyscanner.
Câmbio favorável e diárias de hotéis acessíveis ajudam no orçamento de viagem.
R$ 1= 18,83 Rúpias indianas.

Taj Mahal | Foto: Divulgação Skyscanner.

7- Colômbia

Ricas cultura e história, praias encantadoras, campo e floresta, a Colômbia tem de tudo um pouco e é um dos vizinhos que merecem a visita.
R$ 1 = 797,44 Pesos colombianos

Cartagena | Foto: Divulgação Skyscanner.

8- Bolívia

A Bolívia dispensa comentários. É um dos destinos mais visitados e queridos dos mochileiros brasileiros.
Segundo o levantamento do Skyscanner, apesar de o Real valer pouco mais que a moeda boliviana, o país é uma “opção econômica, graças ao custo de vida baixo”.
R$ 1 = 1,93 Bolivianos

Salar de Uyuni | Foto: Divulgação Skyscanner.

9 – Paraguai

Para muitos, a primeira coisa que vem a cabeça quando se fala em Paraguai é compras. Pouco divulgado, o país guarda ricas cultura e história e é uma ótima opção para mochilar.
R$ 1 = 1567,88 Guaranis

Ruínas Jesuíticas | Foto: Divulgação Skyscanner.

10- Bielorrússia

O site levantou que por lá o custo de vida é 40% menor que o do Brasil. A capital, Minsk pode ser um belo ponto de partida para o roteiro.
Moeda: Rublos bielorrusso

Catedral do Espírito Santo – Minsk | Foto: Divulgação Skyscanner.

11- Hungria

Viagens à Europa costumam assustar os bolsos de quem ganha em Real e gastará em Euro. Em países onde ele não é a moeda oficial, as atividades costumam ser mais acessíveis segundo o Skyscanner. Aparece na 11ª posição da lista, a Hungria.
R$ 1= 74,12 Forints húngaros

Budapeste | Foto: Divulgação Skyscanner.

12- Albânia

O site apresenta o país como uma agradável surpresa àqueles que querem fugir das principais rotas turísticas da Europa. A Albânia é dona de um litoral incrível, com praias de areia branca e águas cristalinas.
R$ 1 = 30,05 Leks albaneses

Kruja | Foto: Divulgação Skyscanner.

13- Rússia

Quem escolher a Rússia como destino para a sua viagem internacional vai encontrar um país repleto de curiosidades, palácios grandiosos, principalmente em Moscou e São Petersburgo.
Segundo o Numbeo.com, inclusive, essas cidades são as cidades europeias que têm os preços mais acessíveis para os viajantes, e o custo de vida nelas chega a ser 16% menor do que o de São Paulo!
Vale lembrar que o país é sede da Copa do Mundo de 2018, que começa em 14/06.
R$ 1 = 18,02 Rublos russos

St. Petersburgo | Foto: Divulgação Skyscanner.

14- Macedônia

Segundo levantou a publicação, o custo de vida na Macedônia é um dos menores da Europa.
Seu principal destino é a cidade de Ohrid, onde fica a igreja Santa Sofia, construída no século 11.
R$ 1 =  14,48 Dinar da Macedônia

Museu Arqueológico da Macedônia – Skopje | Foto: Divulgação Skyscanner.

15- Tailândia

Um mochileiro que nunca foi à Tailândia, certamente tem o país na lista de lugares a conhecer.
Belezas naturais sem igual e o custo de vida baixo são alguns dos incentivos.
R$ 1 = 8,96 Baths tailandeses

Railay Beach | Foto: Divulgação Skyscanner.

16- Filipinas

O arquipélago formado por ilhas paradisíacas é um colírio para os olhos de quem ama praia.
Acomodaçoes e refeições são mais baratos do que a média, segundo o Skyscanner.
R$ 1 = 14,65 Pesos das Filipinas

Malaya Beach | Foto: Divulgação Skyscanner.

17- Costa Rica

Reservas naturais exuberantes, mar do Caribe, Oceano Pacífico, vulcões… Você já deve ter ouvido a expressão ‘Pura vida’, pois é, é de lá!
Quando fomos pra lá (em 2007) não achamos muito barato (a gente nunca acha nada barato – risos) mas o país aparece em 17º lugar deste ranking.
R$ 1 = 159,18 Colones da Costa Rica

Playa Conchal | Foto: Divulgação Skyscanner.

18- República Tcheca

A capital do país, Praga, por exemplo, reúne tudo o que uma capital europeia pode oferecer, de charmosos cafés nas praças, às preciosidades históricas em seus prédios e construções seculares.
Segundo levantou o site, o país tem um custo de vida 20% mais baixo que o de São Paulo.
R$ 1 = 6,02 Coroas tchecas

Praga | Foto: Divulgação Skyscanner.

19- Moldávia

Custo de vida cerca de 50% mais baixo que o do Brasil e um destino pouco explorado pelos turistas. Só isso já basta pra você querer arrumar a mochila e ir conhecer né?
R$ 1 = 4,66 Leus da Moldávia

Capriana monastery | Foto: Divulgação Skyscanner.

20- México

História, praias, natureza exuberante e forte cultura fazem do México um país incrível.
Em lugares como Tulum, é possível encontrar hotéis 2 estrelas com diárias a partir de R$ 45 (tem camping no Brasil cobrando isso por pessoa).
Segundo levantou o site, a capital do país, Ciudad de México tem o custo de vida 43% mais baixo que o do Brasil.
R$ 1 = 5,38 Pesos mexicanos

Tulum | Foto: Divulgação Skyscanner.

21- África do Sul

O país é dono de uma rica diversidade natural e mantem algumas das maiores reservas ambientais do continente africano. Por lá você pode optar desde roteiros que incluem atividades radicais, até passeios por vinícolas, passando claro, por safáris em parques nacionais.
O custo de vida por lá é em média 20% mais baixo que no Brasil.
R$ 1 = 3,57 Randes sul-africanos

Cidade do Cabo | Foto: Divulgação Skyscanner.

22- Marrocos

Com um custo de vida cerca de 8% menor que o do Brasil, o Marrocos está dentre os países mais baratos para quem quer conhecer um pouco da cultura árabe.
R$ 1 = 2,63 Dirham marroquino

Deserto do Saara | Foto: Divulgação Skyscanner.

23- Egito

Segundo levantamento do Skyscanner, o custo de vida da capital do país, Cairo é 60% mais baixo do que o da capital paulista.
R$ 1 = 4,96 Libras egípcias

Pirâmides | Foto: Divulgação Skyscanner.

24- Uruguai

Nos últimos tempos, quem tem chegado de lá tem reclamado dos preços que encontrou. Não a toa, o país aparece em 24ª posição num ranking de 30. O que pode compensar o orçamento são as promoções de passagens aéreas pra lá que sempre aparecem.
É um país encantador, com belas cidades e povo hospitaleiro.
Segundo levantamento do site, o custo de vida no Uruguai é mais alto que no Brasil.
R$ 1= 8,07 Pesos uruguaios

Montevidéu | Foto: Divulgação Skyscanner.

25- Argentina

Segundo levantamento do site, o custo de vida na Argentina é bem próximo ao de São Paulo, sendo que a capital paulista chega a ser 6% mais em conta, o que pode ajudar na economia é o planejamento antecipado da viagem, bem como estar atento às promoções de passagem que sempre aparecem pra lá.
R$ 1 = 5,92 Pesos argentinos

Monte Fitz Roy – El Chaltén | Foto: Divulgação Skyscanner.

26- Chile

De Patagônia, ao Deserto do Atacama, passando por cidades encantadoras, o Chile já é queridinho da galera da mochila.
Segundo levantamento do site, o custo de vida por lá é 6% menor que o de São Paulo, por exemplo.
R$ 1 = 174,42 Pesos chilenos

Deserto do Atacama | Foto: Divulgação Skyscanner.

27- República Dominicana

Fora dos eixos turísticos é possível aproveitar baixos preços por lá, de alimentação a hospedagem.
R$ 1 = 13,97 Pesos dominicanos

Punta Cana | Foto: Divulgação Skyscanner.

28- Jamaica

Na Jamaica, a porta de entrada é a capital Kingston, de onde é possível seguir viagem para outras maravilhas como Ocho Rios, Negril e Montego Bay.
R$ 1 = 35,24 Dólares jamaicanos

Ocho Rios | Foto: Divulgação Skyscanner.

29- Croácia

A Croácia já foi um destino mais barato, mas atualmente é preciso buscar por promoções para conhecer suas praias paradisíacas.
Vale a pena visitar a histórica Dubrovnik, uma das maiores cidades da Croácia e das mais baratas para os viajantes, segundo o site.
R$ 1 = 1,74 Kunas croatas

Dubrovnik | Foto: Divulgação Skyscanner.

30- Ilhas Seychelles

Não é por acaso que as Ilhas Seychelles aparecem na última posição da lista: visitar o paraíso não é barato.
A dica é se programar e fazer a reserva com bastante antecedência. A hospedagem é muito cara no país, segundo a publicação.
R$ 1 = 3,79 Rúpias de Seychelles

Foto: Divulgação Skyscanner.

Taxa de câmbio verificada em 02/05/2018 através do Conversor de Moedas do Banco Central.
Os países sobre os quais não informamos a conversão de Real para a moeda correspondente não apresenta cotação para o dia pesquisado e ou não aparece na lista do Conversor de Moedas do Banco Central.

O post original no Skyscanner está aqui. Nele, as conversões são de 16/06/2017.


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Incríveis bicicletas fabricadas com peças de motos dos anos 50

Mochileiros.com

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O artesão italiano, Luca Agnelli é especialista em restauração de móveis antigos e se transformou em uma sensação com suas criações: bicicletas elétricas construídas com peças de motos dos anos 50. São peças reais, como um tanque de combustível por exemplo, que ao invés de levar gasolina tem um conjunto de baterias.
Agnelli trabalha em seu laboratório de desenho desde 1989, quando o abriu e tinha 22 anos; desde então cria produtos contemporâneos a partir de antigas relíquias. Uma das coisas que faz destas bicicletas (ou pedelecs) especiais é que cada uma é única, uma verdadeira joia feita a mão.

Dê uma olhada em algumas delas nas fotos abaixo:

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Mais fotos e informações (inclusive técnicas) sobre cada modelo podem ser vistas no http://www.agnellimilanobici.com/?post_type=product

Com informações de AutoEvolution.com.

Se você gosta de coisas retrô, também pode gostar deste post: Posters (retrô) de viagem


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Professora gringa viraliza com desabafo sobre a língua portuguesa

Mochileiros.com

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Rebecca Jackson-Salado faz sucesso com seus vídeos no Facebook o último tem a ver conosco: ela tenta entender o uso e sugerir novas palavras à língua portuguesa.
Por exemplo, qual a necessidade das palavras serem direcionadas para cada sexo, mudarem no plural, aumentativo e ou diminutivo? “Bonitão” para ela poderia ser ‘bonitono’, já que no feminino seria bonitona. “Eu sempre falo bonitono e todo mundo ri”, comenta Rebecca, lembrando que no inglês se usa “beautiful” para elogiar um homem e também uma mulher.
Outro vídeo não questiona a língua, mas um hábito, sobretudo de nós brasileiros: “Quantas vezes preciso mandar beijos para ser educada?” pergunta sobre como encerramos uma ligação telefônica. Para ela (e para muita gente – risos) um simples tchau bastaria.
Músicas brasileiras, “frases comuns para brasileiros que não funcionam em inglês” e outras publicações sempre bem humoradas fazem parte da página Minha Professora Gringa, onde Rebecca, que é norte-americana e formada em inglês para estrangeiros publica seus conteúdos.
Confira alguns abaixo:

“Bonitono”

#Bonitono

Vamos fazer mudanças!!!! #BONITONO <3 Obrigada amores <3

Posted by Minha Professora Gringa on Friday, April 6, 2018

“Quando você fala tchau você desliga o telefone” 😅

#QuantosBeijos – Me da dicas!!!!

#Teambonitono precisa sua ajuda!!!!Nunca sei quando eu posso disligar o fone. Nao quero ficar sem educação!!! Me da suas dicas — #QuantosBeijos ?Youtube: https://youtu.be/prHQSGTa_S4

Posted by Minha Professora Gringa on Wednesday, April 11, 2018

Frases comuns para brasileiros mas que não funcionam em inglês

Frases comuns para brasileiros que não funcionam em inglês!

Frases comuns para brasileiros que não funcionam em inglês!!!New VIDEEEEEOOOOO!Check me out on youtube! https://youtu.be/JDaLp-D84LU

Posted by Minha Professora Gringa on Sunday, January 28, 2018

 


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Os 10 + vistos do Mês

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