Documentário fala sobre o renascimento de Chernobyl através do turismo


O catastrófico acidente na usina nuclear de Chernobyl no final de abril de 1986 é lembrado com tristeza por todo o mundo. Na ocasião o local, próximo a cidade de Pripyat, na Ucrânia, foi evacuado 36 horas após o que é considerado o maior acidente nuclear da história.

Uma área que originalmente se estende por 30Km em todas as direções da usina é chamada oficialmente de “Zona de Exclusão”. Ela é em grande parte desabitada, com exceção de cerca de 300 moradores que se recusaram a sair. Autoridades ucranianas estimaram que a área não voltaria a ser segura para a vida humana por mais 20 mil anos.
Mas em 2011 o governo ucraniano abriu a região para o Turismo, para aqueles que quisessem aprender mais sobre a tragédia dos anos 80. As informações estão na Wikipedia (aqui e aqui).

Hoje guias de Pripyat levam fotógrafos, cineastas, artistas visuais e variados perfis de viajantes para conhecerem as ruínas da estação nuclear e a área abandonada.

O documentário Stalking Chernobyl “examina a cultura subterrânea da Zona de Exclusão de Chernobyl”, onde após mais de três décadas do maior desastre nuclear do mundo, ‘Stalkers' exploram a “paisagem misteriosa, fantasmagórica e pós-apocalíptica” local, diz sua sinopse.

Você pode assistir o filme logo abaixo, gratuitamente:

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Quem já visitou?

Vale conferir fotos e as impressões de viajantes que já visitaram Chernobyl e dividiram a experiência com a gente via relatos de viagem. É só clicar nos títulos abaixo sublinhados.

No “Chernobyl: a cidade soviétiva fantasma” você confere o relato do viajante Luiz Ricardo Prais;
Em “Chernobyl: Relato e fotos” a experiência de Felipe Penedo;
E no “Chernobyl – um tour super exótico e incrível” o relato do viajante Marthon Luiz Garcia Livramento.

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Turistas conferem os níveis de radiação no local | Foto: Jorge Fernández Salas/Unsplash.

Nota: Ainda não assistimos o documentário e provavelmente o faremos ao mesmo tempo que você. Tomamos conhecimento dele através de reportagem do portal Carta Maior, que você pode conferir aqui.

A foto (da home e) que traz até este post é de Vladyslav Cherkasenko/Unsplash.


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