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Tailândia

“Eu odeio a Tailândia”

Claudia Severo

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em


O que a gente pode, por ‘pré-conceito’, pensar de um lugar? Pensar mal sobre a Tailândia não é o caso – pelo menos para mochileiros, já que o país é destino de sonho de 10 entre 10 de nós.
Viajar nos garante surpresas, na grande maioria das vezes, boas.

Maya Bay | Foto: Lutz/Flickr-Creative Commons.

“Eu odeio a Tailândia” é o título de um vídeo promocional publicado no Youtube. Confira:

Abaixo o vídeo com legendas em português:

Você também vai gostar desse vídeo promocional do Peru, que publicamos há um ano. Veja em https://www.mochileiros.com/blog/videos/nunca-deixe-de-viajar-nunca-deixe-de-viver

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Escrevo por aqui, sempre pensando em estar por aí... | Co-fundadora do site Mochileiros.com

1 comentário

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  1. maria edith dalpim castellami

    20 de dezembro de 2014 em 21:58

    quri dicas p/ viajar so pois não encomtro compania aguardo obrigada
    .

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Notícias

Maya Bay será fechada

Mochileiros.com

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A talvez mais famosa praia tailandesa, a Maya Bay, na ilha de Phi Phi Leh, será fechada pelo governo local. As autoridades alegam dano ambiental causado por turistas.
A praia apareceu no filme ‘A praia’ (2000), protagonizado pelo ator Leonardo DiCaprio e chega a receber uma média de 4 mil turistas por dia. Para tentar recuperar os recifes de corais e a vida marinha já prejudicadas, o Departamento Nacional de Parques e Vida Selvagem do país decidiu que fechará a praia durante quatro meses do ano, a partir de junho de 2018.
Ao jornal Bangkok Post, o diretor do departamento, Songtham Suksawang comentou que empresários do turismo local protestaram quanto à medida, mas que ela foi aprovada pela maioria das companhias e por acadêmicos.
Além do fechamento da praia, há planos para criação de um estacionamento de botes em Loh Sama Bay, uma praia próxima a Maya Bay, assim os turistas chegarão ali e deverão ir por terra à famosa praia.

Cena do filme ‘A praia’ | Foto: Reprodução.

Acesso por trilha via Loh Sama Bay está prevista pelas autoridades | Foto: Reprodução Google Mapas.

Tradicionais embarcações da ilha | Foto sob licença Creative Commons.

Com informações do Bangkok Post.


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Ásia

Chiang Mai (Tailândia): 6 motivos para conhecer este lugar!

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Se você está em dúvida sobre colocar ou não Chiang Mai em seu roteiro de viagem pela Tailândia, te daremos 6 bons motivos para não pensar duas vezes e separar uns dias para conhecer esta cidade encantadora. 

Chiang Mai é a segunda maior cidade da Tailândia, mas ainda preserva a atmosfera de uma cidadezinha do interior. Ela serve de base para a maioria dos turistas que chegam ao norte do país e mantém como nenhuma outra a essência do povo tailandês – com uma cultura surpreendentemente rica, moradores extremamente solícitos e uma vasta variedade de comidas típicas. É como se fosse uma Bangkok, só que num ritmo muito menos acelerado.

Antes de tudo é importante saber que Chiang Mai é dividida em basicamente duas áreas: dentro e fora da Cidade Antiga, ou Old City, como dizem por lá.

A Cidade Antiga é cercada por ruínas de uma muralha que foi construída à época de sua fundação, para proteger seus habitantes de invasores. Hoje ainda existem várias partes da muralha original, que podem ser observadas ao caminhar pela cidade.

Curioso (a) para saber o que esta cidade tem de tão especial? Continue lendo!

 

1. Conhecer templos budistas incríveis

Assim como em toda a Tailândia, Chiang Mai possui centenas de belos templos budistas – alguns construídos no século XIII!

Os mais visitados são:

  • Wat Phra That Doi Suthep, conhecido também como o Templo da Montanha;
  • Wat Phra Singh, o maior templo de Chiang Mai;
  • Wat Chedi Luang, que abrigou, entre os anos de 1468 a 1551, a estátua do Buda de Esmeralda, que hoje se encontra em Bangkok, no Wat Phra Kaew;
  • Wat Phant Tao, todo construído em madeira;
  • Wat Srisuphan, também conhecido como o Templo de Prata. 

Em alguns deles é possível conversar com monges, que aproveitam a oportunidade para praticar o inglês. Mas não se esqueça de que, apesar de fazerem parte do roteiro turístico, os templos são lugares religiosos de extrema importância cultural para os locais.

Em sinal de respeito, ao visitar um templo, vista-se com roupas apropriadas – missão não muito fácil, tendo em vista o calor que faz na cidade! Mulheres: leve uma canga ou lenço na bolsa para cobrir as pernas, caso esteja usando short/bermuda, e os ombros, caso esteja com blusa sem mangas. O dress code não é tão rigoroso para homens – em vários templos é possível entrar de bermuda, por exemplo – mas os ombros devem estar cobertos: deixe para usar as regatas mais cavadas na praia, ok?

2. Visitar uma  ONG que atua na proteção de elefantes asiáticos

Imagine só passar um dia com elefantes: alimenta-los, tomar banho de rio com eles e aprender um pouco mais sobre essas criaturas especiais – preciso dizer mais alguma coisa? 

Nós fizemos um passeio assim no Elephant Nature Park e você pode ler o que achamos aqui. O Parque possui diversas opções de passeios, porém é necessário fazer a reserva com pelo menos 40 dias de antecedência, já que a procura é grande e as vagas se esgotam rapidinho! Para mais detalhes, acesse o site do ENP.

Em resumo: apenas vá, e viva a experiência mais incrível e emocionante da sua vida!

3. Economizar nas compras (inclusive nas lembrancinhas)

Em Chiang Mai tudo é muito barato! Desde hospedagem, alimentação, transporte, até aquelas lembrancinhas de viagem que fazem parte de todo orçamento, por mais apertado que seja.

Não deixe de conhecer as feirinhas de rua da cidade: algumas acontecem em dias e locais específicos, como a Saturday Night Market, na Wua Lai Road, e a Sunday Night Market, na Rachadamnoen Road. Ambas são imperdíveis e são um verdadeiro paraíso para quem gosta de mergulhar na cultura local. Muito artesanato, comidas típicas, itens de decoração, roupas e acessórios são apenas alguns dos itens que você pode encontrar por lá.

4. Ter contato intenso com a cultura tailandesa

Justamente por ter esse ritmo menos acelerado do que Bangkok, Chiang Mai é um destino perfeito para entrar em contato com a verdadeira essência do país, seja através do contato com seu povo e costumes, ou vivenciando sua cultura através dos festivais anuais.

O Songkran, que acontece em meados de abril, celebra o Ano Novo Lanna através de uma divertida luta com ‘armas’ que atiram água, além de desfiles coloridos.

O Yi Peng acontece no final do outono, geralmente em novembro, e é um verdadeiro espetáculo de luzes no céu. Milhares de lanternas são lançadas durante a noite, simbolizando o abandono de todos os males do ano anterior. Os budistas acreditam que se você fizer um pedido ao soltar uma lanterna, ele se tornará realidade.

5.  Conhecer florestas tropicais deslumbrantes

Pensou que Chiang Mai se resumisse a mais de 300 templos e feirinhas? Tem muito verde e cachoeiras incríveis também!

Para conhecer um pouco mais desse outro lado de Chiang Mai, optamos por visitar o Doi Inthanon National Park. O Parque está localizado em uma área que faz parte da cordilheira do Himalaia, e é onde fica o ponto mais alto da Tailândia, com 2565 metros de altitude.

Apesar de ser possível fazer esse passeio por conta própria alugando uma scooter, preferimos contratar um tour para não perder muito tempo procurando as atrações. Logo, logo faremos um post completão sobre o Parque, fique de olho!

Outras opções de passeios que fogem do óbvio e são cheios de natureza:

  • Bua Tong Waterfalls, a 60km de Chiang Mai;
  • Queen Sirikit Botanic Garden, próximo ao Doi Suthep;
  • Royal Flora Ratchaphruek, a 10km de Chiang Mai.

6. Ter aulas de culinária tailandesa

Que tal surpreender os amigos e familiares com pratos típicos da Tailândia e reproduzir em casa pratos como o Pad Thai, o Fried Rice e até um Curry Vermelho?

Ficamos muito surpresos com a culinária tailandesa, que mistura como nenhuma outra o doce, o salgado e o picante em um mesmo prato. Aos que assim como eu não se entendem muito bem com a pimenta, basta pedir para que seu prato seja ‘no spicy’, ou ‘no chilli’ – comigo deu super certo e me apaixonei pelos sabores thai! 

São dezenas de escolas de culinária espalhadas pela cidade, que ensinam desde a escolha dos ingredientes ao preparo de diversos pratos. Infelizmente não conseguimos encaixar uma aula no nosso roteiro. =(

Para mais posts sobre a Tailândia, acesse: viajandonajanela.com 


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Ásia

Conheça as melhores praias da Tailândia!

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Melhores praias da Tailândia - Viajando na Janela

Curte uma praia? Então se prepare para muitas fotos que vão fazer você querer parar o que está fazendo e comprar uma passagem para a Tailândia agora mesmo!

Confira agora mais um post incrível do casal Flávio e Geise do Blog Viajando na Janela.

Areia branca e fininha. Águas clarinhas que variam entre tons azuis e esverdeados. Paredões de pedra emoldurando praias paradisíacas. Muitos peixinhos coloridos que podem ser vistos até mesmo sem entrar no mar. Barcos de madeira enfeitados com colares de flores. Um por do sol com cores lindas e sem igual… Praticamente todas as praias que visitamos na Tailândia seguem essas mesmas características, mas algumas em especial conquistaram nossos corações .

Toda essa beleza natural atrai muita gente para a Tailândia, ainda mais quando associamos isso ao baixo custo do pais. Como consequência, as principais praias e pontos turísticos tailandeses estão ficando cada vez mais superlotados de turistas.

Mas não se desespere! Existem muuuuitas praias por lá e só as mais conhecidas são tão disputadas. Várias outras, que são tão lindas quanto, não recebem tantos turistas e você poderá ter toda a tranquilidade que deseja para tirar as merecidas férias que tanto planejou 😀

Como sabemos da dificuldade que é escolher quais praias visitar em meio a tantas opções, montamos este resuminho para ajudar. Listamos as praias e ilhas que visitamos e consideramos imperdíveis, e de quebra ainda aproveitamos para sugerir algumas que estavam nos nossos planos mas não tivemos tempo de conhecer, pela visão de alguns colegas blogueiros que estiveram por lá!

Nos posts futuros detalharemos como foi nossa passagem por cada praia e ilha, trazendo dicas de hospedagem, restaurantes, passeios e transporte, ok? Curta o Facebook do Viajando na Janela para não perder nenhuma dica!

 

Melhores Praias da Tailândia por Viajando na Janela


Nosso roteiro de praias

São tantas opções de praias que mais parecem cenários de filme que não me importaria nem um pouco de passar alguns meses percorrendo o litoral da Tailândia, tomando água de coco, curtindo hotéis e resorts incríveis (e baratos!) e conhecendo todas as ilhas e praias de lá.

Porém só tínhamos 21 dias para conhecer toda a Tailândia e, como  queríamos visitar muitos lugares, tivemos que selecionar algumas praias e ilhas que julgávamos serem imperdíveis. Acredite, essa tarefa não foi nada fácil!

No final, depois de muitas pesquisas, separamos 11 dias para curtir o litoral, e o nosso roteiro ficou assim:

(De cara, já digo que tiraria um dia de Railay e ficaria mais tempo em Phi Phi!)

 3 dias em Railay Beach
2 dias em Koh Phi Phi
1 dia em Koh Samui
2 dias em Koh Phangan
3 dias em Koh Tao


Mapa com as melhores praias da Tailândia | viajando na janela


 

Veja nosso roteiro completo pela Tailândia.

 


Mar de Andaman

Situado à oeste da Tailândia e ao sul de Myanmar, o mar de Andaman guarda algumas das paisagens mais lindas do mundo! E é exatamente nesta região que se encontra a praia mais conhecida da Tailândia: a Maya Bay (lembra do filme “A Praia“, com o Leo DiCaprio?)

Sem dúvidas a fama de Maya Bay justifica-se pela beleza do lugar, mas a região possui outras praias e ilhas tão lindas quanto e que são bem mais tranquilas (ou seja, não tããããoo cheias de turistas com seus ‘paus de selfie’ ).


Ilha Bamboo Island em meio a um mar azul lindo

Bamboo Island


Koh Phi Phi, Hong Island, Bamboo Island, Railay Beach, Monkey Beach, Koh Poda, Chicken Island, Koh Lipe… Se você já leu algo sobre o litoral da Tailândia, certamente se recorda destes nomes. Todos estes paraísos ficam na Costa Oeste do país!

“Koh” significa “ilha”. 


Hong Beach

Hong Beach

 Koh Phi Phi

Koh Phi Phi (pronuncia-se “Ko Pi Pi“) é uma das ilhas mais visitadas da Tailândia e a alta procura é totalmente justificada pela beleza indescritível do lugar! A começar pela água, que em alguns lugares é tão transparente que dá pra ver o fundo do mar e em outros ganha uma cor em tons de esmeralda de tirar o fôlego. Phi Phi foi a ilha que mais curtimos na Tailândia!

Koh Phi Phi na verdade não é uma única ilha, mas sim um arquipélago formado por 6 ilhas, sendo que Koh Phi Phi Don e Koh Phi Phi Leh são as duas maiores e mais importantes de lá.

 


Mergulhando com peixes coloridos na Tailândia


 

É em Koh Phi Phi Don que você ficará hospedado quando for ao arquipélago. Isto porque Koh Phi Phi Leh é uma reserva natural e não possui hotéis.

Em Phi Phi Don existem várias praias super lindas como Ao Lo Dalam, Monkey Beach e Long Beach.

Em Long Beach a vida marinha é incrível e foi lá que fizemos um dos melhores mergulhos com snorkel da viagem. O Flávio inclusive viu dois tubarões ponta-negra-do-recife por lá!

Phi Phi Leh, como disse, é desabitada e só tem uma construção: o posto da guarda marítima tailandesa. Aqui fica a causa de toda a fama da ilha: a Maya Bay. Em Phi Phi Leh também existem outros três pontos bastante visitados durante os passeios guiados: Loh Samah Bay, Pileh Lagoon e Viking Cave.

 


Flávio e Geisiele conhecendo Maia Bay


Bamboo Island

Pra mim, o lugar mais sensacional que pisei até hoje! Já ao avistar a ilha de longe me encantei pelos muitos tons de azul ao seu redor, a areia é branca e fininha, água morna e muito verde. Espia só esta foto e me diz se é exagero meu!

 

 


Praia Monkey Beach na Tailândia

Esta ilha também não é habitada, sendo que diariamente saem barcos de Phi Phi que levam até lá.


 

 Monkey Beach

Monkey Beach é uma praia linda que fica na ilha de Koh Phi Phi Don. Adivinha qual a principal atração de lá? Siiiiim, muitos macaquinhos que (quase) sempre estão na praia. Nós, como somos muito azarados, fomos até lá mas não vimos nem um macaco sequer.  (mas mesmo assim valeu muito a pena!)

Para chegar lá você pode ir de barco ou ir remando com um caiaque.


Não posso deixar de mencionar que em Phi Phi conhecemos a Isa, uma brasileira que trabalha na ilha vendendo passeios de barco. O serviço dela é excepcional! Indicamos de olhos fechados!

Fizemos o passeio de longtail que incluia Maya Bay (primeira parada), Loh Samah Bay, Pileh Lagoon, Viking Cave, Wang Long Bay, Monkey Beach, Nui Bay, Loh Lanah Bay e Bamboo Island.

Contato:

Site: www.toursphiphi.com
Facebook: @facebook.com/toursphiphi
Instagram: @toursphiphi


 Hong Island

Talvez seja minha segunda ilha favorita, ou talvez divida a posição com Monkey Beach… O negócio é que Hong Island também é incrível e vale a pena fazer uma forcinha e inclui-la no seu roteiro. O mar por aqui é mais esverdeado, em alguns lugares meio azulado, ou seja, indescritível, tem que ir pra ver com os próprios olhos.


Hong Beach, uma das praias mais lindas da Tailândia

Hong Beach


Tem um post completíssimo sobre Hong Beach aqui! Não perca 😉

 

 

 Railay Beach

Railay é um pequeno paraíso que, apesar de estar localizado na costa, somente é acessível por barco.

O turismo nesta parte do litoral iniciou-se com os vários escaladores que procuravam seus paredões para a prática do esporte. Com o tempo, a região ganhou alguns resorts o que fez com que a procura pelo lugar aumentasse. Hoje, Railay é referência quando o assunto é praia, já que está entre as mais bonitas do país.

É possível se hospedar em Railay, porém não é muito econômico, já que o número de hotéis é reduzido e não há a opção de hostel. Também há a opção de hospedar-se em Ao Nang, contratar um barco até Railay Beach e passar o dia na praia, retornando ao final do dia.

 

Todas as dicas sobre Railay Beach você encontrará aqui!

 


Por do sol em Railay Beach

Por do sol em Railay Beach


 Koh Poda, Chicken Island, Tup Island e Koh Lipe

Infelizmente não tivemos tempo de conhecer estes lugares (já estamos quase montando um segundo roteiro como desculpa para retornar ao país! ).

Koh Poda, Chicken Island e Tup Island ficam próximas a Railay Beach e é possível conhecê-las fazendo o passeio das 4 ou 7 ilhas, que pode ser contratado com agências locais ou com os próprios barqueiros.

Para quem quiser saber um pouco mais sobre as ilhas, vale a pena dar uma olhada neste post do Robson, do blog Um Viajante.

Koh Lipe é uma ilha menos conhecida entre os turistas brazucas mas nem por isso menos interessante. As fotos de lá nos encantaram muuuito, mas tivemos que escolher entre Lipe e as ilhas do lado leste do país, por ser um pouco mais afastada (saindo de Krabi/Phi Phi leva-se em torno de 4 horas de speedboat).

Alguns dos relatos mais bacanas sobre essa região menos explorada pelo turismo são do Flávio, do blog Viaje Leve, do casal Eduardo e Mônica, do blog eduardo-mônica.com e do Rafael, do blog Esse Mundo É Nosso.


Golfo da Tailândia

As ilhas mais conhecidas do lado leste da Tailândia são Koh Samui, Koh Phangan e Koh Tao. Saindo de Phi Phi, levamos quase um dia inteiro para chegar em Samui, entre trechos de barco e ônibus.

Como chegamos tarde em Koh Samui e saímos de lá por volta de 12h do outro dia, não tivemos tempo de conhecer as praias de lá, apenas os templos do Big Buddha e Wat Plai Laem, por isso só vamos citar aqui as outras duas ilhas que conhecemos, ok?


 Koh Phangan

É conhecida por ser a mais baladeira de todas as ilhas, principalmente por festas como a Fullmoon Party e o Halfmoon Festival. Mas não se preocupe, se o seu foco é descansar e curtir praias lindas, vá por mim e reserve alguns dias para conhecer Koh Phangan.

 


Praia em Koh Phangan

Koh Phangan


 

Ficamos hospedados na praia de Haad Rin e alugamos uma scooter para conhecer as praias mais distantes. Passamos por Mae Haad, Haad Salad, Ao Chalok Lam, Ao Wok Tum e Ban Tai, e indicamos todas!

 


Praias em Koh Phangan


 Koh Tao

Nossa passagem por Koh Tao não saiu exatamente como planejado… Choveu bastante em dois dos três dias que ficamos lá e infelizmente não pudemos conhecer as praias.

No terceiro e último dia fizemos o mergulho com cilindro, e mesmo com as condições climáticas não muito favoráveis (tempo nublado e chuviscos durante quase todo o dia) pudemos aproveitar bastante.

Nossa maior decepção foi não ter conhecido Koh Nang Yuan, uma ilha ligada a Koh Tao por uma pequena faixa de areia, um dos cartões postais do país… As únicas fotos que temos de lá foram tiradas do restaurante do nosso hotel (que tinha uma vista linda!) e do barco que fizemos o mergulho.

 


Vista do Hotel em Koh Tao (Koh Nang Yuan)

Vista do Hotel em Koh Tao – Koh Nang Yuan ao fundo


 

Mas, nossos amigos Mônica e Fábio do blog Leve Sem Destino estiveram por lá poucos dias antes e conseguiram visitar a ilha num dia lindo e ensolarado acompanhem o blog deles para saber tudo sobre esse paraíso!

Apesar de não termos aproveitado Koh Tao do jeito que queríamos, o pouco que vimos de lá é o suficiente para te dizer que esta ilha não pode ficar de fora do seu roteiro! (Só torça para não chover! )


 

Boooom pessoal, essas foram nossas sugestões de praias e ilhas da Tailândia que não poderiam ficar de fora do seu roteiro. Claro que o roteiro depende muito de quantos dias de viagem você terá, né?

A Tailândia tem praia pra todos os gostos, em ambas as costas do país, então agora não tem desculpa pra não começar logo o planejamento das suas próximas férias, né?

 


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Blog

10 dias meditando em um Monastério Budista na Tailândia… Vale a pena?

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As pessoas andam cada vez mais estressadas, e muitos buscam formas de acalmar, relaxar, olhar p si mesmo e fugir um pouco dos problemas do dia a dia, ou melhor ainda, aprender como lidar com eles. Talvez sejam esses uns dos motivos que conheci tanta gente que fez ou quer fazer um retiro de meditação na Índia, Nepal ou Tailândia. Só ouvi coisas boas sobre isso, exceto uns dias antes de eu ir, um espanhol me disse que uma amiga detestou, e ele jamais faria (eu também dizia isso), mas claro, ela devia ser uma exceção…

Eu não me encaixo nesse perfil de estressada querendo aprender a lidar com os problemas, aliás, to de novo na melhor fase da minha vida, super zen, sem problemas, mas resolvi aprender um pouco mais sobre meditação e budismo. E fui…

São 10 dias de total silêncio, sem dar uma palavra, sem celular ou internet, acordando as 4 da manhã, indo dormir as 9 da noite em uma cama de cimento, sem colchão, com um travesseiro de madeira, fazendo duas refeições vegetarianas por dia, uma as 8:00 da manhã e outra(e última) meio dia e trinta, tomar banho enrolada num “sarong”, um pano mais grosso que uma canga, costurado, e banho tipo de canequinha numa mega “tina”, pois chuveiro, nem pensar… Mas isso não é nada pra quem ta fugindo do stress, né? (lembrando que não era meu caso…)

(Consegui tirar essa foto antes de entregar o celular. Esse é o dormitório feminino, um quarto (58 no total)ao lado do outro, em forma de U. Na parte de baixo da foto, é o que eu chamo de “tina”…essas na frente dos quartos, são p escovar os dentes e lavar roupa. As do banho são maiores e quadradas, ficam lá no fundo, em frente os banheiros, q são normais.rsrs)

As 4 da manhã, ainda noite, até os mosquitos tão dormindo, só os grilos estão acordados, toca o sino, alto, por uns 15 minutos…blem, blem, blem… (aliás, o sino toca sempre que muda a atividade).Todos tem 30 minutos p estarem no “galpão” de meditação e começar os ensinamentos do dia, sentados no chão, em posição de meditação.

A programação é exatamente a mesma nos primeiros 8 dias:

– Das 4:30 as 5:30 tinha ensinamentos com uma monja de voz doce, que dá mais sono ainda, e os últimos 30 minutos é só meditando…

– As 5:30 é a aula de yoga, passa para outro lugar, todos tipo galpão, tudo de madeira, com teto, mas aberto aos lados. Meu problema nas pernas não me permite fazer yoga, então eu fazia alguns alongamentos e voltava de fininho para o quarto p tirar mais um soninho (nem tinha amanhecido ainda)… As 7hs tocava o sino de novo, para (me acordar) avisar que terminava a aula de yoga, e era hora de voltar ao primeiro galpão, para mais ensinamentos e meditação…

-8:00- Hora do “café da manhã”: Um arroz bem papa, com um grão de feijão e de milho lá e outro cá, boiando, verduras cozidas bem temperadas, normalmente dois tipos, um com curry e apimentado, outro normal, salada(só folhas secas, sem um sal ou azeite…hehe), uma fruta, geralmente banana e um chá que tem gosto de fumaça…isso mesmo, gosto de fumaça!

Cada um tem uma atividade de limpeza, que normalmente fazem depois do café da manhã. A minha era varrer o refeitório(parte dele, pois éramos 4 pessoas) depois do almoço, então depois do café eu aproveitava p tirar mais uma soneca até as 10, quando o sino tocava de novo…

– 10:00 – Uma hora de mais ensinamentos com um monge e meditação

– 11:00 – Meditação caminhando (Walking Meditation)

Se passasse um carro do manicômio levava todos…Imaginem um monte de gente caminhando em marcha super lenta, slow motion mesmo, levanta o pé atrás, passa ele a frente, encosta no chão e firma o passo… faz o mesmo com o outro pé, muitooooo, mas muitoooo devagar, todos olhando pro chão… Tem gente que compra roupa larga lá, branca, tipo de hospital, aí parecem mais doidos ainda…rsrsrs

– 11:45 – Volta a sentar no chão para meditar até as 12:30

– 12:30 –  Almoço- As vezes o mesmo arroz papa do café, as vezes um arroz mais sequinho, feito com côco, sempre verduras cozidas bem temperadas, muitas vezes com tofu, a salada sem sal, e a fruta ou doce. O “chá de fumaça” tava em todas as refeições…

Depois do almoço, e das atividades de limpeza, hora de descanso, ou banho, ou lavar roupa… ninguém tem internet ou livro p ler…nada!!!! Se teve alguém que não entregou na chegada, com certeza a bateria acabou, e não existia tomada p carregar…

– 14:30 –  Mais ensinamentos e meditação sentados

– 15:30 – Meditação caminhando

– 16:30 – Meditação sentados

– 17:00 – Chanting – São tipo mantras, que ficam repetindo,tipo “cantando”, eu particularmente não gosto disso, acho que peguei trauma dos templos muçulmanos na Índia, onde repetem palavras que não entendo, me passa uma ideia de fanatismo…

Nessa hora eu fugia pro lago, p curtir um lagarto enorme que ia tomar banho todo dia nesse horário…

– 18:00 – Hora do chá, que na verdade era um achocolatado, bem aguado, mas ajudava a não dormir morrendo de fome… Descanso até as 19:30

– 19:30 – Meditação sentados

– 20:00 – Meditação andando em grupo – Pra mim era a melhor parte do dia, andando na volta do lago, principalmente nas noites de lua cheia…

– 20:30 – Volta p meditação sentados

– 9:00 – Todos para cama dormir. Cada um tem seu quarto com sua cama dura, as mulheres em um lado e os homens em outro lugar…

Eu praticamente esvaziei minha mochila, colocando toda roupa possível de colchão, p tentar dormir um pouco melhor…a mochila era meu travesseiro…

– 9:30 – Trancam os portões dos dormitórios e apagam as luzes

Homens e mulheres nunca se misturam, tanto no refeitório, como na sala(galpão) de meditação, homens sentam no lado esquerdo e mulheres no lado direito.

No terreno do monastério, que é bem no meio do mato, tem águas termais (hot spring), uma piscina natural de água quente, eu diria quase fervendo, onde podíamos ir todos os dias depois do café da manhã e do chá da tarde… não é recomendado ficar mais q 10 minutos, mas alivia qualquer dor no corpo… E claro que a dos homens era bem longe da das mulheres…rsrs

Ah, o silêncio…Ninguém fala uma palavra! O silêncio em grupo é interessante… eu me dei conta que o EGO sai pela boca… Em silêncio não havia ego, eram todos iguais, não havia o mais inteligente, o mais falante, o mais extrovertido, o mais calado…eram todos iguais, ninguém se salientava mais que outro. Mas por outro lado, o silêncio não tem alegria, as pessoas não riem, não se divertem, não sorriem, não tem expressões… todos muito sérios, ninguém tinha nenhum traço de felicidade, e isso tava me consumindo…

Ao invés de me concentrar nas meditações, eu só pensava em como eu tava muitooooooo mais feliz fora dali, que há muito tempo não me via tão séria, quase triste…

No 8º dia eu já não via a hora disso tudo terminar, não agüentava mais essa rotina, queria voltar ao meu mundo de viagens, um dia diferente do outro, conhecer gente nova, lugares novos, acordar quando der vontade, comer um sanduíche, olhar o mar… Eu tava tão feliz antes de entrar lá… Mas só faltavam 2 dias…

No chá das 18 hs colocaram a programação do dia 09 e 10:

Iríamos “viver como monges”, não teriam mais ensinamentos, só meditando por conta própria, e seria só uma refeição por dia, as 8:30 da manhã…

Nesse 8º dia, eu já tava completando 10 dias lá dentro, pois já fui dormir lá no dia anterior  da inscrição. Eu nunca quis ser uma monja, e além do mais, só uma refeição por dia, pra mim foi a gota d’agua. Se não teriam mais aulas e ensinamentos, por que eu iria ficar ali, me privando da alegria de ver o mundo lá fora? Pedi pra sair! Tem que assinar uma folha, e ali vi que eu fui a 18ª pessoa a sair…tinha outra brasileira lá, que sumiu no segundo dia…

No 9º dia depois da única refeição, fui embora, e não me arrependi nem  por um segundo de ter ido curtir o mercado diferente e fantástico em Suratani e no dia 10, com o povo ainda lá, meditando como todos os outros dias, eu tava no barco, indo p ilha de Koh Tao, linda, onde tive um dia maravilhoso, conhecendo pessoas incríveis e anoitecendo na praia, tomando uma cerveja, curtindo o mar…

Quero deixar bem claro aqui, que cada pessoa tem diferentes pensamentos, reações, sentimentos, e duas pessoas podem viver a mesma situação e terem experiências totalmente diferentes. Essa foi a minha experiência, eu encontro meu “nirvana” todo dia nas minhas viagens, fazendo o que eu amo, curtindo a vida e a natureza… não gosto de nada que me prenda, não gosto de regras, tenho pavor a rotina. Tinham pessoas que estavam lá pela terceira, quarta, sexta vez…Eu gostei de ter aprendido mais sobre meditação e budismo, valeu a experiência, mas jamais faria isso de novo!

Um dos ensinamentos de Buda, diz “Não acredite, investigue!” Portanto, não quero desanimar ninguém que queira passar por essa experiência… Quem quiser, vá lá, investigue…e tenha sua própria experiência!

A foto (da home) que traz até este post está sob licença Creative Commons.


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Ásia

10 coisas para se fazer em Bangkok

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em

Bangkok por Viajando na Janela

O que fazer em Bangkok?

Vendedores por todos os lados, trânsito intenso, temperatura por volta dos 40º, camelôs espalhados pelas ruas… Bangkok é uma daquelas cidades que ou se ama ou se odeia! Pra nossa sorte, apesar do baque inicial, adoramos a loucura de lá e se o nosso roteiro permitisse certamente teríamos ficado mais alguns dias.

Pensando em te ajudar a se programar para conhecer a capital tailandesa,  nós do blog Viajando na Janela separamos 10 coisas que você pode fazer em Bangkok, a cidade mais doida do mundo! Esperamos que estas dicas te ajudem a se programar para conhecer o melhor da cidade!

 


1 – Conhecer a Khao San, a rua mais badalada de Bangkok

Nos filmes e seriados, Bangkok é sempre retratada como um lugar insano, onde rola de tudo!

Bem, não posso afirmar que a cidade é sempre maluca como os filmes mostram, mas, se tem um lugar por lá que realmente merece o título de lugar “fora do normal”, este lugar é a Khao San Road.

Khao San por Viajando na Janela

Khao San

Durante o dia, a rua é mais tranquila. Barraquinhas de comidas e sucos, restaurantes e bares, artesanato, estúdios de tatuagem, massagens, isto é o que você encontrará por lá até umas 18hrs.

Depois das 18hs, a Khao San se transforma! A rua vira o point dos mochileiros/viajantes, toda iluminada com luzes e letreiros de todas as cores. Os bares quase que colados uns nos outros colocam o som no máximo, sendo que a cada passo que a gente dá escutamos uma música diferente! Os camelôs montam suas barraquinhas nas ruas, vendedores passam oferecendo iguarias como escorpião no espeto, grilo frito, porção de verme (eca!), pessoas vendem bebidas em um baldinho (mais conhecido como bucket). No meio disso tudo, motos passam de um lado pro outro, pessoas oferecem ternos sob medida, convidam para ir a um Ping Pong Show (Google it! ?)…

UFA! é muita coisa louca reunida em um lugar só!

 

Insetos servidos como petiscos na Khao San

Insetos servidos como petiscos na Khao San

 

Pode ser que pela descrição acima, a Khao San não faça o seu estilo, mas não tem como ir a Bangkok e não conhecer a rua! Nós fomos na Khao San várias vezes quando estávamos em Bangkok. E foi lá inclusive que conhecemos a Mônica e o Fábio, um casal de brasilienses nota mil! Eles estão postando várias coisas sobre a Tailândia no blog levesemdestino.com, vale a pena conferir!

Em poucos minutos você consegue cruzar a Khao San, mas mesmo que você passe por ela dez vezes, sempre terá algo novo pra te surpreender!

 


2 – Tomar uma Chang na Rambuttri

Rambuttri é outra rua muito conhecida de Bangkok. Ela é quase paralela à Khao San, mas, apesar da proximidade, tem um estilo um pouco diferente.

Na Rambuttri existem vários bares e restaurantes e a rua tem um clima mais tranquilo. Geralmente, é lá que a galera se encontra pra tomar uma Chang (cerveja tailandesa) e comer alguma coisa.

Curtimos muito esta rua, principalmente porque no meio dela encontramos o My Darling, um restaurante super agradável com uma decoração muito diferente, onde fomos pelo menos umas três vezes.

Fried Rice

 

Cerveja Chang por Viajando na Janela

Cerveja Chang

Geralmente nós rodávamos a Khao San e quando ficávamos cansados ou com fome, era pra lá que corríamos! A comida do restaurante é bem gostosa, eles servem desde os pratos típicos tailandeses até pizza e batata frita. Os drinks também eram excelentes.

Restaurante My Darling

Restaurante My Darling

 

Foi no My Darling que provamos pela primeira vez a comida thai, e, apesar da diferença de temperos e sabores, gostamos bastante.

 


3 – Fazer compras nos shoppings, ou pelo menos perambular por eles

Como em qualquer metrópole, em Bangkok também existem muitos shoppings que vão desde os mais simples até os mais sofisticados. No bairro Siam estão localizados vários deles.

O bairro Siam é muito diferente da imagem que temos de Bangkok. Lá não é repleto de templos, nem cheio de barraquinhas pelas ruas, por lá as coisas até parecem fluir em um ritmo mais normal ?. O bairro é mais organizado e passa um ar de modernidade, com seus prédios imensos e lojas coloridas.

Os principais shoppings de Bangkok são o MBK Center, o Siam Discovery Center, o Terminal 21, o Siam Center e o Siam Paragon. E valem muito a visita!

 

Shopping MBK Center

Shopping MBK Center

 

Como não tivemos muito tempo em Bangkok, só conhecemos o MBK Center, que é um dos shoppings mais procurados pelos turistas e que é um pouco diferente dos shoppings que conhecemos.

Na verdade, os andares do MBK são divididos por tipos de produtos. Os três primeiros são como um Aliexpress ao vivo, neles se encontra uma infinidade de produtos de marca (ou quase de marca ?). Nestes andares você consegue comprar réplica de tênis, relógios, camisas, shorts, bijuterias, perfumes e várias outras coisas.

O 4º e o 5º piso são os meus favoritos. Estes pisos10 coisas para se fazer em Bangkok - guia completíssimo!são repletos de lojas com produtos eletrônicos, e, pelo menos pelo que pude perceber, os produtos são realmente originais haha. O quinto andar é a perdição para os fotógrafos, lá tem várias lojas especializadas nas principais marcas de câmeras, além de Gopro e acessórios.

Os preços são bem melhores que os das lojas brasileiras e ainda há a possibilidade de negociar os valores. Nós compramos alguns cartões de memória e um Dome para a Gopro lá.

No sexto piso tem uma enorme praça de alimentação, onde os restaurantes servem os mais diferentes tipos de comida.

Já o Terminal 21 é um shopping mais sofisticado, possuindo lojas de várias marcas famosas (Nike, Oakley, Esprit…). O shopping divide seus andares por temas relacionados a uma cidade específica. O 4º andar, por exemplo, é inspirado em São Francisco e tem até  réplica bem grandinha da Golden Gate.

Siam Center também possui várias marcas conhecidas (tem até Havaianas!) e uma praça de alimentação com muitas variedades de restaurantes. Este shopping tem ligação direta ao Discovery Center e ao Paragon.

Discovery é mais parecido com os shoppings que temos por aqui, e dentro dele existe uma das 13 filiais do Museu Madame Tussauds. Este museu é super diferente, já que suas obras são bonecos de cera imitando artistas famosos! Os bonecos são muito realistas, dê só uma olhada no site do Museu!

Por fim, o Siam Paragon que é de longe o mais luxuoso de Bangkok, e possui dentre suas lojas grifes como Louis Vuitton, Prada e Dior. Se você pretende fazer compras por lá, prepare o cartão! Mas, mesmo se você for mochileiro pé rapado como a gente quiser economizar, o Siam merece uma visita, suas lojas possuem uma decoração incrível parecendo que foram desenhadas por artistas.

 


4 – Perder-se pelos vários templos budistas

Bangkok possui uma infinidade de templos budistas espalhados por suas ruas, sendo que eles são de longe as principais atrações da cidade. Tal fama deve-se a grandiosidade e aos detalhes que os templos apresentam. Todos são minuciosamente decorados, nos dando a impressão de que levaram séculos para ficarem prontos.

Os principais templos de Bangkok são: Wat RatchanatdaramWat SaketGrand PalaceWat PhoWat BenchamabophitWat Traimit e Wat Arun.

Templos em Bangkok

Templos em Bangkok

Nós reservamos dois dias e meio para conhecer alguns dos mais famosos templos da cidade e com um roteiro corrido conseguimos visitar 6 templos.

Com tantos templos lindos, vale a pena pesquisar antes e montar um roteirinho de quais visitar. Estando hospedado próximo à Khao San, dá pra conhecer muitos deles à pé.

No post “Quais templos visitar em Bangkok“, contamos como é cada um deles e também damos várias dicas para você programar o seu roteiro. Não deixe de conferir!

 

5 – Relaxar com uma boa massagem

Se tem uma coisa que a gente vê em grande quantidade pelas ruas de Bangkok são lugares oferecendo massagem. Tem pra todos os gostos! Desde aquelas massagens mais relaxantes, feitas com óleos terapêuticos, até as mais intensas, que são chamadas de Thai Massage e que envolvem movimentos de yoga, com pressão em pontos específicos do corpo!

10 coisas para se fazer em Bangkok - guia completíssimo!

Massagem na rua Rambuttri

Os principais locais para se fazer massagem por lá são as lojinhas de rua. Na própria Rambuttri, a gente encontrou várias, e, inclusive, fizemos a foot massage por duas vezes lá. Pagamos 150 Bahts por meia hora de massagem, o que equivale a  +ou- R$15,00 reais.

Vocês não fazem ideia do quanto é bom poder fazer uma massagem tailandesa nos pés depois de circular por Bangkok! Sério, parece até que renovamos a energia! haha

Mas, para quem quiser algo mais requintado, existe a franquia Healthland, que são tipo spas. O preço de lá é mais salgadinho (1.200 Bahts por 1 hora de massagem), sendo que eles oferecem vários tipos de tratamento de beleza também.

Dica: no templo Wat Pho existe uma das mais respeitadas escolas de massagem do mundo.

Outra opção é a fish massage (mergulha-se os pés num enorme aquário cheio de peixinhos, e eles comem a pele morta dos pés). Não aconselho esse tipo de massagem pra quem tem cócegas! ?

 


6 – Aventurar-se pela histórica Ayutthaya

Ayutthaya foi a primeira capital da Tailândia sendo a principal cidade do país por mais de 400 anos. O Reino era tão grande que a cidade, nos seus anos mais prósperos, possuía mais de 1500 templos budistas!

Conta a história que em 1767 os birmaneses invadiram a cidade e com seus exércitos destruíram tudo o que encontraram. Todo o ouro e pedras preciosas que haviam em Ayutthaya também foram levados. Tudo o que sobrou por lá foram as ruínas.

O complexo foi reconhecido pela UNESCO como patrimônio da humanidade e atrai viajantes e historiadores de todas as partes do mundo!

Ayutthaya lembra aqueles cenários de filmes de aventura,  cheio de templos ancestrais e ruínas que dão um clima muito diferente ao lugar. Algo muito interessante para se ver por lá também são as estátuas de buda que foram decapitadas pelos birmaneses. Existem centenas delas, sendo que algumas são quase irreconhecíveis.

Conhecer este lugar fantástico é muito fácil se você estiver em Bangkok. A cidade fica a 80km da capital e o viajante pode optar por ir sozinho (trem, táxi, ônibus) ou contratar um passeio (que foi o que a gente fez). Reserve um dia inteiro para conhecer o lugar.

O passeio pode ser contratado diretamente nas várias agências de turismo que ficam próximas ou mesmo na Khao San.

Confira o post: Como conhecer as ruínas de Ayutthaya em um dia!

 

Ruínas de Ayutthaya

Ruínas de Ayutthaya

 

7 – Tomar um drink em um Rooftop

Nada melhor do que tomar um bom drink com uma vista incrível, não é? Em Bangkok você pode fazer isto em grande estilo!  Os chamados rooftop bars, bares e restaurantes que ficam no topo dos grandes 10 coisas para se fazer em Bangkok - guia completíssimo!prédios da cidade estão espalhados por várias regiões.

Um dos mais conhecidos é o Sky Bar, onde fica o famoso restaurante Sirocco. Neste bar foram gravadas cenas do filme “Se beber não case 2”, dai a fama dele.

Não fomos no Sky Bar, mas lemos em alguns relatos que os preços de lá são bem altos. Então, caso pretenda conhecê-lo, vale a pena dar uma pesquisada antes de pedir aquele jantar maravilhoso com sobremesa! ???

Dica: muita gente que faz questão de conhecer o Sirocco, mas não está afim de deixar um rim lá, entra no bar, conhece o ambiente, tira algumas fotos e depois vai embora. Não testamos esta técnica, mas dizem que o pior que pode acontecer é um segurança te olhar com cara feia. ???

Nós aproveitamos uma das duas noites que passamos no Novotel Sukhumvit 20, para conhecer o rooftop de lá, o Sky on 20. A vista era linda demais! Os preços de lá são bem mais próximos da realidade, os drinks, como os da foto, custavam em média 250 Bahts (+ou- 23 reais).

 

Vista do Roftop do Novotel

Vista do Roftop do Novotel

 

8 – Dar uma volta de tuk-tuk

Bom, antes de qualquer coisa, é extremamente importante que seu seguro de viagem esteja ok! Não que seja perigoso andar a mil por hora pelas ruas de Bangkok, atravessando sinais vermelhos e cortando os carros pela direita e pela esquerda, mas sempre é bom se prevenir, né? ?

Os preços dos tuk-tuk também não são muito bons se comparados à uber ou taxi. A dica é sempre negociar. Em uma corrida que de início sairia por 300 bahts, dá pra diminuir pra 200 baths ou até mesmo 100 baths, tudo depende do seu espírito negociador. Outra dica infalível: não feche com o motorista logo de cara. Se ele não abaixar o preço, fale que não quer, que vai de táxi, vire as costas e saia andando, a chance de ele te chamar de volta e e aceitar o seu preço é de 99%.

Nós só andamos de tuk-tuk uma vez, mas essa única vez foi o suficiente para garantir emoção para a viagem inteira!

 

Tuk-Tuk, só os mais corajosos sobem em um desses! haha

Tuk-Tuk, só os mais corajosos sobem em um desses! haha

 

9 – Conhecer o Mercado do Trem de Maeklong

Este passeio nós não tivemos tempo de fazer, mas vimos muitos relatos positivos sobre ele e não podemos deixar de indicar.

O Mercado do Trem é na verdade uma feira que fica sobre os trilhos de um trem. Mas é claro que não passa trem por lá, certo?

Errado!!! Por mais incrível que pareça, a feira fica montadinha e, minutos antes do trem passar, os feirantes recolhem tudo que estava pelo chão e, como se não houvesse uma feira ali, o trem passa. Em seguida, está tudo no chão novamente.

Se você já foi, deixe um comentário contando como foi sua experiência! ?

 

 

10 – Fazer uma tatuagem

Muito além de estética, as tatuagens fazem parte da cultura e da religião tailandesa.

As Sak Yant são as tatuagens mais famosas da Tailândia. Elas não são simples desenhos sobre a pele, mas representam mantras budistas e símbolos de proteção e bênção que devem ser respeitados por aqueles que as possuem para garantir que os poderes espirituais que elas carregam permaneçam em constante funcionamento. Este tipo de tattoo pode ser feita nos estúdios de tatuagem e, caso o interesse seja realmente espiritual, deve-se fazê-las em um templo.

Gao Yord – é a Sak Yant mais poderosa. Ela traz os nove picos onde residem os deuses hindus e também possui as nove representações de buda

Gao Yord – é a Sak Yant mais poderosa.
Ela traz os nove picos onde residem os
deuses hindus e também possui as nove
representações de buda

 

Como a Geisi queria algo mais delicado, optou por fazer uma tatuagem em um estúdio convencional. O estúdio escolhido foi o OD Tatoo, que fica no bairro Sukhumvit. Não fomos com hora marcada, simplesmente chegamos, esperamos o tatuador terminar uma tatuagem e já foi a vez dela. Nós recomendamos esse estúdio, é bem higiênico, a tatuagem é bem feita e o pessoal de lá é muito maneiro!

 

Tatuador do studio OD em Bangkok

Tatuador do studio OD em Bangkok

Tatoo feita em Bangkok

Tatoo feita em Bangkok

 

Esta é nossa lista de opções de coisas para se fazer e lugares para se visitar em Bangkok. Caso você tenha alguma dúvida, é só deixar um comentário que eu ou a Geisi podemos tentar ajudar. AH! E caso você já tenha rodado por BKK e tenha mais alguma sugestão, conte ai pra gente. Pretendemos voltar lá em breve e dicas nunca são demais, não é?

Um forte abraço!

 

Curtiu o post? Ele saiu de um mochilão de 21 dias que fizemos na Tailândia. No Blog Viajando na Janela tem muitos outros! Acompanhe a gente por aqui no Mochila Brasil e por lá também!

 

 


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Bolívia

Os 10 melhores vídeos de viagem de 2014

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Devo dizer que não foi uma tarefa fácil selecionar estes vídeos, primeiro porque a produção de filmes de viagem de curta metragem com a qualidade dos selecionados aqui não é tão opulenta. Na verdade são verdadeiras pérolas cinematográficas com direito ao uso de tudo que o ano de 2014 pôde oferecer em equipamentos de última geração como drones e câmeras 4K. Novas linguagens como o “flow-motion”  e outras já conhecidas como o time lapse e o stop-motion também foram muito bem exploradas  .   Há também filmes produzidos com uma linguagem mais simples e não menos belos. Sem nenhuma dúvida são os melhores vídeos de viagem de 2014.

 

Barcelona Go!

Esse filme de 2 minutos e 10 segundos é um dos mais geniais da seleção e foi  produzido pelo cineasta britânico Rob Whitworth que batizou a técnica usada de “Flow-Motion”. Segundo a descrição do vídeo no Vimeo, foram 363 horas de trabalho com um total de 817 GB de dados.  É um “Hyperlapse”, segundo o site Peta Pixel, o filme é um passo seguinte comparado às técnicas de stop motion e time lapse, foi todo produzido e pensado quadro a quadro, mas independente de toda a magia tecnológica e criativa por traz da produção o melhor é assistí-lo:

One Minute in México

Esse é apenas um dos vídeos do projeto Perennial Plate, criado pelo chef e ativista, Daniel Klein e a cineasta Mirra Belas que estão viajando por diversos destinos para filmar as maravilhas da culinária local em um mundo cada vez mais dominado pelo agronegócio, pela indústria alimentícia e pelas cadeias de fast-food. Os demais vídeos podem ser assistidos no site do projeto no endereço: www.theperennialplate.com

Koh Yao Noi

Produzido com um drone Phantom 2 e uma GoPro Hero 3+ esse vídeo traz belas cenas muito bem editadas do dia a dia da ilha de Koh Yao Noi, que é uma das menos desenvolvidas da Tailândia. Segundo seu criador o vídeo mostra um pouco do que é a realidade do país.

Watchtower of Turkey

Um retrato da Turquia em um vídeo de 3 minutos e meio. Seu autor, o cineasta Leonardo Dalessandri viaja “ao longo de 3500 km percorridos em 20 dias, capturando paisagens dos tons azulados de Pamukkale até as mais quentes da região da Capadócia. Ele registrou imagens na Capadócia, Pamukkale, Éfeso, Istambul, Konya; provou baklava, kunefe, doner, o chá turco; e teve a oportunidade de conhecer a alma da Turquia de seu povo” é o que traz a descrição deste belo filme no Vimeo. Assista!

Paris / New York

O que Paris e Nova York têm em comum? E o que elas têm de diferente?  Confira nesse vídeo de 2 minutos!

Yosemite HD II

Foram mais de 300km de trekking cruzando o Parque Nacional de Yosemite, e o resultado destes 45 dias de cenas capturadas em time lapse pela dupla Colin Delehanty e Sheldon Neill é este espetacular vídeo de 5 minutos e 20 segundos. Assista e acesse a fanpage para ver o primeiro vídeo do projeto:  facebook.com/projectyose

PERU & BOLIVIA | a stop-motion journey

Esse é o vídeo da foto que abre o post e é um dos meus preferidos. Feito com a técnica de stop motion o autor conseguiu fazer um vídeo autêntico, divertido e que mostra belas paisagens de um dos roteiros mais percorridos por mochileiros brasileiros, o clássico Peru + Bolívia! Assista!

GIRONA

Um olhar em miniatura da bela província catalã de Girona. É um time lapse produzido com a técnica de tilt shift que dá a impressão que tudo que se vê está em miniatura.

SOMEWHERE U.S.A.

Um filme belo e simples de uma road trip pelos rincões dos EUA. Só o final que é obviamente demasiado americano, mas vale cada minuto.

Dreamwalking Barcelona

Filmado durante o Festival de Santa Joana em Barcelona, uma celebração anual que reúne moradores e turistas em meio aos fogos de artifício e festas na praia até o amanhecer. O vídeo é de uma beleza extrema e foi filmado para ser rodado em reverse. Confira o resultado!

BONUS TRACK

A happy man (Short documentary)

Retrato documentário sobre um homem que vive nas montanhas, acima do lago Skadar em Montenegro.


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China

10 restaurantes para visitar antes de morrer

Claudia Severo

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Complementando o título: … nem que seja só pra “pedir uma informação” – risos. É, porque consumir em qualquer um deles deve comprometer uns bons dias (do orçamento) de viagem.
Complementando o título 2: até porque não dá pra visitar nada depois de morto (acho, só acho)

No mundo

1 – The Grotto – Krabi – Tailândia
O restaurante fica escondido num penhasco de calcário. O chão é coberto por uma areia fina e a abertura da ‘gruta’ dá numa bela praia com águas cristalinas, assim… tipo Tailândia.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Este é outro, o Krua Pharanang, um dos 4 restaurantes do resort |Divulgação

Este é outro, o Krua Pharanang, um dos 4 restaurantes do mesmo resort |Divulgação

Aqui uma vista da região onde ele está | Foto: Divulgação

Aqui uma vista da região onde ele está | Foto: Divulgação

2 – The Rock Restaurant – Zanzibar
Acessível por barco, o restaurante de frutos do mar fica na península de Michanwi Pingwe.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Nesta imagem, uma vista mais ampla do restaurante | Foto: Chris Rogers

Nesta imagem, uma vista mais ampla do restaurante | Foto: Chris Rogers

3 – Waterfall Restaurante – Filipinas
Pelos seus pés correrão as águas da cachoeira Labasin. O restaurante fica dentro de um resort, o Villa Escudero.

Mesas e bancos de bambu integram o ambiente | Foto: Jedson John

Mesas e bancos de bambu integram o ambiente | Foto: Jedson John

Foto: Daniel Nicholson

Foto: Daniel Nicholson

4 – Crater Lodge, Ngorongoro Conservation Area – Tanzânia
A cratera de Ngorongoro é uma das maiores atrações da Tanzânia a área é considerada a “Arca de Noé” da África Oriental. Ali está instalado este restaurante.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Área da cratera de Ngorongoro | Foto: Stuart Westmore

Área da cratera de Ngorongoro | Foto: Stuart Westmore

5 – Fangweng – Yichang – China
“Pendurado” numa encosta calcária no vale de Xiling Gorge o restaurante foi inaugurado em 1980.
A área onde está instalado é considerada bastante turística e por ali há prática de bungee jumping, caminhadas e passeios de barco pelo rio Yangtze que está aos pés da encosta onde fica o restaurante.

Cena em área do rio Yangtze | Foto: Kimberly Kendall

Cena em área do rio Yangtze | Foto: Kimberly Kendall

Fotos: Internet e donfaw

Fotos: Internet e donfaw

No Brasil

Nesses eu sei que você não precisará vender um rim para pagar a conta (já fui aos 3 primeiros da lista abaixo)

1 – Restaurante do Paulo (Pousada do Paulo) – Jericoacoara – CE
Decks instalados embaixo de cajueiros e mesas pé na areia à beira da Lagoa do Paraíso, uma das mais bonitas de Jeri.

Durante o dia o restaurante é aberto ao público em geral e à noite é reservado aos hóspedes da pousada | Foto: Silnei L Andrade/Mochila Brasil

Durante o dia o restaurante é aberto ao público em geral e à noite é reservado aos hóspedes da pousada | Foto: Silnei L Andrade/Mochila Brasil

Windsurf e kitesurf são praticados na lagoa de águas cristalinas | Foto: Silnei L Andrade/Mochila Brasil

Windsurf e kitesurf são praticados na lagoa de águas cristalinas | Foto: Silnei L Andrade/Mochila Brasil

2 – Restaurante do Rancho do Buna – Atins – Lençóis Maranhenses

A beleza cênica para se chegar ao local já vale a experiência.

Cena de Atins | Foto: Silnei L Andrade/Mochila Brasil

Cena de Atins | Foto: Silnei L Andrade/Mochila Brasil

3 – Bar e restaurante Urca – Urca – Rio de Janeiro – RJ

Uma das mais belas vistas da baía de Guanabara.
Dica: Você pode andar alguns metros e pagar mais barato (por tudo) no primeiro bar que achar (qualquer um é mais barato que ele por ali). O atrativo mesmo é a paisagem e o mais gostoso é ficar na “mureta da Urca” vendo o tempo passar.

Anoitecendo um pouquinho mais a frente do Bar Urca | Foto: Claudia Severo de Almeida/Mochila Brasil

Anoitecendo um pouquinho mais a frente do Bar Urca | Foto: Claudia Severo de Almeida/Mochila Brasil

Um pedacinho da Enseada de Botafogo visto a partir da 'mureta da Urca' | Foto: Claudia Severo de Almeida/Mochila Brasil

Um pedacinho da Enseada de Botafogo visto a partir da ‘mureta da Urca’ | Foto: Claudia Severo de Almeida/Mochila Brasil

4 – Restaurante do Refúgio Ecológico Pedra Afiada – Cânion Malacara – Aparados da Serra – Praia Grande – SC

A pousada bem como o restaurante são instalados aos pés do esplendoroso cânion Malacara, um dos menos visitados da região do Parque Nacional de Aparados da Serra.

Instalações estão em meio a natureza | Foto: Divulgação

Instalações estão em meio a natureza | Foto: Divulgação

Jardins por todos os lados | Foto: Divulgação

Jardins por todos os lados | Foto: Divulgação

5 – The Maze Rio – Rio de Janeiro – RJ

O local tem uma das mais belas vistas de um dos mais belos cartões postais do Rio. Tem o bar (é, não é um restaurante) e também oferece hospedagem em quartos privativos ou dormitórios.

O bar fica na favela Tavares Bastos, no bairro do Catete, zona sul do Rio | Foto: Divulgação

O bar fica na favela Tavares Bastos, no bairro do Catete, zona sul do Rio | Foto: Divulgação

 

Na arquitetura, as curvas do Rio ou influência de Gaudí? | Foto: Divulgação

Na arquitetura, as curvas do Rio ou influência de Gaudí? | Foto: Divulgação

Nota: Nos nomes dos restaurantes você encontra o link para os sites onde poderá obter mais informações sobre eles, como chegar, ver mais imagens etc.


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Notícias

Violência nos protestos na Tailândia atinge áreas turísticas

Claudia Severo

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A violência gerada pelos protestos (e repressão a eles) ocorridos nas ruas da capital tailandesa, Bangkok chegou próxima a pontos turísticos da cidade.
No último domingo (1), canhões de água e gás lacrimogêneo foram disparados contra a multidão no bairro histórico de acordo com reportagem do jornal britânico, The Telegraph.
A área atingida abriga importantes monumentos e templos locais, como o Grand Palace e o Wat Pho, além da conhecida região mochileira de Khao San Road.
Ainda de acordo com a publicação, quatro pessoas morreram em confronto com a polícia e dezenas ficaram feridas.
A principal área onde ocorrem as manifestações é ao longo da Ratchadamnoen Avenue, incluindo o Monumento à Democracia, mas elas têm se expandido para diversos prédios governamentais do centro da cidade. “Houve também manifestações em províncias fora de BangKok, incluindo Phuket”, afirma a reportagem.
Phuket é uma ilha (e província) e uma das áreas mais visitadas da Tailândia.
Os tailandeses protestam pedindo o fim do governo da primeira-ministra Yingluck Shinawatra.

Na imagem que abre o post, Khao San Road | Foto de Skoll.


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Notícias

Turismo de massa ameaça ilhas tailandesas

Claudia Severo

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O desenvolvimento sem controle e a expansão dos voos de baixo custo ameaçam as ilhas mais remotas da Tailândia, como a Koh Lipe, de acordo com reportagem da agência EFE, publicada no jornal Folha de S.Paulo.
São milhares os turistas que visitam a ilha, que mesmo assim seguia salva dos custos ambiental e social do turismo de massa.

Um dos pontos de Koh Lipe | Foto: Divulgação/Castaway Resorts

Um dos pontos de Koh Lipe | Foto: Divulgação/Castaway Resorts

Com ele, hotéis, bares e restaurantes estão por toda a parte, bem como o excesso de lixo. Alguns locais levam turistas para passeios em seus barcos e alguns pescam em lugares cuja atividade é ilegal. Ainda de acordo com a reportagem, estes passeios deixam montanhas de lixo em ilhas desabitadas como a Koh Hin Nagam.
Nativos que chegaram há seculos no território também se veem obrigados a irem cada vez mais para o interior. É o caso dos urak lawoy.

Regiões até então afastadas das rotas turísticas frequentes sofrem

Koh Lipe tem cerca de 1,6 Km² de área e fica no extremo sul da Tailândia, dentro do parque natural de Tarutao, na fronteira com a Malásia.

Um dos pontos da ilha | Foto: Mateo Pieroni

Um dos pontos da ilha | Foto: Mateo Pieroni

Segundo a EFE, ela é a única ilha do parque onde é permitida a urbanização, o que se transformou em uma febre do concreto, com o turismo dos últimos anos.
A região fica um pouco afastada das rotas turísticas frequentes, mas com as ofertas das companhias aéreas que incluem voo, veículo e lancha até a ilha, provocaram uma inundação de visitas, inclusive na época de chuvas (entre maio e outubro).
“Após desembarcar em uma de suas praias, é possível se deparar com várias construções sem ordem aparente e quase não resta zona florestal no interior da ilha”, frisa a publicação.
Dicas de viajantes sobre a Tailândia e outros destinos na Ásia no http://www.mochileiros.com/asia-f36.html

Na imagem que abre o post, vista aérea de Koh Lipe | Foto: Divulgação/Castaway Resorts

 


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Os 10 + vistos do Mês

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