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Coreia do Norte

Fotógrafo mostra Coreia do Norte em primeiro vídeo 360º gravado no país

Claudia Severo

Publicado

em


[Post atualizado em 18/10/2017*]
Desde março de 2015 o YouTube suporta vídeos em 360 graus. Utilizando o navegador Google Chrome* o usuário pode, passando o mouse ou utilizando setas de navegação no canto superior esquerdo do vídeo, mover a imagem para o ponto de vista que quiser. Confesso que, para mim, foi novidade – só descobri isso hoje e, foi logo para ter acesso a cenários de um destino que gera bastante curiosidade em qualquer viajante que se preze: a Coreia do Norte.
O primeiro vídeo em 360 graus (publicado no YouTube) sobre o país é um projeto independente do fotógrafo singapuriano, Aram Pan.
O site que fala sobre o projeto, diz que o trabalho quer mostrar o país através da fotografia sem tratar de qualquer passado ou questões políticas (bem como este post). “O objetivo deste projeto é estimular a compreensão do país e descobrir os mistérios que estavam escondidos”.
Depois de uma série de emails e faxes solicitando autorização para registrar um pouco do país, Pan desembarcou por lá e publicou as imagens que você confere abaixo:

No canal do fotógrafo no YouTube há outros vídeos, nem todos em 360º, como os abaixo,  com algumas experiências gastronômicas na Coreia do Norte e que segundo ele não estão no itinerário turístico regular.

Um city tour por Pyongyang, a capital da ‘República Popular Democrática da Coreia’ e…

o sobrevoo da cidade num ultraleve construído no país.

Para saber mais sobre o projeto você pode acessar o site, o canal e ou a fanpage no Facebook.

* No dia 18/10/2017 o site da organização NKNews.org (que tem como objetivo disponibilizar dados acadêmicos e profissionais sobre a Coreia do Norte) publicou outro vídeo feito por Aram Pan e uma entrevista com o fotógrafo. O vídeo você pode conferir abaixo e a entrevista (em inglês), aqui.

 

Mais sobre a Coreia do Norte

Por aqui também mostramos o trabalho da fotógrafa francesa, Helene Veilleux, com belas e curiosas fotos da capital norte coreana.
Informações sobre o país no Mochileiros.com podem ser encontradas aqui.
Também há algumas informações no site da Embaixada do Brasil em Pyongyang, na página da Associação de Amizade com a Coreia (mantida em colaboração com o Comitê para as relações culturais com os países estrangeiros) e no portal oficial do governo norte coreano. (As duas últimas, em inglês).

A imagem da home (que traz até este post) é do detalhe de um dos monumentos de Pyongyang. Foto de Gilad Rom.

*Tentei no navegador Mozilla Firefox, mas o 360 graus não funcionou.

NOTA: Há  muita controvérsia sobre quaisquer imagens feitas na Coreia do Norte. Muitos dizem que o que aparece por aí são cenas e situações “maquiadas” e ou autorizadas a serem divulgadas, propositalmente, pelo governo de Kim Jong-un.
No dia 22/02/2016 por exemplo, a Band publicou imagens feitas pelo fotógrafo Eric Lafforgue, que mostram um pouco das dificuldades vividas pelos norte coreanos. Confira aqui.

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A Coreia do Norte na visão de viajante curitibano

Mochileiros.com

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Autor do livro “De Mochila pelas Américas”, o jornalista, fotógrafo e viajante, Ike Weber, acaba de retornar de sua terceira expedição de longo prazo, desta vez pelo Extremo Oriente. Entre os países visitados, a Coreia do Norte, foco de tensão mundial, desde o ano passado. Weber esteve também na Coreia do Sul, na China e em Taiwan. Suas jornadas são expedições jornalísticas, culturais e de aventura as quais ele divide com seus leitores no blog www.ikeweber.com
“Parecia ter entrado no cenário de um filme, com poucos atores, ou em uma cidade de brinquedo, sem publicidade ou anúncios pelas ruas”, conta o jornalista, ao relatar a sua primeira impressão ao chegar ao país mais fechado do mundo. É complexo descrever uma viagem à República Popular Democrática da Coreia (DPRK), nome oficial do país comunista. “Há mitos, lendas, e também muita realidade na vida local”, diz.

Ike com guias norte-coreanos | Foto: Divulgação.

Weber precisou se submeter a um processo burocrático, assinar documentos e se comprometer a seguir uma série de regras antes de conseguir o visto e a autorização de entrada no país. As viagens independentes são proibidas, com raríssimas exceções. Os interessados precisam contratar serviços de guia de empresa ocidental autorizada pelo governo coreano, que, por sua vez, se submete à orientação da agência estatal de turismo.
Ike Weber era o único participante latino americano do grupo. Pouquíssimos são os brasileiros que visitam a Coreia do Norte. Antes da partida, foi preciso participar de uma reunião de briefing em Beijing, na China. Entre as regras, a proibição de tirar fotografias sem autorização; nenhuma câmera fotográfica com lentes de mais de 250 mm seria permitida; em todo o trajeto o viajante estaria na companhia de dois guias coreanos e um ocidental; nenhum livro sobre a Coreia, impresso ou documento religioso poderia entrar no país.

Poucos brasileiros visitam a Coreia do Norte | Foto: Divulgação.

Conversas com os locais poderiam ocorrer, brevemente e em locais específicos, e, em determinados lugares, as saudações em sinal de respeito aos líderes eram fortemente recomendadas. “Como não há religião praticada na Coreia do Norte, o que existe é uma espécie de culto político-religioso”, acrescenta Weber, que circulou por áreas públicas, prédios governamentais, fazendas cooperativas, fábricas e áreas de lazer, em três cidades diferentes da DPRK.
“Os primeiros dias foram de entendimento para detectar o que era a vida real e o que era uma apresentação para visitantes”, identificou o jornalista. As perguntas mais delicadas, conta, deveriam ser submetidas primeiramente ao guia ocidental, antes de serem feitas aos funcionários da agência norte-coreana de turismo. “Há vários pontos interessantes, complexos e delicados sobre a vida no país, como a compreensão que eles têm do desenvolvimento bélico, as restrições de acesso à tecnologia e o controle da informação”, comenta Ike Weber.

Mais sobre o viajante

Ike Weber realiza expedições de longo prazo pelo mundo desde 2012, quando resolver deixar a função de Diretor de Comunicação do Sistema Federação das Indústrias do Paraná para realizar um sonho. Queria viajar sem data de regresso, explorar e documentar países e culturas diferentes, com profundidade e tempo.
A primeira viagem durou 11 meses. Weber saiu do Sul do Peru e foi até o centro-norte do Alaska, só por terra e água, em sistema multimodal de transporte – de ônibus, barco, trem, carona, cavalo, bicicleta, motocicleta, caiaque, ferry boat e a pé. Na volta lançou o livro “De Mochila pelas Américas – Histórias, Reflexões e Experiências” (publicado pela Literal Link) organizou duas exposições fotográficas e realizou palestras em todas as regiões do Brasil. Mais tarde, saiu para explorar algumas regiões da Ásia, por sete meses. Agora acaba de retornar da Expedição Extremo Oriente.

O viajante é autor do “De Mochila pelas Américas” | Foto: Divulgação.

Mais sobre o livro, sobre esta e outras viagens do autor podem ser conferidas no site, Instagram e Facebook.

A foto (da home) que traz até este post é do viajante na Coreia do Norte | Reprodução Facebook.


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Fotógrafo faz registro das estradas fantasmas da Coreia do Norte

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O fotógrafo francês Eric Lafforgue fez 6 viagens pela Coreia do Norte, em uma delas viu turistas espanhóis usando camisetas de Kim Jung Il e na ocasião comentou com um amigo que “provavelmente eles não iriam vestir a camiseta em Barcelona”.  Segundo ele, os espanhóis ouviram o comentário e contaram ao guia do governo que os acompanhava.  Um mês depois de retornar da viagem, ele receberia uma carta com capturas de tela com suas fotos, dizendo que elas “não eram boas para a Coreia do Norte e que ele não poderia mais retornar ao país”, estava banido.

Isso ocorreu em 2012 e ele não voltou mais à Coreia do Norte. Ainda assim, talvez seja o fotógrafo estrangeiro que mais tenha registros do país.

Em seu site ele conta uma das histórias vividas por lá. O ensaio “Highway To Yell In North Korea” traz fotos das estradas fantasmas do país de Kim Jong-un, algumas delas você confere aqui .

Mais um dia calmo nas estradas norte-coreanas

 É proibido entrar com um carro sujo em Pyongyang, então, depois de uma longa viagem, os carros e ônibus devem ser limpos antes de entrar na cidade.

Rodovias largas que se parecem com pistas de aterrissagem

 Pessoas esperam uma carona que pode levar horas para chegar.

Pessoas cruzam a estrada sem muita preocupação

Um grupo de trabalhadores varre a estrada vazia.

Ao longo das estradas há estes imensos blocos de concreto que podem ser usados como barreiras no caso de uma invasão norte-americana.

Um Hammer destoa da paisagem.

Confira o ensaio completo e histórias de vários destinos do mundo no site do fótógrafo em: http://www.ericlafforgue.com/category/stories/


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Fotógrafa francesa faz imagens inéditas da capital da Coreia do Norte

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Não é todos os dias que vemos fotos atuais da Coreia do Norte circulando na web, e independente do lero lero binário ideológico de comunismo x capitalismo, qualquer viajante que se preze sente o pé coçar quando o destino é de alguma maneira “proibido” e definitivamente esse é o meu caso e com certeza o caso da fotógrafa  francesa Helene Veilleux.

Helene viajou a turismo para Coreia do Norte e suas imagens mostram detalhes do dia a dia de Pyongyang, a capital do país mais fechado do mundo.  Propaganda governamental, prédios com arquitetura moderna, ruas extremamente limpas e vazias e pouquíssimos automóveis circulando são os detalhes que mais chamam a atenção.

Confira as fotos de Pyongyang:

 

Arco do Triunfo - Foto: Helene Veilleux

Arco do Triunfo – Foto: Helene Veilleux

 

Mansudae Hill - Foto: Helene Veilleux

Mansudae Hill – Foto: Helene Veilleux

 

Estádio - Foto: Helene Veilleux

Estádio – Foto: Helene Veilleux

Parque de Diversão abandonado - Foto: Helene Veilleux

Parque de diversão aparentemente abandonado – Foto: Helene Veilleux

 

Mansudae Hill - Foto: Helene Veilleux

Grupo de turistas no Mansudae Hill – Foto: Helene Veilleux

 

Transeuntes na ruas limpas e vazias de Pyongyang - Foto: Helene Veilleux

Poucos transeuntes na ruas limpas e vazias de Pyongyang – Foto: Helene Veilleux

 

Guarda de Trânsito que provavelmente trabalha muito pouco - Foto: Helene Veilleux

Guarda de trânsito que não tem muito o que fiscalizar no trânsito de Pyongyang – Foto: Helene Veilleux

 

Recém Casados tiram fotos em Mansudae - Foto: Helene Veilleux

Recém Casados tiram fotos em Mansudae – Foto: Helene Veilleux

Arquitetura Moderna - Foto: Helene Veilleux

Arquitetura Moderna – Foto: Helene Veilleux

 

Ruas vazias e sem automóveis- Foto: Helene Veilleux

Ruas com poucos transeuntes e sem automóveis- Foto: Helene Veilleux

 

Transporte coletivo circula livre pelas ruas de Pyongyang - Foto: Helene Veilleux

Transporte coletivo circula livre pelas ruas de Pyongyang – Foto: Helene Veilleux

 

Estação do Metrô - - Foto: Helene Veilleux

Estação do Metrô – – Foto: Helene Veilleux

 

Propaganda Governamental - Foto: Helene Veilleux

Propaganda Governamental – Foto: Helene Veilleux

 


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