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Minas Gerais

MG ganha nova trilha em Parque Nacional

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No próximo sábado (18), o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, no norte de Minas Gerais promove a caminhada inaugural da trilha ‘Arco do André’. São cerca de 8Km de extensão (e 7 horas de duração) nos quais o caminhante poderá maravilhar-se com mirantes naturais únicos e cavernas monumentais.
De acordo com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Arco do André é uma trilha com propósito mais aventureiro, onde os visitantes poderão ter contato mais próximo e direto com o rio Peruaçu, com o carste e com as matas primárias no interior da unidade. As subidas e descidas íngremes e em terrenos acidentados exigem algum esforço e um maior nível de condicionamento físico por parte do visitante – diferentemente dos outros atrativos do Parque. Além disso, a trilha tem como maior característica a baixa intervenção e rusticidade, o que tem potencial para atrair um público diferenciado – além de possibilitar a estadia de pelo menos um dia a mais do turista na região.

Foto: Fernando Tatagiba/ICMBio.

Arco do André | Foto: Lia Rezende/Divulgação ICMBio.

A trilha foi estruturada de forma conjunta por brigadistas, voluntários e condutores ambientais. Segundo o chefe da unidade Rafael Pereira Pinto, ela foi pensada e implantada no âmbito do acordo de cooperação com o Instituto Ekos Brasil. “Ela gerará mais emprego e renda para as comunidades do entorno do Parque. Acreditamos que essa trilha tem potencial para estar entre as mais incríveis do Brasil”, ressalta Rafael.

Gruta dos Cascudos | Foto: Rafael Pereira Pinto/Divulgação ICMBio.

O parque

Mirante do Mundo Inteiro | Foto: Lia Rezende/Divulgação ICMBio.

O Parque Nacional Cavernas do Peruaçu foi criado em 1999 com o objetivo de proteger o o patrimônio geológico e arqueológico, amostras representativas de cerrado, floresta estacional e demais formas de vegetação natural existentes, ecótonos e encraves entre estas formações, a fauna, as paisagens, os recursos hídricos, e os demais atributos bióticos e abióticos da região norte do estado de Minas Gerais.
A unidade se destaca também pelas riquezas espeleológicas (com mais de 180 cavernas catalogadas; suas formações e cavidades atingem até 100m de altura) e arqueológicas (com inúmeros sítios com pinturas rupestres datadas de até 9 mil anos atrás).
O parque compreende as cidades de Januária, São João das Missões e Itacarambi. Tem acessos fáceis e estradas pavimentadas que levam até sua sede na BR 135, km 155, Comunidade do Fabião I, Januária – MG.
A sede do parque está a 45Km da cidade de Januária, onde chegam ônibus de Belo Horizonte ou Montes Claros (onde fica o aeroporto mais próximo), por exemplo.

Outros atrativos

Gruta do Janelão | Foto: Edward Elias/Divulgação ICMBio.

Além da nova trilha, o parque nacional conta com diversas atrações naturais como a Gruta do Janelão, onde está a maior estalactite do mundo, a ‘Perna da Bailarina’; a bela e ornamentada Lapa Bonita; a Lapa do Boquete, onde foram encontrados alguns sepultamentos e é possível verificar a presença de um silo pré histórico; a Lapa dos Desenhos, onde há um caminho margeando o rio Peruaçu, com exuberante mata e onde é possível observar toda a riqueza das pinturas do parque; a Lapa do Rezar que reúne toda grandiosidade do cânion do rio, abrigando também um sítio com pinturas rupestres bem conservadas e os Caminhos da Lapa do Caboclo e Carlúcio, com pinturas exclusivas do Vale do Peruaçu, mirantes e trilhas pela mata.
Os níveis de dificuldade dos percursos vão de leve a pesado e o tempo estimado para visitação varia entre 1h30 (Lapa do Boquete, ida e volta) a 7h (Arco do André, ida e volta).
A unidade pode ser visitada durante todo o ano. De novembro a abril é época de chuvas, período no qual o verde predomina na paisagem; já de maio a outubro, é seca e a paisagem pode ficar bastante acinzentada.
O clima é bastante quente independente da estação.
Para acessar os roteiros do parque é necessário veículo motorizado, próprio ou alugado. Clique aqui para ter acesso à lista de condutores credenciados.
O parque funciona de segunda a domingo, das 8h às 18h, sendo que a entrada nos atrativos é permitida até às 15h.
Para visitar este parque nacional é preciso fazer um agendamento junto à gestão da unidade, através do e-mail [email protected] enviando este formulário (aqui) preenchido.

Para mais informações, fotos e detalhes sobre o Parque Nacional Cavernas de Peruaçu e seus atrativos clique aqui.
Mais informações sobre a nova trilha, aqui.

Com informações do ICMBio.

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O Mochileiros.com foi criado em 1999 e recebe todos os meses mais de um milhão e meio de visitantes. Nossa comunidade é formada por viajantes experientes e iniciantes buscando informações sobre viagens independentes e econômicas em um verdadeiro circulo virtuoso de compartilhamento de informações gratuitas sobre destinos de todo o mundo.

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Diamantina é muito mais que um roteiro histórico

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Que a bela cidade histórica mineira de Diamantina é um ótimo destino para relaxar todo mundo já sabe, mas você sabia que além de uma bela arquitetura, ruas de pedras e igrejas deslumbrantes, próximo a cidade há belas cachoeiras e paisagens de tirar fôlego?

Pois então, vamos lá que vou apresentar estes lugares para vocês…

Parque Estadual do Biribibi

Colado na cidade, uma fugidinha de Diamantina para o Biribiri é uma das melhores combinações para o seu roteiro.

Neste parque além de duas cachoeiras de fácil acesso e ótimas para banho, há uma antiga vila têxtil abandonada, que deu lugar a ótimos restaurantes onde você pode provar a deliciosa comida mineira.

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Foto: Cachoeira Sentinela – sem tilha e super rasa.

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Foto: Cachoeira dos Cristais – Melhor poço para banho e trilha curtinha.

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Foto: Vila do Biribiri – lugar ideal para relaxar.

Quer saber mais? —> Roteiro Completo para conhecer o Biribiri.

Conselheiro Mata

A pequena Conselheiro Mata, distrito de Diamantina, merece bem mais que um bate e volta, portanto programe pelo menos dois dias inteiros para este paraíso.

Com seus quase 1.000 habitantes, este ótimo destino para ecoturismo escondido no norte do estado ainda não despontou para o turismo, mas nem por isso duvide de seu potencial.

São mais de 22 cachoeiras catalogadas, além de outras atrações e histórias de discos voadores.

Tem cachoeira para todos os estilos, no meio da mata, com trekking, de fácil acesso, pequenas, grandes… gosto pra tudo, mas na minha opinião as melhores delas são:

Cachoeira das Fadas

Para chegar até a cachoeira, de entrada gratuita, você tem que fazer uma trilha de aproximadamente 2 km (ida e volta), e descer um  pequeno morro, mas o visual vale a pena.

Cachoeira do Telésfoto.

Pra mim este lugar não é só o mais belo da cidade, mas um dos mais do estado.

A cachoeira do Telésforo nem é tão grande ou impressionante, mas o que dá o charme a ela é seu contexto. Rodeada de areia branquinha e uma serra enorme, o conjunto de tonalidades fortes cria uma paisagem incrível. A cachu do Telésforo ainda é ótima para banho e passeios, em família ou com a galera, ou seja, qualquer tipo de viagem.

Foto: Um enorme banco de areia branquinha e uma serra enorme ao fundo.

Foto: Até escorregador natural há aqui… rs.

Quer saber mais? —> Roteiro Completo para conhecer Conselheiro Mata.

É pessoal, as vezes focamos só no essencial de um lugar turístico, mas há sempre muito mais se pesquisarmos. Portanto nunca deixe de explorar e saber mais, pois Diamantina é muito mais que Xica da Silva.

Quem quer saber mais da cidade de Diamantina?

Há um roteiro completo no Quero Mochilar: Roteiro Diamantina.


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Conselheiro Mata – Um paraíso escondido em Minas Gerais

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Depois de quilômetros abrindo porteiras e chacoalhando por estradas de terra cheguei a escondida Conselheiro Mata. Já de cara, ao ver aquela cidadezinha tranquila, com suas ruas de pedra e céu estrelado, devido a pouca iluminação, me simpatizei.

Observando cada detalhe que passava pelo meu caminho segui direto para o hostel onde fiquei inicialmente, mal me instalei e já corri direto para rua para conhecer a cidade. No hostel fui orientado que não havia nada para fazer, que tudo estaria fechado, uma pena, pois não é verdade, havia opções de lugares para comer e só descobri isso depois.

A cidade é bem pequena e pacata, mas mesmo assim você pode encontrar um restaurante a noite em uma das pousadas para comer algo. Aliás, isso é uma característica daqui: a maioria dos restaurantes são em pousadas.

Na minha primeira noite parei para uma porção na pousada Beira Rio, bebi minha cervejinha para relaxar e depois fui ter o sono dos justos. Às 23h00 já estava dormindo ao som dos grilos esperando o dia raiar.

Este roteiro é parte do post original do Quero Mochilar, onde há mais informações e outros roteiros completos em Minas Gerais.

CONSELHEIRO MATA

Em uma cidade com 22 cachoeiras coisas para fazer é o que não falta, e vou relatar aqui somente o roteiro que consegui fazer em dois dias completos, e que consta as principais atrações: Cachoeira das Fadas e Cachoeira do Telésforo.

Vamos lá…

O QUE FAZER EM CONSELHEIRO MATA?

Em um dia podemos fazer…

1-  Três em uma: Isso mesmo! Uma trilha com acesso a três cachoeiras.

Distância percorrida para fazer as 3 cachoeiras desta trilha: 5,59 km

Próximo a cidade, sendo possível ir até a pé, está uma das mais procuradas cachoeiras: Cachoeira das Fadas, e nesta mesma trilha, desviando apenas alguns metros você pode chegar a outras duas cachoeiras (Piscininha e Usina).

Vamos falar primeiro dela…

1.1 Cachoeira das Fadas.

Horário de funcionamento: Não há, pois não há controle de visitação.

Valor: Gratuita.

Trajeto só para ela: 2,44 km – Ida e volta.

Mapa de deslocamento: Considerando o hostel onde estava como referência.

O começo da trilha fica praticamente dentro da cidade, só abrir a porteira e seguir o caminho, que é todo em pleno sol, e por sorte é curto.

Foto: Esta é a porteira que digo que é só abrir e seguir em frente. Observem as placas ao lado esquerdo da foto.

Seguimos caminhando por uma estrada onde é possível passar até carro, mas não indico ir motorizado, pois não teria onde estacionar, ainda mais se forem muitos veículos. Quando estamos quase chegamos vemos outra placa sinalizando a outra cachoeira, Piscininha. A Cachoeira da Usina é nesta mesma bifurcação, mas não está sinalizada por placas.

Foto: Atenção nesta bifurcação. Reto é a cachoeira das fadas que a própria placa diz 500 metros, mais a frente a direita podemos ver a placa que sinaliza a piscininha. Já a estrada da esquerda é onde vamos para Cachoeira da Usina, que não há placas sinalizando.

Segui então no trevo rumo a Fadas. O caminho todo é plano e bem tranquilo, mas quando estamos chegando temos que descer um barranco bem íngreme, e que pôde ser um pouco difícil para quem não está acostumado com trekking.

Foto: Barranco com barro e pedras – Bem escorregadio.

Enfim chegamos na nossa primeira cachu do dia.

Foto: A beleza da Cachoeira das Fadas.

Esta é a mais alta das cachoeiras da cidade. São 40 metros de queda d´água em um lugar totalmente escondido no meio da mata. Justamente por ficar no meio da floresta, ela fica boa parte do tempo na sombra, o que não é uma boa combinação, pois água de cachoeira já é gelada e sair sem um solzinho no lombo não é legal, não é mesmo? Mas a beleza cênica desta cachu compensa qualquer coisa.

Foto: Cuidado, pois o poço da cachu é fundo.

Foto:  Entro ou não entro ?? rs…

Foto: Eu lá longe admirando a beleza.

Foto: Minha companheira de aventuras – Botas Ecosefaty – www.botasecosafety.com.br – Importante calçado apropriado para este tipo de aventura. Cupom: queromochilar – 20 a 25% de desconto, dependendo do modelo. Confiram!!

Curtido a cachoeira e fotos tiradas, é hora de partir. Caminhamos novamente até aquela bifurcação que mostrei na foto acima, e de lá seguimos a placa ruma a segunda cachoeira.

Foto: Lá vamos nós com a cachorrada atrás… rs.

1.2- Piscininha

Horário de funcionamento: Não há, pois não há controle de visitação.

Valor: Gratuita.

Trajeto: 800 metros – ida e volta.

Também gratuita e aberta ao publico, está área é na verdade um pequeno riacho que forma alguns poços e tem algumas pequenas quedas, que nem podem ser chamadas de cachoeiras. Não é nada demais para falar a verdade e você pode pular este passeio se quiser, a não ser que queira sossego e um lugar bem isolado.

Só uma dica: Aqui tem muito marimbondo e fomos orientados a fazer pouco barulho para não despertar os bichos… rs.

Foto: Quando ficar na dúvida do caminho, observe o chão.

Foto: Aproveite o caminho para curtir a flora do cerrado. Lindas, não?

Foto: Uma sombrinha para descansar da caminhada. Claro, com a nossa peludinha e a nova amiga, que seguiu a gente o caminho todo.

Foto: Uma das quedas do local conhecido como piscininha.

Foto: O lugar é bem isolado! Ótimo para casais apaixonados…

Foto: Uma foto em longa exposição!! Quando conseguimos esse efeito sem tripé temos que compartilhar …

Foto: Um dos melhores poços que encontrei aqui na Piscininha.

Mais um lugar conhecido, voltamos para a mesma bifurcação inicial, mas agora seguimos o rumo sem placa, para chegar na nossa terceira parada.

1.3- Cachoeira da Usina.

Horário de funcionamento: Não há, pois não há controle  de visitação.

Valor: Gratuita.

Trajeto: 2,35 km – ida e volta.

Este trajeto já é um pouco mais cansativo, pois há muita subida na volta, mas para compensar a cachoeira tem um ótimo poço para banho e uma paisagem bem bonita.

Foto: Pelo caminho vamos identificando alguns pontos que antes serviram de estrada, quando a usina era ativa.

Após a caminhada, chegamos neste lugar lindo!

Foto: A queda não é tão grande, mas é simpática!!

Foto: Vista por outro ângulo.

Foto: Parte de cima da cachu!

Aqui deitei um pouco na sombra, descansei e recarreguei as energias para andar o trajeto de volta novamente.

Recomendo reservar um período da manhã todo só para este percurso das três cachoeiras.

No mesmo dia acabei conhecendo outra cachoeira próxima, que você pode incluir no seu roteiro.

2- Cachoeira da Borboleta

Horário de funcionamento: Não há, pois não há controle  de visitação.

Valor: Gratuita.

Trajeto: 500 m – Ida e volta (Referência: Pousada Eco Vila).

Também próximo a cidade, e no fundo da Pousada Eco Vila São Jorge, tem mais uma cachoeira. Está também não é uma grande queda d´água, e para chegar até ela não há uma trilha bem definida. Há partes que até é bem complicadinha de passar e você acaba molhando os pés neste trajeto.

Foto: Você vai seguir a estrada de terra quando sair da pousada em direção contrária a cidade até chegar neste riacho que cruza a estrada. Não atravesse, desça a sua esquerda pela margem e irá encontrar as pequenas quedas de água. 

Eu desci até a terceira queda e depois descobri que eu tinha que ter descido ainda mais, que pena!

Foto: Uma das quedas neste riacho que forma a cachoeira conhecida como borboleta.

Foto: Linda foto, não?

Meu primeiro dia de aventuras terminou aqui, agora vamos lá, para um outro roteiro.

Segundo dia…

Acordei, e senti frio, pensei: “Será que rola cachoeira hoje?”.

Abri a porta do guardo e este pensamento sumiu. O dia estava lindo, um céu azul e o sol a todo vapor no céu.

Café tomado corri então para aproveitar o dia em uma das cachoeiras mais famosas da cidade.

3- Cachoeira do Telésforo.

Horário de funcionamento: Não encontrei informações sobre horário de funcionamento.

Valor: R$ 10,00 / pessoa.

  • Quem quiser acampar: R$ 50,00 / carro – Para 3 dias de feriado.

Trajeto: Sem trilha.

Distância de Conselheiro: 19 km.

Como chegar?

Seguir sentido Diamantina por terra, quando está quase saindo da cidade há placas indicando. Seguir em direção as placas.

Atenção: Não entre na primeira placa que indica a Cachoeira do Telésforo. A estrada está pior neste trajeto, me disseram e pude conferir na volta, que peguei este caminho.

Na estrada para Diamantina entre a esquerda assim que passar uma floresta de eucalipto. Eu coloquei no GPS e ele fez este caminho na ida, mas na volta fez o outro, que sai na primeira placa que indica a cachoeira, e achei bem pior.

Mapa: Trajeto da cidade ao Telésforo.

Após quase uma hora de estrada finalmente eu estava chegando. Entre as árvores, já próximo, comecei a ver a cachoeira rodeada por uma enorme faixa de areia branca e então já soltei um: “Uau! Aqui parece realmente ser bonito”.

Ao descer do carro comprovei então a minha certeza. Aquele cenário que consistia naquela faixa de areia branquinha, rodeado por uma enorme serra e uma cachoeira ao fundo, não tem quem não se encanta.

Foto: Muita areia e a serra ao fundo.

Foto: A faixa de areia é bem grande e sem sombra alguma. O céu este dia, azulzinho, colaborou com as fotos.

Foto: Um lugar realmente para vir e aproveitar.

Foto: Água clarinha e ótima para banho – e fria!! rs.

A Cachoeira do Telésforo é pequena, são apenas 30 m de altura, mas é bem larga. Sua beleza está mesmo no contexto do lugar, como expliquei. Não tenho dúvida que é uma das cachus mais especiais de Minas e que já fui. Adoreeei.

Foto: O pessoal leva guarda sol, isopor, comida e tudo que precisa para passar o dia nesta “praia” linda.

 Foto: Águas claras, geladas e esta bela queda ao fundo.

Foto: Aquele requeijão branco sou eu… rs. No escorregador natural do Telésforo!!

Foto: Meus amores.

Foto: Turminha gente boa de BH que fiz amizade nestes dias.

Pirei quando me deparei com tudo isso, e não parava de fotografar.

Neste cenário todo não há como resistir a um banho, por mais gelada que seja água de cachoeira.

Lavei minha alma e recarreguei as energias aqui.

Algumas dicas essenciais para o Telésforo:

  • Próximo a queda d´água o poço é fundo.
  • Não há um restaurante e quem for é bom levar tudo que precisa para passar o dia.
  • Aqui é um lugar ótimo, principalmente para a família.
  • Se tiver um guarda sol, melhor ainda. Pode levar que lá nas margens não tem nenhuma sombrinha e ele vai te quebrar um galhão.
  • Vá bem preparado para farofa: isopor, comida, água e etc…

Na volta do Telésforo, havia visto uma placa escrito Vale do Jacaré e resolvi ir até lá.

5- Vale do Jacaré

Distância a partir do trevo que vamos para o Telésforo: 6,2 km, ou seja, vai andar 12,4 km se quiser ir até lá.

Este lugar é apenas um curso de água que corre por baixo de uma ponte no meio de pedras. A paisagem é bonita e o lugar é bem isolado, quase ninguém vai até lá, portanto se querer sossego, vai gostar. Dá para nadar, só cuidado com as correntezas. Do contrário penso que não vale a pena. Não é nada imperdível…

Foto: As corredeiras.

Foto: Um pouco mais da paisagem deste lugar.

6- Cachoeira da Raiz

Horário de funcionamento: Diariamente, das 8h00 ás 17h00.

Valor: R$ 10,00.

Esta, assim como o Telésforo, é outra cachoeira em uma propriedade particular. A Raiz está localizada na estrada que vai para Diamantina, ou seja, a mesma que vai para o Telésforo, só que a entrada desta fazenda é mais a frente e do lado contrário, direito.

Da cidade até a entrada que viramos a direita são 7,2 km.

Você irá ver placas pelo caminho e é só seguir. Então chegará a propriedade, onde pagará a taxa e receberá as orientações para chegar até a cachu.

É possível ir de carro até próximo a cachoeira, portanto nem há trilha.

Foto: Há uma queda maior e outras duas menores na sequência.

Foto: Há um ótimo poço para banho.

Próximo a esta cachoeira também fica a cachoeira do Tombador, que no dia, por estar tarde, acabei não indo conhecer, mesmo que a trilha fosse curta partindo do ponto em que eu estava, mas quem tiver animo e tempo, fica a dica.

Isso foi o que consegui fazer em dois dias e três noites na cidade, e foram momentos especiais. Conheci lugares novos, boas pessoas e passei momentos agradáveis em Conselheiro. Um lugar que penso em voltar.

Foto: Um pouquinho das ruas desta vilinha pacata especial.

Foto: A igreja de Conselheiro.

QUER OUTROS ROTEIROS EM MINAS GERAIS – CONSULTE AQUI!


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5 cachoeiras imperdíveis em Minas Gerais

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Minas não tem mar, mas para compensar belas paisagens e cachoeiras aqui não faltam!

São tantas quedas d´água em terras mineiras que é difícil definir qual a melhor, a mais bonita, a mais acessível e assim por diante… Com essa imensidão de opções, o Quero Mochilar listou as cinco que mais impressionou até o momento nesta trajetória de desbravar as belezas de Minas.

 Vamos lá?

 1.Cachoeira do Tabuleiro

  • Localização: Parque Estadual da Serra do Intendente.
  • Distância de Belo Horizonte: 185 km.
  • Trilha: 5 km (ida e volta).
  • Altura: 273 metros.

Localizada no Parque Estadual da Serra do Intendente, em Conceição do Mato Dentro, a maior cachoeira de Minas é para mim também a mais bela de todas. Com uma trilha reinaugurada em 2017, quem deseja conhece-la de perto irá se aventurar por uma bela trilha, mas para aqueles que não estão dispostos a encarrar sol e cansaço físico, há a opção de caminhar só até o mirante que está apenas a alguns metros da portaria, e lá poderá contemplar uma das paisagens mais lindas do estado.

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Foto: Vista do mirante próximo a portaria.

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Foto: A bela queda d´água.

Roteiro completo para conhecer: Parque Estadual Serra do Intendente.

2. Casca d´anta.

  • Localização: Parque Estadual Serra da Canastra
  • Distância de Belo Horizonte: 354 km
  • Trilha: 3 km (ida e volta) – Por baixo.
  • Altura: 186 metros;

Ainda na estrada para a portaria do parque já podemos avistá-la. Linda que só!

Em época de chuva fica ainda mais impressionante sua força e beleza, afinal é a segunda cachu mais alta de Minas Gerais. De tão forte sua queda, o poço não é próprio para banho, mas só de contemplá-la já saímos bem molhado com o vapor da água. Quem gosta de trekking pode se aventurar ainda morro acima para conhecer a queda por cima, em um percurso de 10 km (ida e volta) bem puxado e cheio de belas paisagens.

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Foto: A beleza da segunda mais cachu de MG.

Roteiro completo para conhecer: Parque Estadual da Serra da Canastra.

3. Cachoeira do Tempo Perdido.

  • Localização: Milho Verde.
  • Distância de Belo Horizonte: 248 km.
  • Trilha: 4 km (ida e volta).
  • Altura: 25 metros.

Nesta terceira cachoeira da lista a queda não impressiona pela altura ou força, e sim por sua fina e delicada cortina de água que cai discretamente dos seus 25 metros de altura. Além de belas fotos e um delicioso banho, conhece-la não será tempo perdido. Pode apostar!

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Foto: A fina camada de água.

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Foto:Vista frontal.

Roteiro completo para conhecer: Cachoeira do Tempo Perdido e Milho Verde.

4. Cachoeira do Crioulo

  • Localização: Parque Estadual do Rio Preto.
  • Distância de Belo Horizonte: 348 km.
  • Trilha: 13 km (ida e volta).
  • Altura: 30 m.

Localizada na cidade de São Gonçalo do Rio Preto, na região de Diamantina, o que mais me chama a atenção nesta cachoeira não é nem sua beleza singular e sim o fato de ser pouco conhecida. A cachoeira do crioulo é a trilha mais pesada do parque, que por sinal é incrivelmente lindo e cheio de atrações. Além de uma bela queda de água e um caminho incrivelmente belo por meio do cerrado, seu poço é formado por uma água negra e uma areia bem branquinha, o que cria uma paisagem linda e sem igual.

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Foto: A beleza da cachoeira do crioulo.

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Foto: Areia branca e água pretinha… show, não?

Roteiro completo para conhecer: Parque Estadual do Rio Preto.

5. Cachoeira do Telésforo

  • Localização: Conselheiro Mata.
  • Distância de Belo Horizonte: 296 km.
  • Trilha: Sem trilha.
  • Altura: 30 metros.

Um pouco afastada de tudo, mas com acesso bem fácil por terra, encontramos uma das cachoeiras que mais gostei de conhecer pelo conjunto da obra, assim digamos…

Além de uma faixa enorme de areia branquinha, o Telésforo tem um grande poço para banho. Em sua cachoeira há até um escorregador natural.

Aquela paisagem rodeada pela serra, a enorme faixa de areia branca e o poço formam uma das paisagens mais agradáveis para curtir um momento em família ou com amigos. Não é à toa que está sempre lotada. E o melhor de tudo, este é um destino super barato e Conselheiro Mata tem ainda 22 quedas d´água. Esta esperando o que para correr pra lá??

Foto: Uma enorme faixa de areia branca e uma serra cercam esta beleza.

Foto: Parece até uma praia. Não é?

Foto: Até escorregado natural tem aqui… rs.

Roteiro completo para conhecer: Conselheiro Mata (Ainda este mês será publicado um post cheio de dicas de lá).

E é isso pessoal!

Sentiu falta de alguma? Me passe a dica, quem sabe corro para lá em uma próxima oportunidade, afinal, Minas é o estado das cachoeiras, não é mesmo?

Esta pequena seleção tem como base a minha experiência, e jamais quero julgar a beleza e o significado de cada uma das quedas d´água do estado, pois cada uma delas é única e tem sua graça e beleza.

 Quer saber mais?

Nos roteiros completos do Quero Mochilar há dicas de custo, hospedagem, informações das trilhas e tudo mais que você precisa saber para conhecer cada uma delas e um resumo pronto para imprimir.

Passe lá nos posts do blog e programe-se para curtir estas maravilhas em um feriado!


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Hotéis e Pousadas Pet Friendly em MG

Redação - Onde Cê Vai Loko

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Pousada PetFriendly MG

Olá viajantes amantes de animais! Mais um post da série Hotéis/Pousadas Pet Friendly \o/

E dessa vez em um estado que amo por demais! A linda Minas Gerais.

Deixei apenas 3 dicas, porque a maioria das pousadas que contactei não tinha um política específica para animais, então indiquei essas três, que são ótimas e vale a pena conhecer!!!!

Quer curtir as belezas de Minas e não que deixar o seu amiguinho de 4 patas em casa? Então veio ao lugar certo. Confira essa lista de excelentes lugares para se hospedar na companhia do seu amigo =)

1 – Poços de Caldas

Pousada PetFriendly MG

 

 

 

Hotel Fazenda Poços de Caldas localizado na Rodovia Geraldo Martins Costa , 07 km do centro de Poços de Caldas, dentro do perímetro urbano de Poços de Caldas a duas horas e meia de São Paulo e Ribeirão Preto e à uma hora e meia de Campinas.

O hotel é cercado pela natureza, arvores centenárias, animais silvestres e domesticados. A culinária é tradicional mineira, com pratos feitos no fogão a lenha. Mas o mais importante é que aceita seu amiguinho patudo junto nessa experiencia =)

Taxa do pet – R$ 80,00 (todo o período)

Regras de Hospedagem:

– O animal é de inteira responsabilidade do dono;

– Fica hospedado no mesmo apartamento com o dono;

-Deve pesar até 15 quilos;

– No momento do check-in o hóspede deve apresentar cartão de vacinas do animal atualizado;

– O pet poderá frequentar o hotel todo exceto áreas de piscinas e o restaurante;

– O cliente precisa trazer todo o material necessário: alimentação, higiene, guia, etc…

– É de responsabilidade do cliente a limpeza dos resíduos sólidos e líquidos do animal, incluindo danos materiais e taxa extra para higienização do enxoval do hotel se necessário;

Abaixo vou deixar algumas fotos da galeria do site do hotel:

2 – Carrancas

Pousada PetFriendly MG

 

 

 

 

Pousada Céu e Serra: localizada na Estrada Carrancas – Itutinga Km 2 | Zona RuralCarrancas, Minas Gerais 37245-000, Brasil

A pousada oferece café da manhã, com opções naturais e integrais, Complexo da Ponte (500 m), Complexo da Toca (1000 m), Complexo do Tira-Prosa (1500 m) e a 15 minutos do Mirante, um lindo pôr do sol e uma visão exuberante.

Regras da Pousada:

A pousada aceita cães educados e dóceis, que tenham hábitos de ficar sozinhos, sem latir, nem incomodar outros hóspedes.

O hóspede fica encarregado de:

– não levar o animal no salão de meditações e no refeitório (existe uma varanda com mesa que o hóspede pode levar seu cão);

– limpar toda sujeira do animal;

– transitar apenas com coleira e guia;

– não permitir que subam nas camas;

– trazer cama e utensílios para alimentação (ração fornecida pelo dono).

Cobram a taxa de R$ 15,00 por diária (por cão). Os donos se responsabilizam por qualquer estrago que o animal venha a fazer dentro das dependências da pousada. Os hóspedes que optam por trazer seu animal de estimação ficam hospedados em chalé e devem trazer seus próprios cobertores. A pousada fornecerá lençóis, fronhas, travesseiros, toalhas, exceto os cobertores e edredons dos hóspedes.

3 – Gonçalves

Pousada PetFriendly MG

 

 

 

 

Pousada trem das cores:  localizada na Estrada do Retiro km 1,5Gonçalves, Minas Gerais, Brasil.

Com a localização privilegiada na Serra da Mantiqueira, a 1400m de altitude ,a Pousada Trem das Cores oferece uma maneira especial mineira de se hospedar!

Da pousada ouve-se o som das quedas d’água da Cachoeira do Retiro, localizada a 300m do Fundo da Pousada, observa-se vários tipos e cantos de pássaros, toma-se café preparado em fogão à lenha e passeia-se por entre flores e pomar numa área verde de 24.000m² totalmente gramada! E o melhor de tudo é que seu pet pode estar com você nesse momento tão relaxante.

Os animais podem ficar nas casinhas com seus donos e passear pela pousada. O único lugar restrito é o salão de café da manhã e é cobrada  taxa  diária  de  25,00 por  animal.

Espero que tenham gostado das dicas e caso queiram uma informação específica de alguma cidade, deixe seu comentário dizendo pra onde vai viajar, que prometo pesquisar sobre pousadas/hotéis Pet Friendly no local 😉

Também tem alguma dica de pousadas Pet Friendly em MG? Deixe o seu comentário que ficarei feliz em atualizar nosso post!!

Boa viagem pra você e para o seu pet!!

Quer aprender um pouco mais sobre Minas Gerais? Confira nosso dicionário mineirês!!

Foto de capa Pexels

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Um dos mais belos Parque Estaduais de MG: Parque Estadual do Rio Preto

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São Gonçalo do Rio Preto é uma pequena e charmosa cidade no Jequitinhonha, que faz parte do circuito dos diamantes e da estrada real.

A principal atração da cidade é o Parque Estadual do Rio Preto, com uma área de 12,1 mil hectares, uma das mais belas unidades de conservação de Minas Gerais e muito pouco conhecida, até mesmo pelos mineiros. Um parque com uma rica diversidade de flora e fauna, que guarda a nascente do Rio Preto e inúmeras cachoeiras de belezas sem igual e mirantes para paisagens de tirar o fôlegos.

Estas paisagens se devem principalmente pela localização do parque que esta inserido no complexo da Serra do Espinhaço, possuindo com isso um relevo acidentado repleto de rochas de quartzo que formam belíssimos painéis e paisagens.

O parque reúne terras de antigas fazendas que exploravam atividades de pecuária de corte, extração de sempre-vivas, garimpo e coleta de frutos silvestres. A história do parque está ligada às lendas e mitos da antiga área de mineração. Segundo os antigos, nestas áreas se escondiam escravos fugidos que conheciam bem suas matas e serras. Este é até um dos motivos do nome da sua principal atração: A cachoeira do Crioulo, na minha opinião, uma das mais belas de Minas Gerais.

7.7- quero mochilar cachoeira do crioulo

 

Mais informações de como chegar, quando ir, segurança e muito mais no site: www.queromochilar.com.br

ROTEIRO

Planejamento

Há tempos queria conhecer este parque, pois ouvia falar bem dele e sai de lá ainda mais surpreendido. O Parque Estadual do Rio Preto é lindo demais.

Fui com uma turma de amigos e passei um feriado prolongado por lá. Acabei não ficando no parque, por desconhecimento da opção, mas fiquei em uma chácara super simpática e bem aconchegante na cidade de São Gonçalo, o que teve seu lado bom.

A cidade de São Gonçalo é bem pequenininha e pacata, não há muitas atrações ou o que fazer por lá e a maioria dos turistas vão mesmo mais para curtir a natureza e o parque, por isso vou direto a este ponto.

Chegar ao parque é fácil, tem sinalização e nos 20 km de terra além de belas paisagens você irá se divertindo com as placas mais criativas que já encontrei nos parques da vida.

1- Quero Mochilar

Foto: Algumas das placas divertidas ao longo do caminho.

Parque Estadual São Gonçalo do Rio Preto.

Horário de funcionamento: De terça á domingo, das 07:00 às 17:00 horas.

OBS: Em período de férias (Janeiro e Julho) abre nas segundas (toda sua estrutura).

Entrada: R$ 7,00 / pessoa.

Como funciona a chegada no Parque?

Quando chegamos no parque o primeiro ponto que passamos é a portaria, á 5 km da área principal. Aqui pagamos a taxa de entrada e nos identificamos para somente depois irmos para o centro de visitantes.

Quando chegamos na área principal vamos diretamente para o centro de visitantes, onde assistimos um vídeo institucional bem rápido sobre o parque e recebemos algumas orientações para podermos iniciar a visita.

Como é a estrutura do Parque?

A estrutura do parque é ótima, e me arrisco a falar que uma das melhores de parques de Minas. O parque tem portaria, centro de visitantes, estacionamento e restaurante.

Para aqueles que querem dormir (o que eu recomendo) há 12 alojamentos, que comportam de duas a 5 pessoas e ainda área de Camping para 25 barracas, com: quiosques, churrasqueiras, pias, vestiários e água potável.

Observações Alojamento:

  • Alojamentos com camas, banheiro e frigobar.
  • Há opções de levar roupa de cama ou alugar.
  • Preços variavam de R$60,00 a R$100,00, dependendo do número de pessoas.

Observações Camping:

  • Se o visitante já estiver no parque ele pode ficar na segunda, quando o mesmo é fechado.
  • Preço: R$15,00 / pessoa.

Ambos ficam próximos a todas as demais estruturas do parque, podendo ir de um lugar ao outro a pé.

Meu roteiro de 2 dias:

Dia 01: Mirante da Estrada Real e Trilhas das Cachoeiras: Mirantes e Cachoeira do Crioulo.

Quando fui a cachoeira Sempre Viva estava fechada, mas o ideal é conciliar as duas cachoeiras que estão na mesma trilha.

Dia 02: Forquilha, Poço de Areia (Trilha das cachoeiras) e Poço do Veado (Trilha do cerrado).

O QUE VER NO PARQUE – PRINCIPAIS ATRAÇÕES

1- Mirante da Estrada Real.

Entre a portaria e a sede, após 3 km dos 5 km que temos que percorrer encontramos o Mirante da Estada Real. Poucos sabem que o Parque Estadual do Rio Preto foi o primeiro a receber o marco de referência da Estrada Real, que vai de Parati (RJ) até Diamantina. Para chegar até o mirante não tem erro, pois esta fácil de ser identificado e fica ao lado da estrada.

3- São Gonçao do Rio Preto Quero Mochilar

Foto: O Marco da Estrada Real.

3.1- Quero Mochilar São Gonçalo do Rio PRet

Foto: Eu com o marco da Estrada Real, que esta bem ao lado da pista para chegar na sede do parque.

3.2- Quero Mochilar São Gonçalo do Rio Preto.

Foto: Daqui temos um bela vista para o Rio Preto e o Pico dos Dois Irmãos.

Ainda no caminho uma dica de ouro… rs

3.3- Quero Mochilar

Foto: Não pega telefone no parque, ou melhor, em alguns pontos específicos tem sinal da Vivo – como mostra esta placa…rs.

2- Trilha das Cachoeiras.

No primeiro dia fiz a trilha das cachoeiras com o objetivo de conhecer a principal atração do parque, a Cachoeira do Crioulo. Gostaria de ter conhecido também a Sempre Viva, mas estava fechada, por questões de segurança o parque não estava permitindo a visita.

Sobre a Trilha – Até a Cachoeira do Crioulo.

Ficha São Gonçalo do Rio Preto

Como funcionam os guias?

É obrigatório fazer esta trilha com acompanhamento de guias, sendo que são 2 que acompanham o grupo: um vai na frente, e outro fica acompanhando os últimos integrantes, para evitar dispersão ou que mudem a rota.

Os guias são gratuitos, mas gorjeta sempre vai bem, não é? Afinal, você terá uma aula, eles são bem instruídos e ótimas companhias.

Horários das trilhas

São 3 saídas diárias: 09h00, 10h00 e 11h00 horas.

Recomendo hoje sair às 09:00 da manhã para ter mais tempo, principalmente se puder visitar a sempre viva no mesmo dia, que esta a 4,5 k do início da trilha (crioulo 6,5 km).

3.4- são gonçalo do rio pret

Foto: A bifurcação, mostrando todas as atrações que estão no mesmo caminho da trilha das cachoeiras.

Em relação a estes horários recomendo sempre consultar o parque pois pode haver mudanças – Contatos no fim do post.

Esta é uma longa trilha e leva a várias outras atrações, mas neste dia fomos direto para a Cachoeira do Crioulo, pois saímos na turma das 11h00, e o caminho era longo.

O inicio desta trilha é bem íngreme e escorregadia, uma subida com bastante pedras, na volta também é bem complicado este trecho inicial, que acaba tendo que ser feito com bastante cuidado.

6- são gonçalo do rio preto

Foto: Um pouco da trilha – muita parte feita em pedras.

O caminho todo é um show a parte e a natureza esta presente o tempo todo, com isso fui contemplando a flora do parque sem me incomodar com o calor e as subidas.

Um pouco sobre a flora do parque…

O parque está no bioma do cerrado e tem variações desde campos limpos até matas mais densas. O que mais chama a atenção são as variedades de flores, fique atento e observe essas belezas sem moderação.

Segue algumas destas belezas:

4- São Gonçalo do Rio Preto

Foto: Pena que eu não sei o nome de nenhuma, mas olha que belezas.

4.1- são gonçalo do rio preto

Foto: Um pontinho azul no meio do parque. Linda, não?

4.2- são gonçalo do rio preto

Foto: Olha essa que interessante?

4.3- são gonçalo do rio preto

Foto: Até um efeito vale para o amarelo se destacar ainda mais…

4.4- são gonçalo do rio preto

Foto: Belezas do cerrado por todos os lados.

4.5- são gonçalo do rio preto.

Foto: Coquinhos – alimento importante para a fauna do parque, e não para turistas viu! rs…

4.6- são gonçalo do rio preto

Foto: Os cactus nos lembram que estamos no nortão de MG.

2.1- Mirantes no caminho da Trilha das Cachoeiras.

Ainda no caminho até o Crioulo há alguns mirantes como o Monjolo, da Pedra e do Lajeado. Neles podemos admirar belas paisagens panorâmicas para o Córrego das Éguas, o que formam as cachoeiras, e para as formações rochosas como o Morro do Alecrim, Pico Dois Irmãos, Serra Pedra Menina e do Jambreiro.

Mirante do Monjolo

Distância: 2,6 km.

OBS: Se for somente até este mirante não precisa de acompanhamento de guia.

5.0 - são gonçalo do rio repto

Foto: Vista do Mirante do Monjolo.

Mirante da Pedra

Distância: 2,8 km.

OBS: Se for somente até este mirante não precisa de acompanhamento de guia.

5.1- são gonçalo do rio preto

Foto: Mirante da Pedra.

5.1.1- são gonçalo do rio preto

Foto: A bela vista do mirante da pedra.

Mirante do Lajeado

Distância: 3,4 km.

OBS: Se for somente até este mirante não precisa de acompanhamento de guia.

5.2- são goçalo do rio preto

Foto: Este é o mirante mais estruturado, com bancos para descanso e todo cercado.

Depois dos mirantes, continuamos na trilha até chegar a uma parte que é feita em mata mais fechada, e logo após já encontramos a placa indicando que estamos no caminho certo e chegando. Está é a parte mais tranquila da trilha, plana e na sombra.

6.1- são gonçalo do rio preto (1)

Foto: Parte da trilha que é feita no meio da mata.

6.1- são gonçalo do rio preto (2)

Foto: Enfim chegamos.

Chegamos na cachoeira pela parte de cima, onde temos que atravessar o rio por uma ponte, e depois descer rumo a cachoeira. Esta parte também é especial, e tem uma paisagem bem interessante.

7.0- cachoeira do crioulo

Foto: O rio concentrando a água para a bela queda.

7.0.1- crioulo

Foto: Parte superior da cachoeira.

7.1- cachoeira do crioulo

Foto: Uma água bem escura e com alto teor de ferro.

7.2- cachoeira do crioulo

Foto: Um pocinho bem calmo na parte superior.

7.3- cachoeira do crioulo

Foto: A ponte que temos que passar.

7.4- cachoeira do crioulo

Foto: Na cabeceira da cachoeira. Aqui ela começa.

Descendo, passando um caminho de areia branquinha, logo já podemos avistar a bela vista.

2.2- Cachoeira do Crioulo.

Um pouco sobre a Cachoeira do Crioulo…

Esta sem dúvida nenhuma é uma das mais belas quedas d´água do estado. Não pelo seu tamanho, pois tem somente 30 metros de altura, mas pela beleza do conjunto da paisagem. A cachu deságua em um grande poço de água bem escura, ótimo para banho, e que é rodeado por uma areia muito branca,o que forma um lindo contraste.

7.5- quero mochilar crioulo

Foto: Olhem o degrade de cores da água deste poço, que interessante.

7.6- quero mochilar cachoeira do crioulo

Foto: A água estava gelada de dar câimbra…rs.

Fotos tiradas, descansado da trilha é hora de voltar.

A partir desta ponto, escrevo as atrações que fiz no meu segundo dia.

No meu segundo dia voltei para o parque e novamente para a trilha das cachoeiras, mas para conhecer a forquilha e o poço de areia. Atrações mais próximas, mas que no dia anterior não fiz por falta de tempo e energia…rs.

Importante lembrar que estas trilhas são curtas e podem ser feitas sem guia, então não tinha que chegar antes das 11h para assistir a videos ou encontrar os guias, como no dia anterior.

2.3- Forquilha

Distância total: 2,2 km.

Nível: Fácil.

A forquilha é uma área onde corre o rio, com várias formações rochosas. Há poço para banho e é um lugar bem interessante de se conhecer, além de ter belas paisagens que proporcionam fotos incríveis..

8- quero mochilar são gonçalo do rio preto

Foto: As corredeiras – Conseguem enxergar a figura de um rosto na pedra do lado direito.

8.0- quero mochilar são gonçalo do rio preto

Foto: Desenhos na pedra feito ao longo dos anos pela água.

8.3- quero mochilar são gonçalo do rio preto

Foto: Lugar interessante, que formam belas paisagens como disse.

8.4- quero mochilar são gonçalo do rio preto

Foto: Forquilha.

8.5- quero mochilar são gonçalo do rio preto

Foto: Olha a perfeição deste buraco criado pela água.

2.4- Poço de Areia

Distância total: 2 km.

Nível: Fácil.

Ressaltando que este é o mesmo caminho da forquilha, portanto, andando 2,5 km você conhece as duas atrações.

O poço de areia é um poço rodeado por uma área grande de areia bem branquinha, que forma um contraste lindo. A areia é mais branca do que de muita praia, o lugar é realmente show de bola e tem um poço bem grande onde é possível nadar.

9.0- quero mochilar são gonçalo do rio preto

Foto: Poço de areia.

9.2- quero mochilar são gonçalo do rio preto

Foto: Medindo a temperatura – sempre muito gelada…rs.

9.1- quero mochilar são gonçalo do rio preto

Foto: Poço de areia – Vale a pena.

8.1- quero mochilar são gonçalo do rio preto

Foto: Turminha reunida para nadar.

8.2- quero mochilar são gonçalo do rio preto

Foto: Vista de outro ângulo.

Depois destas duas atrações conhecidas, ainda era cedo e tínhamos tempo e antes de ir embora fiz somente uma parte de outra trilha do parque, para conhecer o Poço do Veado.

2.5- Trilha do Cerrado

Esta trilha se inicia próximo a ponte do Córrego das Boleiras, que fica um pouco antes do Centro de Visitantes. Se encarrar a trilha toda são 9 km (ida e volta) e ela vai até o chamado Vau das Éguas e é feita somente com guia.

Acabei que andei somente até chegar no Poço do Veado, nesta parte não é necessário acompanhamento de guia.

Vim até aqui para refrescar, e nesta altura não queria mais trilha longa e sim curtir a água.

Poço do Veado.

Nível: Fácil.

Este poço é ótimo para banho, é fundo, mas fica fundo de forma gradual na maior parte. Do outro lado, nas paredes das rochas há uma pintura rupestre que lembra um veado e por isso o poço recebeu este nome.

10- quero mochilar são gonçalo do rio preto

Foto: Trilha bem sinalizada, como todas as outras do parque.

10.1- quero mochilar são gonçalo do rio preto

Foto: Escada e caminho bem estruturados, o que dá para se ver do mirante para o poço.

10.2- quero mochilar são gonçalo do rio preto

Foto: Antes de chegar há um mirante com uma bela vista para o poço.

10.3- quero mochilar são gonçalo do rio preto

Foto: Para chegar até lá temos que atravessar uma parte de água até a cintura.

10.4- quero mochilar são gonçalo do rio preto

Foto: A água daqui é um pouco menos gelada que das cachoeiras – ótima para nadar.

O QUE NÃO FIZ E AINDA HÁ NO PARQUE.

Trilha das Corredeiras

Distância: 10 km (ida e volta).

Nível: Difícil.

Trilha que vai até as corredeiras do Rio Preto e que deve ser feita com guia. As saídas diárias são às 10 da manhã, e partem também do restaurante do parque. Nesta trilha a atração principal é uma rampa de uns 150 metros onde o rio desce o caminho de pedras com vários tons de cores.

As atrações desta trilha são: Poço de Areia e outros poços que ficam embaixo das corredeiras e a Cachoeira Vargem Grande.

 

 

Mais informações e outros roteiros em MG completinhos no Blog: www.queromochilar.com.br


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5 razões para conhecer a região de Serro em Minas Gerais

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Este pode ser seu próximo roteiro, e vou te falar por que!

Localizada no centro da Serra do Espinhaço a região de Serro é rodeada de morros, rios e cachoeiras, e por isso além de histórica a cidade é um excelente destino para o ecoturismo. Conhecida antigamente como Vila Príncipe do Serro Frio, esta cidade foi uma das primeiras comarcas da capitania das Minas Gerais, e eis aqui uma das primeiras razões para conhecê-la.

Razão 1- Serro foi a primeira cidade histórica de Minas Gerais.

Por possuir um belo conjunto arquitetônico, em 1938, Serro foi o primeiro município do país a ser tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.  Mesmo esquecida nos roteiros das cidades históricas de Minas, o que é um pena, as igrejas e arquitetura das construções no centro histórico também impressionam, além de na cidade haver belas igrejas, museus e valiosos objetos da arte sacra.

3- Quero Mochilar Serro

Foto: Igreja Santa Rita – O cartão postal da cidade.

2- Quero Mochilar Serro

Foto: Vista da escadaria direto para o centro histórico.

Linda, não?… Serro fará você voltar no tempo, pode acreditar!

Razão 2- Descansar a alma em Milho Verde.

Milho Verde, um nome estanho e as vezes nem tão atrativo a não ser pela imagem que nos traz a mente, mas se ainda não ouviu falar daqui, você vai se encantar com tanta coisa que este cantinho de Minas pode te oferecer.

Distrito de Serro, Milho Verde é um povoado que se originou no início do século XVIII junto ao garimpo de pedras preciosas na região de Diamantina e viveu da exploração destes minérios durante décadas, até esgotar as possibilidades de extração destes recursos naturais. Esquecida por um tempo, Milho foi redescoberta e ganhou vida com o turismo.

Com pouco movimento, lá pela década de 80 seu pitoresco cenário atraiu hippies e, em seguida, turistas em busca de sossego, trilhas e banhos nas cachoeiras e com isso a comunidade acabou sendo divulgada no boca a boca e o turismo acabou crescendo até chegar ao que é hoje.

Com menos de 2 mil habitantes a pequena cidade escondida entre Diamantina e Serro, que também faz parte da rota da estrada real, recebe milhares de turista anualmente em busca de paz, sossego, história e principalmente belas paisagens naturais.

Descansar no verde gramado da Capela do Rosário e beber um vinho ou cerveja jogando conversa fora com amigos é uma das coisas mais relaxantes que você pode fazer por aqui.

7.0- Quero Mochilar

Foto: Festival de Inverno 2017.

11- Quero Mochilar Milho Verde

Foto: Simbolo da cidade, a Capela do Rosário já foi até capa de disco de Milton Nascimento.

Razão 3- Queijos de Serro.

O queijo de Serro tem qualidade garantida não só por palavras, pois seus queijos foram os primeiros bens registrado como Patrimônio Imaterial de Minas Gerais em 2002, e também no ano de 2008 entrou na lista de Patrimônio Imaterial do Brasil.

26- Quero Mochilar Serro

Com tudo isso, tem como duvidar que o trem é bão???

Razão 4- Se refrescar em belas Cachoeiras.

Devido sua geografia, na região há várias cachoeiras, sendo muitas de fácil acesso, uma pequena trilha e logo você esta em um belo poço para refrescar.

As mais conhecidas são:

  • Cachoeira do Moinho: Uma Cachoeira com várias corredeiras, duas quedas e vários poços para nadar.

2- Quero Mochilar Milho

  • Cachoeira do Carijó: Uma cachu quase sem trilha, colada na rodovia. Formada por uma pequena queda, mas com um poço ótimo e super limpo, ideal principalmente para crianças.

24- Quero Mochilar Milho

Essas são só algumas, pois há muito mais na região.

Não dá vontade de mergulhar na foto?

Razão 5- Aventurar-se e sair da rotina.

Nem só cachoeiras de fácil acesso você encontrará na região. Para quem quer um pouco mais de aventura e exercitar-se, há também opções como a Cachoeira do Tempo Perdido, no distrito de Capivari, considerada a mais bela da região, onde para chegar, só mesmo encarrando um trilha de 4 km sob o sol do nortão de Minas.

1

Foto: Trekking para o Tempo Perdido.

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Foto: Cachoeira Tempo Perdido.

Ainda em um outro simpático distrito nas proximidades, São Gonçalo do Rio das Pedras, há uma cachoeira subterrânea, isso mesmo, uma queda de água dentro de uma caverna, um lugar super diferente, onde para chegar você tem que entrar em um buraco e andar no escuro com a água até no peito, loucura, não?

2- Quero Mochilar

Deu vontade de correr para lá agora, não deu???

E você esta esperando o que???

Encontre aqui roteiros prontinhos para cada um destes lugares e boa viagem!!


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O ‘Mar’ de Minas: aproveite um roteiro em Capitólio

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Canyons em Capitólio, Roteiro em Capitólio

Quem disse que Minas Gerais não tem mar? Tem sim e é feito de água doce. É em Capitólio, a 280 km de Belo Horizonte e a 480 km de São Paulo, que fica o Lago de Furnas, mais conhecido como o Mar de Minas. A maior extensão de água do Estado é rodeada de enormes lagos, uma verdadeira praia para quem está a aproximadamente 600 km do litoral e quer fazer um roteiro em Capitólio.

E foi justamente por conta do Lago de Furnas e de atrações de ecoturismo que a cidade tornou-se um dos destinos brasileiros mais cobiçados pelos viajantes. A região é repleta de belezas naturais como cachoeiras, piscinas naturais e montanhas com trilhas incríveis.

Sem dúvida a cidade mineira tem muitas atividades que garantem mais do que dois dias de viagem. Entretanto, foi pensando em você, que quer passar apenas um final de semana ou tem um curto período de tempo para explorar a região, que elaboramos este roteiro em Capitólio. Com as dicas abaixo, você conseguirá conhecer, ao menos, as principais atrações da cidade.

Ao final do texto você também saberá como chegar em Capitólio em uma viagem de ônibus.

O que fazer em Capitólio?

Dia 1 | Lago de Furnas e Cachoeira Lagoa Azul

Canyons em Capitólio, Roteiro em Capitólio

Créditos: Creative Commons

O cenário do Lago de Furnas é emoldurado por cânions de até 20 metros de altura, além de grutas e cachoeiras. O espelho-d’água da região, um dos maiores lagos artificiais do mundo, tem 1.440 km². A dimensão do conjunto de lagos realmente impressiona: é quatro vezes maior que a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro.

Aproveite o seu primeiro dia em Capitólio para conhecer o Lago. A melhor forma de apreciá-lo é a bordo de lanchas, escunas ou chalanas (pequenas embarcações), que oferecem tours com direito a paradas entre os cânions e as cachoeiras. Por conta do aumento de turistas, nenhum outro município no estado de Minas Gerais tem mais embarcações que Capitólio. Diversos hotéis, pousadas e agências de turismo realizam o passeio na cidade.

Prefira conhecer a Cachoeira Lagoa Azul na parte da manhã para evitar a concentração de pessoas, que deixa o paraíso menos tranquilo. Para a entrada na cachoeira é cobrado um valor de aproximadamente R$ 30, pois o local fica em uma propriedade particular.

Dia 2 | Morro do Chapéu e o Mirante do Lago de Furnas

Morro do Chapéu, Roteiro em Capitólio

Créditos: Creative Commons

Comece o segundo dia se aventurando na trilha para o Morro do Chapéu, um dos pontos mais altos de Capitólio, a 1.290 metros. O percurso para o mirante natural é repleto de histórias. Ao longo do trajeto é possível ver os lajeados, chapadões e muralhas de pedra construídas no início do século passado. Eles eram utilizados para a separação das propriedades, quando ainda não existia arame farpado. É recomendado fazer o passeio com um carro 4×4.

Continue lendo o roteiro em Capitólio no blog do Guichê Virtual!


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Acampando em Capitólio -MG

Mochileiros.com

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Gostaria de Dividir com vocês minha experiência com dicas e informações de Capitólio-MG.  Fui no feriado do trabalhador, chegamos no dia 28/04 e retornamos dia 01/05 a tarde.

Transporte: Fomos de carro saindo de Brasília. 740 km. Sim.. Longinho. Rsss
Estrada muito boa. Pagamos quatro pedágios com o valor de R$ 5,00 cada.

Camping:
Ficamos no Camping Canarinho. Excelente, muito organizado.
Valor da diária por pessoa R$ 35,00. Equipe totalmente prestativa. Tem seguranças que fazem ronda toda noite.
Banheiros super limpos, chuveiros quente. Cozinha comunitária bem limpa e organizada, possui dois fogãos e duas geladeiras e alguns utensílios.(panelas, talheres)duas mesas. Áreas do camping sensacional. Postes espalhados para energia( levar extensão grande).Tem piscina. Vende café da manhã e caldos. Alugam colchão R$ 5,00 por dia. Fácil acesso do lado da BR.
Pontos Negativos do Camping. Pequenos detalhes.
??Proibido fazer fogueiras ?
??Não pode usar secador de cabelo.??
??Não pode usar: Churrasqueira elétrica, sanduícheira, torradeira ou qualquer tipo de eletrônicos de alta tensão.
??Não tem Wi-Fi
?Não tem sinal de celular nenhum.
☎️Contatos do camping:??
https://www.facebook.com/Camping-
WhatsApp: 37 99626009
?Centro de Capitólio fica 15km do camping.

Passeios

Trilhas:
Tem duas trilhas mais conhecidas. Que são a Trilha do sol e Paraíso perdido. Custam o Mesmo valor.
Depois de muita pesquisa entre qual trilhar fazer: optamos pela “Trilha do Sol ” valor: R$ 40,00 por pessoal. Bem sinalizada, tem guias te orientando.
Um prato de comida custa R$40 reais.Ainda bem que fomos preparados e levamos lanche.
Obs: Levem água e repelente.
Trilha muito tranquila fizemos em três horas.
Possui três cachoeiras:
No limite
Do Grito e Poço Dourado . A Poço Dourado é sensacional
Tem Wi-Fi e redes para descansar no retorno da trilha.
Da pra passar o dia lá. Fecha as 17hs.

Passeio de lancha custa R$ 70,00 valor tabelado sem choro.
Todas as lanchas saem do “Rio Turvo”. Fácil de achar. Bom reservar antes. São duas horas de passeios.
Rota:
?Lagoa Azul.
?Vale dos Tucanos
?Cannions
?Cascatinha
No Rio Turvo tem restaurantes e lanchonetes. Restaurante achamos caro R$49,90 o self Service. Os lanches preços bons, a partir de R$ 5,00 reais.
Adoramos o passeio de lancha. Vale muito a pena, com paradas para banhos e fotos.
A cachoeira Lagoa Azul uma das paradas que paga R$25,00

Mirante
A tradicional foto no Mirante de Furnas. Vista linda,parada obrigatória e o melhor sem custo algum. Ideal ir bem cedo, pois tem uma fila de pessoas para tirar fotos.
Informação importante: Não estacione no lado direto para não levar multa. E tenham muito cuidado com as selfies não há nenhum tipo de proteção na beirada. Já morreu gente lá. Todo cuidado é pouco.

Tem uma cachoeira muito linda e de “GRAÇA” atravessando a pista do Mirante. A poucos metros você a encontra. Chama cachoeira DIQUADINHA. Adorei!!

Para quem acha interessante também tem a Usina Hidrelétrica de Furnas com três pontos de observação.

Lugares que não deu tempo para irmos e foram super recomendado.
Lagoa da Pedreira: Vimos as fotos lugar sensacional
Todos que foram super recomendaram. Não paga pra entrar. Só carro 4×4 conseguem chegar na Pedreira. Esse local é super complicado o acesso. NÃO tentem ir com seu carro. Vimos alguns que se arrependeram e tiveram prejuízo com peças do carro quebradas. Melhor evitar o perrengue. Tem passeio pra esse local com jipe cobram R$ 60,00 por pessoa.
Cachoeira da Filó também 0800 e fácil acesso.

Pessoal outra dica importante.
Fujam dos meses de chuva pois todos os passeios como de lancha, trilhas e Cachoeiras são interditados e cancelados por SEGURANÇA. ☔️
Muita chuva na região entre os meses de Novembro e março. Melhores meses De abril a outubro.

Capitólio é maravilhoso vão e aproveitem bastante!!!

Textos e Fotos de Carvalho Mah

Publicado originalmente no Grupo Mochileiros em:
https://www.facebook.com/groups/mochileiroscom/permalink/10154317294737260/


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Em 13 dias eles percorreram o lado oculto do Rio de Janeiro e Minas Gerais

Mochileiros.com

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Das Montanhas de Itatiaia e suas Cachoeiras geladas.  Do Saco do Mamanguá até a travessia da Joatinga, por praias desertas e vilas caiçaras de Paraty.

Duração total: 13 dias.

Fizemos essa expedição eu e meu primo-irmão @Mauricio Gomes Loiola, com mais de 1000km de estrada, 60km de trilhas, 15km de caiaque, 18km de barco, 30km de ônibus e algumas breves pescarias.

DIA 1 (Sábado)  – NOITE EM PENEDO
Saímos de SP em direção ao RJ, chegamos a Penedo, cidade de colonização finlandesa e com uma arquitetura maravilhosa, tudo isso no pé da serra de Itatiaia. Havia milhares de turistas e muitas opções de bares, lanchonetes, chocolateiras e cervejas artesanais. Chegamos anoite e acabamos dormindo no carro, em um estacionamento privado, por algumas horas.

DIA 2 (Domingo) – CAMPING DOS LÍRIOS, CACHOEIRA DA FRAGÁRIA e Itamonte
Saímos na madrugada fria pra parte alta da Serra de Itatiaia, sendo que gastamos quase três horas até o Camping dos Lírios o mais próximo do parque. Imprevistos aconteceram e fizemos um passeio que estava fora do cronograma.
No caminho paisagens montanhosas de tirar o fôlego, inclusive no próprio camping, que parecia um sonho.
As estradas nessa região eram extremamente precárias e alguns locais quase inacessíveis sem carro alto. Após 2h30 das piores estradas inimagináveis, chegamos à Cachoeira do Fragária, com mais de 70m de altura.
Voltamos por outro caminho, conhecendo o povoado da Fragária e a cidade de Itamonte (MG), onde o povo é extremamente simpático e solicito.

DIA 3 – Pico das Agulhas Negras (2780m) e“Balada das Estrelas”
Na sede do Parque Nacional de Itatiaia fizemos a escalaminhada de um dos 4 pontos mais altos do Brasil com o guia Ivan, que fez um preço bem bacana e deu todo o suporte pros desafios que enfrentamos.
Este Parque é absurdamente lindo, com uma riqueza ambiental incomparável. primeira unidade de conservação implantada no Brasil, com cumes e uma paisagem de campos de altitude com muitas espécies endêmicas e uma beleza cênica comparável as mais bonitas que já conheci no Brasil.
A escalaminhada exige muito esforço aeróbico, com muitos momentos de impulso físico bem intenso, em uma atmosfera com oxigênio mais rarefeito. Em diversos momentos precisei parar pra me recuperar ou ficaria tonto.
A vista do Pico das Agulhas Negras é a melhor pra ver os picos do próprio parque, e o platô da parte alta, que lembra muito o topo das chapadas brasileiras.
Anoite fizemos fogueira, tomamos chá e cachaça pra enfrentar o frio de quase 0° (Fazia temperatura negativa lá nos picos). Assamos alguns pinhões que encontrei por perto e tocamos violão de baixo de um céu forrado de estrelas. Acho que foi um dos melhores momentos de toda a viagem.

DIA 4 – Travessia Coutos-Prateleiras (até 2600m de altitude)
Travessia de um dia, com 14km de caminhada. Também exige equipamentos, caso você vá subir o pico das Prateleiras, subida que seria extremamente difícil sem um guia e cordas.
A paisagem dessa trilha é alucinante, com melhor visão pra Pedra da Mina (2798m de altitude), Pico das Agulhas Negras, pro Vale do Paraíba e principalmente pros abismos da borda da serra de Itatiaia.
Logo no início da caminhada tive a imensa sorte de me deparar com uma jararaca raríssima e endêmica a de Itatiaia, a Bhotrops fonsecai, com mais de 1m de comprimento.
O Pico das Prateleiras exige menos esforço físico e mais mental do que as Prateleiras. Tem vários “becos sem saída”, que só com guia/conhecimento prévio pra saber como passar. Quanto mais você sobe, mais tenso ficam as escaladas na beira do abismo.
Na volta a sorte ainda me sorriu pela segunda vez: Avistei o “Sapo Flamenguinho”, anfíbio endêmico dali e animal símbolo do parque.

DIA 5 – TRAVESSIA DE CARRO, CONTORNANDO A SERRA PELO NOROESTE
Desmontamos cedo o acampamento e partimos pela Estrada Real em Itamonte e pelo povoado de Alagoas onde fizemos um almoço maravilhoso, no restaurante de uma senhora muito atenciosa.
Passamos por lugares muito isolados, preservados e com acesso extremamente precário.
Descobrimos no caminho a Cachoeira de 5 Estrelas. São várias quedas enormes, que despencam para um abismo sem fim. O local possui um moinho incrível, mas está totalmente abandonado.
E a sorte pela terceira vez: Consegui ver um sapo irado com aspecto de folha, totalmente camuflado na serapilheira da trilha.
Anoitecendo passamos pela belíssima e minúscula cidade de Mirantão, depois pelas charmosas vilas de Maringá e Maromba, onde ficamos no Camping da Cabacana, muito arrumado e com opção de chalés.

DIA 6 –  Pesca de Truta, Cachoeira do Escorrega e Cachoeiras do Poço do Céu e Poço dos Dinossauros.
Enquanto meu primo descansava, fui pescar Trutas Arco-Iris, espécie que foi introduzida nas áreas mais altas e frias do país. Nunca imaginei que iria poder pescar esse peixe manhoso e saí vitorioso.
Depois fomos até a cachoeira do escorrega, o toboágua mais insano (e gelado rs) que já fui e ainda criado pela mãe natureza. Almoçamos uma Truta à Parmegiana, iguaria local e sem igual.
A tarde conhecemos as cachoeiras do Poço do Céu/Poço dos Dinossauros, absolutamente lindas, 100% cristalinas e imperdíveis para um snorkeling.

DIA 7 – DESPEDIDA DE ITATIAIA E CHEGADA AO SACO DO MAMANGUÁ (PARATY MIRIM) ANOITE.
Pela Estrada Real, viajamos 250km até Paraty Mirim, um povoado caiçara há 25km de Paraty, onde há uma comunidade indígena e a igreja mais antiga do município.
Deixamos o carro num estacionamento onde ele ficou por cinco dias. Saímos de caiaque quase no anoitecer, navegando por águas cristalinas.
Fizemos 6km de remada em 1h, no maior gás. No percurso pescamos alguns saborosos “Olho de Cão”.
Já era noite quando chegamos no Camping do Sr. Orlando dentro do Saco do Mamanguá, na Vila do Cruzeiro, um capitão de navio e pescador aposentado, que nos atendeu com muito entusiasmo.
Assim, acampamos bem na beira de um dos mais belos pontos de todo o litoral paulista.

DIA 8 – DESCANSO E PESCARIA NO SACO DO MAMANGUÁ
Apesar das previsões de tempo catastróficas, o tempo amanheceu com sol no magnífico Saco do Mamanguá. Esta baía possui águas cristalinas, cercada por serras dos dois lados, sendo considerada o “único fiorde brasileiro”.
A sensação era de estar pescando num aquário vivo, no paraíso da pesca e snorkeling.
Anoite fizemos uma boa fritada de peixe, que só não foi perfeita, por quê não tínhamos mais cachaça e nem farinha pra empanar os peixes que ficaram encharcados de óleo kkk.

DIA 9 – SUBIDA NO PICO PÃO DE AÇÚCAR E INÍCIO DA TRAVESSIA DA PONTA DA JOATINGA
Na parte da manhã subimos no pico que fica na vila do Cruzeiro. 1,5km de subida intensa, 400m de desníve. O tempo estava maravilhoso! Chupa previsões! A vista daquele pico, não tem como descrever, não tem como acreditar, é um dos lugares mais lindos que já estive e minha principal meta de toda a viagem.
Depois do almoço desmontamos o camping e iniciamos a Travessia da Joatinga. Mesmo com GPS, a trilha da Travessia da Joatinga é muito confusa. Você vai beirando o mar, subindo e descendo morros e entrando em muitas casas e mansões luxuosas.
Após algumas horas chegamos no MOMENTO MAIS DIFÍCIL de toda essa expedição!!! A travessia de uma serra pra chegar na Praia Grande da Cajaíba.
Corpo fadigado, mochila pesada, um calor de 35°C e uma trilha de quase 4km, com desnível de 380m, escorregadia com mata muito fechada e inúmeros obstáculos (árvores/bambuzais/bambuzais caídos e barrancos).
A noite caiu e andamos por horas a fio com a luz da lanterna e de uma imensa lua cheia.
Chegamos totalmente destruídos e destroçados na belíssima Praia da Cajaíba, no Camping da Dona Dica. A senhora Dica é uma caiçara de 3° geração e conhece-la foi um dos momentos também dos mais incríveis daquela viagem. O Camping é todo artesanal (feito por ela e seus filhos), cheio de balaios e artesanatos feito por ela. Apesar de bem velhinha, ela mora pra dentro da mata, 3km da praia, e anda aquela distância todos os dias. Ainda planta, cria animais e produz farinha de mandioca.

DIA 10 –  TRAVESSIA DA JOATINGA, DA PRAIA GRANDE ATÉ O POUSO DA CAJAÍBA
A travessia da Joatinga consiste de 44km de trilhas, praias e comunidades caiçaras isoladas, tudo acessível somente por caminhada ou por barco.
Atravessamos várias vilas caiçaras parecidas tiradas de filme, com praias maravilhosas e translucidas, as quais gostaria muito de ter tido tempo de mergulhar com snorkel.
No Pouso da Cajaíba pegamos um barco até Ponta Negra.
De fato o mar estava muito bravo, mas conseguimos fazer a travessia de uma hora pelo mar espetacular, de maneira segura com um piloteiro caiçara chamado Richard, que nos ensinou muito sobre o modo de vida caiçara, ainda bem preservado naquelas vilas isoladas.

DIA 11 – TRAVESSIA JOATINGA – SAÍDA DA PONTA NEGRA – CHEGADA EM PARATY.
Nosso pouco tempo na vila Caiçara de Ponta Negra foi muito intenso. Tive uma crise de dor de barriga/diarreia anoite.
Pra piorar o camping que ficamos, era extremamente pobre e precário. Aliás, ao contrário das outras vilas caiçaras que visitamos, que pareciam bem prósperas, a comunidade da Ponta Negra foi uma das comunidades mais pobres que tive contato.
Deu um aperto muito grande aquela situação, fora o desconforto por causa da diarreia.
Pra minha sorte, achei um pé de limão e consegui fazer um remédio indígena milagroso pra diarreias que aprendi na Colômbia e funciona melhor que Imozek….
A trilha a partir da Ponta Negra é bem menos puxada, principalmente entre a Praia do Sono e a Vila do Oratório, que parecia uma brincadeira depois de tudo que enfrentamos.
Na praia do Sono, tinham um zilhão de campings e restaurantes e até aceitavam cartão, apesar de não ter acesso de carro pra lá também.
Fim do dia chegamos na Vila do Oratório e pegamos um ônibus pra Paraty, onde pernoitamos num Hostel muito aconchegante e extramente barato pra o que eu esperava de Paraty.
Aproveitei pra conhecer o centro histórico de Paraty e sua riquíssima vida noturna.

DIA 12 – DESCANSO E RESGATE DO CARRO e Caiaques, a conclusão da TRAVESSIA ponta da Joatinga.
Dormimos até tarde no hostel, aproveitando pra descansar. Resolvemos coisas no centro da cidade e pegamos um ônibus pra Paraty Mirim, pra iniciar o “fim da travessia” e da Expedição RJ/MG Oculto.
Chegando em Paraty Mirim, o primeiro desafio foi fazer o carro pegar após 5 dias parados e uma bateria que estava com dois anos de uso.
Depois fomos atrás de barqueiro pra nos levar pro Saco do Mamanguá e puxar nossos caiaques e tralhas de pesca que ainda estavam no Camping do Sr. Orlando. A maioria não queria pelo mau tempo, que voltou dessa vez pra ficar. Ficamos todos ensopados por conta das ondas que batiam no barco e sem blusa, ficamos com muito frio.
E assim resgatamos tudos e nos despedimos daquele paraíso. Adeus saco do mamanguá ou até breve.
Ainda voltamos pra Paraty, pra dormir no mesmo hostel e sairmos mais uma noite.

DIA TREZE VOLTA PRA SP, PASSANDO POR SÃO LUIZ DA PARAITINGA.

GRATIDÃO
Aos meus pais que me despertaram quando pequeno uma apetite voraz por conhecer nosso país. Ao meu primo e irmão de consideração Mauricio por ter embarcado nessa comigo. A todos que nos receberam bem. E por ter realizado mais uma expedição nesse lindo Brasil.

Texto e fotos: Vinicius De Souza Almeida e Mauricio Gomes Loiola

Postado originalmente no Grupo Mochileiros em:
https://www.facebook.com/groups/mochileiroscom/permalink/10154309701672260/


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