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O que fazer em BH? – Guia completo para um fim de semana na capital mineira

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Pensar em Minas é pensar em comida boa, mas pensar em Belo Horizonte é pensar em comida boa de um estado inteiro em um só lugar. “Beagá” além de ser a capital do boteco, ter o Mineirão e belos parques e praças é uma das melhores cidades para se comer bem e fazer um tour gastronômico inesquecível. Pode apostar!

Tive a oportunidade de passar um fim de semana turistando por lá, e vou listar aqui o roteiro ideal de um final de semana.

Vamos começar pelo símbolo da cidade…

Foto: Este artigo é parte do post de BH do Blog www.queromochilar.com.br – Para saber mais de BH e outras dezenas de lugares de Minas consulte o Blog. Há vários relatos bem completos esperando por você.

Instagram: @queromochilar

Complexo da Lagoa da Pampulha.

O Conjunto Arquitetônico da Pampulha é mais um lugar no nosso país que leva assinatura do famoso arquiteto Oscar Niemeyer. Este complexo foi construído entre 1942 e 1944 sob encomenda do prefeito da época, nosso ex-presidente Juscelino Kubitschek.

Este complexo em torno da lagoa artificial da Pampulha conta com: um antigo casino (hoje o Museu de Arte da Pampulha), uma igreja (São Francisco de Assis), a casa de baile, um clube, um hotel e a casa de JK.

Em 2013, este belo conjunto arquitetônico se candidatou ao título de Patrimônio Mundial da UNESCO, e em 17 de julho de 2016, recebeu o título e foi categorizado como uma Paisagem Cultural.

A orla da lagoa é muito usada pelos belo-horizontinos para praticarem execícios físico. São 18 km se pretende percorrer o total dela e é uma área sempre bem movimentada, com gente mostrando saúde o tempo todo.

Todas as atrações do complexo podem ser visitadas, mas vou focar aqui somente na principal e a que eu tive interesse de conhecer.

Igreja São Francisco de Assis

Horário de funcionamento: Terça a Sábado das 9h00 ás 17h00. Domingo das 11h00 ás 14h00.

OBS: A visitei no último dia que esteve aberta. Agora a igreja da Pampulha está fechada para reforma e a previsão de reabertura é somente novembro de 2019.

Entrada: R$ 3,00 / Criança, Idoso e estudante: R$ 2,00.   

Um pouco sobre a Igreja São Francisco de Assis …

Praticamente o símbolo de Belo Horizonte e igreja da Pampulha, como também é conhecia, foi erguida em 1945. Ela também é um projeto do Oscar Niemeyer, e na época foi considerada uma grande inovação arquitetônica. Em seu interior abriga uma rica Via-Sacra, composta por quatorze painéis de Cândido Portinari. Uma foto lá é obrigatória.

2.2- Quero Mochilar Belo Horizonte

Foto: A bela Igreja vista por trás.

2.7- Quero Mochilar Belo Horizonte

Foto: Show de arte não só em seu formato.

 

2.0- Quero Mochilar Belo Horizonte

Foto: Pampulha por inteiro.

A visita interna na Igreja é bem simples e rápida. A decoração, as peças e pinturas são lindas, e como a porta é de vidro dá para ver lá  de fora mesmo, mas é tão baratinho que compensa entrar, pelo menos para estarmos ajudando na manutenção.

2.5- Quero Mochilar Belo Horizonte

Foto: Interior da Igreja – Havia tido um casamento no dia anterior.

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Foto: Gravura de Adão e Eva no paraíso.

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Foto: Boa pista para prática de exercícios físicos ao redor de toda a lagoa.

3- Quero Mochilar Belo Horizonte

Foto: Daqui temos uma bela vista para o Mineirinho (onde ocorrem jogos de volei) e o Mineirão (o maior estádio de futebol mineiro).

Junto com a lagoa encaixa perfeitamente no seu roteiro conhecer o maior estádio de minas, para onde vamos agora.

1.2- Mineirão

Horário de funcionamento: Terça a sexta das 9h00 ás 17h00. Sábado e domingo das 9h00 ás 13h00.

ntrada: R$ 20,00 Inteira / R$ 10,00 Estudante.

Duração: 1h 30 minutos.

Um pouco sobre O Mineirão …

O Estádio Governador Magalhães Pinto, mais conhecido como Mineirão, é parte do conjunto arquitetônico da Pampulha. O estádio foi inaugurado em 1965 e é o quinto maior estádio do Brasil. Este estádio já chegou a sediar finais importantes como: Copa Libertadores, Copa Intercontinental e foi sede de jogos Copa do Mundo de 2014.

No ano de 2014 foi o primeiro estádio do país e o segundo do mundo a conquistar a categoria máxima de certificação ambiental Leadership in Energy and Environmental Design, concedida pelo Green Building Council Institute, mostrando seu ótimo alinhamento entre tecnologia e desenvolvimento sustentável.

Mas nem só de alegrias vive o Mineirão, lembra da nossa maior vergonha? O 7 x 1 da Alemanha na semifinal da copa? então, foi aqui…rs.

Cheguei ao Mineirão para conhecê-lo caminhando, logo após passar pela igreja da Pampulha. Fui na sorte, sem reservar nada, e por sorte também, quando cheguei estava saindo um tour e ainda tinha vaga, assim nem tive que esperar e fui direto para o passeio.

O tour é ótimo, excelente mesmo, super recomendo.

Como funciona o tour guiado?

O tour começa com o guia explicando a história e funcionamento do estádio e depois partimos para explorar cada cantinho deste palco de espetáculos futebolísticos.

Começamos o tour cruzando o estacionamento e depois vamos para o corredor onde chegam os jogadores. Sabe aquele lugar que passa na TV o ônibus parando e os jogadores descendo rapidamente e entrando no estádio? Então, é deste lugar que estou falando.

O primeiro lugar que paramos para conhecer no tour é a sala de aquecimento.

Aqui o nosso guia explica, que é a primeira parada dos jogadores, onde eles começam a se aquecerem para o jogo. Há bolas e duas pequenas traves, e depois das explicações eles nos deixam a vontade para praticar.

4.5- Quero Mochilar Belo Horizonte

Foto: Nosso guia explicando. Por sinal, é um excelente guia este cara.

Daqui partimos para o campo. Estamos fazendo o trajeto dos jogadores. Aprendemos em campo sobre as dimensões, capacidade do estádio, estrutura para funcionamento. Como separam as torcidas e toda a parte de inteligência que há por trás dos jogos. Tudo bem interessante.

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Foto: Lindo de ver a imensidão deste lugar. Queria um dia poder vê-lo lotado.

4.7- Quero Mochilar Belo Horizonte

Foto: Enorme e lindo, não?

Depois do campo, continuamos seguindo os passos dos jogadores e vamos direto para o vestiário. O vestiário tem uma mega estrutura, com sala de massagem, guarda roupas, que no dia de visita eles colocam as camisetas dos times. Além de chuveiros e áreas com várias banheiras. Passam bem os guris…

4.10- Quero Mochilar Belo Horizonte

Foto: Eu com a camisa do Atlético nos armários do vestiário.

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Foto: Ana com a camisa do cruzeiro, também nos armários do vestiário.

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Foto: Olha esta banheira!! 

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Foto: Os chuveiros para o banho após o jogo.

Após conhecer o vestiário ainda passamos na sala de imprensa, onde são dadas as entrevistas coletivas. Mais explicações e fotos também, não é?…

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Foto: Aqui ocorrem as entrevistas após os jogos.

Da sala de empresa ainda subimos na parte do camarote, de onde vemos o estádio por outro ângulo, passamos ainda na entrada para fotos com a Jabulane e o Fuleco  e estamos liberados do tour. São praticamente uma hora de tour, ou um pouco mais dependendo do grupo. Uma ótima experiência.

O tour guiado acabou, mas ainda tem mais…

Agora antes de ir embora podemos ir no museu do futebol, que é um acervo incrível que conta a história do Mineirão e dos nosso grandes jogadores brasileiros.

Museu do Futebol

No mínimo uma hora você pode ficar aqui, ainda mais se for apaixonado por futebol. Neste caso irá querer ficar ainda mais. Este museu está muito bem montado e pensado. Tem um acervo show de bola e ainda é bem didático, se for ler tudo, com certeza ficará mais de uma hora aqui. Gostei bastante dele.

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Foto: Início do museu – conhecendo ainda mais a história do Mineirão.

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Foto: Maquete do estádio.

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Foto: Estes cartões são os registros de todos os jogos do Mineirão, quando ainda não havia tecnologia. O próprio funcionário que os preenchiam estava lá nos recepcionando no museu e contava isso com o maior orgulho do mundo a cada pessoa que passava. Um senhor super simpático.

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Foto: Algumas das bolas que fizeram história por aqui, com registro do jogo e data.

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Foto: Uma sala com camisetas de vários times. Todas assinadas. No centro um mapa interativo, que fala sobre todos os times de futebol do estado e a história de cada um deles. Achei até Montes Claros aqui…rs.

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Foto: Estes sim seriam times dos sonhos. Pena que não dá para ler direito na foto, mas procure esta placa no museu.

Não existe a calçada da fama?? Aqui tem a parede da fama, podemos assim dizer. A parede com várias placas com os formato dos pés de jogadores que fizeram a nossa história do futebol.

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Foto: Eu com o pé do nosso rei…

Agora chega de futebol e vamos conhecer a história de BH.

Praça da Liberdade

Essa praça é outros dos cartões postais da cidade, criada entre os anos 1895 -1897, a Praça da Liberdade é ainda um lugar marcado por histórias de Minas Gerais. Esta praça fica na Savassi, no encontro de quatro grandes avenidas: Cristóvão Colombo, João Pinheiro, Brasil e Bias Fortes.

Construída para abrigar a sede do poder mineiro a arquitetura daqui obedece a tendência da época e ao longo dos anos, a região foi recebendo ainda outras construções e acabou se transformando em um complexo, conhecido como circuito da liberdade.

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Foto: Corredor de palmeiras na praça da liberdade com o Palácio do Governo ao fundo.

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Foto: Caminhar por aqui é um belo passeio. A praça que é palco de vários protestos é linda.

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Foto: Chafariz na praça da liberdade.

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Foto: Lago artificial na praça da liberdade.

Hoje o circuito da liberdade é um dos maiores corredores culturais do nosso país. Em volta da praça há vários museus, bibliotecas e centros culturais. Todos instalados nos seus prédios históricos. Estes lugares reúnem juntos um vasto acervo histórico e cultural do estado e que merecem muito ser conhecidos.

As principais atrações do complexo, todas ao redor da praça, são: O planetário, a biblioteca pública, Casa Fiat de Cultura, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro de Arte popular Cemig, Espaço do conhecimento UFMG, Memorial Minas Gerais Vale, MM Gerdau, Museu de Minas e do Metal e palácio da liberdade.

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Foto: Palácio do Governo ou Palácio da liberdade.

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Foto: Aqui tem um centro de informações sobre o complexo da liberdade.

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Foto: Museu da Minas de do Metal – Dizem ser bem interessante, mas eu não tive tempo de conhecê-lo. Ficou para uma próxima.

Como podem perceber são várias as atrações, e no dia escolhi duas para conhecer, o que ocupou meu tempo uma manhã toda.

Centro Cultural Banco do Brasil

Horário de funcionamento: De domingo a segunda das 9h00 ás 21h00.

Entrada: Gratuita.

Duração: 1/2 a 1 hora.

Em pouco sobre o Centro Cultural Banco do Brasil…

Este é um espaço administrado pelo BB que está em constante mudanças, sempre trazendo temas novos para serem expostos. Quando fui o tema era Ex Africa. Geralmente é um passeio rápido e interessante.

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Foto: Há entrada pela frente da praça, mas na entrada lateral é onde você emite seu bilhete gratuito.

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Foto: Algumas peças da exposição EX AFRICA que foi a que eu visitei.

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Foto: Alguns objetos e panfletos da triste época da escravidão.

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Foto: Uma arte muito louca que há por aqui…rs.

Vale ressaltar que dentro do prédio há um pequeno café e restaurante, e há também bebedouros com água.

Memorial Minas Gerais Vale

Horário de funcionamento: Terça, quarta, sexta e sábado: Das 10h00 ás 17h30. Quinta das 10h00 ás 21h30. Domingos: das 10h00 ás 15h30.

Entrada: Grátis.

Duração: Mínimo 1 hora, mas para conhecer bem e curtir a história recomendo ficar por lá uma manhã toda.

Um pouco sobre o Memorial Minas Gerais Vale…

Este é um museu criado em parceria da Vale com o governo do estado. Aqui você conhece a alma e as tradições de minas contada de uma forma muito original e interativa. Este realmente é um excelente museu e vale muito a pena conhecer. Você sairá daqui entendendo ainda mais este belo estado.

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Foto: Entrada do museu.

O memorial instiga o turista a descobrir as histórias e costumes de minas do século 18 ao atual. Há 31 salas, com muito acervo e tecnologia. São 3 pavimentos, e não há sequência para percorrê-los.

No inicio, quando deixamos as bolsas e mochilas nos guarda volumes você ganha um mapa excelente, que te serve de guia. Não deixe de conhecer este museu, ele é muuuito bom, bom mesmo.

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Foto: Olha o mapão de Minas com seus 853 municípios. E eu querendo achar Montes Claros e Belo Horizonte ala… rs.

9.2.2- Quero Mochilar Belo Horizonte

Foto: A história aqui é contada de um modo dinâmico e irreverente.

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Foto: Esta sala mostra a vida na roça do povo mineiro.

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Foto: Uma maquete linda de Vila Rica, a atual cidade de Ouro Preto.

Esta foi a sala que mais gostei. Haviam vários quadros, que na verdade eram videos de personagens da inconfidência mineira. Os atores iam contando a história e se interagindo um com o outro. Uma maneira muito legal de aprender sobre a Inconfidência. Foi a sala que mais gostei e que passei mais tempo.

9.2.5- Quero Mochilar Belo Horizonte

Foto: Assistindo o show.

 

Feira Hippie da Avenida Afonso Pena.

Horário de funcionamento: Domingos das 7h00 ás 14h00.

Esta enorme Feira de Artes e Artesanato acontece desde 1969 todos os domingos em uma das avenidas mais movimentadas da cidade, a Afonso Pena, e é popularmente conhecida como Feira Hippie.

Esta feira conta hoje com cerca de 2.500 barracas que vendem as mais diversas mercadorias e tudo a preços muito bons. Encontramos aqui: artes, artesanatos, bijouterias, brinquedos, bolsas, calçados, móveis, roupas e até comida de rua, como: acarajés, churrasquinhos, milho, caldos e salgados.

Dica: Os bons produtos acabam rápido. Se este for seu foco na viagem chegue lá cedo, ás 7h00.

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Foto: Os produtos aqui são super baratos. A mulherada fica doida…rs.

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Foto: Não sei falar quantos metros tomam a avenida com barracas, mas é enorme esta feira.

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Foto: Realmente vale a pena conhecer.

2.3- Shopping Oiapoque

Horário de funcionamento: De segunda a Sábado: Das 9h00 ás 19h00. Domingo das 9h00 ás 15h00.

Este é um shopping que você encontra de tudo a preços populares. Não cheguei a conhecê-lo ainda, mas pelo que entendi seria a 25 de Março (São Paulo) de Belo Horizonte. As vezes, com tempo e necessidade de compras, vale uma passadinha por lá.

2.4- Mercado Central de BH

Horário de funcionamento: De segunda a sábado: 7h00 ás 18h00. Domingo e feriados das 7h00 ás 13h00.

Entrada: Franca – Só paga estacionamento se estiver de carro ( R$ 12,00 /h). Os estacionamentos nas laterais do parque são quase o mesmo preço e mais fáceis de estacionar. Levei 15 minutos em um domingo para parar meu carro lá.

Um pouco sobre o Mercado Central…

Segundo o site do próprio mercado, a história é a seguinte: “Belo Horizonte tinha apenas 31 anos quando um prefeito empreendedor resolveu reunir, em um só local, os produtos destinados ao abastecimento dos 47.000 habitantes da jovem cidade. Foi assim que o Mercado Central nasceu, no dia 7 de setembro de 1929: unindo as feiras da Praça da Estação e da praça da atual rodoviária. Aqui reuniu todos os feirantes, centralizando o abastecimento da população”.

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Foto: Uma das entradas do Mercadão.

Hoje são mais de 400 lojas e o Mercado Central se tornou um dos pontos comerciais e turísticos mais procurados da cidade, reunindo uma mistura de compras, cultura e lazer para quem percorre seus corredores. Aqui é o melhor lugar para entender Minas e encontrar os melhores produtos em relação a: queijos, doces artesanais, artesanato, ervas, raízes, artigos religiosos entre outros.

Este pra mim é o melhor lugar para turistar de BH, saímos daqui realmente vendo Minas com seus cheiros e sabores. Além de compras diversas, aqui também é o lugar de adquirir as guloseimas mineira de lembrança aos amigos.

O que não deixar de comprar, provar…

Queijos: Requeijão de raspa de tacho e Queijo Serro da Estrela.

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Foto: Variedades enormes de queijo na loja Roça Capital.

7.11- Quero Mochilar Belo Horizonte

Foto: Em alguns lugares você pode degustar.

7.7- Quero Mochilar Belo Horizonte

Foto: Queijos de Serro e da Serra da Canastra também são muito bons e famosos.

Doces: Doce de abórora com coco em barra, goiabada cascão, doce de nata com café, brigadeiro de milho ( A maioria destes produtos estão na Loja Roça Capital).

Doce de leite: O que mais gosto e o mais famoso é o Viçosa.

7.8- Quero Mochilar Belo Horizonte

Foto: Este Viçosa é o melhor doce de leite de Minas pra mim.

Cachaça: Cachaças de Salinas – São as melhores e mais famosas de Minas.

7.9- Quero Mochilar Belo Horizonte

Foto: Além das tradicionais, aqui você encontra tudo quanto é tipo de cachaça. Até as de jabuticaba de Sabará você pode encontrar aqui.

Todos estes produtos são muuuuito bons, pode confiar.

Não deixe de almoçar um dia no mercadão. Os restaurantes são ótimos e a comida vou deixar as fotos no fim de post falar por mim.

7.2- Quero Mochilar Belo Horizonte

Foto: Restaurante Casa Cheia um dos mais famosos do mercado e onde recomendo você almoçar.

Mirantes

Vou citar três lugares de onde é possível ver BH do alto. Não precisa necessariamente ir nos três, mas todos são interessantes e colados um no outro. Vou escrever na ordem que eu priorizaria, ok?

Mirante do Mangabeiras.

Horário de funcionamento: Terça a domingo das 9h00 ás 17h00.

Entrada: Gratuita.

Este para mim, é o melhor dos mirantes, relativamente novo e bem próximo a Praça do Papa. Aqui é possível ter uma vista de BH do alto incrível. Não há estacionamento, o carro fica na rua.

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Foto: Entrada do Mirante.

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Foto: Admirando a vista a partir do mirante.

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Foto: A melhor vista de BH é aqui.

Praça do Papa.

Horário de funcionamento: É uma área aberta, portanto pode ser visitada a qualquer hora.

Entrada: Por ser uma praça, não pagamos taxas para ter acesso.

Um pouco sobre a praça do papa…

Esta praça na verdade chama Israel Pinheiro e fica no alto das Mangabeiras. Ela recebeu este nome após receber uma missa campal em 1980. Dizem que após esta missa o Papa João Paulo II, diante da paisagem disse: “Que belo horizonte!”.

E realmente esta praça é linda. Cercada pela Serra do Curral, a praça é um belo lugar para passear e apreciar a vista panorâmica da cidade.

Dica de Ouro: Não vi, mas dizem que a vista aqui a noite é show!

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Foto: Os monumentos erguidos após a famosa Missa aqui celebrada.

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Foto: Daqui também temos uma bela vista da capital mineira.

Parque Municipal das Mangabeiras.

Horário de funcionamento: Terça, domingo e feriados das 8h00 às 17h00.

Entrada: Somente estacionamento R$ 3,00.

Um pouco sobre o parque das Mangabeiras…

Esta é uma área verde nas bordas da Serra do Curral e por isso é o maior e mais belo parque da cidade. Tem um lindo projeto paisagístico e são mais de 2,3 milhões de m² de matas nativas, onde é possível fazer trilhas no meio da mata e dos animais silvestres que aqui vivem. Aqui ainda tem uma ótima infraestrutura com quiosques, quadras poliesportivas, brinquedos para crianças e arenas para shows e teatros. É muito usado por famílias belo-horizontinas.

Para quem quer se aventurar há estas três trilhas, o Roteiro da Mata que eu já fiz. Nesta trilha também chegamos a outro mirante de onde é possível ver a cidade. As trilhas são bem estruturadas todas em pedras, a única dificuldade é que são subida em parte do caminho, mas são bem tranquilhas e curtas.

Caso não for fazer trilhas aqui é um passeio rápido.

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Foto: Entrada do parque sinalizando as três possibilidades de trilhas.

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Foto: Temos aqui uma ótima infraestrutura com barracas de sorvete, açai, água de coco, pipoca… ótmo lugar para quem tem criança.

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Foto: Belas paisagens com a Serra do Curral de plano de fundo.

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Foto: As trilhas são a maior parte do tempo na sombra e há vários pontos de paradas que são ótimos para piqueniques.

Savassi.

Toda cidade tem seu lugar mais turístico não é? E em Belo Horizonte essa região é a Savassi. A Savassi é um bairro de classe alta na região sul da cidade, e também é aqui que estão a maior parte dos botecos, hotéis e alguns pontos turísticos da cidade.

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Foto: O melhor pão de queijo da cidade também esta aqui – A pão de queijaria.

Cervejarias.

Belo Horizonte está se tornando referência em cervejarias artesanais. Há duas delas que são ótimas e eu recomendo. A Backer fica um pouco mais afastada do centro, mas é ótima, e agendando você pode fazer um tour guiado e entender tudo da fabricação.

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Foto: Esta é uma das boas cervejarias mineira e há um pub dela na Savassi.

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Foto: Esta é a backer, minha preferida de Minas. Este bar é ótimo, só que fica um pouco mais afastado em Olhos d´água.

Avenida Alberto Cintra.

Esta é uma avenida muito popular entre os belo-horizontinos. São vários bares, um ao lado do outro, onde as pessoas costumam ficar botecando por horas. Aqui os preços são mais em conta e você sentirá mais próximo dos moradores da cidade, por ser menos turística. Principalmente em dias de jogos costuma ficar bem cheio. Musica boa, cerveja gelada gastando pouco é aqui mesmo. Um lugar ótimo para passar bons momentos entre amigos.

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Foto: Aqui você pode comer o pastelzinho de Angu – muito popular na região de Conceição do Mato Dentro, outra cidade turística de Minas.

É isso… agora aproveite a capital mineira.

Gostou e quer saber mais: no Blog www.queromochilar.com.br tem mais dezenas de posts de Minas.

 

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Capitólio – O mar de Minas em um roteiro completo

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Capitólio tem sido o destino de ecoturismo mais procurado atualmente.

A região do lago de furnas é repleta de belas cachoeiras, balneários, lagos de cor esmeralda e paisagens incríveis, sendo um destino ideal para quem quer aventura e contato com a natureza.

Muita coisa podemos fazer por aqui, mas o que é imperdível? O que não podemos deixar de fazer? Quantos dias ficar?

 Listei 9 lugares que recomendo e em resumo o que é cada um deles.

Quer mais detalhes?

No www.queromochilar.com.br há mais informações e um roteiro prontinho para Capitólio, com custo, dicas de economia e hospedagem, passe lá pra conferir.

1- Morro do Chapéu

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Umas 3 horas – Contando deslocamento e caminhada.

O Morro do Chapéu é um mirante natural a 1.293 metros de altitude de onde podemos aproveitar um belo visual do ”Mar de Minas”. A vista do lago de Furnas daqui é incrível.

O acesso é por estrada de terra e não tão fácil e temos que fazer um percurso morro acima a pé, mas o visual compensa.

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Foto: Estrada de terra, de acesso ruim e trilha para quem quer caminhar um pouco e evitar problemas com carro… rs.

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Foto: Vista para o lago de furnas.

2- Cascata Ecopark.

  • Entrada: R$ 35,00 – Preço temporada; Preço normal R$ 30,00.
  • Horário: 9h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Recomendo 4 horas – Mas pode-se ficar lá o dia todo.

Essa é uma propriedade particular. Aqui há uma trilha curta e de fácil acesso, onde começamos passando pela parte de cima das cachoeiras e chegamos a um mirante para os Canyons e depois vamos a duas quedas d´água onde é possível banho de cachoeira, o lado ruim é que não há poços com boa quantidade de água para banho.

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Foto: Já em frente ao restaurante temos acesso a esta Cachu, onde na verdade era nosso último ponto da trilha.

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Foto: Esta Cachu é a mesma da primeira foto, só que vista por baixo. Aqui o poço não é profundo para banho, ele é mais para admirarmos mesmo. Ah, cuidado que o caminho aqui é bem escorregadio.

3- Paraíso Perdido.

  • Entrada: R$ 40,00 (carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

O Paraíso Perdido também é uma propriedade particular e tem uma excelente estrutura, com um ótimo restaurante e instrutores para todo lado para alertarmos de perigo.

Havia lido que aqui havia 18 piscinas naturais e 8 quedas, eu paguei R$ 40,00 e vi 3 quedas ( não sei como contam 8 ). Pelo que eu vi, as quedas estão todas no mesmo percurso e não são grandes, é uma quase grudada na outra e também considerei só dois poços naturais, confesso que fiquei decepcionado com este lugar e pelo que lia achava que seria o melhor de todos, mas não foi.

Foto: Subindo rumo ao melhor poço para banho.

Foto: A água estava gelada de dar câimbra e dor de cabeça, e o corpo não acostumava, mas não resisti, já molhei de uma vez só….rs.

4- Cachoeira do Filó.

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Uma bela queda d´água com um poço enorme e excelente para banho. Como é gratuita e bonita está sempre lotada.

Parando na rodovia é só andar 100 m. Há a possibilidade de subir até o mirante- só ir contornando a queda dá água e subir pela mata mais uns 100 m- e você estará no topo da cachu além de ter acesso ao poço atrás da mesma.

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Foto: A bela Cachoeira do Filó vista antes de descer a trilha.

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Foto: Mirante.

5- Trilha do Sol.

  • Entrada: R$ 40,00 (Temporada) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Também uma propriedade particular com ótima infraestrutura, e na minha opinião um dos melhores passeios pela região. As trilhas são lindas, e os três atrativos principais na trilha do sol são: Cachoeira no Limite, Cachoeira do Grito e Poço Dourado. Ahhh há até uma área de nudismo… rs.

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Foto: A parte superior da Cachoeira No Limite.

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Foto: A Cachu com seu poço. Você pode chegar no poço pulando, ou pela mata, uma trilha curta e tranquila.

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Foto: As paredes com estas pedrinhas deixa a trilha para o poço encantado com um visual incrível.

6- Passeio de Lancha nos Canyons.

  • Entrada: R$ 100,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 80,00.
  • Horário: Agendado – das 8h00 às 16h00.
  • Duração do passeio: 2 horas.

Nem preciso discorrer muito sobre este passeio, afinal é o mais procurado de Capitólio e não é atoa, realmente um tour imperdível e onde você realmente terá um contato incrível com o belo lago de furnas.

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Foto: Olha a cor desta água.

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Foto: Só admirando este paraíso.

7- Lagoa Azul

A cachoeira da Lagoa Azul também fica em uma propriedade particular, e você pode chegar até ela por asfalto, ou aproveitar o passeio da lancha para conhecê-la. Geralmente em temporada está sempre lotada, mas o bonito dela mesmo é vê-la vazia, por isso no dia não quis conhecê-la.

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Foto: A Lagoa Azul ficou para uma próximo visita, este lugar deve ser lindo, mas vazio, deste jeito não fiz questão de conhecer não…rs

8- Mirante do Canyon

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Aberto.
  • Duração do passeio: Em torno de 40 min.

É aqui que todo mundo tira as melhores fotos de Capitólio, fácil acesso e trilha super fácil, não há desculpa para não ir até o mirante que está bem ao lado da BR.

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Foto: As fotos clichês de Capitólio.

9- Parque Estadual da Serra da Canastra.

  • Entrada: R$ 10,00.
  • Horário de funcionamento:  8h00 às 18h00 – Sendo que não é permitida entrada após às 16h00.

Um pouquinho distante de Capitólio, mas não deixe de conhecer se gosta de aventura e tiver um tempinho no cronograma. É neste parque que está a segunda em altura e uma das mais belas cachus de Minas Gerais.

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Foto: Vista que temos da pesada trilha para conhecer a Casca d´Anta por cima. Show de paisagem.

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Foto: A Casca d´Anta com 186 metros de queda d´água é a segunda maior cachu de MG, perdendo somente para a Cachoeira do Tabuleiro em Conceição do Mato Dentro.

Todas as dicas e informações necessárias para conhecer o Parque da Serra da Canastra estão no Blog : Aqui.

GOSTOU?? 

Isso é só uma aperitivo, no Quero Mochilar há detalhes sobre as trilhas, como chegar, o que ver, fazer, comer etc, em cada um destes lugares, além de fotos incríveis e um roteiro prontinho dia a dia pronto para imprimir só com o essencial de cada lugar.


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Alemã se desafia a passar o resto da vida com a mesma roupa

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“Colecione momentos e não coisas”. Quem nunca ouviu essa frase e já parou para pensar o quanto (batida, porém) pertinente ela é? Nesta frase cabe um mundo e dentro disso a busca por valorizar o simples e sentir-se bem com ele não se tratando de “viver sem nada” a qualquer custo, é algo mais profundo, talvez um real desejo de mudar.
E as mudanças podem começar com, por exemplo, consumir menos roupa. A alemã Jessica Böhme vive a mais de um ano com dois vestidos pretos co-desenhados por ela, que são combinados com outras poucas peças como casacos e calças. Ela tem dois vestidos para utilizar um, quando o outro está sendo lavado.
Ao Projeto Colabora, uma rede de 240 jornalistas especializados entre outras coisas em sustentabilidade e meio ambiente, Jessica contou que se inspirou quando viu uma entrevista de uma senhora que usava o mesmo vestido há um ano. “Quando comecei a mudar meus hábitos de consumo, eu passei a comprar menos e, se eu comprava algo novo era de uma marca sustentável e justa”.
No seu site ela cita o The Uniform Project, que nasceu em maio de 2009 quando uma garota se comprometeu a usar um vestido preto por 365 dias como um exercício de “moda sustentável”. Este projeto arrecadou US$ 100.000 para a educação de crianças carentes na Índia.
Depois de um ano usando o mesmo vestido, Jessica reiniciou o projeto, mas desta vez “pelo resto da vida”, co-desenhando a peça com um designer em Berlim e com um tecido de longa duração.
Ao todo, incluindo joias, roupas íntimas e acessórios Jessica tem 55 itens no seu guarda-roupa, sem contar com os seus óculos, o item número 56.
A entrevista completa com a alemã pode ser conferida no https://projetocolabora.com.br/consumo/conheca-a-alema-que-se-desafiou-a-passar-o-resto-da-vida-com-a-mesma-roupa/

Mais sobre o projeto pode ser acompanhado em seus site e Instagram.

 

#1dress4life | Foto: @jessica_boehme

Jessica e O vestido | Foto: @jessica_boehme

 

Jessica, O vestido e alguns acessórios | Foto: @jessica_boehme

Fotos: André Groth/Reprodução Instagram @jessica_boehme


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Mapa permite que você conheça seu endereço na Terra milhões de anos atrás

Mochileiros.com

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Quem seriam nossos países vizinhos se os continentes ainda estivessem juntos? A gente já se perguntou isso por aqui, quando mostramos um mapa (que circulou bastante pela internet) do que seria a Pangeia com os países que conhecemos hoje mas o mapa criado pelo engenheiro de software Ian Webster, vai além: no http://dinosaurpictures.org/ancient-earth#240 você pode digitar por exemplo, o nome da cidade onde mora e ver onde ela estava há milhões de anos atrás e porque não, saber que tipo de habitantes havia por ali.
O site faz parte do DinosaurPictures.org, um banco de dados destinado a estudantes, professores, crianças e ou curiosos sobre os dinossauros. É construído com o PaleoDB, um banco de dados científico especializado em paleobiologia formado por centenas de profissionais da área.

Esse pontinho vermelho no mapa é São Paulo há 240 milhões de anos (você pode escolher entre 20 e 750 milhões de anos, no topo da tela do mapa interativo | Foto: Reprodução.

Esta é a representação de um Aeolosauro, que viveu em Sampa (seus fósseis foram encontrados em alguns lugares da Argentina e em São Paulo) há 240 milhões de anos | Foto: Reprodução.

Pensamos num destino que queremos conhecer: as (hoje) ilhas Phi Phi, na Tailândia | Foto: Reprodução.

Com informações do OpenCulture.


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Conheça a mochila ‘flutuante’

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“A inovação mais significativa em mochilas nos últimos 30-40 anos”. Esta é a afirmação do site que anuncia a HoverGlide, uma mochila ‘flutuante’ que promete reduzir “muito” (até 86%!) o impacto da carga nas costas, pescoço, joelhos e tornozelos enquanto você anda ou corre com ela.
O projeto é resultado de um estudo feito em 2006 por fisiologistas da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia (EUA). Especializado no movimento de peixes, o chefe do grupo, o professor de Biologia, Lawrence Rome, explicou à CNN que a mochila segue o mesmo princípio utilizado para o transporte de cargas pesadas em alguns lugares da Ásia: “pessoas tradicionalmente usam longos mastros de bambu e a flexibilidade deles absorve o movimento de subida e descida da pessoa enquanto a carga fica a uma altura constante”.
Difícil a gente entender sem experimentar né? Bem, basicamente a mochila possui um trilho deslizante e um sistema de suspensão de polia que sobe e desce, ficando “livre” enquanto você caminha/corre, por isso ‘flutuante’. No vídeo abaixo é possível ter uma ideia de como o acessório funciona:

Os criadores da HoverGlide lançarão a campanha de financiamento coletivo no site Kickstarter ainda em setembro, promovendo a produção de 4 modelos que variam de 28 a 55 litros. Os usos vão de diário e para estudantes, passando claro, para os de uso diário em viagens, camping e caminhadas, além de uma tática para expedições mais difíceis (os modelos são o Commuter, o Trekker, o Hiker e o Tactical).

Na imagem é possível ver o ‘trilho’ entre as alças e a mochila | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Trekker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Hiker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Tactical’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Commuter’ | Foto: Divulgação.

A mochila promete redução de até 86% do impacto, diminuindo possíveis lesões e facilitando o deslocamento | Foto: Reprodução.

Mais informações podem ser conferidas no https://www.hot-newtech.com/hoverglide/

Com informações de Hot-newtech.com, CNN Travel e Nature.com.


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Cerveja Artesanal: 12 ao redor do mundo que vale a pena visitar

Das Trips

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Desde pequena fui doutrinada a estudar bastante para tirar boas notas, ingressar em uma faculdade renomada, construir carreira em uma grande empresa, crescer, crescer, crescer! Atingir certo status significaria felicidade. E lá estava eu, expatriada em Nova Iorque pela multinacional dos meus sonhos universitários, com uma carreira em finanças promissora. No entanto, me sentia incompleta, consumida em incertezas, estressada com as longas jornadas de trabalho, apática às conquistas e muito impaciente.

Cervejeira caseira, decidi então profissionalizar um hobby e apostar na paixão pela cerveja, largando tudo o que havia conquistado ao longo desses 10 anos de carreira e uma vida de dedicação. Continuar na inércia seria como um amante de cervejas especiais ignorar os outros estilos existentes e beber apenas Heineken – uma cerveja American Premium Lager de qualidade, equilibrada, com boa drinkability e um interessante amargor de lúpulo.

Contudo, estaria perdendo a explosão de aromas de uma IPA, o mistério de uma Saison, a vivacidade de uma Sour e o conforto que só uma Stout pode trazer.

A minha meta do sabático cervejeiro é conhecer o maior numero possível de cervejarias, brewpubs e cervejas no Brasil e no mundo, na esperança de que ao descobrir novos sabores e lugares vou me surpreender e me encontrar também.

De março de 2014 até agora, já visitei mais de 150 cervejarias e brewpubs(que produzem e vendem a bebida no próprio local) em mais de 20 países, com direito à degustação de acima de 2.000 rótulos.

E aí vão as 12 melhores cervejarias que visitei nesse período:

1. Denali Brewing Co, Alaska, EUA

A cervejaria está inserida em meio a um cenário mágico das paisagens do Alaska, com seus fiordes e geleiras deslumbrantes. Confesso que não esperava encontrar cervejas tão boas em Talkeetna, uma cidade de 700 habitantes! Minha favorita foi a sazonal Slow Down Brown, marrom escura, corpo alto, sabor intenso de chocolate, malte e avelã.  Super aromática, leva adições diversas especiarias como cominho, coentro, erva-doce, cardamomo cravo e pimenta de Caiena e canela. E ainda de quebra, a viagem terminou com as luzes da Aurora Boreal brilhando majestosamente na noite escura. Para mim elas pareciam estar dançando, mas isso pode ser pelos 8 pints que tomei!

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2. Funky Buddha, Florida, EUA

A Funky Buddha é um brewpub descontraído e agitado, com cervejas curiosas e de ótima qualidade. Seu maior atrativo é a audácia de suas receitas, que trazem sabores jocosos e tentadores. É possível encontrar cervejas arrojadas como a ‘Piña Colada Wheat Ale’, com infusão de coco e abacaxi em natura e a ‘Tell Reece Peanut Butter Cup Brown Ale’, com aroma e sabor do chocolate da empresa Hershey’s. Além de várias outras inusitadas como a de batata doce & mashmallow, torta de maçã, e uma que leva pepino em sua composição.

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3. Altstadthof, Nuremberg, Alemanha

A parte mais interessante da visita a Altstadthof são os impressionantes 25.000 metros quadrados, distribuídos em 4 andares de cellars (adegas), a quase 20 metros de profundidade. Foram construídos desde o século 14, com o intuito de armazenar cerveja. Lá, soube que, no ano de 1380, havia uma lei pela qual todos que quisessem produzir e servir cerveja deveriam ter um cellar para melhor acondicionar a bebida. Durante a Segunda Guerra Mundial, esses espaços se tornaram exemplos concretos de que cerveja salva vidas: em cidades na Alemanha devastadas por bombardeios, a mortalidade atingiu em média 40 a 50 mil pessoas. Em Nuremberg, estima-se que cerca de 6.000 pessoas morreram, número bastante inferior à média nacional, devido à proteção dos cellars de cerveja!

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4. Pilsener Urquell, Plzen, República Tcheca

Tomar a primeira Pilsen do mundo, feita da mesma forma há 172 anos, antes do processo de filtração? Somente visitando a Pilsener Urquell em Plzen na República Tcheca! “Urquell” em alemão ou “Prazdroj” em tcheco, ambos significam “a fonte ancestral”. Isso porque a Urquell foi a primeira cerveja do estilo Pilsen – de baixa fermentação, coloração clara – produzida no mundo em 1842 pelo mestre cervejeiro Josef Groll e mantém até hoje suas tradições.

Atualmente, cerca de 70% de toda cerveja consumida no mundo é do estilo, o que deixa evidente a importância histórica da cervejaria. A fábrica é enorme, tanto que alguns trechos do tour são realizados em um ônibus. Os cellars utilizados para ‘lagering’ (armazenagem) da cerveja realmente impressionam com seus 9km de extensão. Apesar do processo ter sofrido modernizações desde 1842, a empresa ainda mantém uma produção da forma antiga a fim de comparar e garantir que a cerveja continua com a mesma qualidade e sabor desde os primórdios! E é essa contra-prova que temos o prazer de degustar!

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5. Fuller’s, Inglaterra

É uma cervejaria bastante tradicional da Inglaterra, fundada em 1845 por John Fuller, Henry Smith e John Turner. Os prédios datam do século 19 e, durante a visita, você se sente voltando no tempo. A visita à cervejaria Fuller’s é uma verdadeira aula sobre as famosas Real Cask Ales e a história da escola cervejeira inglesa. 75% da produção é da cerveja London Pride e 2/3 da produção é de ‘Real Cask Ales’: cervejas fabricadas com ingredientes tradicionais onde a carbonatação é formada em um processo chamado de fermentação secundária que ocorre no próprio recipiente em que a cerveja é servida (casco, barril ou garrafa). É este processo que torna a Real Ale única entre as cervejas e desenvolve sabores e aromas.

No ponto de consumo, são tiradas manualmente com o uso de uma grande alavanca (hand pull pump), e não sofrem carbonatação forçada como na maioria das chopeiras que necessitam da pressão do gás para fazer a cerveja sair do barril. Curiosidade sobre uma Real Cask Ale: é adicionado um produto chamado ‘Isinglass fining‘ a fim de reduzir a turbidez da cerveja, cuja matéria prima tem sua origem, na sua maioria, no peixe. Ou seja, ao pé da letra, os vegetarianos não poderiam beber uma real cask ale da Fuller’s.

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6. Harviestoun, Escócia

Para chegar na cervejaria Harviestoun, são necessárias 2 horas de trem/ônibus a Alva, em meio a uma paisagem bastante pitoresca!

A cervejaria foi fundada há 30 anos e tem em seu portfólio Lagers e Ales, todos os estilos produzidos com o mesmo tipo de fermento – o que quebra bastante tudo o que você aprendeu nos livros sobre levedura de alta e baixa fermentação!

Em seu portfólio, exibem 7 estilos em garrafa, 3 em cask, 3 em kegs. Os destaques para mim foram as Ola Dubh. São feitas a partir da Old Engine Oil, depois de aumentar seu teor alcoólico de 6% a 10.5% abv – dando origem a Old Engine Oil Engineers Reserve – mais adocicada, deixando o amargor e o álcool menos perceptível do que o líquido de origem. Em seguida, a cerveja é maturada em barris de Whisky da Destilaria Highlands Park por 6 meses. As versões de 12, 16 e 18 anos se referem à idade do Whisky anteriormente lá maturado.

12 anos – possui aromas mais perceptíveis de madeira, carvalho, tosta;
16 anos – mais balanceada, boa para quem não está acostumado com os aromas e sabores intensos de Whisky;
18 anos – sabor mais intenso de Sherry, mais ácida e complexa.

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7. Orval, Villers-devant-Orval, Bélgica

São atualmente 10 mosteiros autorizados a produzir e comercializar cervejas com autenticidade trapista: 6 na Bélgica, 2 na Holanda, 1 na Áustria e 1 nos Estados Unidos. Tive a oportunidade de visitar 8 deles e ficar hospedada em dois – a Orval sendo um deles. Um dos momentos mais aguardados da minha viagem, superou todas as expectativas. Confesso que não sou das mais beatas, mas ao pisar no mosteiro Trapista da Orval, é impossível não se emocionar. O lugar é fascinante: presenciar os monges entoando o canto gregoriano dentro da catedral é de encher o corpo de arrepios. À noite, o cheiro do ar é de mosto cervejeiro, e as luzes baixas iluminando as paredes do labirinto dos edifícios é inebriante e até assustador.

A estadia é desfrutada em silêncio e as refeições em comunidade com espírito de cooperativismo e servidão.. E o melhor, sempre regadas à cerveja e queijo trapista da Orval, ambos produzidos aqui dentro!

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8. Cantillon, Anderlecht, Bélgica

A Lambic é uma cerveja produzida pelo processo de fermentação espontânea, ou seja, com os microorganismos do ar, na região do Vale do Rio Sena. A produção de cerveja na região surgiu da necessidade de empregar os trabalhadores das fazendas nos tempos de inverno, pois nesse período ficavam ociosos. Antigamente havia mais de 100 produtores de Lambic, contudo, atualmente restam apenas cerca de 9 devido às Primeira e Segunda Guerras Mundiais. Isso porque muitas foram bombardeadas e outras tiveram seu maquinário roubado pelos soldados alemães em busca de cobre para transformá-lo em munição.

Em amostras de Lambic, pesquisadores da Universidade de Leuven encontraram cerca de 100 cepas de levedura distintas, 27 variedades de bactéria acética e 38 de bactéria láctica! Por ser uma cerveja de fermentação natural, como era feito nos primórdios, sazonalidade é um fator importante. Ela só pode ser produzida no inverno na Bélgica (fim de outubro a março).

A Cantillon foi fundada em 1900 por Paul Cantillon e é até hoje gerenciada pela família. Faz uso de equipamentos e métodos tradicionais do século 19 e matéria prima 100% orgânica. Produzem cerca de 1700 hectolitros por ano – volume irrisório se comparado ao total de 18 milhões de hectolitros de cerveja produzidos na Bélgica.

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9. Garage Project, Wellington, Nova Zelândia

Fundada em 2011, num posto de gasolina desativado, tem seu nome dado não só porque começou em uma garagem, mas também porque é a mentalidade pregada por seus cervejeiros & proprietários. A ‘Garagem’ é um lugar onde a criatividade não tem limites, onde debutam várias bandas, surgem diversas idéias – um mundinho onde não há julgamento e repreensão. Isso é refletido na arte dos rótulos e com certeza nas cervejas que produzem. E é um ‘Projeto’ pois é uma cervejaria em andamento, ainda em constante desenvolvimento, que busca arquitetar novas receitas, desafiar as teorias, e incorporar ingredientes extravagantes que passam a quilômetros de distância da ‘Reinheitsgebot’ (lei de pureza alemã). Quando começaram, eram tão pequenos que não se enquadravam nem na categoria de micro cervejaria.

Inauguraram com uma cozinha de 50 litros, e hoje já produzem cerca de 500.000 litros por ano. E não é ao acaso. Beber suas cervejas é mais do que um simples copo, é uma experiência que desorienta e entretém o seu paladar. Estão, com certeza, dentre as mais memoráveis que já provei.

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10. Brouwerij ’t I, Amsterdã, Holanda

*Brouwerij ’t IJ, cervejaria fundada em 1985 por Kasper Peterson, está localizada ao lado do moinho de Gooyer, em Amsterdam. A experiência já começa durante o caminho sobre os canais da cidade, com paisagens encantadoras que parecem retiradas de quadros de pintura.

Ao chegar na cervejaria, o ambiente é descontraído e a carta traz estilos diversos das escolas Belga, Inglesa, Alemã – apesar da maioria ser Belga, região onde Kasper se especializou na arte cervejeira. A cerveja Columbus, uma Belgian Strong Ale com 9% de ABV, surpreende com seu dulçor de malte, chocolate, frutado, balanceados com o alto amargor de lúpulo.

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11. Firestone Walker, Califórnia, EUA

Se você ainda não tomou uma Firestone e é amante da cerveja artesanal, coloque-a na sua lista. Todas as cervejas que degustei são insanas e a cervejaria possui uma história muito bacana.

Apesar de hoje estar bastante na mídia devido a suas inúmeros premiações em campeonatos mundiais, foi fundada em 1996 e embargada em 2001 por problemas financeiros. Ficou fechada por vários meses sem ação dos proprietários. Reza a lenda que Matt Brynildson, previamente cervejeiro da Goose Island de Chicago e SLO Brewing Company da Califórnia, pulava os portões da Firestone a fim de manter as cervejas na temperatura correta. Tanto que, quando finalmente Adam Firestone e David Walker puderam retomar a cervejaria, as cervejas estavam em excelentes condições. Atualmente, Matt permanece sendo o mestre cervejeiro da empresa.

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12. Moon Dog, Victoria, Austrália

Uma cervejaria me encanta quando possui uma trajetória inspiradora regada a boa cerveja. E os cervejeiros da ‘Moon Dog’, em Melbourne, são exemplos de que quem ousa ter um projeto em sua vida, largar tudo para buscá-lo, acabará conseguindo.

Os irmãos Jake e Josh Uljans e o amigo Karl van Buuren não tinham dinheiro quando fundaram a cervejaria – compraram todos os equipamentos no Ebay de fazendeiros e produtores do segmento agropecuário e aprenderam no YouTube como transformá-los em panelas para produção de cerveja! Além disso, para economizar o dinheiro do aluguel, se mudaram para o local onde seria construído a planta e passaram a dormir sob colchões de espuma no chão.

Felizmente os tempos de hoje mudaram e suas cervejas estão nos melhores bares da cidade – e também aqui no seu próprio Brewpub. O lugar é simples e despojado, todo decorado com móveis de brechó. A mistura do sofá com estampa de casa de vó, cadeiras avulsas sem combinação, abajures e candelabros cafonas, misturados aos barris de carvalho e tanques de fermentação, conseguem transformar o lugar num ambiente burlesco e sedutor!

Possuem em seu portfólio cervejas audaciosas e encorpadas, algumas feitas em parceria com duas das minhas cervejarias favoritas: americana ‘Rogue’ e a neozelandesa ‘Garage Project’.

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Texto: Roberta Tsustsui/Dastrips.com.br
Fotos:
© Roberta Tsustsui


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Os 10 perrengues de camping mais clássicos de todo viajante

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Quem está sempre com o mochilão nas costas não carrega somente bagagens. Carrega histórias, isso sim… Qual mochileiro que nunca passou perrengues em viagens? Se não passou, é porque ainda vai passar, pode ter certeza disso.

Quando o assunto é camping então, os perrengues podem ser dobrados… ou não. Isso, na verdade, vai depender de como você se planeja e qual o nível de “rootaria” você está disposta a encarar. Até porque, hoje em dia, o que mais tem são equipamentos de camping que evitam – ou amenizam – os perrengues na hora de acampar.

A verdade é que é que curte campismo, mesmo que não seja selvagem, sempre está vulnerável a perrengues de viagens. Neste post, separamos os mais comuns entre viajantes. Vejam se concordam.

1. Ventania no camping

Quem nunca acampou com um vento desgraçado de entortar a barraca ou até mesmo de tira-la do chão. Uma vez, na Praia do Sono, ventou tanto na madrugada que nossa barraca de camping praticamente desmontou com a gente dentro. Obviamente, que diante de um furacão desses são poucos os equipamentos que vão aguentar por muito tempo. Para isso, é preciso uma barraca realmente boa pra segurar a pressão.

2. Quando ninguém sabe montar a barraca

Quem nunca acampou na vida, as vezes se enrola na hora de montar a barraca. Não sabe onde coloca as varetas, o sobreteto ao contrário e assim vai… Depois de 7 horas dá certo.

3. Quando chove em um dia o equivalente ao mês todo

Outro perrengue clássico para acampar é quando chove mais do que deveria. Não tem lona que adiante e dentro da barraca fica aquela piscina e lama…. Diliça….

4. Montar a barraca e ver que esqueceu alguma parte

Pode ser que a gente seja expert em perrengues de viagens (pós graduados em perrengues de acampar., mais especificamente), pois já aconteceu, mais de uma vez, de na hora de montar a barraca, dar conta que esqueceu uma parte. Ou quando não esquece, acha um dos ferrinhos quebrados ou o sobre teto rasgado, por exemplo. Aí chega àquela hora do MacGyver preparar as gambiarras para deixar a barraca de camping em pé.

5. Defecar no mato

Sem meias palavras… cagar no mato sem estrutura é sempre um perrengue master durante o acampamento. E acredite, boa parte de quem passa por isso é por falta do simples papel higiênico. Quem está acostumado a praticar camping selvagem, geralmente carrega consigo um kit “salva vidas das barrigadas” e o papel é o mais importante. Geralmente, quem não carrega isso na mochila é quem acampa dentro de campings fechados, que muitas vezes tem menos estrutura que no próprio mato. Para listar mais um dos nossos perrengues, uma vez na cidade de Iriri, no Espirito Santo, acampamos num camping onde o banheiro era de frente para as barracas e, simplesmente, não tinha portas.

Pra quem quer saber mais detalhes de como defecar nessas situações, recentemente escrevemos um post sobre o assunto. Leia aqui. Praticamente um guia completo de como dar uma barrigada durante a viagem.

6. Insetos na barraca

Acampar e ter medo de insetos é certeza de problemas. Mas mesmo quem não se importa muito de conviver com esses bichinhos, quando se descobre que tem algum intruso na barraca é motivo de desespero certo. Principalmente se se tratar de aranhas ou escorpiões. Ainda mais se não tiver lanternas.

7. Quando o carro para de funcionar

Tudo planejado pra voltar pra casa e a porcaria do carro não pega. A gente viaja de Kombi e já está acostumado. Mas o perrengue quando é pra acontecer, não escolher nem o tipo de carro. Qualquer um pode passar por isso e a vontade é fazer exatamente igual esse GIF.

 

8. Quando acaba o dinheiro da viagem

Você planeja a viagem durante o ano e quando chega no destino, acaba a grana antes do que o planejado por algum motivo qualquer. Aí é a hora de pôr em pratica o Eco Durismo e se virar do jeito que dá. O que não pode é desistir e voltar pra casa.  

9. Quando tem que se virar para cozinhar

Quem nunca cozinhou dentro de uma lata de Nescau ou de ervilha ainda não conheceu a essência da culinária campista. Fogareiro a álcool ou na fogueira direto, fazer comida assim é diversão certa… Preparar aquela gororoba deliciosa toda grudada é uma delícia….

Faz parte, mas também é possível cozinhar bem se tiver os equipamentos ideais para preparar o rango durante o acampamento. 

10. Quando faz um frio da porra

Não levar um saco de dormir ou cobertor pra acampar é certeza de perrengue na viagem. Não rola de jeito nenhum dormir assim.

Bom, perrengues de viagens fazem parte da vida de qualquer mochileiro, principalmente para quem acampa.

Curtiu? Tem alguma história de perrengue famosa em suas viagens? Conte pra gente aqui nos comentários.


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30 destinos onde o Real ainda vale mais

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O buscador de viagens Skyscanner analisou as taxas de câmbio para levantar em quais países a moeda local está desvalorizada em relação ao Real e comparou o custo de vida e oportunidades turísticas nestes destinos no site Numbeo chegando a uma lista que claro, já dá vontade sair correndo pra mochilar. Confira!

1- Vietnã

Apesar do alto custo da passagem aérea (claro, foi a primeira coisa que pensamos sobre vários destinos apresentados), a publicação destacou o país como tendo alimentação e acomodação muito baratas.
R$ 1 = 6426,73 Dongs vietnamitas

Halong Bay | Foto: Divulgação Skyscanner.

2- Laos

Outro destino asiático. Dono de uma riqueza cultural única, o Laos tem alimentação, transporte e hospedagens econômicas.
Moeda: Kips de Laos

Pha That Luang | Foto: Divulgação Skyscanner.

3- Camboja

Mais um sonho de consumo mochileiro, o Camboja aparece como o terceiro do ranking.
R$ 1 = 1136,23 Riels cambojanos.

Angkor Wat | Foto: Divulgação Skyscanner.

4- Nepal

Além da oportunidade de uma imersão cultural sem igual e encantamento com paisagens únicas, o Nepal também é de interesse dos apaixonados por montanhas e escaladas e aparece como o 4º país da lista.
R$ 1 = 30,10 Rúpias nepalesas

Monte Everest | Foto: Divulgação Skyscanner.

5- Indonésia

As incríveis praias de água cristalina do país encantam o mais variado perfil de público.
R$ 1 = 3935,45 Rúpias da Indonésia.

Templo Borobudur – Java | Foto: Divulgação Skyscanner.

6- Índia

Quando o assunto é destino barato para ficar mais tempo, a Índia sempre aparece na lista, segundo o Skyscanner.
Câmbio favorável e diárias de hotéis acessíveis ajudam no orçamento de viagem.
R$ 1= 18,83 Rúpias indianas.

Taj Mahal | Foto: Divulgação Skyscanner.

7- Colômbia

Ricas cultura e história, praias encantadoras, campo e floresta, a Colômbia tem de tudo um pouco e é um dos vizinhos que merecem a visita.
R$ 1 = 797,44 Pesos colombianos

Cartagena | Foto: Divulgação Skyscanner.

8- Bolívia

A Bolívia dispensa comentários. É um dos destinos mais visitados e queridos dos mochileiros brasileiros.
Segundo o levantamento do Skyscanner, apesar de o Real valer pouco mais que a moeda boliviana, o país é uma “opção econômica, graças ao custo de vida baixo”.
R$ 1 = 1,93 Bolivianos

Salar de Uyuni | Foto: Divulgação Skyscanner.

9 – Paraguai

Para muitos, a primeira coisa que vem a cabeça quando se fala em Paraguai é compras. Pouco divulgado, o país guarda ricas cultura e história e é uma ótima opção para mochilar.
R$ 1 = 1567,88 Guaranis

Ruínas Jesuíticas | Foto: Divulgação Skyscanner.

10- Bielorrússia

O site levantou que por lá o custo de vida é 40% menor que o do Brasil. A capital, Minsk pode ser um belo ponto de partida para o roteiro.
Moeda: Rublos bielorrusso

Catedral do Espírito Santo – Minsk | Foto: Divulgação Skyscanner.

11- Hungria

Viagens à Europa costumam assustar os bolsos de quem ganha em Real e gastará em Euro. Em países onde ele não é a moeda oficial, as atividades costumam ser mais acessíveis segundo o Skyscanner. Aparece na 11ª posição da lista, a Hungria.
R$ 1= 74,12 Forints húngaros

Budapeste | Foto: Divulgação Skyscanner.

12- Albânia

O site apresenta o país como uma agradável surpresa àqueles que querem fugir das principais rotas turísticas da Europa. A Albânia é dona de um litoral incrível, com praias de areia branca e águas cristalinas.
R$ 1 = 30,05 Leks albaneses

Kruja | Foto: Divulgação Skyscanner.

13- Rússia

Quem escolher a Rússia como destino para a sua viagem internacional vai encontrar um país repleto de curiosidades, palácios grandiosos, principalmente em Moscou e São Petersburgo.
Segundo o Numbeo.com, inclusive, essas cidades são as cidades europeias que têm os preços mais acessíveis para os viajantes, e o custo de vida nelas chega a ser 16% menor do que o de São Paulo!
Vale lembrar que o país é sede da Copa do Mundo de 2018, que começa em 14/06.
R$ 1 = 18,02 Rublos russos

St. Petersburgo | Foto: Divulgação Skyscanner.

14- Macedônia

Segundo levantou a publicação, o custo de vida na Macedônia é um dos menores da Europa.
Seu principal destino é a cidade de Ohrid, onde fica a igreja Santa Sofia, construída no século 11.
R$ 1 =  14,48 Dinar da Macedônia

Museu Arqueológico da Macedônia – Skopje | Foto: Divulgação Skyscanner.

15- Tailândia

Um mochileiro que nunca foi à Tailândia, certamente tem o país na lista de lugares a conhecer.
Belezas naturais sem igual e o custo de vida baixo são alguns dos incentivos.
R$ 1 = 8,96 Baths tailandeses

Railay Beach | Foto: Divulgação Skyscanner.

16- Filipinas

O arquipélago formado por ilhas paradisíacas é um colírio para os olhos de quem ama praia.
Acomodaçoes e refeições são mais baratos do que a média, segundo o Skyscanner.
R$ 1 = 14,65 Pesos das Filipinas

Malaya Beach | Foto: Divulgação Skyscanner.

17- Costa Rica

Reservas naturais exuberantes, mar do Caribe, Oceano Pacífico, vulcões… Você já deve ter ouvido a expressão ‘Pura vida’, pois é, é de lá!
Quando fomos pra lá (em 2007) não achamos muito barato (a gente nunca acha nada barato – risos) mas o país aparece em 17º lugar deste ranking.
R$ 1 = 159,18 Colones da Costa Rica

Playa Conchal | Foto: Divulgação Skyscanner.

18- República Tcheca

A capital do país, Praga, por exemplo, reúne tudo o que uma capital europeia pode oferecer, de charmosos cafés nas praças, às preciosidades históricas em seus prédios e construções seculares.
Segundo levantou o site, o país tem um custo de vida 20% mais baixo que o de São Paulo.
R$ 1 = 6,02 Coroas tchecas

Praga | Foto: Divulgação Skyscanner.

19- Moldávia

Custo de vida cerca de 50% mais baixo que o do Brasil e um destino pouco explorado pelos turistas. Só isso já basta pra você querer arrumar a mochila e ir conhecer né?
R$ 1 = 4,66 Leus da Moldávia

Capriana monastery | Foto: Divulgação Skyscanner.

20- México

História, praias, natureza exuberante e forte cultura fazem do México um país incrível.
Em lugares como Tulum, é possível encontrar hotéis 2 estrelas com diárias a partir de R$ 45 (tem camping no Brasil cobrando isso por pessoa).
Segundo levantou o site, a capital do país, Ciudad de México tem o custo de vida 43% mais baixo que o do Brasil.
R$ 1 = 5,38 Pesos mexicanos

Tulum | Foto: Divulgação Skyscanner.

21- África do Sul

O país é dono de uma rica diversidade natural e mantem algumas das maiores reservas ambientais do continente africano. Por lá você pode optar desde roteiros que incluem atividades radicais, até passeios por vinícolas, passando claro, por safáris em parques nacionais.
O custo de vida por lá é em média 20% mais baixo que no Brasil.
R$ 1 = 3,57 Randes sul-africanos

Cidade do Cabo | Foto: Divulgação Skyscanner.

22- Marrocos

Com um custo de vida cerca de 8% menor que o do Brasil, o Marrocos está dentre os países mais baratos para quem quer conhecer um pouco da cultura árabe.
R$ 1 = 2,63 Dirham marroquino

Deserto do Saara | Foto: Divulgação Skyscanner.

23- Egito

Segundo levantamento do Skyscanner, o custo de vida da capital do país, Cairo é 60% mais baixo do que o da capital paulista.
R$ 1 = 4,96 Libras egípcias

Pirâmides | Foto: Divulgação Skyscanner.

24- Uruguai

Nos últimos tempos, quem tem chegado de lá tem reclamado dos preços que encontrou. Não a toa, o país aparece em 24ª posição num ranking de 30. O que pode compensar o orçamento são as promoções de passagens aéreas pra lá que sempre aparecem.
É um país encantador, com belas cidades e povo hospitaleiro.
Segundo levantamento do site, o custo de vida no Uruguai é mais alto que no Brasil.
R$ 1= 8,07 Pesos uruguaios

Montevidéu | Foto: Divulgação Skyscanner.

25- Argentina

Segundo levantamento do site, o custo de vida na Argentina é bem próximo ao de São Paulo, sendo que a capital paulista chega a ser 6% mais em conta, o que pode ajudar na economia é o planejamento antecipado da viagem, bem como estar atento às promoções de passagem que sempre aparecem pra lá.
R$ 1 = 5,92 Pesos argentinos

Monte Fitz Roy – El Chaltén | Foto: Divulgação Skyscanner.

26- Chile

De Patagônia, ao Deserto do Atacama, passando por cidades encantadoras, o Chile já é queridinho da galera da mochila.
Segundo levantamento do site, o custo de vida por lá é 6% menor que o de São Paulo, por exemplo.
R$ 1 = 174,42 Pesos chilenos

Deserto do Atacama | Foto: Divulgação Skyscanner.

27- República Dominicana

Fora dos eixos turísticos é possível aproveitar baixos preços por lá, de alimentação a hospedagem.
R$ 1 = 13,97 Pesos dominicanos

Punta Cana | Foto: Divulgação Skyscanner.

28- Jamaica

Na Jamaica, a porta de entrada é a capital Kingston, de onde é possível seguir viagem para outras maravilhas como Ocho Rios, Negril e Montego Bay.
R$ 1 = 35,24 Dólares jamaicanos

Ocho Rios | Foto: Divulgação Skyscanner.

29- Croácia

A Croácia já foi um destino mais barato, mas atualmente é preciso buscar por promoções para conhecer suas praias paradisíacas.
Vale a pena visitar a histórica Dubrovnik, uma das maiores cidades da Croácia e das mais baratas para os viajantes, segundo o site.
R$ 1 = 1,74 Kunas croatas

Dubrovnik | Foto: Divulgação Skyscanner.

30- Ilhas Seychelles

Não é por acaso que as Ilhas Seychelles aparecem na última posição da lista: visitar o paraíso não é barato.
A dica é se programar e fazer a reserva com bastante antecedência. A hospedagem é muito cara no país, segundo a publicação.
R$ 1 = 3,79 Rúpias de Seychelles

Foto: Divulgação Skyscanner.

Taxa de câmbio verificada em 02/05/2018 através do Conversor de Moedas do Banco Central.
Os países sobre os quais não informamos a conversão de Real para a moeda correspondente não apresenta cotação para o dia pesquisado e ou não aparece na lista do Conversor de Moedas do Banco Central.

O post original no Skyscanner está aqui. Nele, as conversões são de 16/06/2017.


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Incríveis bicicletas fabricadas com peças de motos dos anos 50

Mochileiros.com

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O artesão italiano, Luca Agnelli é especialista em restauração de móveis antigos e se transformou em uma sensação com suas criações: bicicletas elétricas construídas com peças de motos dos anos 50. São peças reais, como um tanque de combustível por exemplo, que ao invés de levar gasolina tem um conjunto de baterias.
Agnelli trabalha em seu laboratório de desenho desde 1989, quando o abriu e tinha 22 anos; desde então cria produtos contemporâneos a partir de antigas relíquias. Uma das coisas que faz destas bicicletas (ou pedelecs) especiais é que cada uma é única, uma verdadeira joia feita a mão.

Dê uma olhada em algumas delas nas fotos abaixo:

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Mais fotos e informações (inclusive técnicas) sobre cada modelo podem ser vistas no http://www.agnellimilanobici.com/?post_type=product

Com informações de AutoEvolution.com.

Se você gosta de coisas retrô, também pode gostar deste post: Posters (retrô) de viagem


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Professora gringa viraliza com desabafo sobre a língua portuguesa

Mochileiros.com

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Rebecca Jackson-Salado faz sucesso com seus vídeos no Facebook o último tem a ver conosco: ela tenta entender o uso e sugerir novas palavras à língua portuguesa.
Por exemplo, qual a necessidade das palavras serem direcionadas para cada sexo, mudarem no plural, aumentativo e ou diminutivo? “Bonitão” para ela poderia ser ‘bonitono’, já que no feminino seria bonitona. “Eu sempre falo bonitono e todo mundo ri”, comenta Rebecca, lembrando que no inglês se usa “beautiful” para elogiar um homem e também uma mulher.
Outro vídeo não questiona a língua, mas um hábito, sobretudo de nós brasileiros: “Quantas vezes preciso mandar beijos para ser educada?” pergunta sobre como encerramos uma ligação telefônica. Para ela (e para muita gente – risos) um simples tchau bastaria.
Músicas brasileiras, “frases comuns para brasileiros que não funcionam em inglês” e outras publicações sempre bem humoradas fazem parte da página Minha Professora Gringa, onde Rebecca, que é norte-americana e formada em inglês para estrangeiros publica seus conteúdos.
Confira alguns abaixo:

“Bonitono”

#Bonitono

Vamos fazer mudanças!!!! #BONITONO <3 Obrigada amores <3

Posted by Minha Professora Gringa on Friday, April 6, 2018

“Quando você fala tchau você desliga o telefone” 😅

#QuantosBeijos – Me da dicas!!!!

#Teambonitono precisa sua ajuda!!!!Nunca sei quando eu posso disligar o fone. Nao quero ficar sem educação!!! Me da suas dicas — #QuantosBeijos ?Youtube: https://youtu.be/prHQSGTa_S4

Posted by Minha Professora Gringa on Wednesday, April 11, 2018

Frases comuns para brasileiros mas que não funcionam em inglês

Frases comuns para brasileiros que não funcionam em inglês!

Frases comuns para brasileiros que não funcionam em inglês!!!New VIDEEEEEOOOOO!Check me out on youtube! https://youtu.be/JDaLp-D84LU

Posted by Minha Professora Gringa on Sunday, January 28, 2018

 


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