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Quantos dias ficar em Bariloche? Roteiro ideal para cada perfil de viajante
Bariloche é um dos destinos mais completos da América do Sul — seja no inverno, com suas famosas estações de esqui, ou no verão, com lagos cristalinos e trilhas incríveis na Cordilheira dos Andes. A cidade encanta viajantes de todas as idades e estilos. Mas afinal, quantos dias são ideais para conhecer Bariloche com tranquilidade? A resposta depende do tipo de experiência que você está buscando.

A seguir, apresentamos sugestões de roteiros personalizados, com base na duração da viagem e no perfil de cada viajante. Assim, fica mais fácil montar um cronograma equilibrado e escolher a melhor hospedagem em Bariloche de acordo com os seus objetivos — seja um hotel no centro ou cabanas em Bariloche cercadas pela natureza.
Viagem expressa: 3 dias
Para quem tem pouco tempo ou está incluindo Bariloche em um roteiro maior pela Patagônia, três dias já são suficientes para conhecer os principais pontos turísticos da cidade.
Sugestão de roteiro:
- Dia 1: Chegada e reconhecimento do centro cívico, visita ao Museu da Patagônia e caminhada pela orla do Lago Nahuel Huapi.
- Dia 2: Excursão pelo Circuito Chico, com paradas estratégicas em mirantes e visita ao Cerro Campanario — famoso por ter uma das vistas mais bonitas do mundo.
- Dia 3: Passeio até o Cerro Otto, com direito a teleférico e galeria de arte de gelo, ou visita à tradicional fábrica de chocolates.
Como o tempo é curto, o ideal é se hospedar próximo ao centro, garantindo praticidade e fácil acesso aos comércios e agências de turismo locais.
Roteiro clássico: 5 a 6 dias
Esse é o tempo mais comum entre os viajantes brasileiros. Permite explorar Bariloche com calma, combinar atividades ao ar livre com atrações culturais, e ainda reservar um tempo para descanso ou experiências gastronômicas.
Sugestão de roteiro:
- Dias 1 e 2: Centro histórico, Circuito Chico e Cerro Campanario.
- Dia 3: Cerro Catedral — destino obrigatório no inverno para quem quer esquiar ou apenas curtir a neve.
- Dia 4: Navegação até Puerto Blest ou Isla Victoria, dois passeios de barco imperdíveis no Lago Nahuel Huapi.
- Dia 5: Viagem até o majestoso Cerro Tronador ou visita ao Lago Mascardi.
- Dia 6 (opcional): Dia livre para compras, relaxamento em uma chocolateria, ou jantar especial com fondue.
Nesse caso, vale muito a pena optar por uma hospedagem em Bariloche mais próxima da natureza, como cabanas com vista para o lago, que oferecem conforto e clima aconchegante, ideais para casais, famílias ou grupos de amigos.
Viagem longa: 7 dias ou mais
Se a ideia é relaxar e conhecer Bariloche de forma mais profunda, com tempo para passeios alternativos e trilhas menos populares, o ideal é reservar uma semana ou mais. Esse tempo permite não só visitar os pontos turísticos mais famosos, mas também explorar a região como um morador local.
Atividades para incluir no roteiro:
- Trilhas no Parque Nacional Nahuel Huapi, com diversos níveis de dificuldade e paisagens inesquecíveis.
- Dias livres para repetir seus passeios favoritos ou simplesmente descansar à beira do lago.
- Tour cervejeiro pelas microcervejarias da cidade, com degustações de rótulos artesanais.
- Bate-voltas até Villa La Angostura ou San Martín de los Andes, duas joias próximas da região.
Para esse tipo de viagem, o ideal é dividir sua estadia entre áreas centrais e zonas mais afastadas. Felizmente, há muitas opções de hospedagem em Bariloche que se adaptam a diferentes perfis — desde hostels econômicos até cabanas sofisticadas em meio ao bosque.
A imagem que traz até este artigo é de Cristian Tarzi/Unsplash.