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América do Sul

A Argentina muito além de Buenos Aires e do “fim do mundo”, dê um pulo em Salta.

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Salta, “La linda” e muito gostosa

Irresistível, província do norte argentino esconde beleza ímpar em estradas terríveis e relevo mutante

A última janela de um boteco na esquina da Calle Córdoba com a Caseros é testemunha ocular da devoção. Do lado de dentro no máximo nove mesas; um senhorzinho boliviano com traços de ar rarefeito no rosto largo serve empanadas e cerveja Salta. Trouxe-me um copão fosco e gelado com o adesivo que exprime o orgulho dos povos originários nos quadrados coloridos de sua bandeira. Definitivamente, eu estava de volta aos Andes, com a minha garota escancarando suas pérolas pra fora de uma bocona curvada e feliz pelo primeiro contato junto à carne de uma cultura distinta de tudo que já havia vivido. Meu olhar carregava cansaço e uma gritante satisfação por tê-la arrastado até ali. Independente de uma vida eterna ao meu lado, aquilo a marcaria pelo resto de seus dias. E essa é minha definição para “legado”.

“La Tacita” bar

“La Tacita” é o nome do bar. A noite é de Natal. 24 de dezembro de 2016. Tão histórico pra mim, quanto para a família de Jesus num estábulo, quanto para os reis magos salpicados de areia durante a perseguição desértica à estrela cadente de Belém. Tão histórico quanto a vitória do The Strongest no clássico futebolístico de La Paz, frente ao Bolívar; a televisão anunciava o fim da partida no país vizinho. A ceia armada ali, à última janela de um botequinho simples, de frente para a avermelhada Basílica de San Francisco e o vai e vem de seus devotos. Os sinos badalavam por toda a capital da Província de Salta, tinha missa na Catedral também, em frente à praça principal, onde o comércio baixava as portas rumo à tradição familiar anual. Um toque de recolher sacro aos que tinham para onde ir. Nós – por sorte – não tínhamos.

Devota Salta indígena. Devota aos santos de uma imposição europeia, hoje um pouco mais livre para cultivar de volta as raízes de sua Pacha generosa Mama. Devota à mítica lenda local: o Gauchito Gil, em sua calça folgada, lenço vermelho e chapéu. Salta, livre, Salta. Graças ao aclamado – e por que não? – santificado General Güemes, o grande líder do exército gaúcho; com seus ponchos vermelhos e laços bailantes sobre cabeças destemidas, cavalgando nos campos das províncias nortenhas em nome de seu território. Revolução lembrada hoje nas cores da bandeira honrada que traz o sangue dos bravos em seu belo tom bordô.

As entranhas de Salta

Um hotel em Payogasta

Dali basta dar partida no carro e ir guiando pela Ruta 33, da Quebrada del Escoipe a Cuesta del Obispo, margeando rios secos e paredões de pedra; testemunhando a mutação da flora onde galhos folhados dão espaço a cactos verde-queimado, de muitos espinhos, coroados com poucas flores rosadas que desabrocham para surpreender. Cactos, ou “cardones”. Gigantes com 2, 3 metros enraizados na aridez de um parque nacional e especial, abrindo um corredor sem fim até a terra do pimentão e da páprica: o acanhado vilarejo de Payogasta. A Ruta 40 cumpre o papel de principal avenida do povoado, com seus raríssimos dois quilômetros de asfalto margeados por casinhas simples, comedores, tendas e pequenos produtores de “pimentón” exibindo seus frutos secos sobre lonas estendidas ao sol escaldante.

Parque Nacional de los Cardones

Quase no beijo do pavimento com a poeira está o que talvez seja o único hotel do lugar, o Sala de Payogasta – ocupando os dois lados da rodovia. À direita de quem segue para o sul está o maior casarão da cidade, remanescente dos tempos de batalhas provinciais. Adepto ao suspensório que escorrega sobre a pança pra segurar as calças, Don Julio, o herdeiro caolho de um ex combatente, é quem hoje tem a missão de atrair escassos turistas para uma linda estrutura. Quartos de teto alto, cobertura de adobe sustentada por vigas em troncos de cacto e palha; portas com dupla abertura; janelões com vista para um vasto campo verde e lilás com cheiro de lavanda, vigiado por um grande planalto bege semelhante a uma mesa gigantesca onde os deuses palitam os dentes após o banquete. Por falar em comida, a janta atravessa a “rua”, vinda de uma janelinha com luz amarelada lá de dentro. Paula e eu somos os únicos e especiais hóspedes. Os grilos regem uma sinfonia particular e romântica.

Leandro, o recepcionista e também garçom, é o argentino de pele “bugra” e fala tímida que desarrolha a primeira garrafa do vinho produzido nos vinhedos que ficam atrás da cozinha do próprio hotel. Cítrico, alcoólico e com gosto de Payogasta. O anfitrião se retira. Ele volta em poucos minutos carregado de pães caseiros, salsas picantes, feijões brancos gordos e o chimichurri meticulosamente triturado e inspecionado por Faustina, uma cozinheira de jeito e riso simples, e mãos refinadas. No prato principal, lascas de cabrito estufam tiras intercaladas de berinjela e queijo de cabra, poderia chamar aquilo de lasanha salteña, mas devo admitir que, entretido num sabor singular, pouco me importei em anotar o nome da iguaria.

Sala de Payogasta, um grande hotel.

Às 23 horas Leandro e Faustina partem pela Ruta 40 até que a escuridão consuma seus corpos numa bicicleta. O jovem pedala e ela vai sentada de lado na garupa. Ele apenas encosta a porta de entrada do hotel e nos deixa ali, sem chaves ou trancas; com um cachorro no pátio quadrado ornamentado por uma pequena praça central que abriga uma lareira ao ar livre; nas colunas de sustentação se abraçam parreiras de pequenas uvas verdes. Nós, as barrigas cheias, um frasco de chimichurri, o céu estrelado e a interminável sinfonia dos grilos. O que soaria soturno e dramático e assombroso para alguns, foi nossa noite naquele casario hoteleiro em Payogasta. As portas rangem, as molas de um imenso colchão vibram. Amanhã o café da manhã regional com marmeladas de cayote (uma espécie de abóbora andina), estará à mesa, encarando aquele campo de lavanda aos pés da montanha.

Sala de Payogasta: un grande hotel.

Onde mesmo que nós estamos, querida?#argentina #payogasta #vallescalchaquies #trip #travel #viagem #viajar #viajando #backpacking #backpackers #mochilao #mochileiros #wanderlust #hotels #shouthamerica #latinamerica #latinoamerica #salta #ruta40 #vinho #vino #enoturismo

Posted by Mochila Crônica on Tuesday, December 27, 2016

Confira os conteúdos do Mochila Crônica também no Insta @mochilacronica ou na fan page Mochila Crônica.

O melhor risoto do mundo não leva arroz

Resumir Cachi a uma tigela de barro fumegando risoto de quinoa não seria relaxo ou demérito a este povoado que está a cerca de 10 quilômetros ao sul de Payogasta, seguindo pela Ruta 40, que rasga a Argentina de norte ao extremo sul. É que Cachi é uma intimação à gula prazerosa de caminhar por suas ruas pacatas com as mãos nos bolsos, vasculhando velhos armazéns de azeite artesanal, cervejas maltadas com cereais característicos da terra, laticínios caprinos, as melhores empanadas da Argentina, tamales (um tipo de pamonha) de carne seca e claro, o melhor risoto do mundo. Tudo regado a vinho mais barato que água e à cerveja local.

Paula e eu cambaleávamos grogues e felizes, passeando pela praça central após uns tragos e uns beliscos nos botecos ao redor da igreja. Insaciáveis e incontroláveis, estávamos à procura de algo um pouco mais fervoroso; algo que continuasse cozinhando mesmo depois de mastigado, dentro de nossos estômagos jamais combalidos, extremamente metabólicos e, àquela altura, inundados de suco gástrico. Algo que continuasse vivo mesmo depois de uma providencial passada no banheiro. Aquelas mulheres do simplório “Comedor Pueblo Hermoso” conseguiram.

Em Cachi, faça este favor a sua alma

María, uma senhora de voz mansa quase inaudível recepcionou-nos com seu olhar terno, cabelos de petróleo amarrados; uma caneta e um caderninho de pedidos nas mãos. Perguntamos pelo prato mais vivo, o prato que poderia ser o prefeito da cidade e, quiçá, presidente do país.

– Coma o risoto de quinoa – soprou um senhor que jantava com toda família bagunceira em três ou quatro mesas coladas umas as outras.

Era aquilo. A sugestão de um legítimo patriarca local, um manjar local, num modesto restaurante local de singelas toalhas de mesa. Em alguns minutos María voltaria sorridente com a tigela do aguardado melhor risoto do mundo. Ela então ancora ao meu lado e testemunha emudecida, até que eu desse a primeira colherada e posteriormente os sucessivos gemidos de prazer gastronômico. Aquilo era tão único e espetacular que, mesmo se chamando “risoto”, descartava arroz e envergonhava italianos. Risoto de quinoa, o risoto andino. Um creme branco esverdeado salpicado de cereais vindo à tona, gotículas de salsa vermelha na superfície. Uma mistura borbulhante de queijo, leite, cebola, alho e pimentões verdes; fatias de pães chapeados numa só face vinham mergulhados à borda.

Chupa, Itália

Invadi a pequena cozinha e cumprimentei três das melhores cozinheiras que já conheci. Modestas, nenhuma aguardava o êxtase de um estrangeiro no que deveria ser só mais um dia por ali. Mas eu precisava tocar aquelas mãos benditas e me curvar como quem pede um pouco daquela graça. Precisava colocá-las num altar. E o fiz propositalmente na presença de seu patrão debruçado numa antiga caixa registradora, eu era o entusiasta puxando a saraivada de aplausos de uma plateia ensandecida dentro de mim. Aquele cara meio tristonho e desmotivado precisava saber do valor que sua cozinha escondia de afamadas Estrelas Michelin. Havia galáxias inteiras dentro daquelas panelas velhas e amassadas, encrustadas de comida e verdade.

O obelisco que você conhece é uma cópia

157 poeirentos, esburacados e abandonados quilômetros pela Ruta 40 ligam Cachi a Cafayate – cidade onde as bodegas e vinhedos se proliferam impulsionando a economia local. Mas antes disso, são oito horas subindo e descendo pela estrada que transforma viajantes em brita dentro de liquidificador. Compõem a paisagem: manadas de bodes e seus pastores que cruzam o caminho; postos de gasolina com bombas secas e abandonadas, assim como as lanchonetes sem ao menos moscas, capelas sem sangue de Cristo nos cálices e vilarejos completamente evadidos. A autoestrada pinta o cenário pós-apocalíptico de um ataque marciano fictício, tornando assim difícil para um casal não se imaginar como a última esperança da raça humana na Terra.

A última esperança da Terra

Esculpidas pela ação do vento e das águas que ali fluíam há milhares de anos, as rochas peculiarmente posicionadas e enfileiradas na diagonal ganharam semelhança a pontas de flechas. Motivo suficiente para batizar o vale como “Quebrada de Las Flechas”. E aí a criatividade para nomes e apelidos aos brindes que a natureza promove à beira da estrada se mostra indomável. Quando Cafayate definitivamente aparece com uma taça de vinho na mão, a cidade faz do encontro da RN 40 com a 68 uma mistura de suco de uva com poeira. É claro, depois de uns mergulhos em barris de carvalho, é hora então de retornar a Salta Capital pela RN 68. A via asfaltada que se enfia na “Quebrada de Las Conchas”. Abruptamente as cores frias da RN 40 ganham tons quentes, com paredões rochosos sanguinolentos e formações que cultuam animais, Deus e o Diabo.

Ainda que quase 1500 quilômetros distante da Avenida 9 de julho, em Buenos Aires, é possível parar para um belo almoço na companhia do nada, com vista especial para “El Obelisco”. Basta guardar algumas empanadas da noite anterior, invadir uma banca de artesanatos abandonada e se esbaldar entre goles do gargalo de garrafas de vinho quente, chimichurri e o visual para um monumento original entalhado pela própria natureza. E dali pra frente aparecem grandes plataformas de pedra no horizonte, os “Castelos”; o Cerro das Três Cruzes, que insinua um calvário andino prestando condolências à morte na cruz, oferecendo uma das melhores paisagens para apreciar enquanto se morre de êxtase sem lanças romanas nas costelas. Um pouco mais pra frente pode-se sentir também o bafo do Capeta, numa fenda rochosa pichada e mal conservada: a Garganta do Diabo, que de interessante mesmo só o nome.

Mirador “Tres Cruces”, RN 68

O último posto de gasolina da Argentina

Pouco antes dos primeiros raios de sol em La Silleta, comunidade rural de Salta Capital, é preciso desviar de uma infinidade de sapos e rãs espalhados pelas passarelas de pedra que levam à cozinha e recepção do albergue. Liga o carro. Passa a porteira e vá. Vá em busca do último posto de gasolina da Argentina. Completa, verifica o óleo, a calibragem dos pneus e vá. Às alturas, subindo por estradas péssimas e completamente abandonadas, com pouquíssimos e de funcionamento duvidoso, postes de S.O.S. Vá roubar o ar de Deus num dos pitstops de Ícaro em sua fracassada peregrinação rumo ao sol. Você provavelmente irá encontrar um santo com dentes de cobre no sorriso.

“Bienvenido a San Antônio de Los Cobres”, diz o outdoor da Coca-Cola numa publicidade da década de 70, com o desenho rechonchudo de uma “chola”charmosa (a tradicional mulher dos Andes; de longos saiotes, chapeuzinho e tranças no cabelo). No morro também, pedras brancas formam a saudação casada ao nome do lugar. Estabelecimentos de portas fechadas, vento soprando poeira. Silêncio. Onde iria conseguir uma Coca-Cola naquela situação? Nada que não pudesse ser rompido com uma passada no pequeno mercado de artesanal para comprar um saquinho de erva. Muña. Um odor fresco e forte que expande as vias aéreas e, segundo as tradições locais, ameniza o mal estar causado pela altitude; ou como dizem os nativos: “la puna”.

La Polvorilla

Perto dali, a caminho do Atacama pelo desértico Paso de Sico, um trem que promete levar passageiros às nuvens urra por trilhos a 4.200 metros de altitude. Ele serpenteia montanhas de cor morta que contrastam com o azul celeste. Seu ponto final não contempla nenhuma estação fantasma cravada no fim de um mundo árido, apenas uma ponte ferroviária com estrutura de ferro. Um viaduto resistente que serve de mirante aos que desembarcam para fotografar e contemplar a vista. Depois disso e de mais um pouco de pó, lhamas, trilhos e casebres de barro abandonados, a Argentina mostra o seu pedaço de Atacama pela RN 51; não se cansando de mudar de relevo, abrindo as portas de uma nova fronteira com o desejo de “volte sempre” soprado pela ventania bem nos dutos dos ouvidos de quem a desbrava.

Confira mais aventuras do Mochila Crônica no blog www.mochilacronica.com, pelo Insta @mochilacronica ou na fan page Mochila Crônica.

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América do Sul

Salar de Uyuni – 36 perguntas e respostas sobre este lugar incrível!

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Este é um manual completíssimo com tudo o que você precisa saber sobre a travessia do Salar de Uyuni. Reunimos aqui as principais dúvidas dos nossos leitores e respondemos uma a uma com a maior objetividade possível.

 

1. O que é o Salar de Uyuni?

O Salar de Uyuni é o maior deserto de sal do mundo. Este lugar imenso ocupa uma área de quase 12.000 km² de extensão!

Por causa de suas paisagens incomuns o Salar atrai turistas do mundo inteiro, sendo um dos principais pontos turísticos daqueles que fazem o tradicional mochilão Chile – Bolívia – Peru.

 

2. Onde fica o Salar de Uyuni?

O Salar de Uyuni fica no sudoeste da Bolívia, próximo à divisa entre o Chile e a Bolívia.

Mapa Salar de Uyuni

3. Como chegar no Atacama ou em Uyuni?

Você poderá começar a travessia por San Pedro do Atacama, no Chile, ou por Uyuni, uma cidadezinha boliviana.

COMEÇANDO PELO ATACAMA

Se você optar por começar por San Pedro, deverá pegar um vôo até Santiago, e de lá seguir em outro vôo até Calama. De Calama até San Pedro são 100km e dá pra ir de ônibus, transfer ou táxi.

De Santiago até Calama dá pra ir de ônibus também. Mas esteja preparado(a) para enfrentar mais de 20 horas de viagem e mais de 1600 km.

De São Paulo até Santiago voamos com a Latam, de Santiago a Calama voamos com a JetSmart e o trecho Calama-San Pedro optamos por fazer de ônibus.

COMEÇANDO POR UYUNI

Uyuni é a cidade base do passeio. Para chegar lá, a opção mais comum é pegar um vôo do Brasil até Santa Cruz de La Sierra e de lá pegar outro vôo até Sucre. Chegando em Sucre é só seguir viagem de ônibus para Uyuni. A distância de Sucre para Uyuni é de pouco mais de 350 km.

Se você quiser se aventurar (e economizar) poderá ir de Santa Cruz de La Sierra até Uyuni de ônibus. Mas saiba que são mais de 900 km a serem percorridos em estradas não muito boas e em ônibus que,  dependendo da empresa, podem ser um pouco precários.

Outra opção é pegar um vôo até La Paz e de lá seguir de ônibus até Uyuni.

O Salar de Uyuni, assim como o Atacama, é um dos melhores lugares do mundo pra observar as estrelas!

4. Por onde iniciar o passeio? Do Uyuni ou do Atacama?

Isso é bem relativoMuitas pessoas que estão viajando no modo mochileiro mão de vaca econômico, optam por começar por Uyuni porque o preço da travessia é menor se comparado com os preços do Atacama.

Mas esta questão de preços vai depender muito do valor das passagens aéreas na época da viagem, então o negócio é pesquisar antes e estudar a melhor forma de fazer este roteiro.

Nós preferimos começar pelo Atacama porque conseguimos uma boa promoção de passagem aérea para Santiago.

5. Como é a Travessia do Salar de Uyuni?

Este passeio é simplesmente uma das coisas mais marcantes que você pode fazer na vida, acredite!

Em uma viagem pelo Salar de Uyuni a gente passa por lagoas de várias cores (incluindo uma vermelha), cruza desertos, passa por montanhas gigantescas, vulcões com picos nevados (dependendo da época do ano), rochas imensas esculpidas pelo vento, e ainda encontra animais como flamingos, vicunhas, lagartos, lhamas e raposas pelo caminho. Pra quem curte natureza, este passeio deve ser feito pelo menos uma vez na vida!

O tour pelo Salar pode ser feito saindo de San Pedro do Atacama em direção à cidade de Uyuni, ou o contrário, começando em Uyuni e terminando em San Pedro. Desta forma, o tour dura 3 dias, e é feito por quem vai seguir viagem e não precisa voltar para o ponto de partida.

Para quem precisa voltar para o ponto de partida (por exemplo, pra quem está no Atacama e pretende voltar pra lá), o tour leva 4 dias.

O jeito mais comum de se fazer esta travessia é de forma compartilhada e em um veículo 4×4, que cabe até 6 pessoas + o motorista. Desta forma, você viaja com um grupo aleatório que pode ter pessoas de todas as partes do mundo.

Flamingos na Laguna Colorada

No nosso caso, estávamos em 5 brasileiros + uma alemã + o motorista que era boliviano.

Esta viagem é mais roots, é verdade. Como a aventura se trata de atravessar um deserto e adentrar um salar em um país com baixo desenvolvimento econômico, as coisas são um tantinho mais precárias (e não tem como não ser, né?). Mas também não é nada que possa te fazer desistir deste passeio!

A nossa experiência foi super positiva, viajamos com pessoas legais, ficamos em alojamento/hotel simples, mas o suficiente para descansarmos bem, a comida era super ok e nosso motorista era responsável e gente boa.

E por falar em motorista, na verdade ele não era só o motorista. Além de dirigir, era ele quem guiava os passeios, dava as informações sobre os lugares, fazia a nossa comida e, se necessário, até consertava o carro!

Pra quem pode investir um pouco mais e quer conforto, existem opções de tours privados. A travessia assim é feita em carros mais modernos, são servidas comidas melhores e os alojamentos são mais confortáveis. Mas saiba que isto tem um preço, e não é baixo! Um tour privado pode custar 10x mais caro que o compartilhado. (E talvez nem seja tão divertido 😜)

6. Qual agência escolher?

Escolher uma boa agência para este tour é algo essencial para que você tenha uma experiência completa e com o menor número de perrengues possível!

Já li relatos de pessoas que fizeram o tour com motoristas bêbados, pessoas que ficaram na estrada com o carro quebrado e sem comunicação, pessoas que perderam a mochila que fica sobre o carro… Então a escolha requer cuidado (e um pouquinho de sorte).

Tanto no Atacama quanto em Uyuni, você encontrará um montão de agências oferecendo este tour. O que acontece, na verdade, é que algumas agências realizam a travessia e outras revendem e repassam os clientes. Então, pode ser que a agência que você escolheu com tanto carinho não seja a que te levará.

A dica então para minimizar os riscos de entrar em uma roubada é procurar por indicações de boas agências e que, de preferência, não revendam os passeios. Para isso, o TripAdvisor (que também tem app para android e ios) é uma excelente ferramenta para ajudar nas pesquisas!

Nós fizemos a travessia saindo do Atacama em um tour compartilhado com a empresa Lithium. Como eu já disse, o tour foi ótimo e indicamos a empresa.

Essa empresa é muito bem avaliada (veja no TripAdvisor) e foi uma indicação que tivemos do pessoal da 123Andes.*
* Pra quem ainda não leu os posts anteriores sobre o mochilão, fizemos os passeios no Atacama com a agência 123 Andes.

Outras agências muito procuradas por brasileiros são a Cordillera Traveller e a World White Travel, que oferecem tours coletivos e privados.

Se  você procura por um serviço VIP, a agência FlaviaBia Expediciones é referência na categoria.

Ilha das Bandeiras, que fica próxima ao Monumento Dakar e ao Museu de Sal

7. Quantos quilômetros são percorridos na travessia do Uyuni?

Não dá para saber com precisão quantos quilômetros a gente andou, por que fizemos muitos desvios para chegar nas atrações. Mas a distância de San Pedro para Uyuni pela rodovia é de 520 km, e quando questionamos o motorista sobre a distância que rodaríamos, ele comentou que daria cerca de 900 km.

8. Qual a melhor época para conhecer o Salar de Uyuni?

Algo que você deve levar em consideração é a escolha de quando ir. Isto porque o Salar de Uyuni na época de chuvas é totalmente diferente do Salar no período de seca.

DE DEZEMBRO A MARÇO

A época de chuvas ocorre no verão e vai de dezembro a março. Neste período a temperatura está mais amena: faz calor durante o dia e frio à noite.

Ponto positivo de ir na época de chuvas:
Sabe aquelas fotos lindas em que o Salar fica parecendo um espelho e reflete o céu? Elas são tiradas exatamente no período de chuva. Outro ponto favorável é a temperatura, que fica mais agradável

Ponto negativo de ir na época de chuvas:
Na época de chuvas, o Salar pode ficar tão alagado que impossibilita chegar em alguns pontos turísticos. No nosso caso, só entramos nele no terceiro dia – e em uma pequena parte – por conta do excesso de água.

DE ABRIL A NOVEMBRO

Do final de abril ao final de novembro é época de seca e as temperaturas tendem a despencar no inverno. Se você for em junho ou julho, poderá pegar -15º à noite facilmente.

[su_column]Ponto positivo de ir na época de seca:
O Salar está seco, então a chance de perder alguma atração é baixa. Os vulcões e montanhas estão mais branquinhos de neve.[/su_column]Ponto negativo de ir na época de seca:
Provavelmente o Salar não estará espelhado (mas mesmo assim é incrível!). Vá preparado para enfrentar a friaca.

 

9. Vou pegar temperaturas negativas? E neve?

Temperaturas negativas, sim. Neve talvez.

Como disse no tópico anterior, indo entre dezembro e março, você só pegará temperaturas negativas à noite, mas nada que seja muito inferior a 0°.

No inverno  (junho, julho e meados de agosto) é melhor ir mais preparado. Será frio durante o dia e muito frio durante a noite! E, dependendo de como estiver o clima, você poderá pegar neve em alguns trechos do caminho.

10. Quantos dias dura o tour?

A travessia do Salar de Uyuni leva de 3 a 4 dias.

Três dias para quem vai de San Pedro a Uyuni ou vice e versa e não retorna para o ponto de partida.

Laguna Catal, também conhecida como Laguna Negra ou Laguna Misteriosa

Quatro dias para quem sai de Uyuni e volta para Uyuni ou pra quem sai de San Pedro e retorna para San Pedro.


Confira mais 26 dicas sobre o Salar de Uyuni aqui: Salar de Uyuni – Tudo o que você precisa saber sobre a travessia! | Viajando na Janela


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América do Sul

Ilha de Páscoa (roteiro e mais!)

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A ilha de Páscoa é um destino pouco explorada e foi uma viagem incrível que fiz meio que por acaso. Resolvemos ir para Bora Bora e um dos caminhos mais fáceis era via ilha de Páscoa. E porque não parar lá um pouquinho para conhecer a tão famosa ilha dos Moais?

Como ir para Ilha de Páscoa

Saímos do Rio de Janeiro rumo a Santiago, como chegamos bem tarde, resolvemos nos hospedar no próprio aeroporto, no hotel Holiday Inn (preço a partir de R$500 reais). O hotel é ótimo e fica praticamente dentro do aeroporto.

Para a ilha de Pascoa pegamos um voo cedo da LATAM, outra opção é ir via Lima, no Peru. São 5 horas de voo em um avião super novo e super confortável.

 

Onde se hospedar:

Escolhemos o  hotel Explora e foi uma ótima opção.  O hotel funciona no esquema all inclusive (todas as refeições e todos os passeios!).  Não é um hotel econômico, mas vale a pena! Não temos que nos preocupar com nada e temos garantia da qualidade dos serviços e da gastronomia!

 

Nosso dia a dia:

Chegamos no hotel na hora do almoço. Logo seguimos para nosso primeiro passeio. Esse dia #1, fizemos apenas o passeio da tarde!

Todos os dias acordávamos por volta das 7:30 e fomos tomar café. Depois, por volta das 9h fazíamos o primeiro passeio que durava até +- 12:30/13h. Almoço no próprio hotel e saída para o passeio da tarde.

O hotel oferece 3 tipos de passeio: a pé, de carro ou bicicleta.

Quantos dias ficar:

Ficamos 2 dias e meio. Acho o mínimo para conhecer bem a ilha. O ideal é ficar entre 3 e 5 dias.

 

Por quê ir?

Pela história, pela cultura. A ilha é uma aula de história a céu aberto. Uma das experiências mais incríveis que eu tive.

Mais posts sobre essa e outras viagens:
www.nanameleva.com.br


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América do Sul

Destinos baratos na América do Sul

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Destinos baratos na América do Sul, Guichê Virtual

Está procurando um destino diferente para o próximo feriado? O Blog do Guichê Virtual listou destinos baratos na América do Sul incríveis para você conhecer! Essa é uma ótima oportunidade de conhecer a gastronomia e a cultura rica dos países vizinhos. Além disso, você pode viajar de ônibus e economizar em sua viagem.

Buenos Aires – Argentina

Destinos baratos na América do Sul, Guichê Virtual

A capital da Argentina tem pontos turísticos gratuitos em toda esquina e é um dos ótimos destinos baratos na América do Sul para conhecer.

Como toda metrópole, tem também seus problemas sociais. Mas chama mesmo a atenção pela sua arquitetura charmosa e a grande variedade de programas para o viajante – de parques a museus. Sem falar na tradição do futebol argentino, que pode ser vivenciado na La Bombonera, estádio do time Boca Juniors.

Bem perto do estádio do Boca fica o Caminito, outra atração de Buenos Aires. Caminito é uma rua-museu a céu aberto, muito visitada por turistas que, além de muita cultura, encontram por lá uma variedade imensa de lembranças de viagem e alfajores deliciosos.

Outros passeios imperdíveis e acessíveis são: conhecer o Museu de Arte Latinoamericana (MALBA), curtir a noite em Palermo e um tour para conhecer a história do Papa Francisco, um dos mais novos atrativos da cidade.

Como chegar de ônibus à Buenos Aires:

A JBL Turismo, empresa de ônibus, realiza mais de 10 rotas para Buenos Aires, saindo de cidades brasileiras como São Paulo, Foz do Iguaçu, Florianópolis, Porto Alegre, entre outras. As passagens custam a partir de R$449,00.

Estadia em Buenos Aires

O gasto médio diário com estadia em Buenos Aires é de R$173,00, na baixa temporada. Mas se lembre que o valor pode variar para mais ou para menos. 🙂

Ciudad del Este – Paraguai

Destinos baratos na América do Sul, Guichê Virtual

Ciudad del Este não poderia ficar de fora da lista de destinos baratos na América do Sul para viajar de ônibus. Com 387 mil habitantes, ela é muito importante economicamente para o Paraguai! A cidade, que possui a segunda maior população do país, é responsável por boa parte do PIB paraguaio.

Procurada por brasileiros, paraguaios e viajantes de várias nacionalidades, Ciudad del Este é famosa pelo turismo de compras. Por lá, é possível encontrar uma imensa variedade de perfumes, bolsas, calçados, eletrônicos e bebidas. Mas fique atento: algumas lojas vendem apenas produtos originais, outras, em contrapartida, trabalham com artigos falsificados e réplicas.

Mas a Ciudad del Este vai além dos centros de compras! Em seu passeio, você pode visitar a Usina Hidrelétrica Itaipu Binacional, o Museu da Terra Guarani, o Zoológico Itaipu e o Museu Planet 3D. Além disso, pode conhecer os templos religiosos da cidade e tentar a sorte pelos cassinos espalhados por ela.

Como chegar de ônibus à Ciudad del Este:

Com passagens a partir de R$230,00, a Viação Pluma Internacional faz rotas para lá saindo de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo. 🙂

Estadia em Ciudad del Este

Na baixa temporada, a média de estadia diária pode chegar à R$180,00.

Quer saber de mais destinos baratos na América do Sul? Continue lendo no Blog do Guichê Virtual!


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Argentina

Santiago x Buenos Aires: Pra onde ir?

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Para mim os lugares deste mundo são incomparáveis, cada um tem seu charme, beleza e seu mundo particular, que tanto pode encantar ou desagradar qualquer um. Mesmo assim, uma dúvida comum entre a maioria dos brasileiros, principalmente os que estão viajando pela primeira vez para o exterior é a seguinte: “Pra onde devo ir: Buenos Aires ou Santiago?”

Para te ajudar a escolher o destino certo de acordo com a experiência que procura, resolvi listar os principais pontos positivos de cada uma destas cidades magníficas da América do Sul, para que assim, sua escolha seja a mais assertiva possível.

E primeiramente vamos começar por onde mais interessa: Seu bolso.

1-Passagem aérea e voo.

Ponto: Buenos Aires.

Hoje com uma pesquisa bem feita e com escolha das datas certas, você consegue encontrar voos na mesma faixa de preço para as duas cidades, só que BsAs leva vantagem, pois há mais voos e companhias aéreas partindo de São Paulo, com isso é mais fácil de encontrar promoções. Outra Vantagem é em relação ao tempo de viagem em um voo sem escala, sendo que para chegar a Santigo são 4 h 19 min de viagem, uma hora e vinte minutos a mais que para capital argentina (referência Guarulho).

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2- Qual o destino mais barato?

Ponto: Santiago.

Mesmo o câmbio paralelo argentino favorecendo o turista brasileiro, Buenos Aires é uma cidade com atrações mais caras. De acordo com o site: QuantoCustaViajar, uma viagem para capital chilena fica 25% mais barata. Claro, que isso é uma média, e vai depender dos seus gastos, mas já é uma boa referência.

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3- Qual é mais atraente?

Ponto: Buenos Aires.

Isso é questão de gosto, e muito pessoal. Eu gostei mais de BsAs. Achei a cidade melhor estruturada para o turista, além de ter um estilo mais europeu, com as avenidas largas e a própria arquitetura das casas dão um toque especial a cidade. A cidade a noite também é mais interessante.

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4- Quais hermanos são mais simpáticos?

Ponto: Santigo.

Todo mundo sabe que nós brasileiros temos uma rivalidade sem sentido com os argentinos, e vice e versa, e isso é um pouco perceptível. Só que em Santigo, na minha experiência, encontrei mais pessoas educadas e solicitas com turistas. Sempre simpáticos e sorridentes. Alguns taxistas na argentina são malandros demais com a gente também, o que desanima um pouco.

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5- Onde se come melhor?

Ponto: Empate.

Depende muito do paladar de cada um, eu prefiro os Chorizos à frutos do mar, muito típico do mercadão da capital chilena. Em ambos países você irá encontrar bastante diferença na culinária. Não estranhe comer abacate com tudo no chile…rs. Faz parte da experiência.

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Foto: Como comparar paella com chorizo?

6- Melhor lugar para compras?

Ponto: Buenos Aires.

Eu não viajo para comprar, mas aproveito sempre o que vale a pena. E há pessoas que viajam e só pensam em comprar. Se você é destes vai preferir, Buenos Aires, onde encontrará mais lojas, shoppings e marcas famosas com preço bem em conta.  Na rua Florida há diversas lojas, marcas famosas e muitos artigos de couro. Na capital argentina você também encontra várias lojas de outlet  e cosméticos a ótimos preços.

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Outros diferenciais a se considerar:

  • Santigo: Está próximo a vinícolas, o que permite um tour bem interessante. Esta também a uma hora e meia do principal balneário do país.

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  • Buenos Aires: Próximo a Luján, a Aparecida do Norte da Argentina, onde também há aquele zoológico super procurado para tirar fotos com os animais. Você também se estiver com o cronograma livre, pode fazer bate e volta para Colonia del Sacramento no Uruguai, uma cidade super charmosa.

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Nesta disputa de gostos, penso que vale a pena conhecer logo as duas e tirar suas próprias conclusões. Santigo tem aquele charme de ser rodeada pelas Cordilheiras dos Andes e Buenos Aires com seu tango e suas avenidas largas nos faz sentir bem só de andar nas ruas.

Pode apostar, você irá voltar deslumbrado de qualquer uma delas.

Se interessou??

Para saber mais: Dê uma olhada nos roteiros completos que o Quero Mochilar tem nas duas capitais e ainda em outras cidades dos países:


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América do Sul

Por que conhecer La Paz?

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Sério que você gostou de La Paz? Alguns me dizem. Sim, eu respondo, e não foi pouco não! La Paz esta cercada pela Cordilheira dos Andes, o que dá um charme todo especial para a cidade e ainda tem uma cultura muito peculiar presente em cada canto.

Um misto de pobreza com riqueza cultural, de bagunça que acaba virando beleza, algo que nem sei explicar, que só estando lá mesmo para entender a beleza exótica que há na maior cidade da Bolívia.

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La Paz não é só a cidade mais populosa da Bolívia com aproximadamente 2 MM de habitantes, é também uma das mais altas do mundo, estando a 3.660 metros de altitude. Poucos sabem, mas La Paz mesmo com a sede do governo desde 1868 não é a capital do país, ficando este papel a cidade de Sucre.

A primeira vista nos assustamos com a desorganização, pobreza e o tráfego (como buzinam rs), mas é só observar com mais calma que nos encantamos com o cenário de fundo da cidade rodeado pela majestosa Cordilheira dos Andes, e todo aquele “bagunção” começa a criar forma e nos encantar pela sua identidade cultural tão específica, e o melhor, a Bolívia é um pais super barato seja para comer, beber, comprar roupa etc.. Se for, refaça o seu guarda roupa de inverno.

Com isso, gostaria de citar 6 lugares imperdíveis para se conhecer nesta cidade Boliviana.

1- Plaza Murillo.

Uma praça colorida, cheia de pombos e história. É aqui que está a sede do Governo, com palácios e belas arquiteturas. Além do marco zero, onde a cidade realmente se originou.

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Foto: De frente ao palácio com este mundarel de pombos..rs

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Foto: Este é o marco zero. La paz nasceu aqui, em frente a praça Murillo.

2- Calle Jaen.

Esta é a rua mais charmosa da cidade, toda no estilo colonial e com casas bem preservadas, o que fará você se sentir voltar no tempo, e ao mesmo tempo estar em outro lugar.

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Foto: Calle Jaén – Rua preservada no estilo colonial no centro da cidade.

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3- Igreja São Francisco.

Um dos marcos da cidade e também uma das mais belas arquiteturas. É aqui na frente, nos vendedores, nas apresentações e na movimentação do dia a dia que você entenderá a alma da cidade.

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Foto: Igreja São Francisco: Construída no século XVIII, é o principal monumento da época colonial na cidade.

4- Mirante Kili Kili

O melhor lugar para admirar este “bagunção” todo do alto e entender porque La Paz pode ser encantadora.

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5- Calle de las Bruja

Esta é uma rua muito exótica no centro de La Paz que se encontra de tudo, não só souvenirs. Para mim, o lugar mais interessante e cheio de vida em La Paz. Um dos melhores passeios para se fazer aqui é andar por estas ruelas e explorar ao máximo tudo que seus olhos conseguirem ver.

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Foto: Na rua dos mercado de las Brujas (Mercado das bruxas) há venda de produtos para cerimonias e rituais como la Chálla e as oferendas para Pachamama (mãe terra).

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Foto: Também no mercado das Bruxas encontramos todos os produtos derivados de coca: balas, chás etc… normal para os paises andinos.

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Foto: Fetos de Llamas na rua das bruxas – Dizem que vem de aborto natural.

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Foto: O feto de lhama é um dos mais populares e disputados no mercado das brujas. “O feto de lhama serve para dar sorte no trabalho, em viagens ou na casa nova”, explicou uma das vendedora. É uma oferenda à Mãe Terra, cultuada pelos povos indígenas. – Eu devia ter comprado um para este mochilão rs rs rs.

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Foto: As Cholas chamam a atenção e despertam a curiosidade de qualquer forasteiro.O termo tinha conotação  pejorativa e se referia às mulheres nativas aimarás  que, ao se mudarem para a cidade grande, esqueciam as tradições e costumes de seus antepassados e se rendiam ao estilo de vida dos mestiços urbanos. Hoje esse visual está relacionado ao orgulho que essas mulheres tem de sua identidade indígena.

6- Valle de la Luna

A 11 km da cidade esta o Valle de La Luna. Um lugar bem interessante, que vale a pena conhecer. Em uma hora pode-se conhecer as esculturas formadas pela natureza (vento e água), interessante demais!

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Que saber mais? No blog www.queromochilar.com.br tem mais dicas e informações sobre a cidade.

Acesse o link e saiba mais: Roteiro La Paz.

Dica de ouro: Pertinho de La Paz esta o lago mais alto do mundo, o Titicaca, na simpática Copacabana. O Quero Mochilar tem um roteiro prontinho de dois dias cheio de dicas por lá.

Acesse o link e saiba mais: Roteiro Copacabana.


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Argentina

Córdoba (Argentina) sob a visão de uma brasileira

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Olá Desbravadores!

Uma das maravilhas da vida, na minha humilde opinião, é conhecer alguns destinos pelos olhos de seus moradores. Quando essa moradora é uma brasileira, a história fica 100 vezes melhor! Assim surgiu o convite para que a Thais Mettitier nos contasse sobre Córdoba, na Argentina, vamos conferir?

Córdoba por Thais Mettitier

Há um ano, quando meu esposo me contou da oportunidade de viver na Argentina, fiquei eufórica. Confesso que, para mim, Argentina era resumida em Buenos Aires, e nunca tinha me encantado a ideia de conhecê-la.

Pois bem, a oportunidade se consolidou e o destino era Córdoba-AR, mas… pera aí! Que lugar é esse? E Buenos Aires? Foi aí que descobri que não é só de Buenos Aires que vive a Argentina.

cordoba_agFoto: Creative Commons

Lhes apresento, Córdoba: uma cidade encantadora com 1,39 milhão de habitantes, arrisco dizer pacata, pois nos remete às cidades de interior, mas que tem seu esplendor de cidade grande. Localizada na região central do país, e para nossa surpresa, a segunda maior cidade da Argentina.

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Foto: Creative Commons / Universidade Nacional de Córdoba

É considerada uma cidade universitária, sendo a Universidade Nacional de Córdoba a mais antiga do país e uma das mais importantes da América Latina, o que atrai a atenção de muitos estudantes.

Córdoba foi colonizada pelos espanhóis e por isso agrega muitos monumentos históricos, edifícios, museus, igrejas e diversos outros pontos turísticos, como parques, praças e La Cañada: um rio que vem da serra, passa por grande parte da cidade e, no centro, se une ao Rio Suquía. Uma curiosidade, é que este fluxo foi canalizado em 1930 e provocou inundações desastrosas. Hoje, La Cañada é um grande ponto de referência para os cordobeses, tem toda uma estrutura para conter as inundações e é incrível ver o quanto o rio sobe. Com certeza ele é um charme à parte da cidade.

La_Cañada_de_Córdoba_2009-11-26

Foto: Creative Commons / La Cañada

Outro queridinho de Córdoba é o prédio histórico Manzana Jesuítica, localizado no centro da cidade e declarado Patrimônio Mundial da Humanidade, local onde os jesuítas iniciaram diversos estudos sobre o corpo e a mente, dando origem à Universidade Nacional de Córdoba.

Falando sobre os jesuítas, eles têm grande importância na cultura e formação histórica da cidade. Prova disso é o Camino de las Estancias Jesuíticas, uma rota turística que passa por seis cidades vizinhas à Córdoba Capital, mostrando a cultura, tradição e costumes desse povo.

Manzana Jesuita, Córdoba, Argentina

Foto: Creative Commons / Manzana Jesuita

Como se não bastasse toda a riqueza cultural, Córdoba possui belíssimas igrejas, como a Catedral da Praça San Martin, ponte de saída do ônibus turístico que percorre todos os principais pontos da cidade. Outra igreja que adoro visitar e perder horas admirando é a Igreja dos Capuchinhos, onde é possível contemplar uma analogia da existência humana e sua relação com Deus, um símbolo do amor divino, uma mistura de arquitetura gótica e romântica no bairro Nueva Córdoba. Esta igreja fica ao lado do complexo cultural Buen Pastor, onde encontramos uma variedade de atividades artística. Nas noites em Buen Pastor, acontece a apresentação de um charmoso balé de águas em seu grandioso chafariz.

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Foto: Creative Commons / Buen Pastor

Cansou do passeio? Tudo bem! Vá até um parque ou praça e compartilhe um tradicional mate (chimarrão) com os argentinos. Se quiser mais animação vá a um dos tantos Boliches (baladas) que a cidade possui, mas não esqueça de provar o famoso Fernet, bebida alcoólica feita de raízes amargas. Mas se uma balada é demais pra você e mesmo assim quer animação, em Córdoba você encontrará pubs, rooftops (bares com sacadinha), bares que se transformam em baladas no decorrer da noite e muitos outros estilos.

Se a fome bateu, e os manís (amendoins que acompanham as bebidas alcoólicas) não foram suficiente, experimente uma Papa con Huevos (batata frita com ovo mexido) ou um lanche bem tradicional, como o Lomito, que é um tipo de sanduíche com uma fina fatia de carne. O melhor e mais indicado é o do Betos Lomitos!

sanhonorato

Foto Vivi francia / San Honorato

Agora, se você quer uma experiência completa, recomendo o restaurante San Honorato, um lugar aconchegante, com um cardápio que vai além das carnes: que tal uma massa? Experimente o Sorrentino: uma massa similar à de ravioli e com recheios distintos, como carne de carneiro. Depois de pedir seu prato, desça até a Cava. Lá você pode conversar com um senhorzinho para lá de simpático que é dono do estabelecimento, degustar algumas taças de vinho e petiscos tradicionais da região, como o Jamon Crudo, e se deliciar nesse ambiente hospitaleiro.

Eu e minha familia na Cava do Restaurante San Honorato

Foto: Thais e sua família na Cava do Restaurante San Honorato

E aí… tá pronto para viver um pouco mais da Argentina?

Se quiser saber mais sobre onde se hospedar em Buenos Aires, leia a matéria sobre hospedagem na America Latina.

Au Revoir, Ciao, Hasta Luego, See you later, Até logo!

Michellândia

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Foto Capa: Creative Commons


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América do Sul

As cidades mais baratas para mochileiros na América do Sul em 2018

Mochileiros.com

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Desde 2010 o site americano Price of Travel divulga seu ‘Backpacker Index’, uma pesquisa com as cidades mais baratas para mochileiros.
Abaixo você confere as cidades da América do Sul.
Para chegar ao resultado o índice considera que o viajante, diariamente:
– hospede-se em dormitório em um hostel considerado bom e barato;
– consuma 3 refeições;
– pague 1 atração cultural (exemplo: entrada em museu);
– compre 2 passagens em transporte público;
– consuma 3 cervejas baratas (o que eles chamam de “fundo de entretenimento”).
Os preços são levantados em moeda local e convertidos para dólares americanos, neste caso em janeiro de 2018.

Esquina do boêmio bairro de Mariscal em Quito, Equador | Foto Silnei L Andrade.

Cidade, país e gasto por dia, respectivamente:

1- Quito, Equador: US$ 20,90. (Aproveite e confira aqui “15 coisas pra fazer em Quito e arredores”)
2- La Paz, Bolívia: US$ 26,97.
3- Cusco, Peru: US$ 29,50.
4- Cartagena, Colômbia: US$ 31,74.
5- Lima, Peru: US$ 33,01.
6- Santiago, Chile: US$ 39,22.
7- Montevidéu, Uruguai: US$ 44,25.
8- Buenos Aires, Argentina: US$ 48,21.

Nós publicamos aqui as cidades cujos gastos diários não ultrapassem os US$ 50. Aparecem na lista (completa) a cidade do Rio de Janeiro (US$ 52,31) e a capital da Venezuela, Caracas (US$ 55,61).

México e América Central

Vista da cidade de Granada, Nicarágua | Foto: Silnei L Andrade.

No México e América Central o índice apresenta as seguintes cidades como as mais baratas para mochileiros em 2018:

1- Granada, Nicarágua: US$ 22,14.
2- Ciudad de México, México: US$ 26,78.
3- San José, Costa Rica: US$ 29,61.
4- Santa Ana, El Salvador: US$ 31,20.
5- Antigua, Guatemala: US$ 36,73.
6- Ciudad de Panamá, Panamá: US$ 40,60.
7- Ilha de Roatán, Honduras: US$ 44,98.

Para fazer a conversão do Dólar para Real você pode utilizar o conversor de moedas do Banco Central: http://www4.bcb.gov.br/pec/conversao/conversao.asp

A foto (da home) que traz até este post é da cidade de Cusco – Peru | Foto sob licença Creative commons.


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América do Sul

Uma mulher, 8 meses, 4 países, de carona, vivendo intensamente

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A minha história são recortes do que projetei ser, até simplesmente Ser. Sem planos, sem projeções. Eu apenas me tornei o que a minha essência pediu para ser: Uma aventureira, uma viajante.

Eu poderia lhes contar sobre meus sonhos, mas essa história trata de realidade.

Eu vivia uma vida tradicional, me falaram que eu deveria estudar, entrar na universidade, de preferencia pública, trabalhar, ter uma carreira de renome, poder aquisitivo para andar na moda, tirar férias em dezembro, pensar em família, me casar com quem fosse conveniente, ter uma boa casa, um carro, condições para ter filhos… Não foi a minha família que me falou isso, foi a cultura. Mas oras, eu não queria isso. Confesso, tentei: anos de cursinho, uma graduação pública em uma carreira de concorrência, eu confesso, gosto de Arquitetura, principalmente de Urbanismo, mas não gosto de instituição, não gosto de organização linear.

Um dia eu disse basta, em fevereiro de 2017, e fugi com uns Jovens Franceses Malucos, eu realmente eu sentia em um conto de Fadas do Peter Pan, indo para Terra do Nunca, logo eu, já com 20 anos embarcando em uma insanidade. Fugir é complexo, eu fugi de viver uma vida linear que eu não me identificava. Fui com os Franceses até a Fronteira Brasil – Argentina, toda essa história durou por um mês … E na fronteira fiquei sozinha, creio que por objetivos diferentes.

E de lá, entre muitos de: Como você vai sozinha pro exterior? Você nem fala o idioma! Você nem tem dinheiro! Você é uma mulher, é muito perigoso pra uma mulher. Pegar carona sozinha? Tá pedindo pra ser estuprada. Sua louca, quer morrer. Uma resposta: Eu posso.

Na verdade, o ato de rebeldia de viver a vida dos meus sonhos foi a melhor coisa que eu podia fazer por mim. Eu sim, fui e peguei inúmeras caronas sozinhas, porque eu tenho fé que o mundo melhor só começa quando eu não me conformo com as coisas como estão. Eu quero poder fazer o que quero, e farei.

Cruzei a fronteira, e logo de cara, um conselho para as mulheres: Só peguem carona sozinhas quando realmente estiverem confiantes para fazer isso, seguras de si. Eu comecei a fazer isso depois de mais de 2 meses viajando sozinha, depois de pegar carona com outras pessoas, um dia eu me sentia forte para pegar caronas sozinha, fiz isso na Argentina, por todo o Peru, e muitos estados Brasileiros.

Viajei sozinha, viajei com Brasileiras, fiquei em casa de Argentinos, conheci a minha família de Estrada, minha amada Delegação Clandestina, um Grupo de Argentinos, Franceses, depois Belgas, e eu, A Brasileira bruxa louca. Claro, é raro uma Brasileira que pega carona sozinha, faz tarot, acredita em Sagrado Feminino e fala de Espiritualidade, mas essa sou eu. Viajei por quase 3 meses na Argentina, com a Delegação como 2 semanas na Argentina, depois 1 mês pela Bolívia, e mais 2 meses no Peru.

Vendi comida na rua, vai me dizer que só viaja quem tem dinheiro? Ah meu bem, eu trabalhei, não tanto porque realmente eu contava com a minha família quando queria conforto, já que luxo pra mim não era necessário, eu não me importo de dormir em beira de estrada, acho divertido! Eu não me importo de dormir em hospedagem mequetrefe. Eu não me importo de cozinhar a minha própria comida, aliás, até prefiro. Não me importo de não ir a lugares turísticos caros, aliás, para mim, isso retira a essência. Mas sim, eu me importo em viver intensamente e provar para eu mesma que é possível. E assim, eu descobri que é possível viver viajando, você só tem que encontrar a sua forma de fazer isso, seja vender comida, seja tocar em bares, trabalhar de garçonete…

Viajei por 8 meses, 3 com a Delegação, 1 com Brasileiras, os outros foram divididos entre morar um mês na Amazônia, um em povoado alternativo na Argentina, algumas viagens com outros amigos, muitas sozinha.

Retornei ao Brasil para rever familiares, amigos, encerrar ciclos e me jogar na estrada sem retorno, porque aliás o que já fui não existe mais, e o que sou, em breve também não mais. Quem sabe, farei visitas, recordarei histórias, mas a minha, essa pertence a Estrada!

Blog pessoal: www.mimimiafuera.com 

Fotos Insta @mirellarruda

Colunista no Blog: www.brasileirapelomundo.com

Gratidão, a vida é uma viagem, aproveite o caminho.


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América do Sul

Top 10: o que visitar em Santiago do Chile

Mochileiros.com

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O Chile tornou-se o destino da vez nos últimos anos e parece que seguirá nesta posição. Há poucas semanas um dos mais utilizados guias de viagem do mundo, o Lonely Planet e a National Geographic elegeram o país como “O” lugar a ser visitado em 2018!
O que nem todos sabem é que além das maravilhas naturais, por lá há muito turismo urbano; e para todas as idades. Muitos visitantes usam a capital chilena, Santiago, como portão de entrada para o país (o principal aeroporto fica lá), sem saber que a cidade tem muitos lugares interessantes a serem explorados, o que faz valer a pena reservar alguns dias do roteiro por lá.

Abaixo os “Top 10” da capital chilena:

1- Parques

Entardecer no Parque Forestal | Foto: Hoderik Henderson/Imagen de Chile

Santiago é uma cidade cheia de parques. Eles estão em diferentes áreas, geralmente são muito limpos, grandes e concorridos, especialmente nos finais de semana.
Neles é possível conhecer um pouco de perto a vida dos santiaguinos que por eles caminham em família, com seus cachorros e praticam algum esporte.
Os parques mais conhecidos são: Parque Forestal, Bicentenario, Quinta Normal e Parque Bustamante; mas há ainda muitas praças e parques menores os quais você poderá explorar e escolher o seu favorito.

2- Vinhos

Santiago é sede de muitas das melhores vinícolas da América do Sul. Das famosas as menos famosas.
Muitas têm fácil acesso e oferecem tours de degustação com preços econômicos. As mais conhecidas são Concha y Toro, Undurraga, Cousiño Macul e Santa Rita.

País tem algumas das melhores vinícolas do mundo | Foto: Divulgação/Imagen de Chile

3- Museus

Museu de la Memória | Foto: Camila Gonzalez Herrera/Imagen de Chile

Santiago tem mais de 20 diferentes museus, desde os tradicionais museus históricos ou de arte até um Museu da Moda!
Um dos imperdíveis é o Museo Precolombino, de altíssimo nível; outro é o Museo de la Memoria, que aborda as violações aos Direitos Humanos que ocorreram no Chile e no mundo em diferentes épocas da História. Este e muitos outros museus têm entrada gratuita.

4- Mercados

Mercado Central | Foto: Divulgação/Imagen de Chile

Santiago é conhecida por seus variados e pitorescos mercados, onde é possível encontrar muita variedade de frutas, verduras, peixes entre outros. São lugares que não servem somente para compras, mas para observar as riquezas cultural e gastronômica local.
Os mercados mais visitados são o Mercado Central (peixes e mariscos) e La Vega Central (frutas e verduras). Neles você encontrará restaurantes com variados preços e procurando também encontrará lugares muito baratos e com muita qualidade.
Uma boa alternativa é visitar os mercados durante a manhã e almoçar na La Vega – onde estão as opções mais econômicas. A poucos metros dali está o bairro Patronato, onde você poderá encontrar muitas opções de restaurantes coreanos e árabes, um exemplo da multiculturalidade de Santiago.

5- Montanha, o famoso Cajón del Maipo e mais

Paisagem andina | Foto: David Valdes/Imagen de Chile

A Cordilheira dos Andes “cuida” de Santiago muito de perto. Isto significa que há muitos trekkings e expedições para fazer partindo da capital. Muitos cerros (colinas) têm fácil acesso e baixa dificuldade.
Um dos cartões-postais chilenos, o Cajón del Maipo está bem perto de Santiago (aproximadamente 50Km) e da cidade há transporte público e tours para lá. Também é possível conhecer centros termais, belos lagos, aldeias pitorescas e até um glaciar!

Termas del Plomo | Foto: David Valdes/Imagen de Chile

6- Festas e bares

Patio Bellavista: ícone de diversão em Santiago | Foto: Emilia de la Fuente/Imagen de Chile

A vida noturna de Santiago tem muito a oferecer. A cidade tem uma agenda de shows muito variada e ativa durante todo o ano. Não deixe de conhecer os pulsantes bairros de Bellavista, Bellas Artes, Lastarria, la Plaza Ñuñoa e Brasil. Guarde uma noite também para Vitacura! Em todos eles você encontrará desde pequenos bares, mais intimistas até lugares maiores com interessantes propostas. Além deles verá muitos clubes de música eletrônica, outros para dançar Salsa e também os mainstream.

7- Mirantes

Cerro San Cristóbal | Foto: Divulgação/Imagen de Chile

Santiago é uma cidade de mais de 6 milhões de habitantes e existem muitos lugares de onde é possível obter belas vistas. O principal e mais famoso mirante é o Cerro San Cristóbal, que está no bairro Bellavista. Menor, mas também uma boa opção é o Cerro Santa Lucía, no centro.
Ao final do dia a pedida é ir ao observatório do edifício mais alto da América Latina, o Sky Costanera – assim você poderá ter uma bela vista de Santiago durante o dia e à noite!

8 – Ski

Foto: Divulgação/Imagen de Chile

Como já dissemos, a Cordilheira dos Andes está muito próxima, e por isso por ali existem muitos e variados centros de Ski, uma oportunidade para quem ainda não conhece a neve conhecê-la e para todos conferirem paisagens espetaculares.
Os centros mais próximos são o El Colorado, Farellones, La Parva e Valle Nevado. Um pouco mais distantes e menos conhecidos são o Portillo e Lagunillas.
A partir de Santiago partem tours para estes centros onde também é possível contratar aulas de ski, caso você nunca tenha esquiado.

9- Compras

Costanera Center é o maior shopping da cidade. Nele está o Sky Costanera | Foto: Divulgação/Imagen de Chile

Santiago tornou-se capital das compras na América do Sul nos últimos anos. Dólar alto e muita oferta fazem com que os preços sejam bastante atrativos para os visitantes. Na cidade há muitos shoppings centers e grande variedade de lojas de renome mundial. Os mais frequentados por viajantes são o Costanera Center, o Parque Arauco e os outlets de Quilicura.

10- Arquitetura

A igreja de San Francisco (século XVI) é a construção mais antiga da cidade | Foto: Divulgação/Imagen de Chile

Santiago foi fundada no século XVI e ainda tem muitos de seus edifícios históricos preservados. Belíssimos cenários para os olhos e para fotos e vídeo. Por lá você encontrará marcos da arquitetura clássica e moderna, de prédios do governo a palácios familiares, passando por habitações sociais além dos de herança espanhola.

Onde ficar

Agenda de atividades no Santiago Backpackers proporciona ainda maior interação entre os hóspedes | Foto: Divulgação.

Um dos dormitórios do Santiago Backpackers | Foto: Divulgação.

Localizado no bairro Bellas Artes, área central de Santiago, o ‘Santiago Backpackers’ é um hostel ideal para aqueles que procuram fazer novos amigos durante a viagem. Por lá, além dos bons serviço e estrutura, há atividades para integração entre os hóspedes quase todos os dias.
O hostel conta com opções de quartos privativos e dormitórios compartilhados, inclusive um somente para mulheres.
O buffet de café-da-manhã é muito completo e sua localização é privilegiada. Boa parte das atrações são facilmente acessadas a pé (Palacio de la Moneda, Plaza de Armas, Parque Forestal, Bellavista, Mercado Central, La Vega e muitos outros).
Através do site www.santiagobackpackers.com é possível fazer facilmente sua reserva e conferir os bons preços por ele oferecidos.
Confira também a página do hostel no Facebook: www.facebook.com/santiagobackpackers onde é possível ver mais fotos e a agenda de atividades.

Se você busca algo diferente de um hostel, talvez se interesse por um apartamento no ‘Santiago Furnished Apartaments’. O local oferece apartamentos mobiliados para casais, famílias ou grupos. É uma ótima opção para quem gosta de cozinhar em casa e busca mais privacidade.
Fica no bairro Belas Artes, bem pertinho da famosa Plaza de Armas. Para mais informações, fotos e reservar sua estadia acesse o www.santiagofurnished.com

Santiago Furnished Apartaments | Foto: Divulgação.

Santiago Furnished Apartaments | Foto: Divulgação.

Santiago é uma cidade segura e muito amigável com seus visitantes e, como você viu, há muito a que se descobrir por lá. Visite Santiago e faça você mesmo(a) seu “top 10”!

Este é um publieditorial
Texto: Equipe Santiago Backpackers


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Os 10 + vistos do Mês

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