Conecte com a gente

África do Sul

Soweto – Roteiro completo deste pedacinho imperdível da África do Sul.

Publicado

em


South Western Townships – traduzindo: Bairros do Sudoeste, este é o real significado de Soweto.

Em 1963 de acordo com as leis do Apartheid, os negros estavam proibidos de viver nas mesmas áreas que os brancos, com isso foram determinados bairros para alojar os negros que trabalhavam nas minas de ouro – que eram a principal atividade econômica da região até então.

Cada vez mais este bairro negro começou a crescer e de forma desordenada, e mesmo cidadãos negros da classe média foram incorporados em Soweto, o que acabou unindo todos os bairros em um único.

Soweto cresceu tanto que em 1983, o bairro deixou de fazer parte de Joanesburgo, e passou a ser reconhecido como cidade.

Tanta gente unida a força e separada pela cor da pele, Soweto ficou conhecida por ser o principal foco de resistência anti-racista e de protestos dos negros contra a política oficial de discriminação.

Uma destas manifestações – a mais sangrenta – ficou conhecido como Levante de Soweto, que foi uma violenta repressão da polícia em 16 de Junho de 1976, em uma manifestação de 20 mil estudantes que protestavam pelo bairro contra a inferioridade das escolas para negros, que estavam superlotadas e eram de péssima qualidade.

A manifestação seguia pacífica, até o confronto com a polícia na tentativa de contê-la, e estima-se que a policia assassinou cerca de 700 estudantes neste dia.

Se pararmos para pensar, isso tudo é muito recente, pois o Apartheid durou até 1994, e ainda hoje aqui se respira a memória daqueles duros tempos, o que é claramente perceptível observando as ruas e as estatísticas, pois aqui ainda é a maior concentração de negros da cidade com cerca de 4 milhões de habitantes.

O fim do regime não exterminou o problema social, mas aos poucos muita coisa vem mudando no lugar.

1.4- Quero Mochilar Soweto

Informações complementares: Como chegar, segurança, tomadas, moeda, orçamento etc… no www.queromochilar.com.br

ROTEIRO

Como este é o primeiro post desta viagem de 20 dias pela África, vou falar um pouco do planejamento da mesma.

A África sempre foi um sonho de infância e creio que não só meu! Afinal, quem nunca sonhou em fazer um safári e encontrar todos aqueles animais, não é?

Quatro meses antes da viagem defini a África do Sul e Namíbia como meus próximos destinos, e criei um roteiro.

Mapa roteiro de 14 dias pela África do Sul: 

Foram 14 dias muito intensos e com experiências incríveis que levarei para a vida toda. Quis conhecer a capital e as principais cidades do país que são litorâneas, além de neste trajeto conhecer vários parques e outros lugares muito interessantes.

Roteiro pela África do Sul:

  • Dia 1 e 2: Soweto + Johannesburg
  • Dia 3 e 4: Durban
  • Dia 5: Porto Elizabeth
  • Dia 6 e 7: Addo Elephant National Park
  • Dia 7: Schotia Game Reserve
  • Dia 8: Jeffreys Bay
  • Dia 9: Tsitsikamma National Park + Face Adrenalin
  • Dia 10: Sedgefield + Cangos Caves + Oudtshoorn
  • Dia 11 e 12: Table Mountail National Park
  • Dia 13: Constatia
  • Dia 14: Cape Town

E a viagem continua na Namíbia.

Todos estes destinos em breve no www.queromochilar.com.br – acompanhe.

O QUE FAZER EM SOWETO?

1- ENTRADA DO DISTRITO.

A primeira parada é onde começa o lugar símbolo do Apartheid, a área residencial do Soweto.

Esta é uma parada quase que obrigatória, afinal, quem não quer uma foto nesta placa igual a todo mundo, não é?

0- Quero Mochilar Soweto

Foto: Inicio de Soweto.

No começo de Soweto podemos observar casas de boa qualidade, mostrando que aqui reside uma população com um pouco mais de dinheiro, que mesmo após o fim do Apartheid resolveu continuar morando por esta região, sendo a parte mais estruturada da área.

O guia contou que estes moradores têm uma forte ligação com o lugar, e por isso não querem sair, mesmo após ganharem dinheiro, apesar de alguns dizerem que muitas das casas não foram compradas com “dinheiro limpo”.

Afastando mais desta parte e caminhando para área turística já podemos observar a realidade da maior parte do bairro, com casas bem simples, sem saneamento e qualidade, mostrando a pobreza do lugar.

1.1- Quero Mochilar Soweto

Foto: A realidade da maior parte de Soweto.

Por aqui também há várias pessoas perambulando sem rumo, que são na maioria refugiados de outros países africanos, o que nos chamou bastante a atenção.

2- ORLANDO TOWERS.

Horário de funcionamento da principal atração – Bungy Jump: Segunda a quinta: das 12h00 ás 17h00 e Sexta á domingo e feriados: Das 10h00 ás 18h00.

Alguns valores das atrações:  Bungee jumping, 480 rands; power swing e internal swing, 360 rands; rapel, 360 rands; plataforma de observação, 60 rands. (Para ter uma ideia em reais multiplique por 0,35).

Um pouco sobre as Torres de Orlando…

Estas duas chaminés são uma antiga usina elétrica movida a carvão que funcionou entre 1942 e 1998. Hoje estas torres são um dos símbolos da cidade.

Este símbolo de Soweto, além de proporcionar um belo visual devido as pinturas dos famosos filhos e filhas do Soweto, desde 2008 começou a oferecer a possibilidade aos turistas de praticar alguns esportes radicais, além de ser uma área de entretenimento completa até com restaurantes.

Aqui você pode: jogar paintball, assistir jogos na TV, praticar arco e flecha e ainda se jogar de duas atrações bastante radicais: uma queda-livre de 40 metros e saltar do bungy jump nas torres com 100 m de altura.

Caso queira participar de alguma das atrações é só falar com a Van do tour do Hop On- Hop Off, que ela te deixa aqui, e você continua o tour na próxima van.

2- Quero Mochilar Soweto

Foto: As duas belas torres, e como podem observar a ponte de onde podemos saltar ligando uma a outra.

3- FEIRA DE ARTESANATO.

Acho que não temos como fugir destas paradas “estratégicas” em tours, não é?…rs.

Quando vamos para a conhecida praça de Héctor Pieterson, paramos em frente a uma feira de artesanato, com muitos produtos bem bonitos, mas bem caros, pelo que andei depois pela África, aqui foi um dos lugares mais caro que vi.

Mas se ver algo bom, compre sim, é uma maneira de ajuda a população de Soweto e os produtos realmente são bem bonitos e de qualidade.

Os vendedores são um pouco insistentes, mas depois do Egito eu fiquei mais tolerante com eles e me incomodo um pouco menos…rs.

1.5- Quero Mochilar - Soweto

Foto: A arte das feirinhas de rua.

4- MEMORIAL HÉCTOR PIETERSON.

Lembra do massacre que falei no inicio do post?

Então, Hector Pieterson, foi um estudante de 13 anos, que foi uma das vítimas e acabou se tornando o símbolo deste trágico dia. Desde 1990, nesta praça há no local um tributo ao jovem e à história do massacre.

Um pouco sobre Héctor Pieterson…

Durante  Apartheid o governo investia no aluno branco algo em torno de 15 vezes mais que em um aluno negro. Além disso, ficou definido que a partir de uma data nas escolas dos negros as aulas seriam ministradas no idioma africanês, língua falada majoritariamente pelos brancos, oriunda do holandês, e este foi o motivo principal que levou os estudantes para as ruas.

Neste protesto que começou pacífico, em torno de 20 mil estudantes tomaram as ruas com cartazes protestando o uso do africanês nas escolas e também por mais liberdade para população não branca.

O plano do protesto era se encontrar em frente ao Orlando Stadium e de lá seguir ao escritório da autoridade local de educação, mas os estudantes foram interrompidos pela polícia no meio do caminho, que pedia pelo fim imediato do protesto, e foi ai que o confronto começou.

Sem dó nem piedade a polícia atirou abertamente contra os jovens.

A contagem oficial de mortos foi de 95 pessoas, mas muitos falam que a verdade é que chegou a mais de 700 estudantes assassinados.

1.2- Quero mochilar Soweto

Foto: Ao fundo a imagem símbolo e que ganhou o mundo: Héctor já morto sendo carregado enquanto sua irmã o acompanhava desesperada- Símbolo da repressão sofrida pelos negros na época do Apartheid.

História conhecida, parti então para a principal atração da cidade.

5- CASA DO MANDELA

Horário de funcionamento: Aberto diariamente das 9h00 ás 16h45.

Entrada: R 60 (R$ 21,00).

Duração: 30 min/1 hora.           

Como Chegar: Localizada no número 8115 no Oeste de Orlando em Soweto, na esquina das ruas Vilakazi e Ngakane.

Um pouco sobre a casa do Mandela…

Construída em 1945, Nelson Mandela se mudou para cá com a sua primeira esposa, Evelyn Ntoko Masa e seu filho, no ano de 1946.

Em 1957 ele se divorciou, e aqui continuou com sua segunda esposa, Nomzamo Madikizela (Winnie).

Logo após este período, foi quando Mandela intensificou sua luta pela causa dos negros, até que em 1962, acabou detido e condenado à prisão perpétua, onde passou a maior parte da pena em uma cadeia próxima a ilha de Cape Town ( Robben Island).

Após ser libertado em 1990, Mandela retornou a esta mesma casa, mas por pouco tempo, apenas 11 dias, quando decidiu se mudar para um apartamento maior também em Soweto, de onde saiu somente para ocupar a residência presidencial, em 1994.

O primeiro presidente negro da história da África do Sul, também já foi vencedor do Prêmio Nobel da Paz no ano de 1993.

Antes de morrer, aos 95 anos (2013), Nelson Mandela viajou o mundo espalhando sua visão humanitária de igualdade racial.

Hoje, nesta casa-museu podemos observar móveis, fotografias, quadros, objetos de uso pessoal, livros, prêmios etc, tudo que nós faz sentir voltando ao tempo e entender melhor sua vida.

O interessante é que boa parte da casa é original, assim como os objetos expostos.

2.1- Quero Mochilar

Foto: Entrada da casa do Mandela.

5- Quero Mochilar Soweto

Foto: Interior da casa – Quarto.

6- VILAKAZI STREET

Bem em frente a casa de Mandela está a movimentada Rua Vilakazi, que merece uma atenção especial, pois é a única do mundo onde residiram dois ganhadores do Prêmio Nobel: Nelson Mandela e o arcebispo Desmond Tutu – Ambos dividiram o sonho de viver em um país mais tolerante independente da cor da pele.

Este rua é bem movimentada, com algumas lojinhas, cheia de gente pedindo dinheiro e as vezes apresentando sua arte em troca de alguma gorjeta de turistas, e alguns são bem bons e realmente valem a pena.

10- Quero Mochilar Soweto

Foto: A criançada pronta para uma apresentação e umas gorjetas.

Nesta rua há vários restaurantes, e um deles é o Sakhumzi, um self service de comida africana, um ótimo lugar para almoçar e experimentar o tempero e a comida do país.

O almoço é caro, custa ZAR 185 (R$ 64,75) com sobremesa e sinceramente eu não achei a comida boa não… rs, mas pelo menos comecei a viagem comendo comidas típicas…rs.

9- Quero Mochilar Soweto

Foto: Estas três coisas de cores amarelas, branca e rosa, são as papas, comida bem típica.

7- FNB ESTADIO DE FUTEBOL.

Horário de funcionamento: Diariamente, exceto em dias de jogo.

Entrada: R 50 (R$ 17,50).

Duração: 1h e meia.

Mesmo sendo construído em 1989, este estádio foi todo reformado para receber os jogos da copa de 2010, e ficou conhecido como“Cabaça” devido a sua aparência. Foi aqui o palco da partida inaugural e final da Copa do Mundo deste mesmo ano.

A importancia da escolha deste local é por que foi aqui também a última aparição pública de Mandela durante a partida  decisiva da copa.

Acabei não conhecendo por dentro por falta de tempo, mas sei que é possível fazer tour completo passando por : vestiário, túnel, arquibancada, áreas vips e ir até o gramado.

16- Quero Mochilar Soweto

Foto: O famoso estádio que só conheci por fora.

Acabando o dia voltamos para Johanesburgo, descemos próximo ao hostel e fomos rapidinho para o Once In, pois todos dizem para evitar andar depois das 17h na região.

 LIÇÕES APRENDIDAS.

1- Uma opção bastante interessante é o passeio de bicicleta por Soweto, oferecido pela Soweto Bicycle Tour.

2- Para quem que saber mais sobre Soweto há o maior museu da cidade localizado a duas quadras da praça Héctor Pieterson. Acabei não indo por falta de tempo, mas fica a dica.

3- ATENÇÃO: Nos disseram que poderíamos deixar as coisas na Van do Hop on – Hop Off para almoçar, mas a família que estava na mesma van que eu, deixou a jaqueta com algum dinheiro lá dentro e este dinheiro desapareceu. Por coincidência, o guia e motorista da van disse que ia nos esperar almoçar, mas apareceram no meio do almoço dizendo que não poderiam esperar, devolveram os casacos, e falaram para pegarmos a próxima van em meia hora. Esta próxima van atrasou bastante e quando passou estava cheia e ninguém havia comunicado a eles sobre nós. Nos esprememos lá dentro, as crianças foram no colo, e assim, fomos de volta ao ponto de encontro para pegar o ônibus.

Será que fugiu, por causa do dinheiro? ficou a dúvida no ar…

4- Começei o tour em Soweto tarde, e se tivesse mais tempo eu faria um passeio aqui de um dia todo, pois tem bastante coisa para fazer. E se pudesse escolheria novamente o Hop On – Hop Off, que apesar do imprevisto acima, foi uma excelente escolha e o tour guiado foi de qualidade.

5- Outras atrações em Soweto que não citei aqui:

– Orlando Stadium: Casa de um dos principais times da liga sul-africana, o Orlando Pirates.

–  Kliptown Open Air Museum: museu ao ar livre dedicado a Walter Sisulu, outro grande expoente na luta contra o Apartheid.

Informações de custos e mais dicas sobre a África do Sul acesse o – www.queromochilar.com.br

Votar

3 pontos
Upvote Downvote

Comentários do Facebook

comentários

Clique para comentar

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

África

10 dicas para um roteiro completo na África do Sul!

Publicado

em


Cada vez mais procurada, e não só pelos Safáris, a África do Sul vem crescendo a cada ano entre os destinos preferido dos brasileiros, e não é à toa. O país mais desenvolvido do continente africano está bem estruturado para o turismo e cheio de atrações para todos os gostos e idades. Safáris, belas praias, montanhas, cidades modernas, cavernas e aventura, seja lá o que você procura, você pode encontrar aqui.

Fiquei 15 dias no país, em um roteiro super dinâmico e otimizado, e não mudaria nada nele, na verdade, só incluiria outros lugares e em alguns destinos mais tempo, afinal, para um país tão diverso em todos os aspectos, meio mês dá para ver muito, mais ainda assim é pouco.

O que fazer e encontrar neste pais incrível? Vamos lá que vou lista para você 10 coisas imperdíveis.

1- Conhecer a história da Segregação Racial e Nelson Mandela.

Comece sua viagem assim…

Nada melhor que começar conhecendo o país com o bairro mais famoso de todos, ícone da luta contra a segregação racial, e local onde morou o ícone do país, Nelson Mandela. Soweto pulsa a cultura da África, e por ficar próximo a Johanesburgo, um bate e volta cabe perfeitamente no seu roteiro. Além de história, aqui você ainda pode almoçar em restaurantes típicos e ver várias apresentações interessantes de graça na rua, uma ótima oportunidade de presenciar a cultura do país.

1.4- Quero Mochilar Soweto

Foto: Soweto – Vista da praça Héctor Pieterson para a Orlando´s Tower.

Já  Johanesburgo, a maior cidade da África do Sul, não pode ser só seu ponto de chegada e saída. Joburg, também tem vários museus, ótimas cervejarias e restaurantes. E ainda há atrações imperdíveis como o Constitution Hill, e o museu do Aphartheid, que junto com Soweto, te farão entender ainda mais o período da segregação racial do país e seus traços na cultura.

IMG_3920

Para quem quer aprofundar ainda mais a história de Mandela, em Cape town, pode aproveitar para conhecer a Robben Island, a ilha prisão onde ele ficou detidos por décadas.

2- Se sentir na Índia.

 Já estou na África, por que iria querer me sentir na Índia? Não sei, mas… eu quis e fui para Durban.

Uma das maiores cidades do país, Durban é enorme, e a maior comunidade indiana fora da índia. A cidade é repleta de templos, mercados, temperos e culinária indiana, sendo um passeio super interessante. Durban é litoral, e além de praias, constam nas suas atrações: museus e um parque aquático com show de golfinhos e um dos aquário mais lindos que já vi. Conhecer a índia na África será um experiência agradável. Pode apostar!!

1.4- Quero Mochilar Durban

Foto: Mercado em Durban – Ótimo lugar para entender os cheiros e sabores da cidade.

3- Fazer safári.

Sonho de criança de quase todo mundo, não é mesmo?? 

Este penso que é o objetivo de quase 100% dos turistas que vão para África, e totalmente compreensível, pois é uma experiência incrível.

Quem nunca sonhou em ver os animais que povoam nossa mente desde infância de forma livre e totalmente selvagens, e ao vê-los a sensação de prazer é enorme.

O mais famoso dos safáris do país é o Kruguer, mas fica afastado das outras belas atrações litorâneas, portanto se não conseguir conciliar, pode conhecer outros próximos a Johanesburgo, ou o Addo Elephant National Park, que foi o que eu escolhi. Colado em Porto Elizabeth este parque é um santuário de Elefantes. Lá você pode observá-los em seu ambiente natural, e ter este encontro incrível com a natureza, além de ver vários outros animais em seu ambiente selvagem, e do jeito que tem que ser.

6.6- Quero Mochilar

Foto: Mesmo tendo leões no Addo, aqui, eles são os reis da selva.

Na África do Sul, há algumas reservas privadas, que criam os animais soltos e selvagens, mas por estarem em uma área menor que um parque nacional, é fácil manejá-los, e assim facilitar a visualização pelos turistas. É um pouco um zoológico, mas também uma experiência válida, pois consegue ver mais animais e bem mais próximos, e ver um rinoceronte de perto é fantástico.

2.10.1- Quero Mochilar Schotia

Foto: Oportunidade forçada, mas válida.

4- Conhecer o porto da rainha.

Outra cidade litorânea, também com belas praias e ótimos restaurantes. Em Porto Elizabeth, há belos mirantes para a cidade, praças e parques, e um centro de compras chamado Boardwalk, onde há show de luzes em água todos os dias. Um lugar para se passar o tempo e apreciar uma boa música e comida.

13- Quero Mochilar Porto Elizabeth

Foto: O melhor ponto de Porto Elizabeth.

5- Conhecer a cidade do surfe e pegar uma praia.

Jeffreys´s Bay, conhecida como a cidade do surf, tem um clima super especial. Uma cidadezinha pequena, mas bem turística, com belas praias, gente bonita e boa comida. E para quem não quer mar, até cachoeira há aqui.

Vale lembrar que esta cidade é aquela que ficou famosa por um surfista ter sido atacado ao vivo por um tubarão branco em pleno campeonato. Então cuidado com o mar!…rs.

2.4- Quero Mochilar Jeffreys Bay

Foto: Vamos nadar???…SQN.

6- Descer a Garden Route.

A Garden Route é um trecho da Rodovia N2, que começa no Tsitsikamma Park e termina em Mossel Bay. Há quem desce ela conhecendo todas as cidades, e outras pessoas que só fazem um trecho como eu fiz. Aqui você pode fazer coisas incríveis, além de conhecer belas cidades litorâneas como Sedgefield e o belo parque Tsitsikamma.

3.3- Quero Mochilar Sedgefield África do Sul

Foto: Pôr do sol em Sedgfield.

7- Saltar do maior Bungy Jump de ponte do mundo.

Aqui na África do Sul, em plena Garden Route esta o maior Bungy Jump de ponte do mundo. São 216 metros em apenas 4 minutos de adrenalina, mas uma emoção tão forte e intensa que você lembrará para o resto de sua vida.

5.1- Bungy Jump África do Sul Quero Mochilar

Foto: Teria coragem?? Até hoje não acredito que tive… rs.

8- Conhecer uma caverna.

Uma das mais belas cavernas abertas a visitação do continente africano esta aqui, e visitá-la é uma verdadeira aventura. Vá preparado e com disposição, pois se escolher o trajeto mais longo, o aventura, você vai passar por passagens bem estritas, na verdade rastejar… e além de suado sairá bem sujo… rs, mas vale a pena.

10- Quero Mochilar Cangos Caves

Foto: A bela caverna.

9- Visitar uma fazenda de avestruz.

Ainda na Rota 61, a mesma da visita da caverna, esta a cidade de Oudtshroon, onde estão concentradas as fazendas de avestruz do país. Visitá-las é bem interessante. Além de conhecer sobre o manejo e biologia da ave, podemos alimentá-las e terminando o passeio comendo um prato delicioso, adivinha do que??? De avestruz.

14- Quero Mochilar Outdshoorn

Foto: A massagem que ganhei aqui… rs.

10- Descansar a vista em Cape Town

Descansar a vista, pois aqui tem paisagens de encher os olhos…

A cidade mais turística do país é um lugar imperdível. Para onde quer que você olhe, você irá encontrar uma bela paisagem. Aqui ainda podemos ver o “fim” da África (Cabo da Boa Esperança), o encontro dos oceanos (Índico e Atlântico), conhecer praias repletas de focas e pinguins e subir em montanhas que te farão ter uma das mais belas visões da sua vida.

01- Quero Mochilar

Foto: Visão dos 12 apóstolos.

Os apaixonados em vinhos, ainda poderão conhecer a região de Constantia, um lugar com centenas de vinculas, onde se pode fazer passeios que incluem degustação e boa comida.

17- Quero Mochilar - Klein

Foto: E um vinho em Constantia, esta afim??

Gostou?? Quer correr pra lá???

O Quero Mochilar tem 16 posts com roteiro completo para 15 dias por todos estes lugares. Acesse o blog e veja todas as informações que você precisa saber para programar sua viajar, ou simplesmente, saciar sua curiosidade.

Acesse aqui: www.queromochilar.com.br


Comentários do Facebook

comentários

Continue lendo

África

Bloukrans Bridge – África do Sul- O maior Bungy Jump de ponte do Mundo!

Publicado

em


O Bungy Jump da Bloukrans Bridge está na área do Tsitsikamma National Park. Essa famosa ponte em formato de arco fica na Garden Route sobre o vale do rio Bloukrans e possui 216 metros de altura, sendo reconhecida por possuir o “bungy mais alto de uma ponte” no mundo. O Bloukrans Bungy usa a tecnologia de bungy pendular para garantir o melhor e mais confortável bungy jump possível. Jumpers são protegidos em um arnês de corpo inteiro combinado com uma conexão de tornozelo.

 

O Bloukrans Bridge conta ainda com uma série de recordes mundiais. Em 2003, Bloukrans bungy foi reconhecido como o salto comercial mais alto do mundo (hoje o mais alto está na Nova Zelândia). Em 2008, fez parte de dois recordes mundiais: Veronica Dean realizou 19 saltos em uma hora e Bill Boshoff realizou 101 saltos em um período de 24 horas, recorde que foi posteriormente quebrado por Scott Huntley com 107 saltos no período de 24 horas.

 1- Bungy Jump África do Sul Quero Mochilar

Trecho do Blog Quero Mochilar, onde há um post bem mais completo com orçamentos e vídeos: www.queromochilar.com.br 

Como chegar?

A Bloukrans River Bridge, fica as margens da N2 Highway, sendo parte da Rota do Jardim (Garden Route), parada fácil até mesmo para aqueles que não desejam saltar e querem somente conhecer o lugar.

Em relação as principais cidades a distância é:

  • Jeffreys Bay: 125 km – 1h 15min
  • Plettenberg: 38,6 km – 30 min.
  • Cape Town: 561 km – 6h20min

Este lugar é uma ótima combinação com o Tsitsikamma National Park, pois fica a menos de meia hora da portaria do parque, no sentido Cape Town, sendo caminho para quem inicia a rota do Jardim, por esta região.

ROTEIRO

Horário de funcionamento: Diariamente das 9h00 às 17h00.

Valor: R 950 ( R$ 285,00 ) – Caso queira fazer outro salto, o próximo pode ficar até 75% mais barato.

Dica: O melhor é fazer a reserva antecipada pelo site da Face Adrenalin. Pode até sair mais barato em algumas ocasiões.

Sobre o Bloukrans Bridge…

Cheguei na Bloukrans Bridge já era umas 13h00, a ansiedade era enorme, e não tinha nada reservado. Por isso corri para a recepção para pegar a próxima turma.

O lugar do salto tem uma ótima infra estrutura, que conta com: restaurante, banheiros, áreas de repouso e ainda um mirante para o vale onde acontece os saltos. Recomendo conhecer tudo depois de já ter comprado seu pulo, para não perder a próxima saída.

Eu adquiri meu ingresso na mesma hora, não era temporada e foi tranquilo.

2- Bungy Jump África do Sul Quero Mochilar

Foto: Recepção: Onde compramos nossos ingressos.

2.1- Bungy Jump África do Sul Quero Mochilar

Foto: Já com alguns dos equipamentos só esperando a chamada para a ponte.

Como funciona o Salto?

Os agendamentos são para até 20 pessoas por turma, e cada turma parte para a ponte de hora em hora.

Assim que efetivar o pagamento e preencher o formulário se responsabilizando pela sua morte (rs), você vai para a preparação.

Na preparação eles fazem a sua pesagem e marcam as informações na sua mão. Esta pesagem servirá para agilizar o processo e definir a corda ideal para o seu salto de acordo com seu peso. Por isso mesmo,  não é possível escolher a ordem dos saltos, que vai de acordo com a ordem dos pesos da turma.

 4.2.1- Bungy Jump África do Sul Quero Mochilar

Foto: Meu peso e corda.

Neste quiosque da pesagem já vestimos também o equipamento que envolve as pernas, a cintura e os ombros. Tudo pronto seguimos para a ponte.

Antes de entrarmos na ponte há uma parada onde recebemos as principais orientações para o salto.

Uma delas é: Ao saltar, pegue impulso e se jogue o mais longe possível. Evite pular reto (foi o que fiz).

Poderia dizer que fiz assim só para ilustrar para o Blog o jeito errado pra vocês não fazerem, ou que fiz do jeito mais perigoso por que sou corajoso, mas a verdade é que sou atrapalhado mesmo….kkkkk.

Vamos lá…

Tinha pensado comigo que não olharia para baixo até saltar, mas é impossível. A passarela que vamos para a ponte é de um piso vazado, onde vamos vendo tudo lá embaixo. E nesta hora que a tensão começa a aumentar e o coração a vir para boca. Se for desistir, será nesse momento, aposto!!

Quando estamos na área do pulo, recebemos mais instruções rápidas e é passada a ordem dos saltos.

4- Bungy Jump África do Sul Quero Mochilar

Foto: Área do Salto. Observe o monitor ali em cima onde você pode assistir quem saltou.

4.2- Bungy Jump África do Sul Quero Mochilar

Foto: Equipe que saltou!

A equipe do Face Adrenalin é super profissional e passa muita segurança. Antes do salto estamos escutando músicas animadas e altas, e é criado um clima maneiro que ajuda a relaxar e pegar coragem.

Em meio a músicas e brincadeiras, lá foi a primeira pessoa, e ela era minha amiga – Luana.

Que saltou calma, pulou certinho como se estivesse em um piscina, e foi um lindo e corajoso salto (pena que não tenho foto). Eu vendo fiquei super nervoso, não parava de rir, mas era medo eu acho…rs. Enquanto a pessoa está lá embaixo, nos podemos ver tudo pelo monitor. Tente filmar o monitor, se não vai comprar o vídeo.

Um por um foi indo, até a minha vez: Fui o último!

É um processo de produção o pulo, enquanto um salta a equipe prepara o próximo. Jumper resgatado, pula o próximo.

Chegou minha hora…

Antes de saltar o coração vem na boca e bate forte, muita tensão.

Você fica sentado em um banco ao lado da plataforma enquanto amarram a proteção da corda envolta nas pernas e pés.

4.3- Bungy Jump África do Sul Quero Mochilar

Foto: Preparação.

4.4- Bungy Jump África do Sul Quero Mochilar

Foto: Amarração principal. Até aqui fui com as minhas botas Ecosafety.

Tudo pronto, vão levar você lá para beirada (juro escrevendo este momento meu coração bateu mais forte só de lembrar… revivi). Agora você não anda mais e dois caras da equipe envolvem seus braços no pescoço deles e você vai saltando até a beirada da plataforma.

 4.5- Bungy Jump África do Sul Quero Mochilar

Foto: Quase…

Seus pés ficam metade para fora e metade para dentro, você tem que flexionar o joelho e saltar!

E agora: Como não olhar para baixo??? E quando você olha, você se borra todo…rs.

Outra: Como pegar impulso assim??

Flexionei os joelhos e só escutei em inglês: 3, 2, 1 … Três segundos eternos, que passou pela minha cabeça incontáveis coisas: pula logo, flexiona, vai agora, espera… preciso de mais um tempo….

Mas depois do One (1), seu pé já meio para fora, eles dão um leve empurrãozinho no braço, e eu fui, sem nem mesmo perceber muito bem que estava indo.. meio que desequilibrei…rs. Com as pernas dobradas tremendo na tentativa de flexionar para pular, fui reto, do jeito errado, por isso digo que cai do Bungy, não saltei, e foi um Bungy Falling (Queda de Bungy Jump).

5- Bungy Jump África do Sul Quero Mochilar

Foto: Oh dó de mim, com as pernas flexionadas….kkkkk Juro que ia saltar.

5.1- Bungy Jump África do Sul Quero Mochilar

Foto: Lá fui eu…

5.2- Bungy Jump África do Sul Quero Mochilar

Foto: Abri os braços só agora…kkkkk.

O “trem” é alucinante! Pelo tempo ligado da Gopro a duração da queda a ser resgatado são apenas 4 minutos e meio, mas a sensação é de uns 15.

A queda é super rápida, coisa de um minuto e a melhor hora para mim é o primeiro “tranco”, quando a corda te puxa de volta…. loucura!!! Dá pra ver certinho na minha filmagem da GoPro.

Conforme vamos caindo, a música some, e a única coisa que escutamos é o vento e nosso berro…rs. Aos poucos a sensação de medo é tomada por uma descarga de adrenalina incrível, sério, penso que fiquei com aquela adrenalina toda mais de um dia no corpo.

Quando finalmente para, para mim é o pior momento, pois ficamos pendurados olhando aquele monte de pedra, árvore e água lá embaixo, e só torcendo para ser resgatado logo. A sensação de que suas pernas vão escorregar do equipamento e que você vai cair não sai da mente.

O alívio só chega quando do nada esbarra comigo o instrutor, que desce em um cabo com uma cadeirinha. Já grudei nele. Na hora que ele chegou assustei, e se não fosse a cordinha bem amarrada minha GoPro tinha ido abismo abaixo…rs.

O cara vai conversando com você o tempo todo, para te tranquilizar e distrair. Agora vamos subindo como em um Rapel até a ponte, pelo lado oposto do salto.

5.3- Bungy Jump África do Sul Quero Mochilar

Foto: O funcionário me distraindo com um bate papo.

Quando chegamos e nos sentimos seguro é uma alegria enorme!!

5.4- Bungy Jump África do Sul Quero Mochilar

Foto: Pura adrenalina…rs.

Ufa, deu tudo certo, estamos sãos e salvos e muito orgulhosos da nossa coragem.

Gostou? Quer saber mais detalhes como custos, horários etc destes destinos… ou saber mais de outras atrações de Belém, então acesse o www.queromochilar.com.br e saiba mais.

 Siga o Quero Mochilar no Instagram.


Comentários do Facebook

comentários

Continue lendo

África

Passo a passo de um Safári – Addo Elephant National Park – África do Sul

Publicado

em


SOBRE O ADDO ELEPHANT NATIONAL PARK

Este belo parque que começou com 2.500 hectares é hoje o terceiro maior do país com aproximadamente 180.000 ha, ficando atrás apenas do Kruger e do Kgalagadi. Como o próprio nome diz, o Addo nasceu principalmente para a proteção deste grande mamífero africano, o Elefante.

No início do século XX os elefantes se tornaram um problema, eles destruíam plantações, cercas e casas e com isso causavam prejuízo e dor de cabeça para os moradores da região, além do fato deles serem um dos animais mais agressivos da África. Visto como um inimigo perigoso eles começaram a ser eliminados sem dó nem piedade.

Em 1931, quando restavam apenas 11 indivíduos, Sydney Skaife – um famoso entomologista e naturalista sul africano – lutou para criar nesta área um santuário para estes sobreviventes, e com o passar dos anos, o isolamento da área e a troca de matrizes entre outros parques sul africanos, o Addo se mostrou um sucesso, e hoje abriga mais de 600 elefantes, além de várias outras espécies em risco como rinocerontes e leões.

Muito conhecido no país e procurado devido a facilidade de ver elefantes, hoje o Addo recebe cerca de 120 mil visitantes por ano, sendo um dos parque mais procurados da África do Sul.

Um lugar realmente especial, que cumpre seu papel com respeito e sucesso e que merece nossa atenção. Vamos conferir?

6.3- Quero Mochilar

TEXTO DO BLOG: WWW.QUEROMOCHILAR.COM.BR.

Informações extras e mais destinos da África acesse o endereço acima.

Como chegar?

O Addo é enorme, portanto vou focar aqui onde fui, que á a parte central e a área onde ocorrem os safáris, conhecidos aqui como games drive. Estas áreas são: Addo Main Camp Area e Colchester area.

Há duas entradas principais para a área dos Games:

Entrada 1- Portão Matyholweni (Colchester area): Mais ao sul, a 40,8 km de Porto Elizabeth – 37 minutos de carro.

Esta é a entrada recomendada para quem chega cedo e quer passar o dia no parque e tem como ponto final a área dos lodges e resturantes. Referência para pessoas que vem de Porto Elizabeth, ou da rodovia litorânea.

Entrada 02- Portão Principal (Addo Main Camp Area):  Mais ao norte, cerca de 72 km de Porto Elizabeth – 1 hora de viagem.

O portão que dá acesso a estrutura principal do parque que constituí de: Centro de visitante, restaurante, recepção e área dos lodges (hospedagem). É daqui também que saem os safáris oficiais do parque com aqueles carros que sempre vemos.

Em ambos os acessos a rodovia está em excelente condição e é bem sinalizada, portanto pode ir despreocupado.

 Mapa: Porto Elizabeth até a entrada Matyholweni.

Quando ir?

O parque pode ser visitado o ano todo, sendo que a melhor época para ver animais são nos meses de inverno, fim do outono e começo da primavera, quando não está tão quente. No verão, nos dias mais quentes acaba que os animais ficam escondidos nos arbustos tornando sua visualização mais rara. Não que você não irá ver animais nesta época, irá sim e muitos, mas alguns ficarão escondidos durante o dia para se proteger do sol, portanto neste periodo evite os horários mais quentes.

Lembrando que as estações na África do Sul são na mesma época que as nossas, ou seja, inverno aqui, inverno lá.

Consulte histórico e mais informações climáticas de Porto Elizabeth: Aqui.

Segurança.

Fazer um safári requer alguns cuidados básicos, mas não custa lembrar para os sem noção… rs, pois lá dentro não tem muito como controlar as pessoas, então, cada um com seu bom senso.

As principais recomendações são:

  • Não sair do veículo em hipótese alguma.
  • Não colocar braços e cabeça para fora do veículo.
  • Não ultrapassar a velocidade de 40 km por hora nas estradas internas.
  • Não alimentar os animais.

Mesmo a área do Addo sendo uma zona livre de malária – doença comum em algumas áreas do país – é bom levar repelente. Não tive problemas com mosquito na noite que passei lá, mas levem, pois em outras épocas do ano pode ser diferente.

Viajar sem um seguro viagem é loucura, portanto nunca faça isso!

Aproveite, faça sua cotação e reserve seu Seguro Viagem com a parceira do Quero Mochilar.

Cotação: Seguro viagem.

OBS: Fechando seguro viagem pelo link do site, você pode ganhar um Diário de Bordo do Quero Mochilar – Saiba mais.

1- COMO PODEMOS FAZER O SAFÁRI (GAME DRIVE) NO ADDO?

1.1- Carro Particular

Sim, é possível entrar no parque e fazer o safári dentro do próprio carro, percorrendo os mais de 100 km de estrada de terra interna.

Nas entradas do parque e nos pontos de apoio há mapas como este abaixo, onde os motorista sinalizam onde foram visualizados os principais animais do parque, e assim, você pode se orientar. Maravilha né? Só que não…rs. Poucos motoristas fazem isso…rs.

0.1- Quero Mochilar Addo

Foto:Este é o mapa geral do parque – Aqui estou no Portão Matyholweni, aquele ponto vermelho próximo ao meu dedo. A área de camping e os lodges ficam na extremidade superior, próxima a outra entrada que é o ponto vermelho na parte superior do mapa. A ideia deste mapa é: Quando você visualizar um animal destes especificados do lado direito, você marca com os imas disponíveis ao lado de suas fotos, onde ele foi avistado no mapa.

A coisa boa de fazer seu próprio safári é que você faz a seu próprio tempo, se aventura mais e pode sair mais barato, principalmente se estiver em grupo de amigos. Em contrapartida, tem áreas do parque que você não tem acesso com carro próprio, e também as dicas que os guias trocam de onde estão os animais pode fazer com que seu dia seja menos produtivo na questão de quantidade de animais visualizados.

Opção boa:

Você pode na portaria conversar e pagar R 180 ( R$ 53,00) por carro, com até 5 pessoas e levar junto com você um guia oficial do parque por duas horas.  Assim, a desvantagem citada acima é eliminada e você pode ver ainda mais animais e saber de sua biologia.

1.2- Contratar uma empresa

São várias as agências em Porto Elizabeth que podem te acompanhar nesta aventura. E esta foi a maneira que escolhi, pois em duas pessoas e um tempo curto eu não quis correr o risco de alugar um carro e sair dirigindo em mão inglesa e ainda poder ficar perdido (apesar que era bem sinalizado e eu nem sabia…rs).

A agência que escolhi nos enviou um guia super simpático e gente boa – John, que conhecia a galera do parque e conseguia as dicas sobre a localização dos animais, além de entender muito da fauna e flora do local. Com isso nosso safári, foi mais que uma aventura visual, foi uma aula a céu aberto.

15- Quero MochilarFoto: Empresa responsável por este dia incrível – Afroventures.

1.3- Safari em veículos oficiais do Parque.

Esse sim é feito naquele carro aberto que vemos nas imagens de safáris da África. E andar em um carro aberto e alto a sensação é outra, além do fato dos motoristas serem guias e terem rádios, o que além de se comunicar um com os outros a procura de animais, estes carros tem acessos a estradas restritas, o que aumentam a chance de visualização de alguns animais mais raros.

15.3- Quero Mochilar

Foto: O veículo oficial do parque.

Penso que ele vale a pena para fazer o game noturno e o matutino, quando os animais estão mais ativos. No meio da tarde ou da manhã é melhor fazer com carro próprio ou da empresa, pelo custo benefício.

E quanto custa?

  • Horários diurnos: 6h30 – 9h00 – 12h00 – 15h00.
  • Valores: R 343,4 ( R$ 99,58) – Adultos / R 171,7 ( R$ 49,79) – Crianças de 6 a 11 anos.
  • Horário: 16h00.
  • Valor: R 474,70 ( R$ 137,66) – Adultos / R 237,35 ( R$ 68,83) – Crianças de 6 a 11 anos.
  • Horário: 18h00.
  • Valor: R 373,7 ( R$ 108,37) – Adultos / R 186,85 ( R$ 54,18) – Crianças de 6 a 11 anos.

Duração: 2 horas.

Agora vamos para a segunda dúvida!

2- COMO SÃO AS ESTRADAS INTERNAS?

As estradas são de terra, mas estão ótimas. Há sinalização que deve ser respeitada, pois há áreas do parque com estradas que só são permitidas acesso aos veículos oficiais, por tanto, não se arrisque nelas, até por que algumas só são possíveis com veículo 4×4.

4- Quero Mochilar Addo

Foto: As estradas internas são 100% assim. Ótimas e bem sinalizadas.

15.5- Quero Mochilar

Foto: Este é o tipo de estrada que só os veículos do parque tem acesso. Beirando a cerca, onde os leões costumam ficar.

3- COMO É A ESTRUTURA DO PARQUE?

Há um acampamento principal com uma piscina, um restaurante, um buraco de água iluminado e vários tipos de acomodações, sendo que o principal ponto de apoio é composto por:

  • Recepção: Não confunda com a recepção das duas portarias de entrada. A recepção está na área principal e é lá que você tira suas principais dúvidas, reserva suas estadias internas e agenda seus safáris.
  • Loja: Há no parque uma loja, onde vende muitos souvenirs e outros produtos referentes ao parque por preços normais de local turístico. Os produtos desta loja são bons e de ótima qualidade.
  • Hospedagem: Os principais tipos são:

1- Camping: É possível acampar, para quem desejar.

2- Lodges: Quem quiser um pouco mais de conforto, pode ficar em um dos lodges, que são tipos casinhas, com um bom quarto com duas camas de casal, banheiro e uma pequena cozinha. Além de uma varanda que enche de passarinhos de manhã.

O único problema é que alguns lodges ficam muito isolados, e para ir até o restaurante, caso não esteja de carro, tem que ir no escuro e andar um pouco… e é meio tenso..rs.

2- Quero Mochilar Addo

Foto: A estrutura do parque é ótima. Achei bem confortável, limpo e organizado. Há vários tipos de lodges e diferentes valores, consulte mais detalhes no atalho para o site do parque no fim do post.

2.1- Quero Mochilar

Foto: Olha a turma que vem dar bom dia pra você!

  • Restaurante: Cattle Baron é um delicioso restaurante dentro do parque, que serve até carne de caça. Funciona almoço e janta.
  • Museu: Na área interna do Parque há um museu, onde temos animais empalhados e um pouco da história do parque e dos elefantes. Achei bem interessante, e recomendo uma meia hora por lá.

15.0- Quero Mochilar

Foto: Entrada para a área do museu.

15.4- Quero Mochilar

Foto: Aprendendo um pouco sobre o parque e seus habitantes.

Há também um muro de chifres, bem ao lado da entrada do museu, onde estão expostos crânio de animais do parque.

15.2- Quero Mochilar

Foto: Wall of horns – Muro de chifres.

Agora que já saber como funciona o parque, vou contar procês a minha experiência. Bóra lá?

COMO É O SAFARI NO ADDO?

Horários de funcionamento: Abertura e fechamento dos portões de acesso: 7h00 – 18h00.

Para quem dorme no parque os horários de abertura dos portões para a área de safári são:

  • Outubro a março: 5h30 – 18h30.
  • Abril a setembro: 6h00 – 18h00.

Entrada no parque: R 250 / pessoa (R$ 87,50)

E QUE ANIMAIS PODEMOS VER NESTE GAME DRIVE?

Importante ressaltar que no Addo por ser um parque nacional não foi inserido nenhum animal que não ocorresse naturalmente aqui no passado, ou seja, todos animais que você ver no parque são naturais desta região. Fiz um dia todo e mais um período da manhã de safári aqui, e vou mostrar alguns dos animais que tive o privilégio de ver. Vou usar para isso o jogo do folheto ilustrativo que ganhamos na entrada do parque.

Sobre o Jogo.

Quando entramos no parque, junto com o mapa estão os animais que podemos encontrar no caminho e abaixo da foto, quantos pontos vale sua visualização, assim, além de aprender seu nome, você pode competir, e com certeza a criançada vai adorar. Eu já adorei… rs.

IMG_5561

Foto: Joguinho que há no mapa.

O valor de cada bicho é de acordo com a dificuldade da sua visualização, ou seja, quanto mais pontos ele valer, mais raro de se ver ele é.

Aproveitando este joguinho oficial do parque usarei nas fotos dos animais que fotografei esta mesma pontuação, para saberem, o quão difícil ou fácil é de visualizar cada animal, ok?

Vamos lá…

ANIMAL 01: ELEFANTE.

Pontos: 4 pontos.

O maior mamífero terrestre é o símbolo do parque. É um animal enorme e pode pesar de 4 a 6 toneladas e medir até quatro metros de altura ou um pouco mais e há mais de 600 aqui.

6.6- Quero Mochilar

Foto: As vezes nos deparamos com manadas enormes como esta.

6.4- Quero Mochilar

Foto: Como pode um bichão deste tamanho ter um olho tão pequeninho… rs. 

6.1- Quero Mochilar

Foto: Detalhe para o filhote, que vem de uma gestação de 24 meses.

6- Quero Mochilar

Foto: Lindão, com seu marfim gigante.

Uma curiosidade importante sobre estes lagos artificiais que são como açudes: como na área do parque não há rios, eles foram criados para que os animais não morrerem de sede e permanecessem no interior do parque. Hoje uma verdadeira fonte de vida, onde ocorrem as principais visualizações.

ANIMAL 02: KUDU.
Pontos: 1 ponto.

Uma espécie de antílope enorme, que a gente realmente se surpreende pelo tamanho. Um belo animal e o mais comum de todo parque, tanto é que vale só um pontinho…rs.

9- Quero Mochilar

Foto: Uma fêmea posando para minha foto.

9.1- Quero Mochilar

Foto: As fêmeas são menores e não possuem chifres.

9.2- Quero Mochilar

Foto: Os machos tem mais pelos, principalmente na região do pescoço, são maiores e tem chifres enormes.

9.3- Quero Mochilar

Foto: Um belo animal, não?

ANIMAL 03: JAVALI.

Pontos: 1 ponto.

Esse também não tá valendo nada… rs. O pumba esta por todos os lados, chegamos até a ignorá-los. Apesar que de tão feio eu acabei que me simpatizei com o bichinho e queria muito um aqui comigo no Brasil…rs.

7.1- Quero Mochilar

Foto: A experiência do guia já nos dizia. Quando vocês verem um “Warthog” com o rabo para cima, cuidado, que ele pode atravessar a pista a qualquer momento. Então fica a dica, já que há vários pela rodovia no interior do país.

7- Quero Mochilar Addo

Foto: Eles são o máximo. Olha como pastam….rs.

ANIMAL 04: BUFALO.

Pontos: 5 pontos.

Um dos big 5 – os 5 mais perigosos animais da áfrica – os búfalos também podem ser facilmente visualizados. Os grupos jovens são mais raros, mas os mais velhos que perambulam sozinhos vemos com mais facilidade.

8- Quero Mochilar

Foto: Uma manada de búfalos jovens.

8.0- Quero Mochilar

Foto: Um búfalo velho, que já não consegue mais acompanhar o grupo, e acaba sozinho perambulando pelo parque, se tornando presa fácil para os leões.

8.1- Quero Mochilar

Foto: Este serviu de alimento por exemplo.

ANIMAL 05: ESCARAVELHO DO ESTRUME.

Pontos: 8 pontos.

Uma das atrações principais do Addo são os raros escaravelhos que não voam, aqui está a maior população restante do escaravelho sem vôo (circularium bacchus) da África.

Sempre ocupados rolando bolas perfeitas de excrementos de elefantes, ao dirigir você tem que tomar cuidado, pois eles estão ao longo da pista rolando suas bolinhas. O parque é cheio de placas dizendo aos visitantes para não ferir esses pequenos.

5- Quero Mochilar

Foto: Olha a perfeição da sua bolinha, usada para atrair as fêmeas.

ANIMAL 06: MACACO VERVET.

Pontos: 1 pontos.

No parque há também esta espécie de macaco de porte médio, que estão sempre sob os arbustos. Fique atento e irá vê-los. Na portaria de entrada do parque quando cheguei haviam vários deles.

3- Quero Mochilar Addo

Foto: Carinha de bonzinho né?… mas macaco são sempre terríveis…rs.

ANIMAL 07: ZEBRA.

Pontos: 2 pontos.

Um dos animais que mais vemos quando assistimos algo da África, e não é atoa, elas são lindas. Suas listras são únicas, como se fossem suas impressões digitais.

12- Quero Mochilar

Foto: Lindo animal.

13- Quero Mochilar

Foto: Olha os detalhes de sua crina, que coisa linda.

12.0- Quero Mochilar

Foto: Nesta calma toda elas cruzam a estrada.

ANIMAL 08: JABUTI LEOPARDO.

Pontos: 4 pontos.

Só ficar atento que você irá vê-las. Há várias delas bem discretas pastando no meio dos vastos gramados do parque junto com todos os outros animais.

14- Quero Mochilar

Foto: Devagar e sempre.

ANIMAL 09: AVESTRUZ.

Pontos: 2 pontos.

Aqui você também pode encontrar além do maior mamífero a maior ave do planeta. Fama de faminta, a avestruz come tudo que vê pela frente.

11- Quero Mochilar

Foto: O macho tem a plumagem mais preta e é maior.

11.2- Quero Mochilar

Foto: A fêmea tem a plumagem mais cinzenta e é um pouco menor geralmente.

11.1- Quero Mochilar

Foto: Até um ovo deu sopa no meio do gramado. Eles são super resistentes e difíceis de quebrar.

ANIMAL 10: HARTEBEEST VERMELHO.

Pontos: 2 pontos.

Um tipo de antílope muito parecido com o gnu. Também há vários pastando entre as zebras e kudus.

17- Quero Mochilar

Foto: Um grupo tomando sol.

17.1- Quero Mochilar

Foto: Lembra mesmo o gnu, não?

ANIMAL 11: BUSHBUCK.

Pontos: 4 pontos.

Um cervo de médio porte mais arisco e que não fica dando sopa no meio dos gramados, por isso é mais difícil de ser visto. Esta sempre no meio dos arbustos. Ahh e ele late…rs. Logo vou contar minha experiência com ele…rs.

23- Quero Mochilar

Foto: Uma fêmea, porte menor e sem chifres.

23.1- Quero Mochilar

Foto: O macho é maior, tem chifres e uma coloração mais escura.

ANIMAL 12:  CHACAL.

Pontos: 1 pontos.

Mesmo valendo um ponto, este foi o único que vi aqui, e mesmo assim de longe. Um animal carniceiro na maioria das vezes, que se vira roubando as carcaças das caças dos maiores.

22- Quero Mochilar

Foto: Um chacal solitário no meio do parque.

ANIMAL 13:  SURICATO.

Pontos: 6 pontos.

Além do Pumba, seu companheiroTimón também pode ser visto no parque. Olhos sempre atentos que você irá encontrá-lo. Geralmente enquanto o grupo se alimenta, um deles fica de alerta, observando o território, de olho se algum predador de aproxima.

18- Quero Mochilar

Foto: Muito bom em trabalhos em equipe.

ANIMAL 14: LEÕES.

Pontos: 8 pontos.

No começo do ano 2000 o parque começou a ter problemas para controle populacional dos antílopes, que incluem Kudus, búbalos-vermelhos e elandes, pois não haviam mais predadores naturais no parque. Então no ano de 2003, leões e hienas-malhadas foram reintroduzidos para ajudar a controlar estas espécies.

Apesar de introduzidos estes animais ocorriam naturalmente na região antigamente.

Já tínhamos desistido de vê-los, quando recebemos a informação de um guia que os leões haviam sido vistos em determinado ponto do parque, corremos para lá. Não havia ninguém, olhos atentos, tudo observando, foi quando de longe, vimos um ponto meio branco amarelado, e com o zoom da câmera podemos observar que eram duas leoas. Estavam longes, mas conseguimos vê-las.

20- Quero Mochilar

Foto: Duas leoas, que tive a sorte de ver mesmo que de longe. São um dos animais mais procurados do parque e nem todos conseguem vê-los.

Hoje o Addo tem 14 leões, e eles estão divididos em 4 grupos.

ANIMAL 15: GANSO EGÍPICIO .

Pontos: 2 pontos.

Uma ave migratória que também pode ser vista por aqui.

10.5- Quero Mochilar

Foto: Mesmo com poucos lagos, e nenhum grande eles marcam presença.

FIZ NESTE GAME DRIVE:51 pontos!!! Nada mal….

Dai vocês perguntam: “Cade as gazelas e gnus?” Como disse, aqui só estão animais que ocorriam naturalmente na região, e eles não são desta área da áfrica.

Além de todo estes animais que constam no joguinho do parque, ainda podemos ver vários outros como estas belas aves que selecionei aqui, e que infelizmente não sei o nome, mas valem suas fotos.

21- Quero Mochilar

Foto: O que ela esta fazendo aqui??? A nossa galinha da angola, da chácara da vovó é natural da África né pessoal, e aqui vemos grupos enormes delas.

10.6- Quero Mochilar

Foto: Um tipo de corvo.

10.4- Quero Mochilar

Foto: Uma bela ave de rapina, da família dos gaviões e falcões.

10.3- Quero Mochilar

Foto: Seria um tipo de perdiz? rs.

10.2- Quero Mochilar

Foto: Um pássaro lindo, não?

10.1- Quero Mochilar

Foto: No sol, o seu azul brilha muito.

10- Quero Mochilar

Foto: Mais uma ave do parque.

Um dos animais que eu mais queria ver e tinha muita curiosidade era a hiena, mas infelizmente não consegui vê-las, mas vi seu coco…rs.

24- Quero Mochilar

Foto: Mas por que o coco da hiena aqui? Achei muito interessante ele ser branco devido a quantidade de cálcio. Por ser um animal carniceiro as hienas acabam que ingerem muitos ossos deixando suas fezes assim: brancas, calcificadas e duras… Interessante não??… Isso eu nem imaginava.

FLORA

A flora do parque também é bastante peculiar, tendo várias espécies de plantas raras e endêmicas, particularmente arbustos e geófitos suculentos. Olha algumas delas.

16- Quero Mochilar

Foto: Esta é o principal alimento dos elefantes, seu nome por lá é: Spekboom – rica em vitamina C, comi até uma das folhas é suculenta e muito gostosa, penso que poderia ser uma ótima salada.

4.7- Quero Mochilar

Foto: Aloe vera – Famosa por ser muito utilizada como cosmético. Na foto a planta está com um bela flor.

4.6- Quero Mochilar

Foto: Poucas são as árvores maiores, e essa ainda está cheia de teias de aranhas. Isso mesmo. Show não?

Este foi um dia incrível e inesquecível. Quer saber mais? Passe lá no blog: www.queromochilar.com.br.

1- Quero Mochilar Addo

Foto: Mais manadas de elefantes.

4.5- Quero Mochilar

Foto: Zebras e Kudus pastando juntos.

4.4- Quero Mochilar

Foto: Kudus machos pastando.

4.3- Quero Mochilar

Foto: Zebras e antílopes vermelhos pastando.

4.2.2- Quero Mochilar

Foto: A toda hora tinha alguém correndo na frente do carro – por isso só podemos andar a 40 km/h.

4.2.1- Quero Mochilar

 Foto: Elefantes e javalis em um dos poços de água.

LIÇÕES APRENDIDAS.

1- : Há no parque os Big Five (5): Leão, Elefante, Leopardo, Búfalo e Rinoceronte. Sendo o Leopardo o mais difícil de ser visualizado, até mesmo os guias mal o veem.

2- É possível fazer bate e volta de Porto Elizabeth? Sim, dá para chegar cedinho, entrar no primeiro horário passar o dia todo lá.

3- Dá para fazer Scothia no mesmo dia? Sim, o Addo de manhã, e depois do almoço correr para o Schotia, mas eu penso que fica muito corrido e não compensa. Para mim, o ideal é ir e curtir o parque um dia todo.

4- O Parque é enorme, tem várias partes. Procure saber mais sobre as outras áreas do parque que não cito aqui, caso tenha mais dias e goste de natureza.

5- Para dormir no parque tem que ter permissão na entrada, não pode decidir dormir na área, após entrar sem comunicar.

6- Proibido o uso de Drone.

7- Para quem for de carro próprio: Procure no parque os pontos de água, são onde ficam a maioria dos animais.

8- Há passeio a cavalo em algumas áreas do parque.

9- O parque abrange uma área marítima que inclui o grupo de Ilhas St. Croix, com Brenton e Jahleel – lar de um grande número de espécies diferentes e da maior colônia de pinguins africanos do mundo.

10 – Uma boa é levar binóculos.

 

MAIS INFORMAÇÕES E ROTEIROS NA ÁFRICA DO SUL NO BLOG: WWW.QUEROMOCHILAR.COM.BR


Comentários do Facebook

comentários

Continue lendo

África do Sul

Safari de verdade com baixo custo

Publicado

em


É possível fazer Safari de verdade, nas caminhonetes 4×4, com Rangers, em resorts, com crianças pequenas e bebês com baixo custo? Sim, além de possível foi uma das melhores experiências da nossa vida!
Eu sou Danieli Hilgemberg, escaladora e engenheira, mãe de um lindo casalzinho, Theo e Nina. Com eles e Bruno (super pai e marido) estamos nesta aventura que é viver. Nosso blog é o Latitude 22 – nele trazemos relatos de viagens não convencionais e de esportes com crianças pequenas.

Garden Route

E então chegou a hora do Safari! Deixamos Franschhoek, nosso pneu da van furou (alugamos da Avis e estava careca!) e em 6 horas chegamos no hotel da Rota Jardim. A estrada é linda, tranquila, com postos para parada. Tirando a mão inglesa, de resto é super simples.

Theo e Nina observam os animais durante o Safari | Foto: Latitude22.org

Como decidimos por esse hotel é uma história que vale a pena ser contada. Busquei muito, muita navegação na internet para conseguir um resort com game reserve (aqueles resorts que tem dois safaris por dia nos jeeps/pequenos caminhões – característicos dos safaris). O primeiro problema foi achar resorts que aceitassem crianças pequenas. A grande maioria dos hotéis aceitam apenas crianças a partir de 9 ou 12 anos. Aí encontrei algumas opções que aceitam crianças pequenas e bebês (como era meu caso), mas com um preço que eu não conseguia pagar. É o caso do Sabi Sabi. E aí se esgotaram as opções que encontrei nos blogs em português. Então comecei a buscar outras opções de blogueiros de outros países. Acabei conhecendo uma agência especializada em safaris, de Londres. Ela tinha muitas opções, para todos os bolsos, gostos e idades! E ainda mais, tem sempre muitas promoções. Nós fechamos com essa agência e eu recomendo demais. Um pré e pós venda impecáveis! Me procuraram diversas vezes antes da viagem com dicas, documentação, informações do hotel e da região.

Dá uma olhada na agência, lá com certeza deve ter alguma opção com seu gosto e bolso, além de muitas promoções!

O hotel que escolhemos foi esse aqui. Tinha pelo menos umas 3 opções no site, mas esse hotel, na época em que ficamos estava com uma promoção excelente, pagava 3 noites e ficava 4, com café e jantar (meia pensão) e dois safaris por dia. Ele não é luxuoso, mas li muito bem a respeito e adorei a nossa decisão.

Esse foi o hotel, ele saiu por causa da oferta dessa agência, cerca de USD150 por noite, toda a família (lembrando que o preço de balcão desse hotel é cerca de USD250 por noite)

Apesar de não ter o luxo dos resorts 5 estrelas, ele é lindo, tem um atendimento delicioso e tem tudo o que precisamos! Ao chegarmos, eles foram muito atenciosos. Sucos, bonezinho e kit para as crianças. No quarto, um cesto com brinquedos, dvds e pipoca de micro-ondas para as crianças. Já teria um safari naquele fim de tarde. Mas achamos que seria muito para as crianças e preferimos ficar curtindo o quarto, dando um banho de banheira bem gostoso nas crianças e nos preparando para o jantar.

Muitas pessoas perguntam quanto dias ficar num game reserve. A maioria passa apenas dois dias, claro que por causa do custo, eu acho 2 noites pouco, fica corrido para poder encontrar todos os animais da reserva (3 safaris). Creio que o ideal sejam 3 noites. Você consegue ficar um dia completo no hotel. Nós ficamos 4, para nós foi legal para desacelerar da viagem, descansar, ficar um pouco de pernas pro ar. E tem algumas atividades para fazer lá, logo irei passar por elas.

Acompanhe mais desta aventura clicando aqui.

Confira as belas imagens que fizemos durante o Safari e veja muitas outras, aqui.

Foto: Latitude22.org

Foto: Latitude22.org


Comentários do Facebook

comentários

Continue lendo

África do Sul

Conheça 5 bares incríveis mundo afora

Claudia Severo

Publicado

em


Pegar um barzinho no final do expediente pra tomar uma gelada (seja ela o que for) com os amigos é ideia que agrada 10 entre 10 pessoas em boa parte do Brasil.
Todos adoramos conhecer lugares legais. Essa lista junta o útil ao agradável porque você vai ter que estar viajando pra chegar até eles. Confira 5 bares incríveis ao redor do mundo.

1 – Sunland Pub – África do Sul 
O bar, que funciona desde 1993, atende apenas 15 clientes por vez. Motivo? Funciona dentro da parte ‘oca’ de um Baobá, árvore conhecida por seu imenso tamanho. Esta recebeu o apelido de Sunland. Fica na pequena cidade de Modjadjiskloof, na província de Limpopo, na África do Sul.
A fazenda onde está a árvore bar também oferece opções de hospedagem.

Cliente 'aguarda' para entrar | Foto: Joanell/Reprodução Facebook

Cliente ‘aguarda’ para entrar | Foto: Joanell/Reprodução Facebook

Área interna do bar árvore, da árvore bar | Foto: Reprodução/Facebook

Área interna do bar árvore, da árvore bar | Foto: Reprodução/Facebook

2 – The Water and Wind Bar – Binh Duong – Vietnã
Além de bar, no local construído de bambu e palha no centro de um lago há apresentações de músicas e outros eventos locais. O projeto de 2008 é vietnamita. No site dos construtores há outros incríveis projetos. (Quem curte arquitetura ou curiosos – vale conferir: http://votrongnghia.com/)

Foto: Hiroyuki Oki/Divulgação

Foto: Hiroyuki Oki/Divulgação

Área interna do bar |Foto: Hiroyuki Oki/Divulgação

Área interna do bar |Foto: Hiroyuki Oki/Divulgação

3 – Tiger Leaping Gorge (ou Huntiao Xia) Bar – China
O bar está em um incrível cânion, Patrimônio Mundial, na província de Yunnan, noroeste da China.

Depois de caminhar por cenários naturais incríveis... | Foto: Prashant Ram

Bar está em um dos mais belos cenários locais | Foto: Prashant Ram (A primeira foto do post é dele)

4 – Northern Lights Bar – Islândia
Assistir ao espetáculo natural da aurora boreal deve ser incrível em qualquer lugar, inclusive neste bar instalado em um hotel (ok, é daquele tipo: “estou perdido, preciso de informações”).

Foto: http://ioniceland.is/

Foto: http://ioniceland.is/

5 – The Ice Bar – Quebec – Quebec – Canadá 
O bar esculpido em gelo derrete a cada verão e é esculpido novamente ano a ano.

Foto: Hôtel de Glace

Foto: Hôtel de Glace

Local também oferece hospedagem | Foto: Hôtel de Glace

Local também oferece hospedagem | Foto: Hôtel de Glace

Bonus track: Ice Bar Iguazú

Um ‘ice bar’ numa versão mais próxima de nós: fica em Puerto Iguazú, na Argentina, pertinho de Foz do Iguaçu. Geralmente é um dos passeios de quem vai conhecer as Cataratas, tanto do lado brasileiro (Paraná), como do argentino (província de Misiones).

Foto: Ice Bar Iguazú/Reprodução Facebook

Foto: Ice Bar Iguazú/Reprodução Facebook

oto: Ice Bar Iguazú/Reprodução Facebook

Foto: Ice Bar Iguazú/Reprodução Facebook

A imagem que abre o post é do Tiger Leaping Gorge, na China | Foto: Jezsik.

Nota: Clicando sobre o nome dos bares você pode encontrar sites/páginas onde é possível obter mais informações sobre eles e ou sobre os lugares onde eles estão.


Comentários do Facebook

comentários

Continue lendo

África

Ônibus para mochileiros na África do Sul oferece wi-fi em toda a frota

Claudia Severo

Publicado

em


A Baz Bus, ônibus hop-on hop-off para mochileiros, que opera trajetos de longa distância na África do Sul lançou serviços de wi-fi em toda sua frota.
O serviço atende a uma nova geração de viajantes que depedem de conectividade. O serviço poderá ser utilizado pelos passageiros que viajam entre Cidade do Cabo, Port Elizabeth, Durban e Joanesburgo.
Os vouchers para as viagens via Baz Bus podem ser compradas no site da companhia: http://www.bazbus.com/booknow.aspx . Há opções de rotas entre cidades e também passes de 7, 14 e 21 dias, além de passeios por parques nacionais e outros atrativos do país.
A Baz Bus foi criada em 1995.

busafricadosul001

Com informações de Gadget.co.za | Fotos: Divulgação.


Comentários do Facebook

comentários

Continue lendo

Os 10 + vistos do Mês

Log in

Or with username:

Esqueceu a senha?

Ainda não tem uma conta? Cadastro

Forgot your password?

Enter your account data and we will send you a link to reset your password.

Your password reset link appears to be invalid or expired.

Log in

Privacy Policy

Fechar
de

Enviando Arquivo…