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Histórias inspiradoras

Um pedido de casamento no alto da montanha

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Apaixonados por trilhas, natureza, viagem e um pelo outro, Camila e Gustavo protagonizaram uma linda e inesquecível cena no Pico do Olimpo, no Marumbi (Paraná), um dos mais belos conjuntos de montanhas do Brasil.
No alto da montanha, Gustavo pediu para declamar um poema sobre “aquela aventura” que compartilhavam com mais oito amigos. “Não desconfiei. Ele tem um dom e uma sensibilidade para se expressar quando está entre pessoas queridas… deitei no chão e comecei a filmar”, conta Camila, sobre o poema que falava da montanha, dos amigos e da família. “No final, os versos voltaram-se para mim. Confesso que demorei a entender; mas no final, vi que estava diante da maior surpresa da minha vida”.

Foto: Arquivo pessoal.

Camila e Gustavo se conheceram na faculdade de Filosofia anos atrás. Na época eram apenas colegas sem muita proximidade. Ao final do curso cada um seguiu seu caminho. Depois de mais de 10 anos eles se reencontraram. Eles moram a 280Km de distância (ela em Urupema e ele em Balneário Camboriú, em Santa Catarina) mas para o amor isso não existe.
A gente pode imaginar a beleza da paisagem e do momento, mas tem mais: o poema.
O poema do Gustavo segue abaixo – um gesto sublime da Camila em mostrar o dom do amado e de dividir com a gente um pedacinho da história deles, que sem dúvida será muito feliz!

Aurora

Majestoso Olimpo resplandecente
de cujo píncaro se vislumbra
o horizonte, o nascente e o poente

Oh grandioso que a todos deslumbra
Ouça-me então, pois neste momento
cantarei o entusiasmado canto dos poetas
Pois és tu agora testemunha e atestas
Toda a minha intenção e meu alento

Algo que vibra e pulsa e emerge de meu peito
Tão puro e verdadeiro que é de claro discernimento

Pois me é certo, límpido e evidente
Que na vida a gente precisa do mundo
Tão vibrante, majestoso e reluzente

Esta fulgurante e fascinante diversidade
De montanhas, veredas, florestas e vertentes
cristalinas, desaguando em riachos, arroios e correntes
Tocando a alma dos intrépidos/ com força onipotente

Mas nem só de paisagens vive um homem
Pois a gente também precisa de gente
Haja vista nenhum de nós há de ser onisciente
e ao vivente é necessário os que lhe acolhem

Isso digo da família, o que há de mais sagrado
Braços fortes e seio cálido/ que nutrem e defendem
Cujo amplo amor e sapiência não conhecem precedência
E de quem por ser eu prole faz de mim homem honrado

Mas há também a outra estirpe/ a quem chamo camaradas
Gente nobre e de fé, que compreende a lealdade de bom grado
De onde vem a alegria, o riso fácil/ e onde temos as angústias amparadas
Alguns dos quais tenho agora o privilégio de compartir este momento

Pois o que seria desta vida não houvera o sentimento?

Mas a grande fortuna de um homem vem de outro envolvimento
Um tipo raro de apoio mútuo para além do entendimento
Que põe a vida, os sonhos e o futuro em um outro movimento
E é nisso que se traduz minha intenção e o meu alento

Falo aqui da boa fortuna dos que encontram o amor e amizade
A parceira e a bondade/ tudo isso reunido numa mesma entidade

E se nisso há fortuna, hei de ser um bilionário
Pois encontrei esta menina linda para além do imaginário

Uma garota singular/ de beleza portentosa
Cujo sentimento de justiça lhe habita o coração
Cuja alma, ainda mais bela, é abundante e generosa
Um mulher que amo e que me tem retribuição

Eis que na antiga Grécia viviam Vates, os quais eram videntes e poetas

Acredito eu que o delírio dos estetas lhes concedia a visão
Pois até eu, que não sou gênio não, já outrora profetizei
Em uma certa ocasião até mesmo declarei:

“Ó grandioso Destino Certo…
Que por eras o fez vagar, atarantado, claudicante por caminho incerto
Nem poderia suspeitar que por entre lamúrias e lamentos
Desencontros, descalabros e sofrimento…
Num futuro não distante haveria tamanho contentamento.

Nem poderia imaginar que encontraria cintilante tesouro mágico…
E até mesmo acreditou não ser digno de tamanho merecimento.
Pois no entanto o Senhor do Tempo, fez valer o seu entendimento
E num instante reverteu para sempre o percurso trágico

Arrebatado, estupefato não podia crer
Que num só ente tanta Graça e Bondade e Excelência se assimila
E tudo então lhe pareceu tão lógico
Pois foi num lapso capaz de entender
o seu Destino e toda a Vida e todo o Ser
Que só queria estar, bem ao lado desta fada que cintila
Essa Musa que lhe aquece e lhe inspira
Essa ninfa a quem chamam de Camila”

E eis que se cumpre o vaticínio deste versejador
Pois de lá pra cá somente fez florescer este amor
A admiração, a paixão, o furor e o primor
E sigo então por este caminho, cada vez mais encantado
Cantando e cantando e cantando estes versos de um poeta apaixonado

E se entôo estes cânticos por ela, que são apenas uma ode singela
É porque nela está o meu coração, minha razão e minha emoção
Pois se é nela em quem encontro completude, parceria, paz e quietude
Ainda que seja ela vivaz e cheia de atitude
Apenas por existir já colore a vida, tal qual uma aquarela

E eis por tudo isso então
Que tenho nela meu porto seguro
E seguimos juntos sonhando o futuro
Para a além de toda imaginação

E assim me coloco aqui, irmãos
Nas montanhas deste mundão
Diante de Deus e do vasto infinito
Para pedir humildemente a sua mão

E assim pergunto perante estes amigos
Ursinha linda, você aceita se casar comigo?

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Histórias inspiradoras

Amigos partem para uma viagem pelo Reino Unido sem dinheiro ou roupas

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George Mahood e Ben partiram para uma viagem de três semanas pelo Reino Unido, de Land’s End (no extremo sudoeste da Cornualha, Inglaterra) até John O’Groats (no norte da Escócia) somente vestidos cada um com seu par de shorts. A ideia era completar a viagem dependendo totalmente dos estranhos que cruzassem pelo caminho. Acomodação, comida, roupas e calçados, caronas, informação, bicicletas e até cerveja foram gentilmente oferecidos à dupla.

Foto: @georgemahood

Por uma boa causa

Num primeiro momento você pode ter pensado: “tem gente que só falta pendurar uma melancia no pescoço para aparecer né?”.
De fato eles queriam aparecer, mas foi por uma boa causa. A ação dos amigos aparece junto a outras 25 histórias de viajantes e aventureiros em um livro sobre construir empatia com pessoas de outros lugares. Trata-se do projeto ‘The Kindness of Strangers’ cujos fundos arrecadados vão para uma ONG que trabalha com refugiados, a Oxfam. (No site brasileiro da ONG há mais informações sobre os trabalhos que ela desenvolve).
O projeto foi idealizado pelo viajante/explorador e professor de geografia do sul de Londres, Fearghal O’Nuallain. Além da venda do livro o projeto arrecadou fundos com palestras de alguns colaboradores.
Ao Lonely Planet, Fearghal declarou “a viagem abre o coração e nos lembra que o mundo está cheio de pessoas boas. Eu vi o trabalho da Oxfam em minhas viagens. Estamos dispostos a ajudá-los a ajudar as pessoas que não tiveram escolha a não ser fazer viagens longas e difíceis”.

Fearghal O’Nuallain com crianças ruandesas | Foto: fearghalo.com

Além de Ben e George, o livro contou com a história de outros viajantes como Sarah Outen, Alastair Humphreys e Anna McNuff, que recentemente foi nomeada pelo (jornal britânico) The Guardian como uma das principais mulheres aventureiras do nosso tempo.

O livro

O livro, lançado no último dia 13 está disponível online (pode ser encomendado aqui) e em livrarias de todo o Reino Unido.
As histórias dos viajantes se passam nos mais variados lugares, desde a “Selva” de Calais (o acampamento improvisado de refugiados na cidade de Calais, na França) até a Amazônia, passando pelo Deserto de Gobi, Papua Nova Guiné, Bósnia, Peru entre outros.
“A viagem abre a mente e o coração. Este livro destaca que mesmo em um mundo dominado por manchetes negativas ainda há gentileza na humanidade”, comenta Pip Stewart, um dos colaboradores da obra.

George com o livro em mãos | Foto: @georgemahood

Outro livro

Agora se você ficou curioso(a) sobre as histórias dos amigos George Mahood e Ben, a viagem também rendeu um livro, o “Free Country – A penniless adventure the lenght of Britain” que está disponível aqui. Mahood é viajante e escritor, tendo outras obras sobre viagem (aqui).

Histórias da viagem dos amigos também renderam um livro | Foto: Reprodução.

Com informações de Lonely Planet, Fearghalo.com, GeorgeMahoo.com e Storiesthatmakeyourheartgrow.com


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Histórias inspiradoras

Você vive a vida que gostaria?

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“Queria ter tido a coragem de levar uma vida significativa para mim, não a vida que os outros esperavam que eu levasse.”

Você está disposto a carregar o peso do arrependimento para o resto da vida? Não? Que bom. Então a hora de começar é agora. Isso mesmo.
A vida é sua. Simples assim. Somos nós quem elegemos as nossas prioridades e o que é vital para que tenhamos uma vida mais feliz. Todo o resto é opinião alheia, rótulos e padrões do século atual. Quem disse que pra sermos plenos precisamos levar a vida que a maioria das pessoas leva?
Ao abrirmos mão das nossas escolhas, permitimos que fatores externos façam isso por nós. Ou seja, sempre estaremos correndo ‘atrás da máquina’ pra satisfazer as vontades de terceiros. E a sua vontade, seus sonhos, seus projetos? Qual a posição deles na lista da sua vida?
O dia pra começar é hoje. O amanhã ainda não existe. Faça acontecer.
Beijo.
Fê e Tai (Aventura de férias)

Foto: Aventura de Férias


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O capítulo que mudou minha vida

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Por André Luiz Baldo*

Em meados de 2016, com 25 anos, eu acreditava ter consolidado o modelo de felicidade padrão, possuía minha própria empresa, independência financeira e vivia confortavelmente, com um largo círculo de amizades e tinha ao meu lado uma companheira maravilhosa. Era feliz, mas se encerrava em mim ainda uma profunda curiosidade sobre o que o mundo e a Vida poderiam oferecer.
Jamais imaginaria viver tudo o que aconteceu neste assombroso ano de 2017 – morar numa caverna em uma montanha na Índia, ser atacado por dois rinocerontes selvagens no Nepal, pular de um trem em movimento em Agra, capturar uma naja em Rishikesh, fraturar meu pé enquanto subia o Everest B.C (e continuar a aventura mesmo lesionado), perde-me (e quase também perder a vida – mais de uma vez) à 4000m de altura nos Himalaias, ter praticamente todas as minhas coisas roubadas (foram 7 roubos, incluindo um assalto no primeiro dia de viagem) e tantos outras epopeias que eu custei acreditar ter vivido.

André Luiz é de Araucária, Paraná | Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Perguntas como “Quem sou” e “O que estou fazendo aqui” foram me instigando até que no Réveillon de 2016 para 2017, eu fui tomado por um profundo sentimento de entrega e decidi morrer para tudo que eu conhecia até então. Terminei meu relacionamento, consolidei a venda de minha empresa, vendi meu carro, doei boa parte de minhas coisas e deixei tudo pra trás.
Pouco tempo depois eu estava deixando o Brasil e embarcando numa viagem de volta ao mundo, com apenas o que cabia numa mochila.
Foram incontáveis obstáculos que me colocaram de joelhos e quase me fizeram desistir, e de bom grado compartilho com você se lhe interessar. Muitas vezes achamos que precisamos nos preparar mais ou tentar prever a Vida, mas a verdade é que a Vereda é imprevisível. Hoje, em retorno, sou capaz de agradecer por cada degrau que a Vida colocou em meu caminho, sem eles não poderia chegar a um terreno mais elevado. Eu faria tudo de novo, sem mudar nada. Agora entendo que a Vida sempre vai te oferecer o que você precisa, mas muitas vezes vai tirar o que você não necessita, e isso é um tremendo favor.
Deram-se 8 meses fora do Brasil e 9 meses longe de casa. 14 países – mais de 50 cidades. 2 ossos fraturados. 5 tablets e câmeras roubados. 3 ataques animais (rinoceronte, búfalo e naja). 10 tradições religiosas. 3 desertos (com o Saara). Os 3 grandes oceanos. 4 retiros com grandes mestres, como Dalai Lama e Mooji, a quem sempre serei grato pelo aprendizado. 3 voluntariados. Incontáveis despedidas e abraços. Mais amigos dispersos pelo globo do que consigo contar. Perdi muita coisa no caminho, nenhuma delas me faz falta hoje – sobretudo os medos e máscaras. Ganhei coisas que jamais poderão ser roubadas.

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Projeto ‘Sem Fronteiras’

Um mestre diz que “alegria maior do que encontrar um tesouro, é compartilhar um tesouro”. E essa é a ambição do projeto “Sem Fronteiras” – através dos relatos, experiências e das mensagens que vivi e hei de compartilhar no livro, em uma série de palestras e nos canais do Sem Fronteiras – convidar você a também descobrir seu próprio caminho. Através do (re)encontro comigo mesmo, anseio poder ajudar as pessoas a se (re)encontrarem também. A jornada é única a cada qual, portando não ouso ser detentor de nenhuma verdade. Quanto mais conheço, menos sei. Mas podemos tentar descobrir juntos. Vamos?

 

*André Luiz Baldo, 27 é autor do projeto ‘Sem Fronteiras’. Siga no YouTube, Facebook e Instagram.


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Histórias inspiradoras

Mochileira croata dá volta ao mundo de carona

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Foi uma jornada cheia de perigos, mas ela conseguiu: uma volta ao mundo confiando inteiramente na bondade do próximo.

Ana Bakran, uma viajante croata de 34 anos, fez sua épica jornada solo de sua cidade natal, Zagreb, até Bora Bora, na Polinésia Francesa, em um feito surpreendente que a levou três anos e oito meses, e a levou por 25 países.

Em entrevista ao Jornal DailyMail, Ana contou como conseguiu dar a volta ao mundo pegando carona em carros, caminhões, motos, balsas, barcos a vela, navios de pescadores, um helicóptero e até um cavalo no Quirguistão.

Ana, que deixou seu emprego em uma empresa de marketing digital em 2013 para perseguir seu desafio e documentá-lo em seu blog , conseguiu no melhor estilo mochilão roots,  dar a volta ao mundo com poucos recursos.

“Eu me acostumei a dormir em movimento”, diz ela. “Nos parques, praias, postos de gasolina, mesquitas e templos, albergues baratos e inúmeras casas dos habitantes que me convidaram para entrar. Não sou exigente, fico em qualquer lugar desde que me sinta segura.”

Ao longo da viagem, ela ficou em todo tipo de lugar, com 63 jovens órfãos na Tailândia, em um iate milionário em Montenegro e debaixo de uma árvore no Parque Gezi, em Istambul, durante as manifestações de 2013.

Em quase todos os casos, a carona foi seu meio de transporte.

“Eu só precisei pagar pra me locomover em poucas ocasiões”, ela explica. “A polícia de fronteira do Turcomenistão com a China, por exemplo, não me deixava andar entre dois pontos de controle para entrar no país, então precisei pagar um micro-ônibus para chegar do outro lado da fronteira.”

No início, Ana disse que precisou passar um tempo aprendendo como pegar carona com outros viajantes mais experientes, mas logo passou a se aventurar sozinha e  é claro quem nem tudo são (ou foram) flores.

“Houve momentos em que fiquei na estrada no meio do nada, ou que acabei pegando carona com homens ‘sem noção'”, lembra ela.

– Alguns me mostraram o pênis do nada, tocaram meu joelho ou se recusaram a me deixar sair do carro. Mas eu consegui sair ilesa de todas essas situações por ficar calma e conversar seriamente com eles – às vezes com a ameaça de usar spray de pimenta que sempre carrego comigo.

Ela acrescenta: ‘Eu não acho que esses caras fossem pessoas más. Acho que eles fizeram julgamento errado sobre mim. São de outra cultura e não estavam acostumados com uma mulher pedindo carona.  Espero que eles tenham aprendido com o erro.

“Nenhum desses incidentes me desencorajou a pegar carona, e 99% das viagens não foram nada além de incríveis.”

Ela disse que enfrentou a maioria destes problemas em países muçulmanos, mas diz que neste mesmos locais foi recebida com “extrema hospitalidade e gentileza”.

Ana em um barco de pescadores pegando carona de Maupiti a Bora Bora. – Foto: Arquivo Pessoal

Ana passou sete meses em um barco da Malásia para a Austrália. Ela conseguiu se juntar à tripulação depois de encontrar um capitão australiano que estava procurando uma equipe para ajudá-lo a navegar de volta para a Austrália.

“Eu estava procurando um barco para pegar carona para a Austrália, então foi perfeito”, explica ela.

De lá, ela fez talvez sua mais improvável viagem – uma carona em um helicóptero.

“Eu me aproximei de uma empresa charter no oeste da Austrália e contei a eles minha história”, diz Ana. ‘Quando eles viram o mapa da minha jornada, eles concordaram em me deixar pegar carona. Eu só tive que esperar  quarenta e cinco minutos, que não eram nada comparados às minhas horas habituais esperando carona na estrada.”

Da Austrália Ana partiu para outras ilhas e sua última postagem no Facebook foi feita 28 de fevereiro em Nuku Hiva,  a maior das Ilhas Marquesas na Polinésia Francesa. Na capa do seu perfil há uma mensagem dizendo que ela irá escrever um livro sobre a jornada e temos que admitir que assunto é o que não vai faltar!

Percurso da viagem

Pegando carona em um helicóptero na Austrália

Embora não pareça, estava frio na Austrália e ela teve que pegar carona vestida com seu saco de dormir

Em Pamukkale, uma cidade no oeste da Turquia conhecida por suas águas termais ricas em minerais e impressionantes terraços brancos


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Aos 60 anos ele percorrerá as 3 Américas caminhando

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O argentino Martín Esteban Echegaray Davies, o Kuky, partiu de Ushuaia, no sul da Argentina para uma grande e bela empreitada: chegar ao Alasca, caminhando.
Aos 60 anos, não lhe falta espírito aventureiro. A viagem começou em 31 de outubro de 2017. Hoje ele já está passando pelo meio do país, na região de La Pampa. De acordo com o jornal argentino, La Arena, Kuky calcula concluir a jornada de cerca de 28.000Km em 3 anos. Ainda segundo a publicação, Martin caminha 40Km por dia carregando seus poucos pertences num carrinho com as bandeiras argentina e galesa (Martín é descendente de galeses e vascos).
Profissionalmente, Martin abre poços de água na patagônia e por isso já está acostumado a longas caminhadas, solidão e as inclemências do tempo. A esposa, três filhas e seis netos o apoiam incondicionalmente.

Foto: @CaminataLas3Americas

O carrinho onde leva seus pertences carrega também as bandeiras argentina e galesa | Foto: @CaminataLas3Americas

Não estranhe se encontrar o aventureiro por aí de gravata. Quando ele chega a um lugar, prefere usá-la, “uma maneira de expressar respeito pelo lugar” | Foto: @CaminataLas3Americas

Diário de bordo

Enquanto descansa, Martín alimenta seu diário de bordo anotando detalhes da aventura e, para dar autenticidade às publicações, ele pede que as autoridades locais assinem e carimbem seu caderno.
Com pequenos boletins e muitas selfies (todo mundo quer tirar uma), Martín divide esta aventura em sua página no Facebook e também tem um canal no YouTube.

Pausa para o descanso | Foto: @CaminataLas3Americas

Foto: @CaminataLas3Americas

Foto: @CaminataLas3Americas

Apoio e solidariedade

Além do apoio da família, Martín é sempre bem recebido por onde passa. “As pessoas são solidárias, param para me dar água ou refrigerante. Esta viagem, subvenciono sozinho, mas quando chego a um lugar as pessoas me oferecem suas casas e comida, tenho que declinar das ofertas, só peço um lugar onde possa tomar banho e lavar minha roupa. Os caminhoneiros também me ajudam muito. Há gente que quer me dar coisas que não posso aceitar por causa do peso”, contou ao La Arena.

Admiração e solidariedade | Foto: @CaminataLas3Americas

Com informações de La Arena e @CaminataLas3Americas


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Depois de viajar 5 países com R$ 800 brasileiro começa expedição pelos extremos da América do Sul

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Depois de viajar por 5 países com apenas 800 reais e dar uma volta ao mundo também “low cost”, o paulistano Will Gittens, 34 começou uma nova expedição; desta vez pelos extremos da América do Sul e, mais uma vez, com baixíssimo orçamento.
Há pelo menos 13 anos, Will Gittens – que nas horas não vagas é desenvolvedor de websites, softwares e apps – vem aprimorando duas habilidades: a de viajante pão-duro, que realiza grandes aventuras gastando o menos possível; e a de especialista em sobrevivência na selva e camping selvagem.
Gittens é autor do blog Trabalhe seu sonho onde relata suas experiências – uma das que mais chama a atenção é a viagem realizada em 2013 na qual investiu R$ 800 e conheceu lugares incríveis de Brasil, Bolívia, Chile, Argentina e Uruguai.
Em 2016, ele e a esposa, Fefa Trindade, partiram para a realização de um grande projeto: fazer um mochilão de volta ao mundo. Para Will, a aventura começou 20 dias antes, com uma travessia pelo oceano Atlântico a bordo de um navio cargueiro. A viagem durou quase 8 meses, eles passaram por 19 países e gastaram, por pessoa R$ 28 mil. Essa world trip foi registrada, compartilhada pelo casal na web e acompanhada por milhares de pessoas.

Fefa e Will | Foto: Divulgação/@trabalheseusonho

Agora em 2018, Will Gittens partiu para mais uma aventura solo, realizada totalmente por terra e com baixo orçamento, para percorrer alguns extremos da América do Sul.

Will iniciando a subida do Aconcágua | Foto: Divulgação/@trabalheseusonho

Ele partiu em janeiro, de SP sentido Ushuaia e subirá até a península de Guajira, no Mar do Caribe. No caminho estão mais de 10 Parques Nacionais, além da trilha Salkantay (Peru) e a subida do Aconcágua (Argentina). Camping, carona, troca de trabalho por hospedagem e por comida farão parte da viagem.
Ao finalizar esta jornada Will Gittens terá feito por terra todos os Extremos da América do Sul: ponto mais alto, mais ao Sul, mais ao Norte, mais ao Leste e mais ao Oeste. Toda a aventura será registrada por fotos, textos e vídeos e – a cada conteúdo compartilhado – o aventureiro dará detalhes dos seus gastos diários. Ele quer provar – mais uma vez – que é possível viajar gastando o mínimo possível.

Will terá visitado p ponto mais alto, mais ao Sul, mais ao Norte, mais ao Leste e mais ao Oeste da América do Sul | Foto: Divulgação/@trabalheseusonho

Você pode acompanhar esta e outras viagens de Will Gittens no site, Facebook , YouTube e Instagram do Trabalhe seu sonho.

A foto (da home) que traz até este post é de divulgação/@trabalheseusonho.


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Um ano de vida na estrada

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Por ‘Por la carretera’*

O Tempo é Relativo
Hoje é um dia muito especial aqui pra Carretera.
Dia que completamos 365 dias de vida nômade pelas Américas. 8.760 horas, ou melhor: 525.600 minutos. Aqui, nesse mundo meio paralelo que vivemos, acredito que medir o tempo em minutos acaba sendo mais próximo da nossa realidade. Porque os minutos contém neles a dimensão maluca do tempo que nós temos experimentado aqui e assim fica mais fácil de tentar explicar a nossa sensação. Eles tem a habilidade de mostrar mais facilmente a relatividade. São muitos e ao mesmo tempo são tão curtos! Voam e se demoram. E assim tem sido a nossa experiência com o tempo… O dia demora a passar tantas vezes, mas quando olhamos pra trás, parece que recém saímos da casa dos nossos amigos queridos em San Clemente/CA pra iniciar essa jornada. E que jornada!!!
É difícil explicar os aprendizados, os desafios, eleger melhores momentos ou lugares… Tudo parece vir tão misturado! Para dar uma explanada da nossa experiência, o plano inicial ao sairmos do Brasil era viajar 1 ano, da Califórnia a Patagônia. E só. (E já parecia muito). E de 1 ano, já estamos a 1 ano e 5 meses fora da nossa terra natal, e nem cruzamos pra América do Sul ainda, ou seja, falta um pouco mais da metade do caminho, se o medirmos em Km. Só que acreditem, uma road trip não se mede em Km. O nosso tempo não está vinculado a distância, mas ao ‘desfrutar’ que cada local nos oferece. E isso envolve tantos aspectos sutis… pessoas, previsão do tempo, custo, adaptação, humor, paisagem, camping, muriçocas!…
Até agora nossa trip se resume a 5 meses nos EUA, 5 meses no México, e vamos fechar 5 meses de América Central (pura coincidência esses números, mas eu adorei esse quê cabalístico) e ainda tivemos 2 meses no Canadá como um Plus, tipo férias de inverno, pra não deixar nenhum país na costa do Pacífico de fora das nossas pegadas!E vá pegadas nesse intervalo! E vá experiências!

Vista para o mar no Panamá | Foto: porlacarretera.com.br

Cá e Lú: o início pela Baja Califórnia | Foto: porlacarretera.com.br

“Sala de estar” | Foto: porlacarretera.com.br

Vida ao ar livre | Foto: porlacarretera.com.br

Jantar a luz de lanternas | Foto: porlacarretera.com.br

Lú e Cá, nômades digitais e autores do ‘Por la carretera’ | Foto: porlacarretera.com.br

Em busca do sol, no Canadá | Foto: porlacarretera.com.br

Texto: Caína Giordani, a Cá.

*Os porto-alegrenses Cá e Lú estão vivendo viajando de carro e acampando pelas Américas.
No dia 04 de janeiro de 2018 eles completaram um ano de vida nômade na estrada, ou “Por la Carretera”, uma experiência que os tem transformado e tocado.
Confira belas imagens e acompanhe um pouco desta história no site e na página deles no Facebook.


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Trechos do livro “Na Natureza Selvagem” – Alex Supertramp

Redação - Onde Cê Vai Loko

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Alex Supertramp

Hoje eu trago aquele tipo de post que todo bom mochileiro ama!!! Frases para sua legenda de foto de viagem. E nada melhor do que as sábias frases que inspiraram Alex Supertramp, conhece ele?

Já ouviu falar do livro/filme Into the Wild? (Na Natureza Selvagem – título no Brasil).

É um drama estadunidense de Jon Krakauer baseado nas viagens de Christopher McCandless que auto intitulava “Alexander Supertramp”.

Quer saber um pouco dessa história? Confere esse post da Escritora de Quinta. E este publicado aqui no blog do Mochileiros.com.

E agora vamos ao que interessa, confira as frases impactantes para o percurso do ícone mochileiro raiz Alex Supertramp:

1 – “A verdadeira colheita de meu dia-a-dia é algo de tão intangível e indescritível quanto os matizes da aurora e do crepúsculo. O que tenho na mão é um pouco da poeira das estrelas e um fragmento do arco-íris. “

2 – “Em relação a quando visitarei a civilização, não será em breve, acho. Não me cansei da natureza; ao contrário, deleito-me cada vez mais com sua beleza e com a vida errante que levo.”

3 – “Prefiro a sela ao bonde, e o céu salpicado de estrelas a um teto, a trilha obscura e difícil, levando ao desconhecido, a qualquer estrada pavimentada, e a paz profunda do campo ao descontentamento gerado pelas cidades.”

4 – “Você me censura por ficar aqui, onde sinto que é o meu lugar e que sou uno com o mundo a minha volta? É verdade que sinto falta de companhia inteligente, mas há tão poucos com quem possa compartilhar as coisas que significam tanto para mim que aprendi a me contar. É suficiente que eu esteja cercado de beleza “

5 – “Mais que amor, dinheiro e fama, dai-me a verdade. Sentei-me a uma mesa em que a comida era fina, os vinhos abundantes e o serviço impecável, mas faltavam sinceridade e verdade e fui-me embora do recinto inóspito, sentindo fome. A hospitalidade era fria como os sorvetes.”

 

Alex Supertramp

Foto Pinterest

6 – ” As trilhas que eu fazia conduziam para fora, aos morros e pântanos, mas levavam para dentro de mim também. “

7 – “Mas pouco sabemos até experimentarmos o quanto de incontrolável há em nós, instando-nos a atravessar geleiras e torrentes e subir a alturas perigosas, por mais que o juízo proíba. “

8 – “Tenho esta vida, que usarei para crescer. Quem eu era antes, já não me consigo lembrar.” (minha preferida ? )

9 – “O âmago do espírito do homem pede novas experiências.”

10 – “Não é sempre necessário ser forte, mas sentir-se forte.”

11 – “A felicidade só é real quando compartilhada”. (Especial Michellândia)

 

Alex Supertramp

Foto: Pinterest

Depois que assisti o Into the Wild minha visão de vida mudou completamente, a gente para e pensa qual nosso objetivo aqui nessa imensa Terra, o que me faz feliz? Cargo executivo, padrões da sociedade, casar, ter filhos, viajar por aí, trocar a cidade pelo campo? Não importa o que te faz feliz, o que importa é:  “Você é feliz?”.

Torço para que seja feliz ou esteja em busca da felicidade e independente do que a sociedade ache de suas escolhas e a partir do momento que elas não prejudiquem ninguém, bola pra frente meu amigo, seja feliz e siga seu coração ♥

Quer mais frases de viagens? Clique aqui e confira 17 opções 😉

Espero que tenham gostado. Beijos e boa viagem ?

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Instagram: @ondecevailoko

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Mochila Brasil: Onde Cê Vai Loko


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2018 será o ano de largar tudo e viajar por aí!!!

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Se você chegou até aqui achando que iria encontrar uma daquelas pesquisas de alguma universidade ou instituição que nunca ouvimos falar na vida ou de alguma previsão de horóscopos ou videntes que todo ano dizem a mesma coisa, não se decepcione.

Não se trata de nenhum dado oficial ou estudo específico… O ano de 2018 será o ano para largar tudo e viajar por aí porque simplesmente desejamos isso a você.

Aproveite o final do ano para rever os erros, as viagens que deixou de fazer, as coisas que gastou sem precisar. Aproveite as festas para combinar projetos com amigos e familiares. Relembre momentos que passaram juntos, ou que poderiam ter passado e planejem para 2018.

É hora de tentar criar novos hábitos, mudar as rotinas… É hora de acampar pela primeira vez, de fazer a trilha que sempre teve medo, de viajar sozinho, de tentar uma carona e explorar novos lugares. 2018 É A HORA!

Faça seu próprio cofrinho, venda aquilo que não precisa, troque a mala de rodinhas por uma mochila… DESAPEGA!!!

O calendário tá repleto de feriados… pule aquele carnaval que nunca pulou, percorra a Estrada Real de bike, mergulhe em Fernando de Noronha, visite as chapadas e nunca mais volte pra casa, se aventure na Amazônia, fique torto na Oktoberfest , parcele em 30x aquela viagem pro exterior, vá ver as Olimpiadas na Rússia…sei la! MAS VAI!!!

E lembre-se, não tem estudos, pesquisas ou previsões: 2018 é o ano de largar tudo e viajar por aí, simplesmente porque você quer isso!!!! Acredite!

 

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