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Uma volta pela Costa do Sol, no RJ, em uma Kombi 1972

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Pra quem não conhece, o projeto Eco Durismo é formado por Livio, brasileiro e Alexandra, francesa, a bordo de uma kombi 1972 pelas estradas. O roteiro dessa vez foi uma volta por toda a Costa do Sol, passando pela serra e litoral do Rio de Janei, sem um roteiro estabelecido e se virando do jeito que dava.
Saimos dia 10 de janeiro do Rio pra mais um rolé com nossa kombosa, e como de praxe, sem um roteiro definido, apenas sabendo que a primeira parada seria a cidade do Sana, na serra de Macaé. A cidade fica a 150Km da capital fluminense e é repleta de cachoeiras, montanhas verdes e um ar meio hiponga.
Antes mesmo de começar a dar os roteiros por cada cidade visitada, fizemos esse resumo em vídeo com alguma das imagens registradas pelos lugares.

Foto: Ecodurismo.

Embarque em nossa kombosa e sinta a vibe!!!

Sana

Apesar da kombosa ter apresentado um pequeno problema no alternador, conseguimos concluir a viagem e chegamos bem no Sana View Hostel, que foi nosso primeiro anfitrião nessa viagem.
Acampamos com uma vista unica para todo o vale verde e a kombi se destacava na paisagem.

Sana | Foto: Ecodurismo.

Passamos o total de 5 dias nessa vibe, frequentando as cachoeiras próximas ao hostel, pois as principais costumam ficar cheias e rola uma taxa para acessar. Uma noite ou outra, arriscamos ir até o centro da cidade a pé, a dois km do hostel e sem luz na estrada, mas por ser dia de semana, poucas coisas rolavam nos bares locais. Assim mantivemos o ritmo de aproveitar mais o dia do que a noite, e desta forma era facil manter nosso padrão ecodurismo de gastos. Nos despedimos e seguimos viagem sentido o litoral.

Rio das Ostras

Descemos a serra, almoçamos em Casemiro de Abreu, num daqueles self services sem balança e partimos para a cidade de Rio das Ostras, ja no litoral e a aproximadamente 50km de distancia do Sana.
Desta vez fomos conversar com os donos do Obelix Hostel e contar nossa aventura e oferecer alguns serviços em troca de hospedagem. Tudo certo e em minutos a gente ja se sentia parte da familia.

Foto: Ecodurismo.

Diferente do Sana, Rio das Ostras ja é uma cidade razoavelmente grande devido a exploração do petroleo na região. Apesar de praias e lagoas lindas, parece que o turismo ainda esta dando os primeiros passos; em comparação com outras cidades vizinhas.

Foto: Ecodurismo.

A Costazul é a praia mais badalada com restaurantes, bares, um shopping aberto de artesanato chamado Tocolandia, a famosa praça da Baleia e alguns mirantes nas pedras no canto da praia permitem uma vista mais ampla do litoral.
Apesar desta ser a praia mais procurada, foi o outro lado do litoral que nos chamou a atenção: a reserva ambiental de Itapebussus.
Essa area de preservação permanece intocada pelo homem e pra se chegar até as lagoas, com aguas avermelhadas e praias totalmente serlvagens, é preciso caminhar alguns minutos pela areia. A paisagem é unica, com aguas calmas e cristalinas, a região permite banhos de agua doce ou salgada no mesmo lugar.
Ficamos ao total dias na cidade e partimos antes mesmo do final de semana começar. Nosso destino seguinte foi a pequena Barra de São João, a poucos km de distancia.

Barra de São João

De Rio das Ostras até a Barra de São João é basicamente seguir uma linha reta na estrada. A cidade é bem pequena mesmo e se destaca pelo encontro do rio e o mar, com uma pequena igrejinha no alto da pedra.
Ficamos desta vez hospedado na casa de um amigo que esta morando na região de Tamoios, ali do lado e conseguíamos caminhas até a barra sem muitos esforços.

Foto: Ecodurismo.

O turismo da cidade é bem popular e os preçossão bem acessiveis, com pratos com peixe a partir de 10 pilas, e aproveitamos pra tirar uma folga na cozinha e ter esse luxo de almoçar na rua.
Passamos o final de semana la e não tem muitas coisas a se explorar mais na pequena cidade a não ser um banho de mar ou de rio. Mas valeu o reencontro com nosso amigo.
Dali partimos sentido Buzios.

Búzios

Ao chegar no famoso balneário de Búzios, fomos recebidos com a costumeira blitz do Detran na entrada da cidade. Tudo em dia com a kombosa e nos dirigimos até Local Friend Hostel, que já havíamos feito contato online e já nos esperavam pelos os próximos dias.

Foto: Ecodurismo.

Estacionamos a kombosa e fomos bater perna nas praias de Geribá e Ferradurinha, ambas já conhecíamos, mas sempre bom reforçar as lembranças.
Visitamos também praias mais próximas ao centro como Brava e dos Ossos, e ainda demos uma desfilada pela Orla Bardot com a kombi enquanto turistas; brasileiros e gringos, apontavam, provavelmente dizendo: Caraca, olha uma kombi laranja e azul, rs.

Pra quemconhece Buzios, sabe que os preços costumam ser salgados, e pra mantermos o padrão Eco Durismo de gastos, passamos quase todas as noites no barzinho do proprio hostel com a equipe e outros hospedes.
Foram dias bem legais, mas depois de 4 noites era hora de seguir, desta vez ao paraiso de Arraial do Cabo.

Arraial do Cabo

Também distante poucos km de estrada chegamos a Arraial, conhecido como o caribe brasileiro. Também ja haviamos conhecido essas terras ano passado, durante a baixa temporada, e podemos afirmar que é a melhor epoca pra visitar.

Foto: Ecodurismo.

Chegamos ao 93 Hospedagem, um hostel familiar recem inaugurado e fomos super bem recebidos pela Poliana, proprietaria do local. Dali tiramos o final de tarde pra um mergulho na Praia Grandee no dia seguinte nos arriscamos a chegar nas famosas Prainhas do Atalaia a pé, através de uma trilha que se inicia ao canto da praia dos Anjos e é a unica forma gratuita de se chegar no local, sem contar com os diversos mirantes que tem no caminho.

O lugar é magico, areia branca e agua incrivelmente azul, tudo rodeado por morros verdes. Mas nessa epoca, a galera ta em massa, e achar um lugar tranquilo na areia é impossivel.
Outro lugar que vale conhecer é a praia do Forno, também acessada por uma trilha e igualmente linda. Desa vez acabamos nao visitando, mas ja conhecemos da ultima passada por la.

Cabo Frio

Não poderíamos deixar de visitar a maior cidade da região e por incrível que pareça, não conseguimos contatar nenhum hostel a tempo para enviarmos uma proposta de troca de hospedagem. Todos responderam,depois da gente já ter se virado por lá.

Foto: Ecodurismo.

Acabamos pedindo ajuda através da nossa página e um morador local nos cedeu um quartinho para passarmos os próximos dias. Dali caminhamos até a Praia do Forte, num total de 10Km ida e volta. Visitamos também a praia das Dunas do Pero, um pouco mais isolada e com um cenário bem maneiro e por ultimo, a famosa Ilha do Japonês com suas águas cristalinas, porém bem cheia essa época também.

Foto: Ecodurismo.

No último dia, soubemos que uns amigos estavam na cidade e passamos a ultima noite na casa deles.
No dia seguinte, partimos sentido Rio.

Caminho de volta

Para sair da região dos lagos, a rota mais usada é a Via Lagos, com bom asfalto e sinalização, porém com um pedágio salgadíssimo de R$ 15 e sem muitos atrativos. Por isso optamos por uma rota alternativa. Viajar de kombi a 60km/h sem ter uma vista da paisagem seria uma pecado.
No caso para essa rota, tivemos que retornar sentido Arraial do Cabo, seguindo o litoral até Jaconé e esse caminho percorre cidades menos conhecidas e com visuais lindos.

Foto: Ecodurismo.

Já no início da rota, na altura de Monte Alto, vimos uma placa da praia de Massambaba, totalmente vazia arriscamos um mergulho, mas a correnteza assustou um pouco.
Dali seguimos um pouco mais e paramos em Praia Seca, banhada pela gigantesca lagoa de Araruama e ali sim, um pequeno lanche e mergulho na água morna.

Foto: Ecodurismo.

Mais algumas horas de viagem, chegamos a Saquarema, onde queriamos passar mais tempo, porém tinhamos que voltar para o Rio para um compromisso. Deu apenas para algumas fotos e almoçar em um barzinho local.
De la partimos diretamente ao Rio de Janeiro e fechamos a volta na região da Costa do Sol, durante 19 dias.

Como sempre, costumamos anotar alguns numeros de nossas viagens e repartimos abaixo:

_ Total de 19 dias de viagem por 7 cidades
– 02 paradas no mecanico
– Nenhum centavo gasto com hospedagem
– Aproximadamente 600km rodados com a Kombi
– Aproximadamente 91km caminhando
– Custo médio por dia de R$ 37 por pessoa (incluindo combustível, mecânico, alimentação e algumas cervejinhas) Nosso objetivo é sempre não passar de R$ 30 por dia.
– 79% dos nossos gastos foi a soma de combustível, mecânico e diversão.
– Fizemos amigos para uma vida inteira.

Confira mais fotos e vídeos desta viagem, aqui.
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Texto e fotos: Ecodurismo.

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Capitólio – O mar de Minas em um roteiro completo

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Capitólio tem sido o destino de ecoturismo mais procurado atualmente.

A região do lago de furnas é repleta de belas cachoeiras, balneários, lagos de cor esmeralda e paisagens incríveis, sendo um destino ideal para quem quer aventura e contato com a natureza.

Muita coisa podemos fazer por aqui, mas o que é imperdível? O que não podemos deixar de fazer? Quantos dias ficar?

 Listei 9 lugares que recomendo e em resumo o que é cada um deles.

Quer mais detalhes?

No www.queromochilar.com.br há mais informações e um roteiro prontinho para Capitólio, com custo, dicas de economia e hospedagem, passe lá pra conferir.

1- Morro do Chapéu

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Umas 3 horas – Contando deslocamento e caminhada.

O Morro do Chapéu é um mirante natural a 1.293 metros de altitude de onde podemos aproveitar um belo visual do ”Mar de Minas”. A vista do lago de Furnas daqui é incrível.

O acesso é por estrada de terra e não tão fácil e temos que fazer um percurso morro acima a pé, mas o visual compensa.

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Foto: Estrada de terra, de acesso ruim e trilha para quem quer caminhar um pouco e evitar problemas com carro… rs.

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Foto: Vista para o lago de furnas.

2- Cascata Ecopark.

  • Entrada: R$ 35,00 – Preço temporada; Preço normal R$ 30,00.
  • Horário: 9h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Recomendo 4 horas – Mas pode-se ficar lá o dia todo.

Essa é uma propriedade particular. Aqui há uma trilha curta e de fácil acesso, onde começamos passando pela parte de cima das cachoeiras e chegamos a um mirante para os Canyons e depois vamos a duas quedas d´água onde é possível banho de cachoeira, o lado ruim é que não há poços com boa quantidade de água para banho.

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Foto: Já em frente ao restaurante temos acesso a esta Cachu, onde na verdade era nosso último ponto da trilha.

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Foto: Esta Cachu é a mesma da primeira foto, só que vista por baixo. Aqui o poço não é profundo para banho, ele é mais para admirarmos mesmo. Ah, cuidado que o caminho aqui é bem escorregadio.

3- Paraíso Perdido.

  • Entrada: R$ 40,00 (carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

O Paraíso Perdido também é uma propriedade particular e tem uma excelente estrutura, com um ótimo restaurante e instrutores para todo lado para alertarmos de perigo.

Havia lido que aqui havia 18 piscinas naturais e 8 quedas, eu paguei R$ 40,00 e vi 3 quedas ( não sei como contam 8 ). Pelo que eu vi, as quedas estão todas no mesmo percurso e não são grandes, é uma quase grudada na outra e também considerei só dois poços naturais, confesso que fiquei decepcionado com este lugar e pelo que lia achava que seria o melhor de todos, mas não foi.

Foto: Subindo rumo ao melhor poço para banho.

Foto: A água estava gelada de dar câimbra e dor de cabeça, e o corpo não acostumava, mas não resisti, já molhei de uma vez só….rs.

4- Cachoeira do Filó.

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Uma bela queda d´água com um poço enorme e excelente para banho. Como é gratuita e bonita está sempre lotada.

Parando na rodovia é só andar 100 m. Há a possibilidade de subir até o mirante- só ir contornando a queda dá água e subir pela mata mais uns 100 m- e você estará no topo da cachu além de ter acesso ao poço atrás da mesma.

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Foto: A bela Cachoeira do Filó vista antes de descer a trilha.

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Foto: Mirante.

5- Trilha do Sol.

  • Entrada: R$ 40,00 (Temporada) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Também uma propriedade particular com ótima infraestrutura, e na minha opinião um dos melhores passeios pela região. As trilhas são lindas, e os três atrativos principais na trilha do sol são: Cachoeira no Limite, Cachoeira do Grito e Poço Dourado. Ahhh há até uma área de nudismo… rs.

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Foto: A parte superior da Cachoeira No Limite.

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Foto: A Cachu com seu poço. Você pode chegar no poço pulando, ou pela mata, uma trilha curta e tranquila.

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Foto: As paredes com estas pedrinhas deixa a trilha para o poço encantado com um visual incrível.

6- Passeio de Lancha nos Canyons.

  • Entrada: R$ 100,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 80,00.
  • Horário: Agendado – das 8h00 às 16h00.
  • Duração do passeio: 2 horas.

Nem preciso discorrer muito sobre este passeio, afinal é o mais procurado de Capitólio e não é atoa, realmente um tour imperdível e onde você realmente terá um contato incrível com o belo lago de furnas.

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Foto: Olha a cor desta água.

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Foto: Só admirando este paraíso.

7- Lagoa Azul

A cachoeira da Lagoa Azul também fica em uma propriedade particular, e você pode chegar até ela por asfalto, ou aproveitar o passeio da lancha para conhecê-la. Geralmente em temporada está sempre lotada, mas o bonito dela mesmo é vê-la vazia, por isso no dia não quis conhecê-la.

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Foto: A Lagoa Azul ficou para uma próximo visita, este lugar deve ser lindo, mas vazio, deste jeito não fiz questão de conhecer não…rs

8- Mirante do Canyon

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Aberto.
  • Duração do passeio: Em torno de 40 min.

É aqui que todo mundo tira as melhores fotos de Capitólio, fácil acesso e trilha super fácil, não há desculpa para não ir até o mirante que está bem ao lado da BR.

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Foto: As fotos clichês de Capitólio.

9- Parque Estadual da Serra da Canastra.

  • Entrada: R$ 10,00.
  • Horário de funcionamento:  8h00 às 18h00 – Sendo que não é permitida entrada após às 16h00.

Um pouquinho distante de Capitólio, mas não deixe de conhecer se gosta de aventura e tiver um tempinho no cronograma. É neste parque que está a segunda em altura e uma das mais belas cachus de Minas Gerais.

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Foto: Vista que temos da pesada trilha para conhecer a Casca d´Anta por cima. Show de paisagem.

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Foto: A Casca d´Anta com 186 metros de queda d´água é a segunda maior cachu de MG, perdendo somente para a Cachoeira do Tabuleiro em Conceição do Mato Dentro.

Todas as dicas e informações necessárias para conhecer o Parque da Serra da Canastra estão no Blog : Aqui.

GOSTOU?? 

Isso é só uma aperitivo, no Quero Mochilar há detalhes sobre as trilhas, como chegar, o que ver, fazer, comer etc, em cada um destes lugares, além de fotos incríveis e um roteiro prontinho dia a dia pronto para imprimir só com o essencial de cada lugar.


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Alemã se desafia a passar o resto da vida com a mesma roupa

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“Colecione momentos e não coisas”. Quem nunca ouviu essa frase e já parou para pensar o quanto (batida, porém) pertinente ela é? Nesta frase cabe um mundo e dentro disso a busca por valorizar o simples e sentir-se bem com ele não se tratando de “viver sem nada” a qualquer custo, é algo mais profundo, talvez um real desejo de mudar.
E as mudanças podem começar com, por exemplo, consumir menos roupa. A alemã Jessica Böhme vive a mais de um ano com dois vestidos pretos co-desenhados por ela, que são combinados com outras poucas peças como casacos e calças. Ela tem dois vestidos para utilizar um, quando o outro está sendo lavado.
Ao Projeto Colabora, uma rede de 240 jornalistas especializados entre outras coisas em sustentabilidade e meio ambiente, Jessica contou que se inspirou quando viu uma entrevista de uma senhora que usava o mesmo vestido há um ano. “Quando comecei a mudar meus hábitos de consumo, eu passei a comprar menos e, se eu comprava algo novo era de uma marca sustentável e justa”.
No seu site ela cita o The Uniform Project, que nasceu em maio de 2009 quando uma garota se comprometeu a usar um vestido preto por 365 dias como um exercício de “moda sustentável”. Este projeto arrecadou US$ 100.000 para a educação de crianças carentes na Índia.
Depois de um ano usando o mesmo vestido, Jessica reiniciou o projeto, mas desta vez “pelo resto da vida”, co-desenhando a peça com um designer em Berlim e com um tecido de longa duração.
Ao todo, incluindo joias, roupas íntimas e acessórios Jessica tem 55 itens no seu guarda-roupa, sem contar com os seus óculos, o item número 56.
A entrevista completa com a alemã pode ser conferida no https://projetocolabora.com.br/consumo/conheca-a-alema-que-se-desafiou-a-passar-o-resto-da-vida-com-a-mesma-roupa/

Mais sobre o projeto pode ser acompanhado em seus site e Instagram.

 

#1dress4life | Foto: @jessica_boehme

Jessica e O vestido | Foto: @jessica_boehme

 

Jessica, O vestido e alguns acessórios | Foto: @jessica_boehme

Fotos: André Groth/Reprodução Instagram @jessica_boehme


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Mapa permite que você conheça seu endereço na Terra milhões de anos atrás

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Quem seriam nossos países vizinhos se os continentes ainda estivessem juntos? A gente já se perguntou isso por aqui, quando mostramos um mapa (que circulou bastante pela internet) do que seria a Pangeia com os países que conhecemos hoje mas o mapa criado pelo engenheiro de software Ian Webster, vai além: no http://dinosaurpictures.org/ancient-earth#240 você pode digitar por exemplo, o nome da cidade onde mora e ver onde ela estava há milhões de anos atrás e porque não, saber que tipo de habitantes havia por ali.
O site faz parte do DinosaurPictures.org, um banco de dados destinado a estudantes, professores, crianças e ou curiosos sobre os dinossauros. É construído com o PaleoDB, um banco de dados científico especializado em paleobiologia formado por centenas de profissionais da área.

Esse pontinho vermelho no mapa é São Paulo há 240 milhões de anos (você pode escolher entre 20 e 750 milhões de anos, no topo da tela do mapa interativo | Foto: Reprodução.

Esta é a representação de um Aeolosauro, que viveu em Sampa (seus fósseis foram encontrados em alguns lugares da Argentina e em São Paulo) há 240 milhões de anos | Foto: Reprodução.

Pensamos num destino que queremos conhecer: as (hoje) ilhas Phi Phi, na Tailândia | Foto: Reprodução.

Com informações do OpenCulture.


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Conheça a mochila ‘flutuante’

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“A inovação mais significativa em mochilas nos últimos 30-40 anos”. Esta é a afirmação do site que anuncia a HoverGlide, uma mochila ‘flutuante’ que promete reduzir “muito” (até 86%!) o impacto da carga nas costas, pescoço, joelhos e tornozelos enquanto você anda ou corre com ela.
O projeto é resultado de um estudo feito em 2006 por fisiologistas da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia (EUA). Especializado no movimento de peixes, o chefe do grupo, o professor de Biologia, Lawrence Rome, explicou à CNN que a mochila segue o mesmo princípio utilizado para o transporte de cargas pesadas em alguns lugares da Ásia: “pessoas tradicionalmente usam longos mastros de bambu e a flexibilidade deles absorve o movimento de subida e descida da pessoa enquanto a carga fica a uma altura constante”.
Difícil a gente entender sem experimentar né? Bem, basicamente a mochila possui um trilho deslizante e um sistema de suspensão de polia que sobe e desce, ficando “livre” enquanto você caminha/corre, por isso ‘flutuante’. No vídeo abaixo é possível ter uma ideia de como o acessório funciona:

Os criadores da HoverGlide lançarão a campanha de financiamento coletivo no site Kickstarter ainda em setembro, promovendo a produção de 4 modelos que variam de 28 a 55 litros. Os usos vão de diário e para estudantes, passando claro, para os de uso diário em viagens, camping e caminhadas, além de uma tática para expedições mais difíceis (os modelos são o Commuter, o Trekker, o Hiker e o Tactical).

Na imagem é possível ver o ‘trilho’ entre as alças e a mochila | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Trekker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Hiker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Tactical’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Commuter’ | Foto: Divulgação.

A mochila promete redução de até 86% do impacto, diminuindo possíveis lesões e facilitando o deslocamento | Foto: Reprodução.

Mais informações podem ser conferidas no https://www.hot-newtech.com/hoverglide/

Com informações de Hot-newtech.com, CNN Travel e Nature.com.


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Como ser um hóspede que deixa saudade

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Por Verônica Souza

Após uma longa espera, o tão desejado sofá apareceu no Couchsurfing – ou em outro site de hospedagem alternativa, ou até mesmo naquela casa de outro colega viajante que você esbarrou por aí – e com a alegria surge o ‘’E agora?’’.
Agora é chegada a hora de dar o próximo passo e se tornar um guest (convidado/hóspede) daquele que deixa saudade ao ir embora e ganhar boas recomendações e, por que não mais sofás, redes e camas nas próximas viagens pelo mundo?
Baseada em experiências de amigos que hospedaram e foram hospedados e nas minhas próprias, seguem alguns pontos a serem levados em conta se você quer ser um hóspede que deixa saudade.

Gratidão antes de chegar

“A gratidão é a virtude das almas nobres” (Frase atribuída a Esopo).
Mande por mensagem um “Obrigada por abrir as portas pra mim”, “Obrigada por aceitar me hospedar”.

Foto sob licença Creative Commons.

Seja organizado

Ao levantar arrume sua cama. Na verdade, o importante é deixar o “teu” local todo limpo e com tudo no seu devido lugar. Pode ser um sofá ou uma barraca, o importante é ter zelo e lembrar sempre de respeitar os hábitos e regras que já existiam ali antes de você chegar.

Foto sob licença Creative Commons.

Presenteie

O orçamento do mochileiro – quase – sempre está sem muita folga, todavia, neste presente o que conta não é o valor monetário e sim o carinho que vem junto com o presente. Precisa dar uma lembrança cara? NÃO! Foque em algo diferente – e barato – que tenha na tua cidade ou estado. Pode ser um doce ou um artesanato, por exemplo.

Alguns presentinhos de alguns lugares do Brasil e do mundo | Foto: Verônica Souza/Arquivo pessoal.

Seja prestativo

Mesmo que os donos do local digam que não é necessário se preocupar com os afazeres domésticos ofereça ajuda. Pode ser ajudar no preparo do almoço, lavar a louça…

Foto sob licença Creative Commons.

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Quem abre a porta para alguém de outro estado ou país quer um retorno chamado bagagem cultural. Deixe um pouco da sua! Conte como é o estilo de vida onde mora, cozinhe uma comida típica e apresente músicas as quais fazem sucesso em sua “casa”. Mesmo quem está viajando pela primeira vez tem muito a dividir.

Foto sob licença Creative Commons.

Gratidão ao sair

Na hora do “good bye”, deixe um bilhete agradecendo a receptividade e os momentos bons com quem te acolheu. Isto faz diferença!

Foto sob licença Creative Commons.


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Festival de Filmes de aventura acontece em setembro em São Paulo

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Por quanto tempo acredita que conseguirá praticar a atividade que você gosta? Até que idade você acredita que consegue fazer uma trilha, uma road trip ou mesmo uma escalada? Se o seu “número mágico” for pequeno, você precisa conhecer a história fantástica do montanhista americano Fred Beckey. Fred praticou a sua atividade preferida, subir montanhas e viver por conta disso, até os 92 anos de idade.

Fred nunca casou, nem mesmo teve filhos e sequer teve um emprego fixo desde os 20 anos de idade. Ele simplesmente se virava da maneira que dava para continuar todo o tempo com a mochila nas costas e improvisando comida, estadia e viagem todo o tempo. Ele é uma figura que as pessoas chamam nos EUA de ‘dirtbag’, e Fred Beckey é considerado o criador e personalizador deste estilo de vida. Um documentário, que teve fundos oriundos de financiamento coletivo para ser realizado, conta a história fantástica de Fred Beckey. O filme, desde o seu lançamento, ganhou todos os prêmios de todos os festivais de filmes que participou.

A oportunidade única de ver este, e outros filmes com a mesma temática, pode ser visto no final de setembro na cidade de São Paulo. A iniciativa é de um festival mexicano de filmes outdoor, chamado Freeman Film Festival que trará para a tela dos cinemas. Para honrar a memória de Fred Beckey, que não era muito chegado a Shopping Centers, os organizadores tiveram o cuidado de exibi-lo em um cinema de rua.

A sala escolhida é uma das salas de cinema mais antigas da cidade, fundado em 1962 e funcionando no mesmo endereço desde então. O evento esta marcado para o dia 27/09/2018 às 20:00H no Cinesala, localizado na Rua Fradique Coutinho, 361 – Pinheiros, São Paulo. Não haverá lugares marcados, portanto quem estiver disposto a assistir o filme no sofá, basta chegar cedo.

Fred Beckey

Junto do filme sobre Fred Beckey, haverá também a exibição de outros filmes, todas produções nacionais. Todos os filmes conterão ‘versões brazucas’ de dirtbags. Pessoas que largaram tudo para viver uma vida dedicada a fazer o que mais gosta. Ao todo serão três filmes, dos mais diversos esportes de montanha. Uma outra atração, para quem quer saber mais sobre empoderamento feminino, é que todos os filmes brasileiros foram produzidos e dirigidos por mulheres.

Os filmes brasileiros possuem títulos bem sugestivos e o objetivo, que não poderia ser diferente, é convidar a todos a refletir sobre suas vidas e siar com a mochila nas costas. Uma das produções de maior destaque é o “Mulheres são Montanhas”, produzido e dirigido pela atriz Renata Calmon. Totalmente ambientado na Serra da Mantiqueira, teve amplo destaque na internet e foi finalizado graças a um dos mais bem sucedidos financiamento coletivos da plataforma brasileira “Catarse”.

Já o filme “Uma aventura como ela é” mostra como um casamento pode transformar a vida através de esportes de aventura. Enquanto todas as pessoas pensam em ir para Paris, perpetuando o clichê de todo filme romântico, Edinho Ramon e Bia Carvalho vão ao interior da França fazer trekking, escaladas e saltos de para-quedas.

O terceiro e último filme é “Bonete – A conquista Brasileira”  que documenta uma história de montanhistas brasileiros, que vivem longe do mainstream, que primeira vez conquistou o cume da quarta mais alta do continente americano. Mais do que um filme, é um documento histórico sobre o montanhismo brasileiro.

Mais informações em: http://freemanfestival.com.br/


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Diamantina é muito mais que um roteiro histórico

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Que a bela cidade histórica mineira de Diamantina é um ótimo destino para relaxar todo mundo já sabe, mas você sabia que além de uma bela arquitetura, ruas de pedras e igrejas deslumbrantes, próximo a cidade há belas cachoeiras e paisagens de tirar fôlego?

Pois então, vamos lá que vou apresentar estes lugares para vocês…

Parque Estadual do Biribibi

Colado na cidade, uma fugidinha de Diamantina para o Biribiri é uma das melhores combinações para o seu roteiro.

Neste parque além de duas cachoeiras de fácil acesso e ótimas para banho, há uma antiga vila têxtil abandonada, que deu lugar a ótimos restaurantes onde você pode provar a deliciosa comida mineira.

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Foto: Cachoeira Sentinela – sem tilha e super rasa.

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Foto: Cachoeira dos Cristais – Melhor poço para banho e trilha curtinha.

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Foto: Vila do Biribiri – lugar ideal para relaxar.

Quer saber mais? —> Roteiro Completo para conhecer o Biribiri.

Conselheiro Mata

A pequena Conselheiro Mata, distrito de Diamantina, merece bem mais que um bate e volta, portanto programe pelo menos dois dias inteiros para este paraíso.

Com seus quase 1.000 habitantes, este ótimo destino para ecoturismo escondido no norte do estado ainda não despontou para o turismo, mas nem por isso duvide de seu potencial.

São mais de 22 cachoeiras catalogadas, além de outras atrações e histórias de discos voadores.

Tem cachoeira para todos os estilos, no meio da mata, com trekking, de fácil acesso, pequenas, grandes… gosto pra tudo, mas na minha opinião as melhores delas são:

Cachoeira das Fadas

Para chegar até a cachoeira, de entrada gratuita, você tem que fazer uma trilha de aproximadamente 2 km (ida e volta), e descer um  pequeno morro, mas o visual vale a pena.

Cachoeira do Telésfoto.

Pra mim este lugar não é só o mais belo da cidade, mas um dos mais do estado.

A cachoeira do Telésforo nem é tão grande ou impressionante, mas o que dá o charme a ela é seu contexto. Rodeada de areia branquinha e uma serra enorme, o conjunto de tonalidades fortes cria uma paisagem incrível. A cachu do Telésforo ainda é ótima para banho e passeios, em família ou com a galera, ou seja, qualquer tipo de viagem.

Foto: Um enorme banco de areia branquinha e uma serra enorme ao fundo.

Foto: Até escorregador natural há aqui… rs.

Quer saber mais? —> Roteiro Completo para conhecer Conselheiro Mata.

É pessoal, as vezes focamos só no essencial de um lugar turístico, mas há sempre muito mais se pesquisarmos. Portanto nunca deixe de explorar e saber mais, pois Diamantina é muito mais que Xica da Silva.

Quem quer saber mais da cidade de Diamantina?

Há um roteiro completo no Quero Mochilar: Roteiro Diamantina.


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Viver fora: um casal mochileiro (brasileiro) no Butão

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Mochileiros no Butão? Talvez essa seja a primeira vez que tenham ouvido essas palavras escritas juntas. Já faz quase um ano que nós do Mochilão a Dois decidimos largar nossa vida no Brasil e embarcar nessa aventura na “Terra da Felicidade”!

Mochileiros no Butão

Ser mochileiro no Butão, para quem não mora aqui, não é a coisa mais fácil do mundo. Primeiramente, o custo antes de vir já é bastante alto e, segundo, é burocrático. (Mas continuem lendo! Existe esperança!)

Mochileiros no Butão

Mas vir para o Butão também é uma das únicas chances que mochileiros tem para se sentirem um pouco como “desbravadores”, ir para um lugar onde muitas pessoas ainda nem sabem localizar em um mapa.

Custos de Uma Viagem Para o Butão

Vir para o Butão requer desembolsar um dinheiro bom:

  • Existe um custo diário de US$250(alta temporada)-US$200(baixa temporada)/noite para visitar o país;
  • Tudo precisa ser feito através de uma agência de turismo local;
  • Você não consegue ir no skyscanner ou expedia e comprar uma passagem para o Butão;

São apenas três pontos importantes, mas que carregam um baita peso na organização de uma viagem.

O Que Está Incluso Na Taxa Diária?

Essa taxa diária é cobrada por todos os turistas internacionais, exceto Indianos. Nela inclui:

  • Imposto para conservação do meio ambiente e educação de US$65/noite;
  • Todas as acomodações em hotel 3 estrelas/homestays/guesthouses;
  • Refeições;
  • Um motorista;
  • Um guia (post).

Mochileiros no Butão

Infelizmente, ter guia não é negociável. Sei que isso não faz o estilo de 90% dos mochileiros do mundo, mas nem tudo é ruim. Através de negociações e boa convivência, guias dão uma certa liberdade para os turistas explorarem alguns lugares sozinhos. Nem tudo é ruim! Ser legal é essencial!

Vale a Pena Vir Como Mochileiros para o Butão

Em uma palavra: Vale! Em duas palavras: Vale MUITO!

O Butão recebe por volta de 150mil turistas por ano. É um país ainda bastante desconhecido pelo resto do mundo e ainda muito inexplorado. Antes de vir pra cá, já tinha visitado 45 países e, em todos, encontrei turistas por todos os cantos. Aqui no Butão, mesmo em alta temporada, você sente que tem o país só para você!

Como disse antes, é um dos únicos e últimos países onde um mochileiro terá essa sensação durante a estadia inteira. Alguns destinos oferecem esse mesmo sentimento, mas nunca dura tanto, pois sempre tem que retornar pra alguma cidade grande no meio. Aqui, mesmo em cidades grandes, é muito difícil trombar com alguem falando alto na sua língua materna, seja ela qual for!

Já fui para Tailândia e Camboja, lugares onde o budismo é uma religião muito forte, mas sempre tive a impressão (talvez bastante verdadeira) de que os templos mais importantes viraram atrações turísticas. No Butão, até o templo mais visitado do país, o Ninho do Tigre (Taktsang), é um templo onde a religião é extremamente levada a sério. Quando mais remoto o lugar onde visitar, mais seriamente a religião é levada. Se decidir ficar ou visitar um monastério, terá que seguir a rotina deles. Nada será feito para acomodar o turista. Tudo é feito para eles. Você será apenas um espectador.

Mochileiros no Butão

O maior festival religioso do Butão, o Paro Tshechu, é um exemplo perfeito. Temos muitos amigos Butaneses que fizeram questão de ir ao festival para serem abençoados pelos rituais e danças de lá. Nada é feito para turistas. O que acontece lá sempre aconteceu desde muito antes do Butão abrir as portas para o turismo, em 1973.

Trilhas no Butão

Butão está, cada vez mais, se tornando um destino para aventureiros e turistas que adoram fazer trilhas e acampar. Trilhas aqui ainda são, em grande parte, quase intocadas. Visitá-las realmente faz com que você se sinta em contato com a natureza, sem lojinhas de conveniência, vendedores te oferecendo água a cada km. Você pode passar dias e mais dias sem contato com ninguém além de quem está no seu grupo. Passar dias sem contato com tecnologia, sem ouvir música, apenas se perder pela natureza e apreciar as paisagens oferecidas pelos Himalaias.

Mochileiros no Butão

Desde quando chegamos aqui, fizemos algumas trilhas, a principal foi a The Owl Trek (Trilha da Coruja). O que vimos mais próximo de civilização foram vilas de pastores de yaks. Vilas itinerantes, sempre a procura de pastos para alimentar seus animais. Isso está se tornando cada vez mais raro, pois pastores estão trocando a vida do campo para tentar a vida na cidade. Será que isso já aconteceu em algum lugar no mundo?

Seu camping pode incluir acampar num monastério, até ficar em um. Acreditem, a experiência é fantástica!

Trilhas no Butão estão inclusas na taxa diária, o que faz essa taxa não ser tão cara assim (ainda sendo cara).

Mochileiros no Butão

São apenas resumos do que mochileiros no Butão podem fazer em uma estadia aqui.

Como Vocês Foram Parar no Butão?

Ótima pergunta! Como disse no começo, visitar o Butão não é a coisa mais fácil de se fazer no mundo. O que fazer quando a oportunidade de morar no país aparece? Temos que abraçá-la, não acham?

Uma coisa que fiz muito na vida, além de viajar, foi estudar. Fiz bacharelado, mestrado, doutorado e licenciatura tudo seguido um do outro. Na minha licenciatura, tive uma co-supervisora que tem laços com escolas de vários lugares do mundo, como Serra Leoa, Papua Nova Guiné, Kênia e o dito cujo: Butão. Sempre fiz muitas perguntas sobre as experiências que ela teve como professora nesses lugares e as histórias sempr eme fascinaram. Terminei a licenciatura, voltei para o Brasil depois de 16 anos morando fora para dar aula em uma das melhores escolas internacionais da América Latina.

Mochileiros no Butão

A vida estava bem tranquila, tudo indo bem e o Butão já não estava mais na minha mente. Até que um dia recebi um email com o final .bt e o li. Estava sendo convidado para uma entrevista para dar aula próximo a Paro. O que fazer agora?

Depois de muitas conversas com a minha esposa, a Liany, que aconteciam depois de toda entrevista (8 entrevistas no total), finalmente me ofereceram o emprego e decidimos tentar! Vale mais a pena se arrepender de fazer do que de não fazer, concordam?

Loucura?

Largamos os nossos empregos. Eu de professor e ela de monitora de pesquisa clínica e para cá viemos. Em breve, completará um ano desde que chegamos aqui. Muitas experiências foram vividas, muitas dificuldades enfrentadas diariamente. Viemos para cá sem sabermos nada sobre o país, sem saber se ia conseguir viver com o salário, sem saber onde iamos morar… foi um baita tiro no escuro, mas fazer o que?

Mochileiros no Butão

Quem já morou fora ou fez intercâmbio sabe como é difícil… podem imaginar como é ir morar num lugar onde nem a sua passagem você pode comprar?


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Comprar dólar parcelado no cartão de crédito vale a pena?

Mochileiros.com

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Será que vale a pena comprar dólar parcelado no cartão de crédito? Confira a resposta para essa questão no decorrer do artigo.

O dólar é a moeda utilizada na taxa de câmbio da maioria dos países, servindo como referência econômica mundial. Aposto que você já viu por aí diversas discussões acerca da moeda estadunidense, não é mesmo?
Seja para viajar ao exterior ou realizar investimentos em médio prazo, o dólar é o mais cotado por economistas e especialistas em finanças.
Por conta disso, veja, abaixo, se vale a pena ou não comprar dólar parcelado no cartão de crédito.

Por que parcelar dinheiro estrangeiro no cartão de crédito?

Ainda como uma novidade oferecida por poucas empresas nacionais, a compra de moedas estrangeiras – em especial o dólar – já é possível ser feita no cartão de crédito. Plataformas especializadas em câmbio, como a Câmbio Store já oferecem esse tipo de serviço para o consumidor, e ainda permitem o parcelamento da compra em até 12x.
O motivo é simples: a maioria das casas de câmbio só aceita pagamentos em dinheiro vivo ou transferência bancária. Se você precisa viajar daqui a 3 dias, por exemplo, e não tem um centavo no bolso, o cartão de crédito seria uma opção.
Sendo assim, você conseguiria aproveitar a viagem tranquilamente, fazer as compras que deseja e só começaria a pagar no próximo mês. Não é incrível?
No caso da Câmbio Store, existe uma facilidade ao comprar dólar parcelado no cartão: a taxa de câmbio fica travada na hora do compra. Ou seja, não tem aquele famoso problema de taxa flutuante!

Na Câmbio Store a taxa de câmbio fica travada na hora da compra, não havendo a temida taxa flutuante | Foto sob licença Creative Commons.

“Usar o cartão de crédito lá fora não é a mesma coisa?”

Não, pois a taxa de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) aplicada na compra com o cartão de crédito internacional do seu banco é maior. Agora, se você comprar o dinheiro em espécie, com o mesmo cartão de crédito, a taxa fica muito menor. Confira:

· IOF aplicado em compras com cartão de crédito internacional: 6,38%
· IOF aplicado em compras com cartão de crédito na Câmbio Store: 1,10%

Outro ponto em questão é que ao comprar dólar parcelado aqui no Brasil, o valor é lançado diretamente na fatura, e você já fica sabendo na hora o quanto tem que pagar. Quando o cartão é usado no exterior, a fatura só chegará no próximo mês, com juros altíssimo.

Qual é o limite de compra?

Em virtude das normas vigentes para operações de câmbio, o limite máximo para comprar moedas estrangeiras parceladas no cartão de crédito é de R$ 10.000,00 por dia. Já quebra um galho, não acha? Se você deseja comprar mais do que este limite, basta dividir o montante total em tranches de até R$ 10 mil por dia.

Pontos negativos de parcelar dólar no cartão de crédito

Nem tudo são mil maravilhas, não é? Comprar a moeda estadunidense parcelada no cartão de crédito implica em alguns custos adicionais. Se a compra for paga no crédito à vista, por exemplo, a taxa de juros seria de 5,7% na Câmbio Store.
À primeira vista, pode até ser um ponto negativo se for comparar com a compra tradicional, com dinheiro em espécie ou TED. No entanto, assim como foi mencionado no tópico acima, se a pessoa precisa urgentemente do dólar e não tem nenhuma opção cabível, usar o cartão de crédito no Brasil para adquirir sua moeda estrangeira pode ser a melhor saída.
O trabalho realizado por algumas empresas, como a Câmbio Store, por exemplo, consiste em facilitar o contato entre o cliente e as corretoras/casas de câmbio. Com isso, fica muito melhor ter acesso a valores melhores e condições especiais de pagamento.

Afinal, vale a pena comprar dólar parcelado?

Levando em consideração os fatores tempo e necessidade, vale muito a pena adquirir a moeda estrangeira parcelado no cartão de crédito. No entanto, a dica principal é PLANEJAMENTO. Consulte as melhores cotações na Câmbio Store, faça uma simulação do quanto vai custar e faça a sua viagem com a cabeça tranquila.

Este é um publieditorial.
Texto: Equipe Câmbio Store.


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