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Febre Amarela e Certificado Internacional de Vacinação (CIVP)
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Bora viajar?
[align=justify][t1]Febre Amarela[/t1]
A Febre Amarela é uma doença infecciosa, causada por um vírus que é transmitido pela picada de alguns mosquitos. Em áreas silvestres o vírus é transmitido pelo mosquito Haemagogus e em áreas urbanas pelo Aedes aegypti (o mesmo que transmite a dengue).
Na maioria dos casos a doença é leve, causando febre, mal estar, dor de cabeça, dor muscular, cansaço, vômitos e diarréia. Porém em 15% dos casos esse quadro pode ser seguido de uma forma grave da doença, em que ocorrem sangramentos, olhos e pele amarelados, e funcionamento inadequado do fígado e dos rins. Pode haver coma e morte. Pessoas que estiverem ou tenham retornado há pouco tempo de área de risco devem procurar assistência médica sempre que apresentarem febre. A febre amarela não tem tratamento específico.
[t3]Áreas de risco[/t3]
A transmissão da febre amarela ocorre na América do Sul e na África. Na América do Sul o risco é maior na estação chuvosa (janeiro a maio). Na África a área de maior risco é o oeste do continente, principalmente no fim das chuvas (julho a outubro).
No Brasil não existe Febre Amarela urbana, o vírus só está presente em áreas silvestres. Existe possibilidade de transmissão da doença em áreas silvestres de todas as regiões do Brasil.
Veja nos mapas abaixo os locais onde a vacinação é recomendada.
[t3]Prevenção[/t3]
É recomendado que todos os viajantes que vão para qualquer área, mesmo que urbana, de todos os países, inclusive o Brasil, que tenham qualquer tipo de transmissão de febre amarela sejam vacinados, independentemente da exigência do certificado de vacinação. A vacina deve ser aplicada pelo menos 10 dias antes da viagem e é o principal meio de prevenir a doença.
Além disso são importantes as medidas para evitar picada de mosquitos:
Não utilizar recursos sem comprovação da eficácia (vitaminas do complexo B, pílulas de alho) na profilaxia de qualquer doença transmitida por vetores.
Usar repelentes na pele à base de dietiltoluamida (DEET) ou picaridina (= icaridina), enquanto estiver ao ar livre. Lavar a pele, para retirar o repelente, quando for permanecer em locais fechados e protegidos contra insetos (ar-condicionado, telas protetoras contra mosquitos).
Antes de adquirir um repelente, certificar-se da concentração de DEET ou picaridina no produto. As concentrações não constam nas marcas mais conhecidas no mercado brasileiro.
Tomar cuidado para não aplicar repelentes (DEET ou picaridina) nos olhos, na boca ou em ferimentos. Não aplicar repelentes nas mãos de crianças pequenas, pelo risco de contato com olhos e boca.
Ler cuidadosamente as recomendações do fabricante do repelente. As concentrações de DEET habitualmente recomendadas são de 30% a 35% (máximo de 50%) e de 20% para a picaridina.
Procurar hospedar-se em locais que disponham de ar-condicionado. Se isto não for possível, utilizar “mosquiteiros” impregnados com permetrina (mantém-se efetivo durante vários meses) e inseticida em aerossol nos locais fechados onde for dormir (em hipótese alguma empregar inseticidas na pele). Os "mosquiteiros" também podem ser úteis na proteção contra triatomíneos ("barbeiros", transmissores da Doença de Chagas) e morcegos (transmissores da raiva).
Usar calças e camisas de manga comprida sempre que possível (sempre as condições locais de temperatura e umidade permitirem), para reduzir a área corporal exposta às picadas de insetos. Usar repelentes na roupa à base de permetrina ou deltametrina.[/align]