Vou fazer o relato por dia, pois facilita a quem tem dúvida de quantos dias são necessários para Istambul. São cinco dias inteiros, fora o da chegada e saída. Não recomendo menos que isto. Quem quiser até pode cortar o último (parte não tão turística do meu roteiro), vai de cada um.
Seguem os links do início da viagem, a parteda Grécia e a da Turquia do mar Egeu. Agora só falta a Capadócia.
Na verdade chegamos tarde, quase 21 h. Aproveitamos para desarrumar as malas, pois pela primeira vez iríamos ficar tanto tempo no mesmo hotel (hotel Erboy – muito bom, veja as informações abaixo, item 5).
Segundo dia.
A primeira providência. Devolução do carro. Como a Hertz fica perto de Taksim, foi por lá que começamos a conhecer Istambul. Acho que acabou sendo bom, pois fomos
à torre Gálata logo no primeiro dia e tivemos a visão de toda a cidade e de onde deveríamos ir.
Começamos a partir da praça Taksim, seguindo pela rua Istiklal cad., omde existem alguns pontos de interesse, como o hotel Pera Palace (fica numa rua próxima), o Alojamento Mevlevi (estava fechado), uma igreja e a própria rua, de pedestres e com muitas lojas famosas.
Subimos na torre Gálata (5 euros), que fica perto do final da Istiklal, para ver a vista e tirar fotos (nesta época do ano, de manhã é melhor para fotos, com o sol a favor). Depois continuamos a pé, passando pela ponte Gálata.
Neste ponto quero ressaltar a importância de se conhecer os lugares a pé, você vai observando as dezenas de pescadores ao longo de toda a ponte, vai vendo as diversas nuances da paisagem e os vários ângulos para foto da torre, desce na parte de baixo da ponte, cheia de lojas e bares e finalmente sai na muvuca do porto, onde a população pega os barcos para diversos destinos. Lá tem os bares em barco, onde a especialidade são os sandubas feitos com os peixes pescados na ponte (eu imagino).
Depois tem a passagem subterrânea, para cruzar as pistas de trânsito, onde parece a 25 de março, em SP, perto do natal, uma multidão indo e vindo, no meio de várias lojas. Um amigo meu foi lá e não viu nada disto, só ia de trem de um lado para o outro.
Saindo do outro lado da passagem, visita a mesquita nova (mesquitas não cobram ingresso), depois ao bazar das especiarias e também a mesquita de Rustem Pasa, cuja entrada é difícil de achar, pois é perdida no meio de vários prédios.
Para completar o dia fomos até a mesquita de Sulemaniye, que estava fechada, em obras.
Terceiro dia.
Hoje começamos pelo palácio Topkapi (10 euros, mais 7,5 euros do harem). Conhecemos todo ele e depois fomos para o museu de arqueologia (5 euros). Na saída ainda passamos na Cisterna da basílica (5 euros). As 19:30 tínhamos uma apresentração dos Mevlevi (ou dervixe) uma seita sufista (20 euros), que se concentra através da música e da dança, sempre girando. O local é o centro cultural Hodjapasha. Não vá neste tipo de apresentação em restaurantes, é a maior furada.
Quarto dia.
Começamos de onde tínhamos parado na véspera. Igreja Santa Sofia (10 euros) e depois a Mesquita Azul, passando pelo Hipódromo e pelo bazar das cavalariças. Para completar o dia fomos para o Grande Bazar. Procure pesquisar os preços antes nas diversas lojas que existem por toda cidade, para ter uma referência de preço local. Acho que alguns comerciantes adotam a tática do 4 X. Te oferecem por este preço, você compra pela metade, 2 X, sai se achando o “esperto” e a mercadoria vale X.
A noite retornamos ao centro cultural para uma apresentação de danças típicas (22,5 euros).
Quinto dia.
Hoje foi o dia de passeio de barco. Pegamos um que passou pelo Chifre de Ouro e depois pelo Bósforo. Fomos até a segunda ponte e voltamos. Todos dissem que após a segunda ponte não tem nada de interesse. Quem quiser ir até o mar Negro tem que pegar o barco de carreira, que vai parando a cada porto até chegar lá. Leva umas 6 h, ida e volta (foi o que me falaram, já que não fui neste).
Depois fomos para o palácio Dolmabahce (10 euros). Neste fomos de trem urbano (0,75 euros).
A noite fizemos novamente o passeio do Bósforo, só até a primeira ponte (5 euros). Pegue os barcos sempre no porto perto da ponte Gálata. Sai mais barato que pagar excursão no hotel.
No dia seguinte fomos para a Capadócia. Ficamos lá dois dias e voltamos no terceiro para o mesmo hotel (deixei as malas no depósito). Chegamos de volta umas 17 h, mas isto será um outro tópico.
Sexto dia.
Passamos rapidamente em alguns lugares já vistos e depois partimos para conhecer um outro lado da cidade, não turístico. fomos ao principal shopping da cidade, o Kanyon (informação do hotel). Fica na estação de metrô de Levent a depois a parte asiática da cidade. Pegamos um ferry no porto (1,5 euros) para Uskudar e fomos caminhando até Hárem, passando pertinho da torre de Leandro.
Mais tarde fomos para Taksim, curtir a noite na rua Istiklal.
Sétimo dia.
Dia de ir embora. De manhã fomos fazer as últimas compras no Bazar, dar uma passadinha para despedir da mesquita Azul e depois arrumar as malas.
Não entrei em detalhes sobre a parte de restaurantes e bares, pois acho uma questão de gosto, muito pessoal. Existem centenas, perto do hotel onde fiquei na região de Taksim (as que fui), mas devem haver muitas outras regiões. Da vida noturna também não opino pois não frequentei, mas pelas conversas parece ser muito boa.
OBS: Para facilitar dividi os valores em liras turcas por 2. Se o euro mudar em relação a lira, basta multiplicar os valores citados por 2 para se ter o valor real em liras turcas.
1. O povo.
O povo turco é muito cordial, comunicativo e muito prestativo. Nunca negaram-me informação, pelo contrário, muitas vezes se aproximavam só por me ver com o mapa na mão, procurando ajudar. Além disto gostam muito dos brasileiros.
Turcos também adoram futebol e quando souberem que você é brasileiro iram falar de Ronaldinho, Alex e de outros jogadores que porventura estejam jogando por lá.
2 .Hotel.
Ficamos no hotel Erboy (60 euros, pagando em dinheiro). Muito bom hotel: bons quartos, excelente equipe, dando todas as informações necessárias sobre a cidade, excelente café da manhã, ótima localização – cinco minutos do Topkapi, 10 da mesquita Azul, 10 da ponte Gálata, a 50 metros da parada do trem urbano, restaurante com boa comida e serviço e movimento a noite. Claro que na mesma rua tem outros hotéis, mas não perdi tempo para conhecé-los.
3. Deslocamento nos locais
Fizemos a maior parte a pé, mas tem uma boa rede de transporte público, composta de trens urbanos, metrô e funiculares (todos a 0,75 euros). Agora, dependendo da local desejado precisa pegar os três. Tem também os ferries para ir para outros pontos mais distantes (0,75 euros).
4. Alimentação
Nenhum problema em relação a comida turca. As mezes são legumes, queijos, pastas e comem muitas saladas e frutos do mar e carnes conhecidas, com ótimo tempêro. Não recomendo restaurantes pois acho muito pessoal, mas de modo geral todos os restaurantes que fomos nos agradaram. Bebem muito chá (o dia todo).
5. Dinheiro
A forma mais prática de lidar com ele é a mesma usada no nosso cotidiano, cartão de crédito e saque no cartão de débito, com a vantagem de se pegar o dinheiro local (existem caixas em qualquer lugar). Basta levar alguns euros para os primeiros momentos.
6. Preços
Estes preços refletem os praticados por bons restaurantes (ou bares e cafés) em áreas turísticas. Podem variar conforme o gosto de cada viajante.
Massas – 4 a 7. Saladas – 4 a 5. Pratos de carne e peixe – 6 a 10
Coca cola – 1 a 2 Cerveja 330 ml – 1,5 a 2,5 Cerveja 500 ml – 2,5 a 4.
Suco de laranja 500 ml – 1,5. Taça de vinho – 2,5 a 4
Kebab, sanduba local – 2 a 3. Morango – 1,5 o quilo (muito bom)
7. Tempo necessário
Cinco dias completos
8. Temperatura
Foi razoável. Pegamos uns dois dias de chuva e um dia nublado. Não sei se maio é sempre assim. Mas não fez muito frio a noite, no máximo um casaco leve. De dia calor, embora dê para encarar os passeios de calça comprida.
9. Guia turístico
Uso sempre o guia visual que a Folha de S. Paulo publica no Brasil. Claro que isto é pessoal, mas dê uma olhava nele. Comprei um da Turquia toda, embora exista um só de Istambul.
Pessoal,
Vou fazer o relato por dia, pois facilita a quem tem dúvida de quantos dias são necessários para Istambul. São cinco dias inteiros, fora o da chegada e saída. Não recomendo menos que isto. Quem quiser até pode cortar o último (parte não tão turística do meu roteiro), vai de cada um.
Seguem os links do início da viagem, a parteda Grécia e a da Turquia do mar Egeu. Agora só falta a Capadócia.
grecia-atenas-mikonos-santorine-e-rhodes-t44431.html
turquia-marmaris-bodrum-pamukkale-efeso-kusadasi-bergama-canakkale-e-bursa-t44515.html
Segue também a planilha de custos.
Custo Turquia excel 2003.xls
Abraços,
David.
Resumo viagem Turquia.
Segunda parte: Istambul.
1. Relato.
Primeiro dia, 20/05/10.
Na verdade chegamos tarde, quase 21 h. Aproveitamos para desarrumar as malas, pois pela primeira vez iríamos ficar tanto tempo no mesmo hotel (hotel Erboy – muito bom, veja as informações abaixo, item 5).
Segundo dia.
A primeira providência. Devolução do carro. Como a Hertz fica perto de Taksim, foi por lá que começamos a conhecer Istambul. Acho que acabou sendo bom, pois fomos
à torre Gálata logo no primeiro dia e tivemos a visão de toda a cidade e de onde deveríamos ir.
Começamos a partir da praça Taksim, seguindo pela rua Istiklal cad., omde existem alguns pontos de interesse, como o hotel Pera Palace (fica numa rua próxima), o Alojamento Mevlevi (estava fechado), uma igreja e a própria rua, de pedestres e com muitas lojas famosas.
Subimos na torre Gálata (5 euros), que fica perto do final da Istiklal, para ver a vista e tirar fotos (nesta época do ano, de manhã é melhor para fotos, com o sol a favor). Depois continuamos a pé, passando pela ponte Gálata.
Neste ponto quero ressaltar a importância de se conhecer os lugares a pé, você vai observando as dezenas de pescadores ao longo de toda a ponte, vai vendo as diversas nuances da paisagem e os vários ângulos para foto da torre, desce na parte de baixo da ponte, cheia de lojas e bares e finalmente sai na muvuca do porto, onde a população pega os barcos para diversos destinos. Lá tem os bares em barco, onde a especialidade são os sandubas feitos com os peixes pescados na ponte (eu imagino).
Depois tem a passagem subterrânea, para cruzar as pistas de trânsito, onde parece a 25 de março, em SP, perto do natal, uma multidão indo e vindo, no meio de várias lojas. Um amigo meu foi lá e não viu nada disto, só ia de trem de um lado para o outro.
Saindo do outro lado da passagem, visita a mesquita nova (mesquitas não cobram ingresso), depois ao bazar das especiarias e também a mesquita de Rustem Pasa, cuja entrada é difícil de achar, pois é perdida no meio de vários prédios.
Para completar o dia fomos até a mesquita de Sulemaniye, que estava fechada, em obras.
Terceiro dia.
Hoje começamos pelo palácio Topkapi (10 euros, mais 7,5 euros do harem). Conhecemos todo ele e depois fomos para o museu de arqueologia (5 euros). Na saída ainda passamos na Cisterna da basílica (5 euros). As 19:30 tínhamos uma apresentração dos Mevlevi (ou dervixe) uma seita sufista (20 euros), que se concentra através da música e da dança, sempre girando. O local é o centro cultural Hodjapasha. Não vá neste tipo de apresentação em restaurantes, é a maior furada.
Quarto dia.
Começamos de onde tínhamos parado na véspera. Igreja Santa Sofia (10 euros) e depois a Mesquita Azul, passando pelo Hipódromo e pelo bazar das cavalariças. Para completar o dia fomos para o Grande Bazar. Procure pesquisar os preços antes nas diversas lojas que existem por toda cidade, para ter uma referência de preço local. Acho que alguns comerciantes adotam a tática do 4 X. Te oferecem por este preço, você compra pela metade, 2 X, sai se achando o “esperto” e a mercadoria vale X.
A noite retornamos ao centro cultural para uma apresentação de danças típicas (22,5 euros).
Quinto dia.
Hoje foi o dia de passeio de barco. Pegamos um que passou pelo Chifre de Ouro e depois pelo Bósforo. Fomos até a segunda ponte e voltamos. Todos dissem que após a segunda ponte não tem nada de interesse. Quem quiser ir até o mar Negro tem que pegar o barco de carreira, que vai parando a cada porto até chegar lá. Leva umas 6 h, ida e volta (foi o que me falaram, já que não fui neste).
Depois fomos para o palácio Dolmabahce (10 euros). Neste fomos de trem urbano (0,75 euros).
A noite fizemos novamente o passeio do Bósforo, só até a primeira ponte (5 euros). Pegue os barcos sempre no porto perto da ponte Gálata. Sai mais barato que pagar excursão no hotel.
No dia seguinte fomos para a Capadócia. Ficamos lá dois dias e voltamos no terceiro para o mesmo hotel (deixei as malas no depósito). Chegamos de volta umas 17 h, mas isto será um outro tópico.
Sexto dia.
Passamos rapidamente em alguns lugares já vistos e depois partimos para conhecer um outro lado da cidade, não turístico. fomos ao principal shopping da cidade, o Kanyon (informação do hotel). Fica na estação de metrô de Levent a depois a parte asiática da cidade. Pegamos um ferry no porto (1,5 euros) para Uskudar e fomos caminhando até Hárem, passando pertinho da torre de Leandro.
Mais tarde fomos para Taksim, curtir a noite na rua Istiklal.
Sétimo dia.
Dia de ir embora. De manhã fomos fazer as últimas compras no Bazar, dar uma passadinha para despedir da mesquita Azul e depois arrumar as malas.
Não entrei em detalhes sobre a parte de restaurantes e bares, pois acho uma questão de gosto, muito pessoal. Existem centenas, perto do hotel onde fiquei na região de Taksim (as que fui), mas devem haver muitas outras regiões. Da vida noturna também não opino pois não frequentei, mas pelas conversas parece ser muito boa.
OBS: Para facilitar dividi os valores em liras turcas por 2. Se o euro mudar em relação a lira, basta multiplicar os valores citados por 2 para se ter o valor real em liras turcas.
1. O povo.
O povo turco é muito cordial, comunicativo e muito prestativo. Nunca negaram-me informação, pelo contrário, muitas vezes se aproximavam só por me ver com o mapa na mão, procurando ajudar. Além disto gostam muito dos brasileiros.
Turcos também adoram futebol e quando souberem que você é brasileiro iram falar de Ronaldinho, Alex e de outros jogadores que porventura estejam jogando por lá.
2 .Hotel.
Ficamos no hotel Erboy (60 euros, pagando em dinheiro). Muito bom hotel: bons quartos, excelente equipe, dando todas as informações necessárias sobre a cidade, excelente café da manhã, ótima localização – cinco minutos do Topkapi, 10 da mesquita Azul, 10 da ponte Gálata, a 50 metros da parada do trem urbano, restaurante com boa comida e serviço e movimento a noite. Claro que na mesma rua tem outros hotéis, mas não perdi tempo para conhecé-los.
3. Deslocamento nos locais
Fizemos a maior parte a pé, mas tem uma boa rede de transporte público, composta de trens urbanos, metrô e funiculares (todos a 0,75 euros). Agora, dependendo da local desejado precisa pegar os três. Tem também os ferries para ir para outros pontos mais distantes (0,75 euros).
4. Alimentação
Nenhum problema em relação a comida turca. As mezes são legumes, queijos, pastas e comem muitas saladas e frutos do mar e carnes conhecidas, com ótimo tempêro. Não recomendo restaurantes pois acho muito pessoal, mas de modo geral todos os restaurantes que fomos nos agradaram. Bebem muito chá (o dia todo).
5. Dinheiro
A forma mais prática de lidar com ele é a mesma usada no nosso cotidiano, cartão de crédito e saque no cartão de débito, com a vantagem de se pegar o dinheiro local (existem caixas em qualquer lugar). Basta levar alguns euros para os primeiros momentos.
6. Preços
Estes preços refletem os praticados por bons restaurantes (ou bares e cafés) em áreas turísticas. Podem variar conforme o gosto de cada viajante.
Massas – 4 a 7. Saladas – 4 a 5. Pratos de carne e peixe – 6 a 10
Coca cola – 1 a 2 Cerveja 330 ml – 1,5 a 2,5 Cerveja 500 ml – 2,5 a 4.
Suco de laranja 500 ml – 1,5. Taça de vinho – 2,5 a 4
Kebab, sanduba local – 2 a 3. Morango – 1,5 o quilo (muito bom)
7. Tempo necessário
Cinco dias completos
8. Temperatura
Foi razoável. Pegamos uns dois dias de chuva e um dia nublado. Não sei se maio é sempre assim. Mas não fez muito frio a noite, no máximo um casaco leve. De dia calor, embora dê para encarar os passeios de calça comprida.
9. Guia turístico
Uso sempre o guia visual que a Folha de S. Paulo publica no Brasil. Claro que isto é pessoal, mas dê uma olhava nele. Comprei um da Turquia toda, embora exista um só de Istambul.