Ir para conteúdo

Pesquisar na Comunidade

Mostrando resultados para as tags ''lago nahuel huapi''.



Mais opções de pesquisa

  • Pesquisar por Tags

    Digite tags separadas por vírgulas
  • Pesquisar por Autor

Tipo de Conteúdo


Mochileiros.com

  • Perguntas e Respostas
    • Perguntas Rápidas
    • Perguntas e Respostas & Roteiros
    • Cupons de Desconto
  • Relatos de Viagem
    • Relatos de Viagem
  • Companhia para Viajar
  • Equipamentos
  • Trilhas e Travessias
  • Nomadismo e Mochilão roots
  • Outras Formas de Viajar
  • Outros Fóruns

Encontrar resultados em...

Encontrar resultados que...


Data de Criação

  • Início

    FIM


Data de Atualização

  • Início

    FIM


Filtrar pelo número de...

Data de Registro

  • Início

    FIM


Grupo


Sobre mim


Ocupação


Próximo Destino

Encontrado 4 registros

  1. [info]O objetivo deste tópico é trocar informações e reunir depoimentos e dicas sobre o Cruce de Lagos que faz a travessia pelos lagos andinos entre Puerto Varas e San Carlos de Bariloche. Se você está com alguma dúvida em relação à travessia, coloque-a aqui que sempre um mochileiro de plantão irá ajudar. Se já conhece a travessia, conte para nós como foi sua experiência, seja ela negativa ou positiva, deixando dicas e demais informações para mochileiros perdidos. Para isso basta clicar no Botão Responder![/info] Eu fiz por conta propria e fui no mês de Novembro. Eu acabei comprando a passagem do Cruce de Lagos em Puerto Varas, uns 2 dias antes da partida, sem problemas. Foi uns US$160, saindo de Puerto Varas até Bariloche, sem pernoite. Ou seja, de dia inteiro. Não recomendo pernoitar no caminho, os relatos que ouvi é que não era tão legal. Se não conseguir o cruzeiro, tem ônibus que faz a travessia, e dizem que também é bonito, e muito mais rápido e barato. O cruzeiro é bonito, mas depois de varias paradas, saídas de barcos, trocas de ônibus, espera pelo próximo barco, tudo isto cansa e depois de 5 horas você fica um pouco cansado. O cruzeiro de dia inteiro leva acho que em torno de 12h ou mais.
  2. Eram cerca de 13 horas do dia 29/12/2011 e estavamos quase alcançando o topo do Cerro Navidad (2.102 metros), na sua encosta Oeste, por um talus. - Shit!! What is that??? Eu e Haendel voltamos o rosto para trás pois Jerome, que gritou, fechava a fila. Olhamos então para onde ele apontava, direção Noroeste e ficamos boquiabertos. Um grande cogumelo de fumaça começava a se elevar para um céu claro, sem nuvens. Parecia a explosão de uma bomba atômica. Depois de alguns segundos estupefatos sacamos rapidamente as cameras e começamos a registrar aquilo. Nossa, pensei, o vulcão Puyehue-Cordón Caulle está novamente entrando em erupção? A travessia do Nahuel Huapi Cheguei 26/12 em Bariloche com a família. Enquanto minha esposa, filho e babá fariam os tours tradicionais eu buscaria fazer esta travessia que tentei em 2007 mas, muito inexperiente, escolhi a época errada, com trilhas ainda fechadas pela neve (vide relato "Trekking e trapalhadas na neve"). Foi um trekking sensacional e, como podem ler acima, com algumas emoções extras! Mas também foi o mais pesado e duro que realizei até hoje. Muita subida e descida através de montanhas íngremes, terreno muito variável, exigindo uma boa condição aeróbica e joelhos saudáveis. E o terceiro dia, travessia do Refúgio Jakob para o Refúgio Segre, pelas montanhas, é muito cansativo, com um grau de exposição que mete medo em quem tem medo de altura (meu caso!). Torres del Payne é fácil, se comparar com esta travessia, apesar de ter apenas 36,5 km contra os 105 km de TDP (circuito completo). Villa Catedral - Refugio Frey Sai uma da tarde de 27/12 do centro de Bariloche num onibus da linea 3 de Mayo. Oito pesos até a Villa Catedral. Pensava em subir para o Refúgio Frey pelo Arroyo Van Titter (que já conhecia de 2007). Mas um casal de ingleses, Charlie e Bianca subiram no ônibus após Playa Bonita e ele me perguntou se ia subir para o Frey. Disse que sim e tirei algumas dúvidas dele com a ajuda do meu mapa. Porém revelaram que queriam ir pelo filo do Cerro Catedral, pegando o teleférico, como recomenda o Lonely Planet "Trekking in the Patagonian Andes". Já que teria companhia, decidi ir com eles. Apenas uma aerosilla funciona no verão, até o refúgio Lynch. Muito legal a ascensão, com vistas lindas para Bariloche e o Cerro Otto. O preço achei exorbitante: 95 pesos, ainda mais que só subiria. Fomos, mas ao chegar lá em cima eles disseram que queriam fazer um lanche no restaurante do refúgio antes de prosseguir e que levariam mais ou menos uma hora. Decidi partir primeiro porque na montanha é melhor partir antes cedo que tarde. Disseram que a depender do meu ritmo me alcançariam. Não me alcançaram e suspeito que sequer partiram, pois olhando para trás não os vi em nenhum momento no filo e depois, no Refúgio Frey. O caminho é pelo filo, com uma vista amplíssima para o lago Gutierrez a leste, e para oeste, o vale do Arroyo Rucaco e o Cerro Tres Reyes. Baixei para um colo, entre a Punta Nevada e a Punta Princesa e, a partir daí, se caminha pela encosta oeste do Cerro Catedral, com vista apenas para o vale do Rucaco. Trecho muito chato, com um sobe e desce constante através de pedras. Navegação fácil pois há bastante pircas e marcas vermelhas nas pedras. Encontrei no meio deste trecho um casal que vinha em sentido contrário com pequenas mochilas. Ele parecia que estava fazendo uma caminhada na praia. Chapéu de aba de palha e bermuda, camisa florida. Realmente o dia estava muito bonito porém o rapaz não precisava exagerar! Num pequeno trecho plano, com uma grande pedra que poderia oferecer abrigo no caso de um vivac, havia um pequeno colo de onde se podia avistar o lado oposto, que era o vale do Arroyo Van Titter. A garganta profunda tinha pináculos em ambos os lados e descobri quatro condores pousados nestas pedras, quando um deles voou de uma para outra. Nunca os havia visto de tão perto. Eles são os urubus dos Andes. Tem uma grande envergadura de asa e é muito característica a asa, que tem 5 ou 6 remiges (penas grandes) na ponta, parecendo dedos esticados para fora. A visão melhorou meu humor e continuei por mais meia hora quando vi a roca inclinada que indica que logo a seguir está o paso para baixar para o Refúgio Frey. Há uma área plana com pedras pintadas indicando a direção para o refúgio Frey e, no sentido oposto, para o refúgio Jakob. É mais lógico baixar para o vale do Rucaco, em direção ao refúgio Jakob. Se vamos para o Frey, no dia seguinte temos que subir um bom trecho de novo. Mas como não conhecia o Frey, resolvi descer para lá. Virei para a esquerda e após uma pequena passagem se avista a cancha de futebol. Parece mesmo um pequeno estádio de futebol. Só não aconselho a jogar bola pois o gramado na verdade é areia e pedra. Na parede sul e oeste da cancha ainda havia neve. Marca vermelha indica a óbvia saída da cancha rumo ao Frey. Antes porém há uma descida empinada para o platô da linda laguna Schmoll. Perigosa a descida se ainda houver neve ou condição de tempo ruim. Laguna de águas transparentes e azuis, com um tom esverdeado, onde o sol batia mais. A partir daí outra descida, agora para o platô da laguna Toncek, também linda. Anda-se um pouco através de um pasto antes de chegar a extremidade oeste da laguna. Preferi margem-lá pelo lado sul. Avistava na outra extremidade o refúgio e diante dele várias pessoas se banhando. Curtindo aquela praia patagônica! Também é raro mesmo no verão uma temperatura tão agradável (27-29ºC). Entrei no refúgio e perguntei ao refugiero onde poderia armar a barraca. Disse-me que em qualquer lugar contudo que fosse do lado esquerdo do riacho de deságüe da laguna, onde ficava o refúgio. O aspecto de bagunça da cozinha não me deram boa impressão. Subi o morro e vi varias muretas de pedra em circulo, para armar as tendas, sinal de ventos fortes vindo de Oeste. Escolhi uma mais afastada do refúgio, pela privacidade e por ficar mais distante do barulho. Estes refúgios muitas vezes tem uma vida noturna agitada com bebida e musica. Porém estava cansado e não queria saber de balada. Armei a Lightwave diante de uma belíssima vista para o lago, fiz um missoshiro instantâneo com água quente (êta invenção boa) e dei uma caída na lagoa (meu banho sem sabão). Durante o dia utilizo um calção de banho ao invés de cueca justamente para aproveitar rapidamente estas ocasiões. Entre duas pedras o pessoal estendeu um cabo onde alguns tentaram passar como equilibristas. Acaso não conseguissem cairiam no lago de uma altura de um metro. O rapaz que atravessou foi aplaudido. Depois fiz a janta, um arroz carreteiro Tio João, até razoável. Comi vendo o movimento, inclusive muitas pessoas chegando depois de mim. Varias delas alpinistas de rocha, porque no cerro Catedral não faltam desafios. As montanhas que emolduram a laguna tem várias agulhas tornando o cenário belíssimo. Inclusive, comendo, acompanhei uma ou duas equipes escalando a pedra Frey. Já era tarde, mas lá de cima num rápido rapel estariam de volta ao chão e mais 15 minutos descendo pela encosta chegariam ao abrigo. Alguns escaladores que chegaram mais tarde inclusive não armaram barraca. fizeram um vivac. Também com aquele tempo agradabilíssimo com previsão de tempo excelente nos próximos 5 dias. Dormi por volta de 23 horas (escurece as 22 horas!). Tinha cantoria no abrigo. Coloquei um plugue de ouvido para pegar no sono. Não precisei usar agasalhos pois como mínimo fez 10°C durante a noite.
  3. A América Latina é cheia de surpresas. Paisagens incríveis se revelam para o viajante que decide experimentar a beleza da Cordilheira dos Andes e seus arredores. Nosso roteiro em janeiro de 2015 incluiu novamente a Patagônia Chilena e Argentina, além de Valparaizo e Santiago. (Leia o post completo com todas as fotos, em: http://www.nosotrosnaestrada.com.br/) No coração da Patagônia Argentina, entre a Cordilheira dos Andes e a famosa cidade de San Carlos de Bariloche nós pudemos nos deleitar com os mais belos lagos da América do Sul, além de aproveitar as atrações da Villa La Angostura (ou Villa Angustura) e, num bate e volta, das atrações de San Martin de Los Andes. Apesar de ser somente uma vila mesmo, com uma única rua comercial cheia de lojas, parecendo um shopping a céu aberto, o melhor de Villa La Angostura é o que está ao redor. Natureza, muito verde e lagos, muitos lagos. Água azul, limpa, transparente e muito gelada. Praias lindas e acessíveis para todos os gostos e bolsos. Ficamos quatro dias nesse paraíso e tivemos a sorte de pegar belos dias ensolarados e quentes, com um céu azul lindo, o que nos deixou muito felizes e favoreceu bastante as fotos. Como essa viagem foi em família, com nossa pequena aventureira de apenas 2 anos, não fizemos nenhuma caminhada longa nem passeios de barco, mas pudemos apreciar a belíssima "Rota dos Sete Lagos" tranquilamente, num clima de férias que há muito não curtíamos. Escolhemos alugar um carro e fazer a Rota dos Sete Lagos por terra, parando nos mirantes para admirar a paisagem no nosso tempo, sem pressa. Ficamos hospedados em Villa La Angostura e de lá até San Martin de los Andes são cerca de 110 km. Um trajeto belíssimo - na maioria asfaltado, mas com um pequeno pedaço de rípio (chão de terra) - por onde é possível ver vários lagos, entre eles os lagos Lácar, Machónico, Villarino, Falkner, Escondido, Espejo Grande e Correntoso. Além desses sete, outros lagos e rios também se mostram ao visitante revelando uma paisagem única, sensacional mesmo. Vale a pena escolher bem o dia do passeio, olhando a previsão do tempo. Se você tiver a sorte de pegar um dia de sol, com céu azul, vai aproveitar muito. Para quem vai fazer esse passeio de carro, uma boa dica é levar as coisas para fazer um lanche na beira de algum dos lagos ou rios. Nós fizemos um delicioso piquenique à beira de um rio, onde tinha algumas famílias acampadas ou curtindo as férias em suas "casillas rodantes" (famosos motor home). Encontramos uma sombra na beira do rio e voilà: sanduíche feito na hora e um suquinho delícia para agradar nosso paladar. Por todo o caminho, pudemos ver placas com áreas de camping ou praias públicas indicadas na estrada, onde era possível parar para tomar um banho e fazer um lanche. Villa La Angostura é um point para argentinos e estrangeiros, tanto no verão quanto no inverno. Por isso, é caro. A hospedagem, a comida, os passeios que são pagos. Achamos tudo um pouco mais caro que outros lugares na Argentina. Mas, vale a pena. E sempre existe a opção de fazer os roteiros alternativos, quase sempre de graça. A preocupação com a preservação dessas belezas naturais ficou evidente no comércio ou nos supermercados, onde não existem mais sacolas plásticas. Ou você leva sua própria bolsa para as compras ou usa as caixas de papelão que eles disponibilizam para o cliente. O resultado é uma cidade limpa, praias limpas e quase nada de lixo espalhado pelos caminhos. Porém, como nem tudo é perfeito e o povo argentino costuma fumar muito, é comum encontrar vários pitocos de cigarro jogados em qualquer lugar. O Rio Correntoso é considerado o menor rio do mundo em extensão, tem apenas poucos metros. É por esse pequeno rio que o Lago Correntoso se une ao Lago Nahuel Huapi, um lago de origem glaciar com cerca de 550 km². É tão grande que chega até Bariloche. Nas águas límpidas , transparentes e com vários tons de um azul perfeito do Rio Correntoso é possível avistar e até pescar deliciosas trutas. Só depende do horário, nos contaram alguns pescadores. Nesse lugar se pratica a famosa pesca com moscas. A cidade de San Martín de los Andes é linda. Se você tiver tempo, vale a pena pernoitar nela para conhecer melhor e aproveitar os agitos da noite, nos restaurantes, cafés e até mesmo na praia. Planejada, arborizada, super simpática à beira do lago Lacar, um dos mais impressionantes da rota, por estar espremido por um fiorde. A cidade é um autêntico vilarejo de montanha, com suas casinhas baixas de madeira e pedra, mas super organizada e bem desenhada. Oferece ótimas opções de restaurantes e cafés. Nós fizemos um lanche reforçado antes de pegarmos estrada novamente num café super legal, chamado Corazon Contento. Comida excelente, experimentamos umas quiches de legumes e de frango com queijo. Cerveja super gelada e um ótimo suco de limão, refrescante. Dicas úteis: Site oficial da cidade: http://www.villalaangostura.gov.ar/es/ Café em San Martin de los Andes: Corazón Contento - Av. Gral. San Martin 467, San Martin de los Andes. Supermercados: La Anonima, Santa Izabel Quando ir: o ano todo (Leia o post completo com todas as fotos, em: http://www.nosotrosnaestrada.com.br/)
  4. Olá!! Conheci o site dos Mochileiros após minha viagem em Dezembro/2009. Fiz a travessia dos Lagos Andinos, que é linda demais. Fiz o roteiro em 13 dias formidáveis. Gostaria de ter explorado mais um pouco e ter ficado pelo menos 17 dias, os quais seriam suficientes para ver e curtir mais cada um dos lugares. Foi uma viagem espetacular... vou me programar para retornar com toda a certeza!! Resolvi deixar meu relato de viagem aqui para compartilhar com outros que gostam de viajar tanto quanto eu e meu esposo. Espero que possa ajudar!! 1º dia – 06:20 Salvador – Rio de Janeiro (09:40) – Buenos Aires(13:50) Chegamos ao aeroporto um pouco atrasado do previsto, pois o avião teve dificuldades para pousar, dada a chuva intensa que caia na cidade. Não levamos dólares, apenas reais. Ao chegar ao Aeroporto trocamos R$500,00 num guichê perto de onde retira as malas, é muito ruim o câmbio de lá e tivemos esse prejuízo. Como R$1,00 estava valendo AR$2,00 e em toda a cidade qualquer comércio aceitava o real normalmente, decidimos pagar tudo o que podíamos em real, pois era mais vantajoso que trocar por peso argentino. Hospedamo-nos no Hotel Bristol - Super bem localizado (fica em frente ao Obelisco, na Av. 9 de Julho), atendimento muito bom, quarto confortável, café da manhã bom (só não tem frutas e só tem suco de laranja, que parece artificial). Os argentinos foram muito hospitaleiros conosco. Como chegamos no final da tarde, após uma dramática turbulência no vôo, descansamos um pouco no hotel e agendamos para às 20h. o Show de Tango no Señor Tango , onde jantamos (conhecemos o bife de choriço, muito bom!!) e assistimos a um espetáculo fabuloso!!! Há outras casas de show de tango que são até mais baratas, mas vale a pena conferir um show tradicional, pois através do tango se conhece muito da cultura e do amor que eles sentem pela pátria. 2º dia – Buenos Aires Decidimos fazer um City Tour tradicional pela cidade, quando conhecemos os principais pontos turísticos. Achamos interessante fazer o City Tour para ter uma noção mais geral da cidade e depois poder caminhar e visitar os locais livremente. Entretanto, não o recomendaria para quem tem mais tempo de ficar em Buenos Aires, pois se gasta 1 manhã neste passeio e a visita aos locais são muito rápidas, o que restringe. Visitamos toda a região do centro, nas mediações da Plaza de Mayo, onde há a Casa Rosada, o Cabildo e outras construções históricas. Seguimos ao Caminito , onde fica o estádio La Bambonera. É um bairro periférico e considerado perigoso pelos argentinos. É muito boêmio, com muitos bares, restaurantes, lojas de artesanatos e de lembrancinhas do país. Em toda esquina existem casais fantasiados de dançarinos de tango oferecendo-se para dançar e tirar fotos. Tiramos fotos num dos pôsteres de dançarinos de tango, compramos algumas lembrancinhas, conhecemos o centro do bairro e prosseguimos no roteiro. Vale a pena reservar uma tarde para estar no Caminito, talvez almoçar lá e curtir o local. Se for sem guia, é melhor ir de taxi de rádio. O passeio terminou na feirinha de artesanato de San Telmo, que só tem aos domingos. É muita gente que freqüenta essa feira!!! Percorremos toda a feirinha e fomos caminhando ao Puerto Madero, um porto desativado que hoje funciona com bares, restaurantes, boates e uma universidade. Conhecemos todos os 4 diques do porto, atravessamos a ponte da mulher, vimos um dos bairros mais chiques de Buenos Aires e decidimos almoçar no porto. Há um restaurante chamado Siga La Vaca que todos dizem que é muito bom, mas como a fila estava quilométrica e nossa fome estava gigante, decidimos escolher outro local. Almoçamos no restaurante Villegas, no porto. Lá pedimos 2 promoções (entrada, prato principal, sobremesa e 2 bebidas para cada pessoa). Não valeu a pena, pois é muita comida. O melhor é pedir um prato e dividir entre as 2 pessoas e pagar $5 (pesos) para consumir o Buffet de saladas. Após o almoço, resolvemos retornar caminhando à Plaza de Mayo para tirar mais fotos dessa região histórica. Fotografamos o banco central argentino, a Casa Rosada, fomos à Catedral, caminhamos até o Congresso Nacional; retornamos e tomamos um chocolate quente no tradicional Café Tortoni. Chegamos ao hotel às 20h, quando ficamos assistindo uma apresentação de carros de corrida da janela de nosso quarto de hotel, que como disse fica em frente ao Obelisco. 3º dia – Ainda em Buenos Aires, pegamos um taxi para visitar o interior do Estádio La Bombonera, conhecemos tanto o museo do Boca Juniors quanto o estádio. Foi maravilhoso, vale muito a pena. Eu não curto futebol e fiquei super empolgada com a visita. Eu recomendo. Após a visita, pegamos outro taxi e fomos até o Zoológico, que estava fechado por ser segunda-feira. Vistamos o Jardim Botânico, que fica ao lado do Zoológico, e seguimos caminhando para conhecer as principais praças e jardins da cidade. As praças/jardins que mais nos chamou a atenção foram praça 3 de Febrero e o Jardim Japonês. Almoçamos no Shopping e seguimos para conhecer a Flor Metálica, a Universidade Federal de Direito Argentina, e o centro cultural Recoleta, onde visitamos o shopping desing, a igreja e o cemitério. Tudo isso é muito fantástico. Fizemos esse percurso caminhando, o que nos oportunizou conhecer a cidade com os pés, curtir e viver um pouquinho do seu cotidiano. Caminhamos até a Av. Santa Fé, onde tem uma grande variedade de lojas de roupa social e esportiva (Adidas, Puma), de excelente qualidade e preços menos turísticos que os da Calle Florida. Claro que aproveitamos a oportunidade para comprar!!! A noite retornamos ao Puerto Madero, onde fizemos um lanche num barzinho chamado Fridays. O local é bem agradável, temático e os pratos são bem servidos e muito gostosos!!! 4º dia – Logo de manhã, seguimos para Bariloche, de avião. Ficamos hospedados no Hotel Três Reyes. É bem localizado, vista lindíssima para o principal lago: Nahuel Huapi, mas pra quem não quer pegar frio excessivo para sair do hotel, o melhor é ficar em um local mais para o interior da cidade. O atendimento é muito bom, quarto confortável, café da manhã muito bom (tem frutas, como maçã e pêssego; sucos e pães variados). Na tarde desta terça fomos visitar o Cerro Otto. Pegamos um ônibus na principal rua da cidade que é específico para esse passeio; este pode ser pago no próprio ônibus. No Cerro existe uma confeitaria giratória muito agradável, que nos dá uma vista belíssima e panorâmica de toda a cidade. Aproveitamos para nos aquecermos com um delicioso chocolate quente e experimentarmos um fantástico suco de framboesa, que custou $19 pesos argentinos, mas valeu a pena. Estava ventando muito no Cerro, por isso após a visita tivemos que aguardar o vento diminuir de intensidade para descer do teleférico. A descida e subida foi muito emocionante, por conta da ventania!! Ao chegarmos à cidade, fotografamos o Centro Cívico, caminhamos pela principal rua e apesar do frio tomamos sorvete de framboesa. Jantamos num barzinho muito charmosinho chamado Friends, excelente pedida mesmo!! 5º dia - Neste dia fizemos o passeio à Isla Vitória e ao Bosque dos Arrayanes. Apesar da chuva, valeu muito à pena. A ilha é muito linda, a vegetação é muito própria, a paisagem é fantástica. O passeio no catamarã também valeu demais... ver as gaivotas voando atrás do catamarã, tentando comer qualquer coisa que esteja em sua mão. Seguimos ao Bosque dos Arrayanes, onde fizemos uma trilha e conhecemos árvores raras de Myrtus, com troncos amarelos retorcidos. É muito lindo, vale à pena conferir. Em Bariloche, vale muito à pena comprar casacos, moletons, gorrinhos, luvas e artigos diversos para se proteger do frio, pois têm preços super em conta. À noite experimentamos o fundi da cidade, mas não gostamos. Não sei se foi o local que escolhemos ou se o fundi deles é diferente mesmo!! 6º dia – Neste dia contratamos o passeio do Circuito Chico e Cerro Catedral. É imperdível!! O passeio começa percorrendo a borda do lago Nahuel Huapi até chegar ao Cerro Campanário, o mais lindo lugar que vi em toda a viagem. Do alto, a 1.500 metros de altitude, se descortina uma paisagem impressionante, que abarca o Lago Nahuel Huapi, a Lagoa do Trebol, a Isla Victoria, o Cerro Otto e o centro da cidade. Entrei em êxtase quando vi tanta beleza estampada em meus olhos. A paisagem é tão linda que parece não ser real, é muito fabuloso. Para mim, ir a este Cerro valeria a viagem. Chegamos ao alto do cerro de chairlift (uma pequena cadeira). Na parte superior há um salão de chá e um terraço que permite admirar essa vista tão esplendorosa. Após o Cerro Campanário, visitamos a Villa Llao Llao e o lindíssimo hotel Llao Llao. Depois, paramos na estrada e tivemos uma vista panorâmica do local, onde apreciamos a majestosa paisagem que forma o Lago Moreno e a península Lla Llao. Visitamos a fábrica da Rosa Mosqueta e partimos ao Cerro Catedral, local onde há o principal centro de esqui de Bariloche. Lá é fabuloso também. Apesar de haver pouca neve, por ser verão, a vista e a sensação de estar lá são fantásticas. Subimos 2 teleféricos, numa altura de mais de 2.000 metros. O percurso do teleférico é emocionante!! Lanchamos no abrigo que há lá. Foi uma boa pedida, pois os sanduíches estavam deliciosos e são em conta. Após regressarmos ao centro de Bariloche, jantamos novamente no Friends, não quisemos arriscar mais. 7º dia – Este foi o dia da travessia Argentina / Chile, pelos Lagos Andinos. A travessia é fantástica, riquíssima em belezas naturais, muito diferentes das que temos no Brasil. Percorremos o caminho de catamarã e ônibus. Os lagos têm cores lindíssimas, cada um tem uma cor específica e fazem um belo contraste com as montanhas de gelo. A vegetação é muito bonita também. No meio do trajeto, passamos pela alfândega chilena, que abre as nossas malas para garantir a não entrada de produtos proibidos no país. No Chile só é aceito o peso chileno ou dólares. Por isso, é importante levar alguns dólares para a chegada no país, nós tivemos alguns contra-tempos por não ter levado dólares. A alfândega fica localizada em Peulla, onde há dois hotéis. A paisagem é linda, a sensação de estar lá é fantástica, mas para quem está com pouco tempo não vale a pena pernoitar lá. Fizemos a melhor escolha, seguir direto até Puerto Varas. Amigos de viagem que pernoitaram em Peulla se arrependeram, pois apesar de ser um local muito interessante, tem pouco o que se fazer. Na verdade, é um local de descanso. O último destino da travessia é a cidade de Puerto Varas. É uma cidade super charmosa, com arquitetura alemã e se estende sobre ela o Lago Lanquihue. Muitos se banham nele como se fosse uma praia. Ficamos no hotel Solace. Muito confortável e aconchegante; o café da manhã é perfeito. Como chegamos à cidade a noite e estávamos muito cansados pela maratona da travessia, resolvemos jantar no restaurante do hotel, que é maravilhoso. Experimentamos um peixe chamado Congrio, muito próprio da região do mar do pacífico. 8º dia – Mesmo com o dia chuvoso, mantivemos o passeio que havíamos contratado para visitar os principais pontos turísticos de Puerto Varas e a cidade de Puerto Montt. A segunda é uma das principais responsáveis pelo movimento portuário do país. Lá se tem um mercado que vale a pena ser visitado e até mesmo almoçar por lá. Puerto Montt é uma cidade mais comercial, com 4 níveis de altura, é interessante percorrê-la. Passamos a manhã inteira conhecendo essas cidades. No mar do Pacífico, na cidade de Puerto Montt vimos pelicanos e leões marinhos. Como estava muito frio não arriscamos nem colocar os pés na água do mar. Almoçamos num local chamado Fogon La Buenas Brasas, em Puerto Varas. Alguns garçons falam português, os pratos são deliciosos, regados com muito abacate e os preços são em conta. Eu recomendo!! Foi um dos melhores locais que comemos. À tarde, visitamos o Vulcão Osorno. Não fomos ao seu pico, pois estava muito nublado e este estava encoberto pelas nuvens. Na subida, vimos algumas crateras que estiveram em erupção na base do vulcão. Paramos num refúgio, onde nos aquecemos, já que fora dele a temperatura estava por volta de 2ºC. Foi interessante estar entre as nuvens; tinha momentos em que não enxergávamos um palmo além de nosso nariz!! Apesar de não ter ido ao pico do vulcão, valeu muito a pena tê-lo conhecido. 9º dia – Logo cedo partimos para Santiago. Avalio que ficamos pouquíssimo tempo no sul do Chile. Penso que valeria a pena ficar mais um dia para curtir mais as cidades e conhecê-las um pouco mais. Chegamos a Santiago próximo ao meio dia. Após vencer as formalidades no check-in do hotel, decidimos ir ao Shopping, já que era domingo e as outras opções, segundo indicação do pessoal do hotel, não valeria a pena visitar neste dia. Fomos ao shopping de metrô e ônibus. São muito tranqüilos e seguros. Compramos muitas coisas no shopping e anotamos os preços de outras, para comparar e se valesse a pena voltar depois, é claro!!! 10º dia – Fizemos o velho City Tour. Valeu à pena, pois otimizamos nosso tempo, já que tínhamos poucos dias na cidade e Santiago é muito grande; conhecemos os principais pontos, com tempo razoável para apreciá-las. O guia era muito bom, tirou todas as nossas dúvidas sobre a cidade; verdadeiramente não sentimos muita falta de percorrer a cidade sozinhos, como fizemos em Buenos Aires. Visitamos o Centro Cívico, a Plaza das Armas, vimos a troca da guarda, que é um verdadeiro espetáculo. Além disso, conhecemos a Catedral de Santiago, o Correio Central, o Centro da Cidade, passamos pela a Av. Bernardo O´Higgins, subimos o Cerro San Cristobal e conhecemos os bairros de Las Condes e Providência. A tarde, ficamos no Shopping concluindo nossas compras!!! Foi ÓTIMO!!! Valeu muito à pena comprar produtos eletrônicos, como máquinas fotográficas, filmadoras, lep top, etc. A noite, jantamos no restaurante giratório. Vale à pena conhecer!!! A vista é perfeita, principalmente quando você aprecia a pôr-do-sol, e a comida é muito gostosa, apesar de um pouco caro. 11º dia – Fizemos o passeio Viña Del Mar e Valparaíso. Este dura todo o dia. Valparaíso é uma cidade portuária, muito bonita, muito colorida e cheia de morros. É onde fica o Congresso Nacional Chileno e outro dos principais portos do país. Viña Del Mar fica ao lado da anterior; é uma cidade lindíssima, riquíssima. Com prédios fantásticos, com arquitetura surreal. Ambas são banhadas pelas águas geladas do Pacífico. Lá pudemos molhar nossas pernas no mar e sentir o gelo da água. É interessante, pois há muitas gaivotas na praia e suas penas ficam espalhadas pela areia. Vale à pena conhecer essas cidades. Recomendo passar dois dias ou ao menos uma noite nas cidades, para senti-las melhor. À noite jantamos num local bem interessante chamado Mamut. Vale à pena conferir!! 12º dia – Visitamos o vale nevado. Apesar de ser verão, é interessante conhecê-lo. A vista de lá é muito linda, imponente. A sensação de estar lá numa altitude de mais ou menos 5.000m. é fantástica. À tarde, caminhamos pelo centro da cidade. Retornamos à Plaza de Maio para tentar entrar na casa de governo, mas haveria um evento no local e a visitação neste dia estava proibida. Andamos por muitas ruas no centro, conhecemos o Cerro Santa Lucia, vale a pena conferir, a visão da cidade é belíssima. Caminhamos até o bairro boemio da Bela Vista, onde fizemos um almoço/jantar e seguimos para o hotel, parte do caminho a pé e outra parte de metrô. 13º dia – Retorno ao Brasil!!!!!
×
×
  • Criar Novo...