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  1. Olás! Segue um relato brevíssimo e fotos do “Morro do Gavião”, localizado na cidade de Ribeirão Claro, Paraná, divisa do Estado com São Paulo (Chavantes). O “tb cabe no seu fds” do título do tópico faz alusão ao primeiro post que fiz com este tema: Viagens curtinhas (bate-e-volta ou 2 dias) e acessíveis pra quem curte muito natureza mas as vezes não tem disponibilidade, seja de grana ou de tempo, para grandes aventuras. Bora lá. Saímos de Londrina, norte do Paraná, as 7h da manhã de uma sexta-feira, feriado municipal. Londrina dista 200km da Fazenda São João, onde fica o Morro do Gavião. Fomos em 4 famílias, sendo 3 casais com 1 filho cada (3, 5 e 11 anos) e um casal sem filhos, em 3 carros pra otimizar custos. Tem 2 pedágios na nossa rota, de 22 REAIS CADA, um abuso. Então gastamos 88 reais de pedágio por carro. Só pra ilustrar, o meu carro gastou 95 reais de combustível... quase igual ao valor do pedágio. Assim que a gente paga o segundo pedágio a gente sai da rodovia e pega uma estrada bem bosta, pista simples com vários trechos esburacados. Por isso os 200km são percorridos em 3 horas. O acesso a Fazenda é por um curto trecho em estrada de chão. A pedra bonitona que aparecia na estrada. Poucos kms em estrada de chão. Chegamos lá as 10h e fizemos um lanche antes de subir. Paga-se 3 reais para entrar. A Fazenda São João tem estrutura super turística e várias atividades além da contemplação, como tirolesa, parapente, parque infantil, restaurante e etc., mas eles só abrem estas atividades aos fds e feriados nacionais. Até avisei que iríamos em grupo e tals mas estava mesmo tudo fechado. E detalhe, era feriado lá tb! 🤦‍♀️ A “trilha” pra subir nem pode ser chamado de trilha. É um caminho em campo aberto (acho que podiam plantar umas árvores) com calçamento de pedra, dá pra subir com bb de colo, com muleta, enfim, dificuldade zero. Tb é bem curto, parando bastante demora uns 30 minutos. Subindo! "Caminho" de pedra. A vista do alto é a represa de Chavantes, e é de fato bem bonita. Tanto que rolam uns ensaios fotográficos pré-wedding e estas coisas. Lá em cima tb tem umas rochas bem cênicas onde o povo finge estar caindo ou flutuando, mas é perigo quase zero. Gui pendurado. Meu pequeno mochileiro. Meu quase "Asana de Vrakasana" pq tava ventando. kkk Ficamos cerca de uma hora andando em cima do morro, fizemos um lanche, mas o calor tava MUITO forte e tinha apenas uma árvore. Tentamos ficar na sombra desta árvore, mas tinha um amontoado de vespas numa rocha próxima que começou a se incomodar com nossa presença, resolvemos descer. Então ponto negativo: preocupação com a natureza não tem não. Super podiam plantar umas árvores nativas alí em cima, pelo menos no interior do platô (que é pequeno) se a preocupação é não prejudicar a vista. Seguem fotos do visual! Natureza e mochila! Um dos lados da vista! A trupe reunida! No caminho que dá acesso a Fazenda tem placa indicativa de outras atrações. Perguntamos, antes de partir, se as atrações estariam abertas... e moça da Fazenda disse que não pq era feriado! Poxa, mas aí que tinham que abrir né? Haha. Uma das indicações da estrada era uma tal de “Pedra do Índio”, e a gente avistava uma rocha alta com formato bem legal, achamos que era essa. Resolvemos ignorar a indicação da moça da Fazenda São João de que tudo estaria fechado e fomos ver essa tal “Pedra do Índio”. Era uma restaurante, rs. BEM BONITO, ABERTO, com uma vista linda da represa de Chavantes tb. Preços super tranquilos. Pelo jeito eles fazem eventos no local (casamento, festas) e está em construção um belo camping, fica a dica pro futuro próximo. Mas a Pedra do Índio era nada a ver, e a bonitona que a gente via da estrada tinha outro nome, rs, que não lembro. Lá vimos um garçom indicar uma cachoeira por perto, mas já estava tarde pra nós e ainda tínhamos planos, mas pelo jeito tem mais coisas na região que não conhecemos. Partimos em direção a ponte pênsil (Ponte Alves Lima) que liga as cidades de Ribeirão Claro a Chavantes por cima do Rio Paranapanema, divisa dos estados (PRxSP). Esta ponte é tomaba pelo Patrimônio Histórico Estadual e é bem importante do ponto de vista arquitetônico. É uma raridade. No caminho se observa a cachoeira “Véu da Noiva” (afffe essa criatividade pra nome de cachoeira) da estrada, mas estava bem mirradinha por conta da nossa estação seca. Adoramos o cenário da ponte. Hoje é acessível somente a pedestres, a ponte para automóveis funciona ao lado. As águas do Rio Paranapanema estavam tão clarinhas e transparentes, estava tão calor, que só não pulamos pq não tínhamos absolutamente nada pra nos secar antes de irmos embora, kkkkk! Ponte lindona! A foto não mostra o tanto que ela é bonita! A ponte nova! Time completo! Saímos de lá cerca de 16h e chegamos em Londrina as 19h. Estas foram as atividades em um dia. Se houver possibilidade de pernoite, tem outras coisas pra explorar.
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