Pelo menos 14 pessoas morreram e 23 ficaram feridas quando o ônibus no qual viajavam bateu em uma ponte e caiu em um abismo em um trecho de uma estrada que leva à cidade de Cuzco, no Peru, informaram hoje fontes policiais.
"Ainda não temos detalhes" do acidente, ocorrido por volta das 22h de segunda-feira (0h de hoje em Brasília), cerca de 8 km ao sul de Cuzco. A identidade dos mortos e dos feridos ainda não foi divulgada, afirmou um porta-voz da polícia.
O ônibus da empresa de transportes "Cristo Rey", que fazia a rota entre Ocongate e Cuzco, um dos principais destinos turísticos do Peru, bateu em uma ponte na região de Sayas e capotou. O porta-voz da polícia regional de Cuzco acredita que o acidente tenha ocorrido devido ao "excesso de velocidade ou a alguma falha mecânica".
Os acidentes de trânsito são freqüentes no Peru, onde, segundo a Defensoria Pública, são registrados cerca de 4 mil mortes e 40 mil feridos a cada ano. Os especialistas explicam que esta taxa se deve ao mal estado das estradas, à frota obsoleta e à deficiente formação dos motoristas, que podem conseguir a habilitação no mercado negro pagando entre US$ 30 e US$ 50.
Pelo menos 14 pessoas morreram e 23 ficaram feridas quando o ônibus no qual viajavam bateu em uma ponte e caiu em um abismo em um trecho de uma estrada que leva à cidade de Cuzco, no Peru, informaram hoje fontes policiais.
"Ainda não temos detalhes" do acidente, ocorrido por volta das 22h de segunda-feira (0h de hoje em Brasília), cerca de 8 km ao sul de Cuzco. A identidade dos mortos e dos feridos ainda não foi divulgada, afirmou um porta-voz da polícia.
O ônibus da empresa de transportes "Cristo Rey", que fazia a rota entre Ocongate e Cuzco, um dos principais destinos turísticos do Peru, bateu em uma ponte na região de Sayas e capotou. O porta-voz da polícia regional de Cuzco acredita que o acidente tenha ocorrido devido ao "excesso de velocidade ou a alguma falha mecânica".
Os acidentes de trânsito são freqüentes no Peru, onde, segundo a Defensoria Pública, são registrados cerca de 4 mil mortes e 40 mil feridos a cada ano. Os especialistas explicam que esta taxa se deve ao mal estado das estradas, à frota obsoleta e à deficiente formação dos motoristas, que podem conseguir a habilitação no mercado negro pagando entre US$ 30 e US$ 50.
EFE
http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1747749-EI8140,00.html
ao menos agora sei qual empresa de onibus NÃO pegar....