A ansiedade era grande, pois faziam mais de 6 meses que planejávamos essa viagem. E por fim o dia chegou, achando que seria um dos maiores choques culturais de nossas vidas. Esse foi a primeira surpresa da viagem. Chegamos em Manaus as 13 horas, sendo que o previsto eram as 14 horas, mas como o fuso é 1 hora a menos, já ganhamos 1 hora a mais de bônus, aí já vi vantagem.
1º dia. Mal chegamos e fomos almoçar no Edi Sabor Natural é um restaurante vegetariano/vegano self-service,-> https://www.instagram.com/edisabornaturalveg/ comida maravilhosa (super recomendo), mas aí já foram uns 15 em uber, segunda surpresa, Manaus é muito maior do que imaginávamos, e tudo é longe, muitas corridas de uber, algumas com mais de 30 minutos de duração, mas os motoristas são bem gentis e nesse ponto foi tudo tranquilo. Depois tentamos andar um pouco, indo em direção ao centro, o qus e revelou um verdadeiro Safari Urbano, onde começamos a nos deparar com o caos urbano de Manaus, que se mostrou uma metrópole brasileira como qualquer outra, cheia de problemas, como acervo arquitetônico histórico mal cuidado, e uma verdadeira turba de craquentos no centro histórico, me senti no walking dead. Realmente não aconselho andar de a pé e perder muito tempo no centro, fomos no Mercado Adolpho LIsboa, muito lindo, e com artesanatos deslumbrantes, mas você vai conhece-lo de qualquer jeito, pois, maioria dos passeios de barco, saem dali, pois é na beira do porto. Dali fomos no Mirante Lúcia Almeida, depois de cruzar por mais uma tropa de cracudos, sujeira e prédio em situação de abandono. O mirante é lindo, vale a pena, da pra ver o porto, a estrutura [e ótima, com bares e restaurantes, o problema é o entorno. Ainda passamos no centro para comprar mantimentos, e o mercado, fedia a esgoto, enfim... bora pro hotel, depois desse suco de brasil, e ver que a grande surpresa de Manaus era não ter surpresa nenhuma, pelo menos a área central.
2º dia, havíamos reservado um passeio de barco, pelo Instagram, que eu jurava que era golpe, e aí a surpresa foi não ser golpe, e realmente o passeio saiu. Destino a encontro das águas, nado com botos, pesca de pirarucu, almoço, visita a aldeia indígena. O passeio saiu do mercado Adolpho Lisboa, tudo pontual, e custou 180 por pessoa. Pena que estava chovendo muito, isso acontece quase todo dia no inverno amazônico (verão para o resto do BR), e não deu pra ver o encontro das água do Rio Negro com Solimões na ida. Então rumamos direto para o nado com botos, experiência incrível, tudo lindo e maravilhoso, fora as pessoas gritando, e fazendo fiasco perto dos animais. Depois visitar a a pesca de pirarucus, que surpreendeu positivamente, não não se usa anzol, esta mais para alimentar os pirarucus, e olhar os artesanatos da aldeia Janauary, que fica em Iranduba, cidade vizinha a Manaus. Almoço no restaurante "balsa" rainha da selva, muito bom alias, e rumo a aldeia da tribo Tuyuka ver a apresentação deles, bem legal, os cânticos e instrumentos emanam uma vibração única. Chato ver crianças segurando animais silvestres, para turista tirar foto, nosso avisou que isso era crime, e que aconselhava a fazermos. Boa dica Guia Sérgio, da amazonas Turismo (recomendo também), o Mukito é muito atencioso no atendimento. E na volta para o porto conseguimos ver o encontro das águas, embora precariamente pois ainda chovia um pouco.
3º dia. Nesse dia planejamos visitar os parques da cidade, Musa e Inpa. Primeiro fomos no Inpa pelas 9 horas da manhã, a entrada é gratuita, mas tem que agendar pelo site (https://www.gov.br/inpa/pt-br). E que maravilhosa surpresa, foi um dos locais que mais gostei na viagem. Um verdadeiro encanto, onde conseguimos ver os peixes-boi, macacos, uma cotia cruzou pelo nosso caminho. Também há jacarés, e cobras no local, mais algum outro animal que não lembro no momento. Mas rende lindas fotos, e é um Oasis verde dentro da selva de pedra. Logo em seguida já encantados, rumamos ao Musa, mais um Uber, com mais de 30 min de duração, fica nos limites da cidade, e custa 50,00 por pessoa para entrar, e é obrigatório o uso de sapato fechado. No Musa conseguimos ver um lindo lago com vitórias régias, mais tanques com peixes, e uma infinidades de atrativos, serpentários, borboletário, ala com aranhas, arte indígena, além de uma trilha de 900 metros que leva a torre de observação de 42 metros, de onde se pode ver a cidade e contemplar a majestosa floresta. Depois já rumamos ao shopping Manauara para almoçar, um shopping gigantes, bem bonito, onde pudemos nos deliciar com sorvete de cumaru, os sorvetes dos sabores locais são simplesmente fantásticos. Refeitos da caminhada fomos ao Parque Gigantes da Floresta (https://www.youtube.com/watch?v=KDQRBB-dxho), um lugar incrível repleto de esculturas gigantes dos animais da fauna local, possui até área para banho, tudo gratuito, mas parte molhada abre somente após as 17 horas, como eram 15 horas, pudemos apenas contemplar, achei incrível ser um parque publico e gratuito, mas estava vazio, ou ainda não caiu no gosto popular, ou as pessoas costumam ir mais tarde. De resto foi voltar para o hotel exausto e recuperar as energias para o próximo dia.
4º Dia. Com excursão comprada com a amazonas turismo ( 250 por pessoa com almoço-> 92 9607-4009), rumamos para Presidente Figueiredo Terra das Cachoeiras) , acompanhados pelo guia Angel Miguel, um peruano que vivia na Bolívia ou algo assim, hehehe, super gente boa, prestativo e profissional. Presidente Figueiredo fica a mas 2 horas de Manaus, viagem tranquila, onde podemos ver as diversas cachoeiras lindas, com uma ótima infraestrutura com bares e restaurantes, onde pudemos apreciar as Cavernas do Refúgio do Maroaga: Trilhas e cavernas (obrigatório guia), Gruta da Judeia: Próxima ao Maroaga, com linda cachoeira interna, Parque do Urubuí: Local central e de fácil acesso, Cachoeira da Onça: Outra opção para banho., dentre outros atrativos. os que mais gostei foi o parque urubui que oferece um ótimo banho nas águas do Rio Negro, e o refugio Moroaga, que oferece uma trilha de 3 km pela selva, com guia local, sendo que os guias Felipe e Nataniel foram fantásticos, com suas explicações e disponibilidade até tirando fotos para os turistas. Voltando a falar do Guia Miguel, até tratamento de primeiro socorros para uma turista que cortou o pé nas pedras, ele ofereceu, atendimento nota 10, se isso não fosse o bastante deu assistência a 2 turistas que foram abandonados pelo guia, o cara é fora de série. Não satisfeito na volta ainda pediu para a van parar na sorveteria https://www.instagram.com/genovesegelateria/, com sorvetes fantásticos um melhor que o outro o de tucumã é excepcional.
5º Dia. Fomos conhecer a famosa Praia da Ponta Negra, mas confesso que foi o atrativo que menos gostei, fica num bairro nobre de Manaus, mas segundo moradores as águas são impróprias para banho, uma praia que não se pode banhar não serve para muita cosia acho eu, então foi tirar fotos e caminhar pela orla. E voltar para o hotel fazer as malas repletas de artesanatos e belas lembranças.
A ansiedade era grande, pois faziam mais de 6 meses que planejávamos essa viagem. E por fim o dia chegou, achando que seria um dos maiores choques culturais de nossas vidas. Esse foi a primeira surpresa da viagem. Chegamos em Manaus as 13 horas, sendo que o previsto eram as 14 horas, mas como o fuso é 1 hora a menos, já ganhamos 1 hora a mais de bônus, aí já vi vantagem.
1º dia. Mal chegamos e fomos almoçar no Edi Sabor Natural é um restaurante vegetariano/vegano self-service,-> https://www.instagram.com/edisabornaturalveg/ comida maravilhosa (super recomendo), mas aí já foram uns 15 em uber, segunda surpresa, Manaus é muito maior do que imaginávamos, e tudo é longe, muitas corridas de uber, algumas com mais de 30 minutos de duração, mas os motoristas são bem gentis e nesse ponto foi tudo tranquilo. Depois tentamos andar um pouco, indo em direção ao centro, o qus e revelou um verdadeiro Safari Urbano, onde começamos a nos deparar com o caos urbano de Manaus, que se mostrou uma metrópole brasileira como qualquer outra, cheia de problemas, como acervo arquitetônico histórico mal cuidado, e uma verdadeira turba de craquentos no centro histórico, me senti no walking dead. Realmente não aconselho andar de a pé e perder muito tempo no centro, fomos no Mercado Adolpho LIsboa, muito lindo, e com artesanatos deslumbrantes, mas você vai conhece-lo de qualquer jeito, pois, maioria dos passeios de barco, saem dali, pois é na beira do porto. Dali fomos no Mirante Lúcia Almeida, depois de cruzar por mais uma tropa de cracudos, sujeira e prédio em situação de abandono. O mirante é lindo, vale a pena, da pra ver o porto, a estrutura [e ótima, com bares e restaurantes, o problema é o entorno. Ainda passamos no centro para comprar mantimentos, e o mercado, fedia a esgoto, enfim... bora pro hotel, depois desse suco de brasil, e ver que a grande surpresa de Manaus era não ter surpresa nenhuma, pelo menos a área central.
2º dia, havíamos reservado um passeio de barco, pelo Instagram, que eu jurava que era golpe, e aí a surpresa foi não ser golpe, e realmente o passeio saiu. Destino a encontro das águas, nado com botos, pesca de pirarucu, almoço, visita a aldeia indígena. O passeio saiu do mercado Adolpho Lisboa, tudo pontual, e custou 180 por pessoa. Pena que estava chovendo muito, isso acontece quase todo dia no inverno amazônico (verão para o resto do BR), e não deu pra ver o encontro das água do Rio Negro com Solimões na ida. Então rumamos direto para o nado com botos, experiência incrível, tudo lindo e maravilhoso, fora as pessoas gritando, e fazendo fiasco perto dos animais. Depois visitar a a pesca de pirarucus, que surpreendeu positivamente, não não se usa anzol, esta mais para alimentar os pirarucus, e olhar os artesanatos da aldeia Janauary, que fica em Iranduba, cidade vizinha a Manaus. Almoço no restaurante "balsa" rainha da selva, muito bom alias, e rumo a aldeia da tribo Tuyuka ver a apresentação deles, bem legal, os cânticos e instrumentos emanam uma vibração única. Chato ver crianças segurando animais silvestres, para turista tirar foto, nosso avisou que isso era crime, e que aconselhava a fazermos. Boa dica Guia Sérgio, da amazonas Turismo (recomendo também), o Mukito é muito atencioso no atendimento. E na volta para o porto conseguimos ver o encontro das águas, embora precariamente pois ainda chovia um pouco.
3º dia. Nesse dia planejamos visitar os parques da cidade, Musa e Inpa. Primeiro fomos no Inpa pelas 9 horas da manhã, a entrada é gratuita, mas tem que agendar pelo site (https://www.gov.br/inpa/pt-br). E que maravilhosa surpresa, foi um dos locais que mais gostei na viagem. Um verdadeiro encanto, onde conseguimos ver os peixes-boi, macacos, uma cotia cruzou pelo nosso caminho. Também há jacarés, e cobras no local, mais algum outro animal que não lembro no momento. Mas rende lindas fotos, e é um Oasis verde dentro da selva de pedra. Logo em seguida já encantados, rumamos ao Musa, mais um Uber, com mais de 30 min de duração, fica nos limites da cidade, e custa 50,00 por pessoa para entrar, e é obrigatório o uso de sapato fechado. No Musa conseguimos ver um lindo lago com vitórias régias, mais tanques com peixes, e uma infinidades de atrativos, serpentários, borboletário, ala com aranhas, arte indígena, além de uma trilha de 900 metros que leva a torre de observação de 42 metros, de onde se pode ver a cidade e contemplar a majestosa floresta. Depois já rumamos ao shopping Manauara para almoçar, um shopping gigantes, bem bonito, onde pudemos nos deliciar com sorvete de cumaru, os sorvetes dos sabores locais são simplesmente fantásticos. Refeitos da caminhada fomos ao Parque Gigantes da Floresta (https://www.youtube.com/watch?v=KDQRBB-dxho), um lugar incrível repleto de esculturas gigantes dos animais da fauna local, possui até área para banho, tudo gratuito, mas parte molhada abre somente após as 17 horas, como eram 15 horas, pudemos apenas contemplar, achei incrível ser um parque publico e gratuito, mas estava vazio, ou ainda não caiu no gosto popular, ou as pessoas costumam ir mais tarde. De resto foi voltar para o hotel exausto e recuperar as energias para o próximo dia.
4º Dia. Com excursão comprada com a amazonas turismo ( 250 por pessoa com almoço-> 92 9607-4009), rumamos para Presidente Figueiredo Terra das Cachoeiras) , acompanhados pelo guia Angel Miguel, um peruano que vivia na Bolívia ou algo assim, hehehe, super gente boa, prestativo e profissional. Presidente Figueiredo fica a mas 2 horas de Manaus, viagem tranquila, onde podemos ver as diversas cachoeiras lindas, com uma ótima infraestrutura com bares e restaurantes, onde pudemos apreciar as Cavernas do Refúgio do Maroaga: Trilhas e cavernas (obrigatório guia), Gruta da Judeia: Próxima ao Maroaga, com linda cachoeira interna, Parque do Urubuí: Local central e de fácil acesso, Cachoeira da Onça: Outra opção para banho., dentre outros atrativos. os que mais gostei foi o parque urubui que oferece um ótimo banho nas águas do Rio Negro, e o refugio Moroaga, que oferece uma trilha de 3 km pela selva, com guia local, sendo que os guias Felipe e Nataniel foram fantásticos, com suas explicações e disponibilidade até tirando fotos para os turistas. Voltando a falar do Guia Miguel, até tratamento de primeiro socorros para uma turista que cortou o pé nas pedras, ele ofereceu, atendimento nota 10, se isso não fosse o bastante deu assistência a 2 turistas que foram abandonados pelo guia, o cara é fora de série. Não satisfeito na volta ainda pediu para a van parar na sorveteria https://www.instagram.com/genovesegelateria/, com sorvetes fantásticos um melhor que o outro o de tucumã é excepcional.
5º Dia. Fomos conhecer a famosa Praia da Ponta Negra, mas confesso que foi o atrativo que menos gostei, fica num bairro nobre de Manaus, mas segundo moradores as águas são impróprias para banho, uma praia que não se pode banhar não serve para muita cosia acho eu, então foi tirar fotos e caminhar pela orla. E voltar para o hotel fazer as malas repletas de artesanatos e belas lembranças.
Editado por fernandos