Este relato é uma cópia do que eu estou escrevendo no meu blog. As fotos eu só vou postar lá. Quem se interessar pode dar uma olhada. O link está no fim do post, na minha assinatura.
Primeiro dia. Domingo, 02 de outubro de 2011.
Como sempre, antes de chegar ao destino das nossas férias, passamos por uma maratona aérea. Às 02:20 horas do sábado, dia 01 de outubro, embarcamos em Belém rumo à São Paulo. Conseguimos o trecho por 4.000 pontos na TAM.
Chegamos em São Paulo às 07:00 horas, depois de fazer uma escala de quase duas horas em Brasília. Passamos o dia com os pais da Dani. A dona Dóia preparou um café da manhã e um almoço especial e ficamos colocando a conversa em dia. Ainda conseguimos tirar um razoável cochilo para ajudar a recuperar a noite perdida.
Às 18:40 horas do sábado, embarcamos rumo à Londres. Compramos as passagens na TAP, pelo site da Decolar.com que, por incrível que pareça, ofertava a mesma passagem, no mesmo voo, por um preço mais barato que no site da própria TAP. A ida saindo de Guarulhos, com escala no Porto e chegada em Gatwick. A volta com saída de Orly, escala em Lisboa e chegada em Guarulhos. Tudo saiu por R$ 1.970.
O voo de Guarulhos até o Porto foi tranquilo. Para falar a verdade, a TAP se mostrou uma boa surpresa. O avião era confortabilíssimo e o serviço de bordo excelente! A poltrona reclinava bastante, inclusive com o assento indo para frente. Serviram jantar quente e café da manhã quase no fim do voo e, pasmem, com talheres de metal! Enfim, viramos fregueses dessa companhia lusitana.
Tomei um Dramin e consegui dormir umas cinco horas das dez de voo. Chegamos no Porto às 08:40 horas de domingo, na hora local e tivemos mais uma prova de que os nossos aeroportos são uns chiqueiros. O aeroporto, apesar de pequeno, é bonito, moderno e muito bem conservado. Ficamos esperando a conexão até às 10:55 horas, quando embarcamos pontualmente com destino à Gatwick.
O voo foi tranquilo e de novo fomos muito bem servidos. Adoramos a TAP. Em pouco mais de duas horas, enfim, chegamos à Londres!
O aeroporto de Gatwick não é lá muito bonito, mas é bem grande e tudo funciona. Logo ao sair do avião, percebemos duas coisas. Uma é que não estava fazendo o frio que esperávamos e que a previsão do tempo tinha anunciado. Estava até meio calor, uns 25 graus. A outra coisa que já pudemos perceber logo de cara foi a descomunal diversidade cultural de Londres, uma das cidades mais cosmopolitas do mundo. Muitos judeus ortodoxos (acho que está tendo alguma reunião deles aqui, só pode), indianos, muçulmanos, africanos e europeus de todas as partes.
Era hora de passar pela imigração britânica. Já li muita coisa ”ruim” sobre o Home Office, o serviço de controle de fronteiras deles. Mas, como não pretendíamos imigrar ilegalmente mesmo, apenas fazer turismo (e cumprimos todas as exigências possíveis que podiam nos ser feitas), estávamos tranquilos.
Preenchemos o formulário de ingresso no país e nos dirigimos à fila dos não-cidadãos britânicos e da União Européia. Rápido chegou a nossa vez. A oficial foi até simpática e só nos perguntou quantos dias íamos ficar, onde íamos e quando voltaríamos para o Brasil. Respondemos e ela carimbou o nosso passaporte em menos de um minuto. Foi mais fácil do que eu pensava que seria.
Pegamos a nossa bagagem e fomos procurar a melhor maneira de ir para a cidade. Tínhamos visto na internet o trem expresso, que nos deixaria na Victoria Station, estação mista de trem, ônibus e metrô que é a mais próxima do nosso hotel. Mas, ao lado do guichê do trem, vimos o guichê da National Express, a maior empresa de ônibus da Grã-Bretanha. Aí percebemos que era mais negócio ir de ônibus.
A passagem Gatwick-Victoria Station de trem custa 17 Libras (R$ 51) e a viagem dura meia hora. Já a passagem de ônibus pela National Express, que também nos deixa na Victoria Station, custa 7,50 Libras (R$ 22,50) e a viagem dura uma hora. Nem conversamos e fomos de ônibus.
No mesmo guichê, aproveitamos para comprar também o passe do metrô, o Oyster Visitor Card (3 Libras/R$ 9). Com esse cartão podemos usar o sistema de metrô e de ônibus de Londres só encostando-o no sensor da catraca na entrada e na saída. O Oyster Visitor Card funciona por meio de créditos que são descontados de acordo com o uso e podem ser repostos em máquinas automáticas em qualquer estação.
Uma das vantagens é não ter que comprar bilhete toda vez. A outra é o preço. Uma passagem normal de metrô dentro das zonas 1 e 2 (onde está a maior parte do que é interessante conhecer em Londres) custa absurdas 4 Libras (R$ 12). Com o Oyster Visitor Card o preço cai para 1,90 Libras (R$ 4,70) fora do horário de pico e chega a no máximo 2,50 Libras (R$ 7,50) no horário de pico. Ou seja, vale a pena. Antes da viagem, eu e a Dani vimos tudo isso explicadinho no site oficial Transport for London.
Pois bem, já no ônibus, eu e a Dani concordamos que fizemos realmente a melhor escolha. Além de muito confortável, o trajeto do aeroporto até a cidade é em meio a áreas rurais do entorno de Londres, com casinhas de arquitetura inglesa bem tradicional. Nem sentimos o tempo passar com aquela vista. Quando percebemos, já estávamos na Victoria Station.
Descendo do ônibus, pegamos a bagagem e nos vimos em meio à um tumulto gigantesco. A Victoria Station é enorme, abriga uma infinidade de lojas, lanchonetes, bares e restaurantes, além, é claro de ser a interseção de trens e ônibus que vão para várias partes do país com três linhas do metrô londrino (Circle, District e Victoria). Ficamos tontos no meio de tanta gente e tantas placas apontando as saídas, sem saber para que lado ficava o nosso hotel. Saímos da estação e, quando nos localizamos no mapa, seguimos até o hotel, que fica há umas três quadras de lá.
Ficamos no Best Western Victoria Palace, um hotel muito arrumadinho na esquina da Warwick Way com a Belgrave Road. Na hora do check-in, o recepcionista, que acho que foi com a nossa cara, nos colocou em um outro quarto. Tínhamos reservado um quarto duplo normal e ele nos colocou em um mini apartamento com quarto, banheiro e sala-cozinha completa (forno e fogão elétricos, microondas, torradeira, geladeira, copos, pratos, talheres e panelas). Além disso ainda dispomos de ar-condicionado, duas TVs de LCD e wi-fi grátis! E tudo pelo mesmo preço que já havíamos pago antecipadamente: 678 Libras (R$ 2.034) por 8 noites! Pode parecer muito, mas quem já pesquisou os preços de hotéis aqui em Londres sabe que é uma barbada, ainda mais para um quarto como esse.
Tirando a mochila das costas é que percebi o quanto eu estava cansado. A Dani também quase desabou na cama. Foram duas noites mal dormidas dentro de aviões. Tudo o que a gente queria era descansar um pouco e tomar um banho. Decidimos dormir uma horinha, só até as 17:00 horas. Colocamos o despertador e deitamos.
Quando acordamos, já nos sentíamos melhor e mais animados para dar um primeiro passeio pela cidade. Tomamos banho e nos arrumamos. Já estava escuro quando saímos rumo à Piccadilly Circus.
Na Victoria Station pegamos o metrô. Foi o nosso primeiro contato com o emblemático metrô londrino, o mais antigo do mundo. Inaugurado em 1863, o metrô de Londres ainda é um dos maiores do planeta, com 270 estações e 400 km de trilhos. Mas o que nos interessava mesmo, como viajantes que somos, era tirar uma primeira foto com os ícones do Tube.
Duas estações e uma conexão depois, estávamos em Piccadilly Circus. O lugar é uma área comercial bastante agitada, com letreiros luminosos em volta de um cruzamento com carros, ônibus e pedestres para todo o lado. Foi aí que vimos também, pela primeira vez, os famosos ônibus vermelhos de dois andares. O principal símbolo de Piccadilly Circus é a estátua de Eros com seu arco e flexa.
É também na região de Piccadilly Circus onde está localizada a maior concentração de teatros de Londres, com muitos musicais em cartaz. Muitos bares, restaurantes e lanchonetes também estão na área.
Encontramos uma loja chamada Cool Britannia, um espaço enorme todo dedicado à uma inimaginável variedade de produtos cuja temática é Londres e a Grã-Bretanha. Muito legal. Achei até a bandeirinha da Grã-Bretanha para costurar na minha mochila. Comprei logo para garantir. Como ainda não tínhamos conhecido nada da cidade, preferimos deixar para voltar depois e comprar algumas das coisas legais que vimos por lá.
Em uma das ruas da região encontramos uma Pizza Hut e decidimos comer lá mesmo. Não estávamos com muita paciência para procurar um outro restaurante e estávamos com muita fome pois a última vez que tínhamos comido tinha sido no avião.
Pedimos uma pizza com buffet de saladas incluso e refrigerantes. A conta saiu por 23 Libras (R$ 69), já com a gorjeta do garçom. Caro, mas comemos muito bem.
Depois, demos uma volta pelas movimentadas ruas da região. Encontramos por acaso a Cranbourn Street, uma rua de pedestres muito interessante, cheia de lojas e teatros. Ficamos de voltar lá depois, com mais calma. O cansaço foi mais forte e decidimos voltar para o hotel.
Voltamos de metrô para o hotel. No outro dia, já descansados, acordaríamos cedo para aproveitar tudo que Londres pode oferecer. Nesse primeiro dia não vimos quase nada. Londres assusta à primeira vista, impressiona pelo tamanho e pela vivacidade. Mas não demora nem um dia para nos encantarmos de vez com esse lugar. Parece que ainda não caiu a ficha de que estamos aqui!
Este relato é uma cópia do que eu estou escrevendo no meu blog. As fotos eu só vou postar lá. Quem se interessar pode dar uma olhada. O link está no fim do post, na minha assinatura.
Primeiro dia. Domingo, 02 de outubro de 2011.
Como sempre, antes de chegar ao destino das nossas férias, passamos por uma maratona aérea. Às 02:20 horas do sábado, dia 01 de outubro, embarcamos em Belém rumo à São Paulo. Conseguimos o trecho por 4.000 pontos na TAM.
Chegamos em São Paulo às 07:00 horas, depois de fazer uma escala de quase duas horas em Brasília. Passamos o dia com os pais da Dani. A dona Dóia preparou um café da manhã e um almoço especial e ficamos colocando a conversa em dia. Ainda conseguimos tirar um razoável cochilo para ajudar a recuperar a noite perdida.
Às 18:40 horas do sábado, embarcamos rumo à Londres. Compramos as passagens na TAP, pelo site da Decolar.com que, por incrível que pareça, ofertava a mesma passagem, no mesmo voo, por um preço mais barato que no site da própria TAP. A ida saindo de Guarulhos, com escala no Porto e chegada em Gatwick. A volta com saída de Orly, escala em Lisboa e chegada em Guarulhos. Tudo saiu por R$ 1.970.
O voo de Guarulhos até o Porto foi tranquilo. Para falar a verdade, a TAP se mostrou uma boa surpresa. O avião era confortabilíssimo e o serviço de bordo excelente! A poltrona reclinava bastante, inclusive com o assento indo para frente. Serviram jantar quente e café da manhã quase no fim do voo e, pasmem, com talheres de metal! Enfim, viramos fregueses dessa companhia lusitana.
Tomei um Dramin e consegui dormir umas cinco horas das dez de voo. Chegamos no Porto às 08:40 horas de domingo, na hora local e tivemos mais uma prova de que os nossos aeroportos são uns chiqueiros. O aeroporto, apesar de pequeno, é bonito, moderno e muito bem conservado. Ficamos esperando a conexão até às 10:55 horas, quando embarcamos pontualmente com destino à Gatwick.
O voo foi tranquilo e de novo fomos muito bem servidos. Adoramos a TAP. Em pouco mais de duas horas, enfim, chegamos à Londres!
O aeroporto de Gatwick não é lá muito bonito, mas é bem grande e tudo funciona. Logo ao sair do avião, percebemos duas coisas. Uma é que não estava fazendo o frio que esperávamos e que a previsão do tempo tinha anunciado. Estava até meio calor, uns 25 graus. A outra coisa que já pudemos perceber logo de cara foi a descomunal diversidade cultural de Londres, uma das cidades mais cosmopolitas do mundo. Muitos judeus ortodoxos (acho que está tendo alguma reunião deles aqui, só pode), indianos, muçulmanos, africanos e europeus de todas as partes.
Era hora de passar pela imigração britânica. Já li muita coisa ”ruim” sobre o Home Office, o serviço de controle de fronteiras deles. Mas, como não pretendíamos imigrar ilegalmente mesmo, apenas fazer turismo (e cumprimos todas as exigências possíveis que podiam nos ser feitas), estávamos tranquilos.
Preenchemos o formulário de ingresso no país e nos dirigimos à fila dos não-cidadãos britânicos e da União Européia. Rápido chegou a nossa vez. A oficial foi até simpática e só nos perguntou quantos dias íamos ficar, onde íamos e quando voltaríamos para o Brasil. Respondemos e ela carimbou o nosso passaporte em menos de um minuto. Foi mais fácil do que eu pensava que seria.
Pegamos a nossa bagagem e fomos procurar a melhor maneira de ir para a cidade. Tínhamos visto na internet o trem expresso, que nos deixaria na Victoria Station, estação mista de trem, ônibus e metrô que é a mais próxima do nosso hotel. Mas, ao lado do guichê do trem, vimos o guichê da National Express, a maior empresa de ônibus da Grã-Bretanha. Aí percebemos que era mais negócio ir de ônibus.
A passagem Gatwick-Victoria Station de trem custa 17 Libras (R$ 51) e a viagem dura meia hora. Já a passagem de ônibus pela National Express, que também nos deixa na Victoria Station, custa 7,50 Libras (R$ 22,50) e a viagem dura uma hora. Nem conversamos e fomos de ônibus.
No mesmo guichê, aproveitamos para comprar também o passe do metrô, o Oyster Visitor Card (3 Libras/R$ 9). Com esse cartão podemos usar o sistema de metrô e de ônibus de Londres só encostando-o no sensor da catraca na entrada e na saída. O Oyster Visitor Card funciona por meio de créditos que são descontados de acordo com o uso e podem ser repostos em máquinas automáticas em qualquer estação.
Uma das vantagens é não ter que comprar bilhete toda vez. A outra é o preço. Uma passagem normal de metrô dentro das zonas 1 e 2 (onde está a maior parte do que é interessante conhecer em Londres) custa absurdas 4 Libras (R$ 12). Com o Oyster Visitor Card o preço cai para 1,90 Libras (R$ 4,70) fora do horário de pico e chega a no máximo 2,50 Libras (R$ 7,50) no horário de pico. Ou seja, vale a pena. Antes da viagem, eu e a Dani vimos tudo isso explicadinho no site oficial Transport for London.
Pois bem, já no ônibus, eu e a Dani concordamos que fizemos realmente a melhor escolha. Além de muito confortável, o trajeto do aeroporto até a cidade é em meio a áreas rurais do entorno de Londres, com casinhas de arquitetura inglesa bem tradicional. Nem sentimos o tempo passar com aquela vista. Quando percebemos, já estávamos na Victoria Station.
Descendo do ônibus, pegamos a bagagem e nos vimos em meio à um tumulto gigantesco. A Victoria Station é enorme, abriga uma infinidade de lojas, lanchonetes, bares e restaurantes, além, é claro de ser a interseção de trens e ônibus que vão para várias partes do país com três linhas do metrô londrino (Circle, District e Victoria). Ficamos tontos no meio de tanta gente e tantas placas apontando as saídas, sem saber para que lado ficava o nosso hotel. Saímos da estação e, quando nos localizamos no mapa, seguimos até o hotel, que fica há umas três quadras de lá.
Ficamos no Best Western Victoria Palace, um hotel muito arrumadinho na esquina da Warwick Way com a Belgrave Road. Na hora do check-in, o recepcionista, que acho que foi com a nossa cara, nos colocou em um outro quarto. Tínhamos reservado um quarto duplo normal e ele nos colocou em um mini apartamento com quarto, banheiro e sala-cozinha completa (forno e fogão elétricos, microondas, torradeira, geladeira, copos, pratos, talheres e panelas). Além disso ainda dispomos de ar-condicionado, duas TVs de LCD e wi-fi grátis! E tudo pelo mesmo preço que já havíamos pago antecipadamente: 678 Libras (R$ 2.034) por 8 noites! Pode parecer muito, mas quem já pesquisou os preços de hotéis aqui em Londres sabe que é uma barbada, ainda mais para um quarto como esse.
Tirando a mochila das costas é que percebi o quanto eu estava cansado. A Dani também quase desabou na cama. Foram duas noites mal dormidas dentro de aviões. Tudo o que a gente queria era descansar um pouco e tomar um banho. Decidimos dormir uma horinha, só até as 17:00 horas. Colocamos o despertador e deitamos.
Quando acordamos, já nos sentíamos melhor e mais animados para dar um primeiro passeio pela cidade. Tomamos banho e nos arrumamos. Já estava escuro quando saímos rumo à Piccadilly Circus.
Na Victoria Station pegamos o metrô. Foi o nosso primeiro contato com o emblemático metrô londrino, o mais antigo do mundo. Inaugurado em 1863, o metrô de Londres ainda é um dos maiores do planeta, com 270 estações e 400 km de trilhos. Mas o que nos interessava mesmo, como viajantes que somos, era tirar uma primeira foto com os ícones do Tube.
Duas estações e uma conexão depois, estávamos em Piccadilly Circus. O lugar é uma área comercial bastante agitada, com letreiros luminosos em volta de um cruzamento com carros, ônibus e pedestres para todo o lado. Foi aí que vimos também, pela primeira vez, os famosos ônibus vermelhos de dois andares. O principal símbolo de Piccadilly Circus é a estátua de Eros com seu arco e flexa.
É também na região de Piccadilly Circus onde está localizada a maior concentração de teatros de Londres, com muitos musicais em cartaz. Muitos bares, restaurantes e lanchonetes também estão na área.
Encontramos uma loja chamada Cool Britannia, um espaço enorme todo dedicado à uma inimaginável variedade de produtos cuja temática é Londres e a Grã-Bretanha. Muito legal. Achei até a bandeirinha da Grã-Bretanha para costurar na minha mochila. Comprei logo para garantir. Como ainda não tínhamos conhecido nada da cidade, preferimos deixar para voltar depois e comprar algumas das coisas legais que vimos por lá.
Em uma das ruas da região encontramos uma Pizza Hut e decidimos comer lá mesmo. Não estávamos com muita paciência para procurar um outro restaurante e estávamos com muita fome pois a última vez que tínhamos comido tinha sido no avião.
Pedimos uma pizza com buffet de saladas incluso e refrigerantes. A conta saiu por 23 Libras (R$ 69), já com a gorjeta do garçom. Caro, mas comemos muito bem.
Depois, demos uma volta pelas movimentadas ruas da região. Encontramos por acaso a Cranbourn Street, uma rua de pedestres muito interessante, cheia de lojas e teatros. Ficamos de voltar lá depois, com mais calma. O cansaço foi mais forte e decidimos voltar para o hotel.
Voltamos de metrô para o hotel. No outro dia, já descansados, acordaríamos cedo para aproveitar tudo que Londres pode oferecer. Nesse primeiro dia não vimos quase nada. Londres assusta à primeira vista, impressiona pelo tamanho e pela vivacidade. Mas não demora nem um dia para nos encantarmos de vez com esse lugar. Parece que ainda não caiu a ficha de que estamos aqui!