Em abril de 2011 resolvi fazer minha primeira viagem independente para a Europa. Na época ainda não me imaginava fazendo um mochilão, nem conhecia o site ainda. Inicialmente, a viagem foi pensada tendo Paris como base pois amigos estariam morando na cidade e poderiam me receber. Com a economia da hospedagem em Paris, aproveitei para incluir Amsterdam (meu destino dos sonhos!) e Barcelona. No final das contas, faltando 10 dias para embarcar meus amigos descobriram que o contrato do apê não permitia que eles recebessem ninguém e minha viagem virou um "semi" mochilão. O resultado? Amei e hoje escolho hospedagem em albergue e organização independente por opção e não apenas necessidade. Mas vamos ao relato:
AMSTERDAM
Voei São Paulo - Amsterdam pela KLM (19h15). Bom serviço, voo direto e sem atrasos. Bem fácil de se situar no aeroporto de Amsterdam e comprar ticket do trem para a Estação Central na maquininha (um pouco mais de 3 euros na segunda classe,viagem rápida). Quem precisa de transfer?
Na Estação Central, pedi informações para um taxista simpático que me avisou que não valia a penas pegar táxi até meu hotel e me explicou direitinho como pegar o tram e até como eu poderia fazer se quisesse ir a pé. Tudo isso em inglês. Peguei o tram e cheguei fácil no hotel Van Onna. Gostei muito da localização, do staff e da limpeza. A diária é relativamente barata para o padrão da cidade, 50 euros por quarto individual com banheiro também individual mas do lado de fora do quarto (o transtorno nem é tão grande quanto possa parecer). Site: http://www.hotelvanonna.nl/portugues.html.
Como sou boa de caminhada, andei a cidade toda a pé. É uma cidade boa para se perder e nem usei mapas. De uma maneira geral, decorei o nome do canal onde estava hospedada, da rua paralela e do Canal perpendicular.
No primeiro dia:
Explorei a região central com a Dam Square, onde ocorria uma briga de travesseiros gigante! , os Canais mais centrais, a região da Estação Central e o Red Light District. Fiz também o passeio de barco pelos canais.
No Segundo dia:
Concentrei na região da Museumplein, onde há aquele letreiro famoso de IAMSTERDAM e os principais museus. Recomendo muito o Rijks além do Museu Van Gogh. Depois passei pelo Vondelpark, parque queridinho dos locais. Terminei o dia andando pelo Jordan, bairro onde estava hospedada, depois de ir na Casa de Anne Frank (experiência única) que fica na esquina do Hotel.
No Terceiro dia:
Resolvi fazer um passeio até os campos de tulipas nos arredores de Amsterdam e conhecer o maior jardim do mundo: Keukenhof. MARAVILHOSO! Passeio mais do que inesquecível! Andei até a Estação Central, peguei o trem pro aeroporto onde comprei por uns 22 euros um "pacote" com a passagem de ônibus de ida e volta mais a entrada no Keukenhof. Depois de andar pelo parque, aluguei uma bike com mapa e roteiro e fui andar pelos campos de tulipas. O único problema: esse é um passeio possível apenas em um período curto do ano, pois o parque só abre durante umas 6 semanas. Vale muito a pena! Site: http://www.keukenhof.nl/.
Voltei no final da tarde e fui para uma balada que já havia reservado aqui do Brasil: Supperclub. Adorei, mas sai cara a experiência! Começa com um jantar de 5 pratos em camas (sim, você não reserva mesas, mas camas), enquanto rolam algumas performances e depois abre pistas de dança (contei 2). O lugar é muito bonito, a comida é gostosa. Site: http://www.supperclub.com/.
No quarto dia:
Chovia e fazia muito frio. Passei a maior parte do tempo com amigos que moram por lá. Então não conta como roteiro. Peguei um voo, incluido na passagem intercontinental, para Paris na manhã seguinte.
A foto que acompanha esse relato foi tirada por mim no primeiro campo de flores que você encontra ao sair do Keukenhof.
Em abril de 2011 resolvi fazer minha primeira viagem independente para a Europa. Na época ainda não me imaginava fazendo um mochilão, nem conhecia o site ainda. Inicialmente, a viagem foi pensada tendo Paris como base pois amigos estariam morando na cidade e poderiam me receber. Com a economia da hospedagem em Paris, aproveitei para incluir Amsterdam (meu destino dos sonhos!) e Barcelona. No final das contas, faltando 10 dias para embarcar meus amigos descobriram que o contrato do apê não permitia que eles recebessem ninguém e minha viagem virou um "semi" mochilão. O resultado? Amei e hoje escolho hospedagem em albergue e organização independente por opção e não apenas necessidade. Mas vamos ao relato:
AMSTERDAM
Voei São Paulo - Amsterdam pela KLM (19h15). Bom serviço, voo direto e sem atrasos. Bem fácil de se situar no aeroporto de Amsterdam e comprar ticket do trem para a Estação Central na maquininha (um pouco mais de 3 euros na segunda classe,viagem rápida). Quem precisa de transfer?
Na Estação Central, pedi informações para um taxista simpático que me avisou que não valia a penas pegar táxi até meu hotel e me explicou direitinho como pegar o tram e até como eu poderia fazer se quisesse ir a pé. Tudo isso em inglês. Peguei o tram e cheguei fácil no hotel Van Onna. Gostei muito da localização, do staff e da limpeza. A diária é relativamente barata para o padrão da cidade, 50 euros por quarto individual com banheiro também individual mas do lado de fora do quarto (o transtorno nem é tão grande quanto possa parecer). Site: http://www.hotelvanonna.nl/portugues.html.
Como sou boa de caminhada, andei a cidade toda a pé. É uma cidade boa para se perder e nem usei mapas. De uma maneira geral, decorei o nome do canal onde estava hospedada, da rua paralela e do Canal perpendicular.
No primeiro dia:
Explorei a região central com a Dam Square, onde ocorria uma briga de travesseiros gigante!
, os Canais mais centrais, a região da Estação Central e o Red Light District. Fiz também o passeio de barco pelos canais.
No Segundo dia:
Concentrei na região da Museumplein, onde há aquele letreiro famoso de IAMSTERDAM e os principais museus. Recomendo muito o Rijks além do Museu Van Gogh. Depois passei pelo Vondelpark, parque queridinho dos locais. Terminei o dia andando pelo Jordan, bairro onde estava hospedada, depois de ir na Casa de Anne Frank (experiência única) que fica na esquina do Hotel.
No Terceiro dia:
Resolvi fazer um passeio até os campos de tulipas nos arredores de Amsterdam e conhecer o maior jardim do mundo: Keukenhof. MARAVILHOSO! Passeio mais do que inesquecível! Andei até a Estação Central, peguei o trem pro aeroporto onde comprei por uns 22 euros um "pacote" com a passagem de ônibus de ida e volta mais a entrada no Keukenhof. Depois de andar pelo parque, aluguei uma bike com mapa e roteiro e fui andar pelos campos de tulipas. O único problema: esse é um passeio possível apenas em um período curto do ano, pois o parque só abre durante umas 6 semanas. Vale muito a pena! Site: http://www.keukenhof.nl/.
Voltei no final da tarde e fui para uma balada que já havia reservado aqui do Brasil: Supperclub. Adorei, mas sai cara a experiência! Começa com um jantar de 5 pratos em camas (sim, você não reserva mesas, mas camas), enquanto rolam algumas performances e depois abre pistas de dança (contei 2). O lugar é muito bonito, a comida é gostosa. Site: http://www.supperclub.com/.
No quarto dia:
Chovia e fazia muito frio. Passei a maior parte do tempo com amigos que moram por lá. Então não conta como roteiro. Peguei um voo, incluido na passagem intercontinental, para Paris na manhã seguinte.
A foto que acompanha esse relato foi tirada por mim no primeiro campo de flores que você encontra ao sair do Keukenhof.