Cidade uruguaia fundada pelo português Manuel lobo em 1680, atualmente considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco, foi palco de muitas batalhas entre portugueses e espanhóis. É uma cidade muito agradável para passear, deve-se reservar pelo menos um dia e uma noite.
O ideal é chegar logo pela manhã, almoçar na localidade, passear e ver o pôr do sol que é muito bonito, andar a noite pela cidade é uma experiência muito gratificante e caminhar pelas ruas iluminadas pelas luminárias antigas dá um charme ao local e tem-se a sensação de volta ao passado. E se não for um sacrilégio, tomar uma cerveja em frente a
basília iluminado por velas e luminárias antigas com certeza é uma grande experiência.
Chegando de ônibus de Montevidéu:
Estação rodoviária:
Estação do ferry boat:
Funciona igual a um aeroporto muito bem organizado o sistema.
Primeiro sacrilégio, tomando uma Pilsen em um barzinho em frente a basílica, para quem olha a foto a basílica está a direita.
Pela Noite:
Fortificação de Colônia:
Restos da antiga muralha que protegia a cidade.
Basílica do Santíssimo Sacramento:
Conserva a concepção original de uma só nave, com muros portugueses de pedra e de ladrilhos.
Ruínas do convento de São Francisco Xavier
Foi construída entre 1683 e 1704 e dedicada a São Francisco Xavier.
Praça 25 de maio: Também conhecida como Plaza mayor, foi Ulitilizada para exercícios militares.
Rua dos Suspiros: possui calçamento de pedra e várias casas antigas portuguesas e algumas espanholas, acredita-se que no passado era uma rua de prostituição.
Praça Manuel Lobo: Localizada ao lado da Basílica, se encontra as ruínas da casa dos governadores portugueses de colônia.
Casa Nacarello:
o nome é uma homenagem ao mais antigo morador que se conhece e é uma casa do século século XVIII pertencente ao período português
Museu Municipal:
Também conhecida como casa do almirante Brown é uma construção original de 1795 e que foi reconstruída pelos espanhóis em 1835. É um sobrado de dois andares que pertenceu aos secretários de governo da época portuguesa. Foi convertido em museu em 1951 e apresenta peças indígenas, armas, mobiliários e objetos da praça de touros de Colônia e fósseis da região.
Museu Português: Casa portuguesa construída entre 1717 e 1722 e decoração doada pelo governdo de Portugal, apresenta peças como azulejos, móveis, armas, mapas antigos e o escudo original português que esteve no portão de armas da muralha.
Arquivo Regional:
Rancho português da primeira metade do século XVIII, no seu interior se destaca o seu pavimento original e a documentação histórica da cidade e da região.
Casa Lavalleja:
Casa do Vice-rei: Local onde se hospedavam os vice reis do Rio da Prata e atualmente encontra-se em ruínas.
Museu do Azulejo:
Construção portuguesa de 1740-1760 que expõe uma coleção de azulejos portugues, franceses, catalãos e dos primeiros contrutores do Uruguai, todos pertencentes ao período de 1849 a 1900.
Ruínas do Convento de San Francisco:
Convento construído em 1694 e destruído por um incêndio em 1704.
Farol:
Construção iniciada em 1845 por soldados de Juan Manuel Rosas e terminadas em 1857.
Casa do Governador:
de origem português foi a residência do governadores da cidade e encontra-se em ruínas.
Museu Indígena: Inaugurado em 1998 contém peças dos índigenas Charruas.
Museu Espanhol:
Edifício datado de 1720 e reconstruído em estilo neoclássico em 1840 que exibe peças da história contemporânea e pinturas de Jorge Páez Villaró.
Centro Cultural Bastión del Carmen:
Construção datado de 1880 que atualmente funciona como centro cultural e no passado foi uma fábrica de cola e sabão, lavagem de lãs, armazém de grãos e uma propriedade de Argentinos.
Plaza de Toros:
Ao longo do rio da prata:
Por do sol:
Alguns carros antigos pela cidade:
Cuidem só o motorista
Ficamos no Hotel Ayres Colônia:
No fundo é possível enchegar a estação rodoviária, é um bom hotel com um conforto bom e boa localização e preços médios, a estação do buquebus fica a cerca de 100m.
Dá para ir caminhando para o centro da cidade e admirando as paisagens.
Cidade uruguaia fundada pelo português Manuel lobo em 1680, atualmente considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco, foi palco de muitas batalhas entre portugueses e espanhóis. É uma cidade muito agradável para passear, deve-se reservar pelo menos um dia e uma noite.
O ideal é chegar logo pela manhã, almoçar na localidade, passear e ver o pôr do sol que é muito bonito, andar a noite pela cidade é uma experiência muito gratificante e caminhar pelas ruas iluminadas pelas luminárias antigas dá um charme ao local e tem-se a sensação de volta ao passado. E se não for um sacrilégio, tomar uma cerveja em frente a
basília iluminado por velas e luminárias antigas com certeza é uma grande experiência.
Chegando de ônibus de Montevidéu:
Estação rodoviária:
Estação do ferry boat:
Funciona igual a um aeroporto muito bem organizado o sistema.
http://www.buquebus.com
Caminhando pelas ruas:
Primeiro sacrilégio, tomando uma Pilsen em um barzinho em frente a basílica, para quem olha a foto a basílica está a direita.


Pela Noite:
Fortificação de Colônia:
Restos da antiga muralha que protegia a cidade.
Basílica do Santíssimo Sacramento:
Conserva a concepção original de uma só nave, com muros portugueses de pedra e de ladrilhos.
Ruínas do convento de São Francisco Xavier
Foi construída entre 1683 e 1704 e dedicada a São Francisco Xavier.
Praça 25 de maio: Também conhecida como Plaza mayor, foi Ulitilizada para exercícios militares.
Rua dos Suspiros: possui calçamento de pedra e várias casas antigas portuguesas e algumas espanholas, acredita-se que no passado era uma rua de prostituição.
Praça Manuel Lobo: Localizada ao lado da Basílica, se encontra as ruínas da casa dos governadores portugueses de colônia.
Casa Nacarello:
o nome é uma homenagem ao mais antigo morador que se conhece e é uma casa do século século XVIII pertencente ao período português
Museu Municipal:
Também conhecida como casa do almirante Brown é uma construção original de 1795 e que foi reconstruída pelos espanhóis em 1835. É um sobrado de dois andares que pertenceu aos secretários de governo da época portuguesa. Foi convertido em museu em 1951 e apresenta peças indígenas, armas, mobiliários e objetos da praça de touros de Colônia e fósseis da região.
Museu Português: Casa portuguesa construída entre 1717 e 1722 e decoração doada pelo governdo de Portugal, apresenta peças como azulejos, móveis, armas, mapas antigos e o escudo original português que esteve no portão de armas da muralha.
Arquivo Regional:
Rancho português da primeira metade do século XVIII, no seu interior se destaca o seu pavimento original e a documentação histórica da cidade e da região.
Casa Lavalleja:
Casa do Vice-rei: Local onde se hospedavam os vice reis do Rio da Prata e atualmente encontra-se em ruínas.
Museu do Azulejo:
Construção portuguesa de 1740-1760 que expõe uma coleção de azulejos portugues, franceses, catalãos e dos primeiros contrutores do Uruguai, todos pertencentes ao período de 1849 a 1900.
Ruínas do Convento de San Francisco:
Convento construído em 1694 e destruído por um incêndio em 1704.
Farol:
Construção iniciada em 1845 por soldados de Juan Manuel Rosas e terminadas em 1857.
Casa do Governador:
de origem português foi a residência do governadores da cidade e encontra-se em ruínas.
Museu Indígena: Inaugurado em 1998 contém peças dos índigenas Charruas.
Museu Espanhol:
Edifício datado de 1720 e reconstruído em estilo neoclássico em 1840 que exibe peças da história contemporânea e pinturas de Jorge Páez Villaró.
Centro Cultural Bastión del Carmen:
Construção datado de 1880 que atualmente funciona como centro cultural e no passado foi uma fábrica de cola e sabão, lavagem de lãs, armazém de grãos e uma propriedade de Argentinos.
Plaza de Toros:
Ao longo do rio da prata:
Por do sol:
Alguns carros antigos pela cidade:
Cuidem só o motorista


Ficamos no Hotel Ayres Colônia:
No fundo é possível enchegar a estação rodoviária, é um bom hotel com um conforto bom e boa localização e preços médios, a estação do buquebus fica a cerca de 100m.
Dá para ir caminhando para o centro da cidade e admirando as paisagens.