Alguém disse uma vez que sonhos nunca envelhecem. Quando comecei a ler a respeito das civilizaçoes pré-colombianas eu era um garoto no alto de meus de 14 anos de idade. Nao tinha a menor ideia de onde ficava o Peru nem imaginava como fazer para chegar lá. Mas sonhei que um dia iria a Machu Picchu.
Passaram-se 33 anos desde entao e muita coisa aconteceu na minha vida, para o bem e para o mal. Ganhei dinheiro, perdi dinheiro, casei, tive filhos, abandonei a faculdade, voltei a estudar aos 44 anos.
Mas, os sonhos nunca envelhecem. Hoje, um dos meus filhos está com 17 anos e demonstra ter os mesmos gostos, os mesmos sonhos que eu tinha na sua idade.
Esse foi um dos motivos que, há um ano, reacenderam em mim o desejo de viajar por esta parte da América Latina. Acredito que toda viagem começa quando se decide fazê-la: planejamento, economia, pesquisas e, finalmente, pé na estrada.
Assim, aqui estamos nós, eu e meu filho, mochilando pela primeira vez. Ele ainda com o vigor e o ímpeto que eu tinha décadas atrás. Eu com uma experiência de vida que espero que ele um dia tenha.
Este nao é apenas um mochilao: é uma viagem de auto-conhecimento, de descobrimento dos nossos limites, de troca de conhecimentos entre duas geraçoes, de aprendizado mútuo.
Espero que o relato dessa aventura sirva de incentivo a todos os pais que um dia sonharam com esta viagem e que, por um motivo ou outro, foram protelando. Sempre há o dia em que nossos sonhos podem se tornar realidade.
Há um tempo para sonhar, mas há o tempo de viver. Este é meu tempo, agora.
Alguém disse uma vez que sonhos nunca envelhecem. Quando comecei a ler a respeito das civilizaçoes pré-colombianas eu era um garoto no alto de meus de 14 anos de idade. Nao tinha a menor ideia de onde ficava o Peru nem imaginava como fazer para chegar lá. Mas sonhei que um dia iria a Machu Picchu.
Passaram-se 33 anos desde entao e muita coisa aconteceu na minha vida, para o bem e para o mal. Ganhei dinheiro, perdi dinheiro, casei, tive filhos, abandonei a faculdade, voltei a estudar aos 44 anos.
Mas, os sonhos nunca envelhecem. Hoje, um dos meus filhos está com 17 anos e demonstra ter os mesmos gostos, os mesmos sonhos que eu tinha na sua idade.
Esse foi um dos motivos que, há um ano, reacenderam em mim o desejo de viajar por esta parte da América Latina. Acredito que toda viagem começa quando se decide fazê-la: planejamento, economia, pesquisas e, finalmente, pé na estrada.
Assim, aqui estamos nós, eu e meu filho, mochilando pela primeira vez. Ele ainda com o vigor e o ímpeto que eu tinha décadas atrás. Eu com uma experiência de vida que espero que ele um dia tenha.
Este nao é apenas um mochilao: é uma viagem de auto-conhecimento, de descobrimento dos nossos limites, de troca de conhecimentos entre duas geraçoes, de aprendizado mútuo.
Espero que o relato dessa aventura sirva de incentivo a todos os pais que um dia sonharam com esta viagem e que, por um motivo ou outro, foram protelando. Sempre há o dia em que nossos sonhos podem se tornar realidade.
Há um tempo para sonhar, mas há o tempo de viver. Este é meu tempo, agora.