Olá galerinhaa, queria agradecer a todos que tornaram essa viagem a melhor (até agora )
e que me ajudaram, e como forma de agradecimento vou postar o relato
No começo anotei tudo certinho, mas depois...já viu né?!
Nunca na minha vida achei que iria pra Bolívia, aliás não tinha a mínima idéia doq fazer a turismo por lá
e foi pesquisando sobre o Peru que percebi que mtos mochileiros incluiam a Bolívia por ser + barata.
A viagem começou cerca de 6 meses antes, pesquisando lugares, preços, lendo relatos e indo atrás de diversas de todo tipo de dica que pudesse agregar algo ao meu mochilão.
E lá fui eu...a princípio meu roteiro seria Santa Cruz - Samaipata - Ccbb (Vila Tunari) - La Paz - Copa - Uyuni - Sucre - Santa Cruz mas no fim acabei cortando Ccbb.
Enfim, vamos lá...
Gastos pré-viagem
Passagens ida/volta São Paulo/Santa Cruz de la Sierra R$560,00 (compradas com 3 meses de antecedência)
Seguro viagem R$107,25
11/10 – Sp/Sta Cruz/ Samaipata – Acordei cedo, a ansiedade já havia tomado conta de mim há semanas. Era minha primeira viagem internacional, e ainda sozinha. O voo foi tranquilo, e desembarquei em Sta Cruz por volta das 13 hrs. Já na fila da imigração conheci dois brasileiros que estudavam medicina em CCBB, peguei o tel e consegui uma hospedagem na faixa . Não acho que seja costume, mas me pediram a carteira de vacinação de febre amarela, e assim continuaram com o restante da fila. Uma mulher não tinha, levou uma bronca, mas passou sem problemas.
*Não esqueça da carteirinha de vacina da febre amarela, vc pode ter problemas e garanto que vc não vai querer dor de cabeça logo no início da viagem
Fiquei andando pelo viru viru igual barata tonta. Logo que sai fechei um táxi p/ o lugar onde saem os táxis compartilhados para Samaipata por 70 Bs. Uma voltinha e já dá pra perceber que o trânsito por ali é tenso, eu achei que o taxista iria bater o carro algumas (muitas??) vezes ...cheguei na av. e faltavam duas pessoas pra fechar o táxi que me custou 30 Bs, comprei algumas besteirinhas como água, cigarro e afins. Quase 4 horas depois eu estava em Samaipata. Tinha diversos endereços mas resolvi ir pro Andorina Hostel (80 Bs c/ café da manhã). Tomei um banho, sai pra dar uma volta pela cidade e comer algo. Samaipata é uma graça e me lembrou mto São Tomé das Letras/Mg, pequena e com pessoas acolhedoras. Aproveitei e comprei um chip Tigo e fiz uma recarga por 20 Bs. Estava fumando um cigarro quando um senhor puxou papo comigo ‘es brasilena’? Papo vai e papo vem ele sacou um cartão do seu hotel e disse pra eu dar uma olhada pq eu estava pagando caro . Comi uma hamburguesa no La Chakana com a minha primeira Pacena, dei mais umas voltas e fui dormir.
12/10 - Eu tinha mil planos pra Samaipata, mas quando cheguei sabia que não ia fazer nem metade. Já tinha desistido da Rota do Che, mas queria ir ao El Fuerte. Acordei e tomei um café esperto no hostel e sai para procurar outro mais barato. Olhei uns 4 e por último fui ao Residencial Don Jorge (bendito Vincent), o dono, Jayme mto gente boa...já morou e fez arquitetura aqui em SP. Fechei um quarto privado e com banho por 2 noites por 100 Bs. Se fosse banho compartido sairia por 60 bs (mais tarde eu percebi que isso fazia uma boa diferença)
Voltei no hostel e fechei as mochilas, o Jayme já tinha chamado um taxista p me levar ao El Fuerte por 125 Bs, lá paguei mais 50 Bs de entrada. Comprei uns souvenirs por 30 bs. Fiquei lá andando e observando as ruínas, curti mtoo...sentei uma hr e só observei a paisagem...acho que fiquei uns 5 min olhando as montanhas e eu tava adorando aquele clima de Samaipata.
O taxista era gente boa, ouvia sertanejo brasileiro (não que eu goste mto, mas é bom lembrar das raízes)...falou que me levaria ao El refugio numa boa, só teria que voltar a pé, o que pra mim não parecia ser um problema. Cheguei ao El refugio e fui entrando, ninguém veio atender e comecei a andar receosa com medo de ser atacada por algum bicho rss...de repente avistei o Simon, um macaquinho com cara de esperto que me olhou e deu meia volta. Ai apareceu um voluntário francês, onde tentei em vão arranhar algumas palavras, mas o inglês não me permitiu ficamos olhando os animais e de repente a chiquita que era outra macaca grudou em mim. Juro que na hr não tive reação, mas depois eu fiquei numa boaa...curti bastante lá e a interação com os animais.
Olá galerinhaa, queria agradecer a todos que tornaram essa viagem a melhor (até agora )
e que me ajudaram, e como forma de agradecimento vou postar o relato
No começo anotei tudo certinho, mas depois...já viu né?!
Nunca na minha vida achei que iria pra Bolívia, aliás não tinha a mínima idéia doq fazer a turismo por lá
e foi pesquisando sobre o Peru que percebi que mtos mochileiros incluiam a Bolívia por ser + barata.
A viagem começou cerca de 6 meses antes, pesquisando lugares, preços, lendo relatos e indo atrás de diversas de todo tipo de dica que pudesse agregar algo ao meu mochilão.
E lá fui eu...a princípio meu roteiro seria Santa Cruz - Samaipata - Ccbb (Vila Tunari) - La Paz - Copa - Uyuni - Sucre - Santa Cruz mas no fim acabei cortando Ccbb.
Enfim, vamos lá...
Gastos pré-viagem
Passagens ida/volta São Paulo/Santa Cruz de la Sierra R$560,00 (compradas com 3 meses de antecedência)
Seguro viagem R$107,25
11/10 – Sp/Sta Cruz/ Samaipata – Acordei cedo, a ansiedade já havia tomado conta de mim há semanas. Era minha primeira viagem internacional, e ainda sozinha. O voo foi tranquilo, e desembarquei em Sta Cruz por volta das 13 hrs. Já na fila da imigração conheci dois brasileiros que estudavam medicina em CCBB, peguei o tel e consegui uma hospedagem na faixa
. Não acho que seja costume, mas me pediram a carteira de vacinação de febre amarela, e assim continuaram com o restante da fila. Uma mulher não tinha, levou uma bronca, mas passou sem problemas.
*Não esqueça da carteirinha de vacina da febre amarela, vc pode ter problemas e garanto que vc não vai querer dor de cabeça
logo no início da viagem
Fiquei andando pelo viru viru igual barata tonta. Logo que sai fechei um táxi p/ o lugar onde saem os táxis compartilhados para Samaipata por 70 Bs. Uma voltinha e já dá pra perceber que o trânsito por ali é tenso, eu achei que o taxista iria bater o carro algumas (muitas??) vezes
...cheguei na av. e faltavam duas pessoas pra fechar o táxi que me custou 30 Bs, comprei algumas besteirinhas como água, cigarro e afins. Quase 4 horas depois eu estava em Samaipata. Tinha diversos endereços mas resolvi ir pro Andorina Hostel (80 Bs c/ café da manhã). Tomei um banho, sai pra dar uma volta pela cidade e comer algo. Samaipata é uma graça e me lembrou mto São Tomé das Letras/Mg, pequena e com pessoas acolhedoras. Aproveitei e comprei um chip Tigo e fiz uma recarga por 20 Bs. Estava fumando um cigarro quando um senhor puxou papo comigo ‘es brasilena’? Papo vai e papo vem ele sacou um cartão do seu hotel e disse pra eu dar uma olhada pq eu estava pagando caro
. Comi uma hamburguesa no La Chakana com a minha primeira Pacena, dei mais umas voltas e fui dormir.
12/10 - Eu tinha mil planos pra Samaipata, mas quando cheguei sabia que não ia fazer nem metade. Já tinha desistido da Rota do Che, mas queria ir ao El Fuerte. Acordei e tomei um café esperto no hostel e sai para procurar outro mais barato. Olhei uns 4 e por último fui ao Residencial Don Jorge (bendito Vincent), o dono, Jayme mto gente boa...já morou e fez arquitetura aqui em SP. Fechei um quarto privado e com banho por 2 noites por 100 Bs. Se fosse banho compartido sairia por 60 bs (mais tarde eu percebi que isso fazia uma boa diferença)
Voltei no hostel e fechei as mochilas, o Jayme já tinha chamado um taxista p me levar ao El Fuerte por 125 Bs, lá paguei mais 50 Bs de entrada. Comprei uns souvenirs por 30 bs. Fiquei lá andando e observando as ruínas, curti mtoo...sentei uma hr e só observei a paisagem...acho que fiquei uns 5 min olhando as montanhas e eu tava adorando aquele clima de Samaipata.
O taxista era gente boa, ouvia sertanejo brasileiro (não que eu goste mto, mas é bom lembrar das raízes)...falou que me levaria ao El refugio numa boa, só teria que voltar a pé, o que pra mim não parecia ser um problema. Cheguei ao El refugio e fui entrando, ninguém veio atender e comecei a andar receosa com medo de ser atacada por algum bicho rss...de repente avistei o Simon, um macaquinho com cara de esperto que me olhou e deu meia volta. Ai apareceu um voluntário francês, onde tentei em vão arranhar algumas palavras, mas o inglês não me permitiu
ficamos olhando os animais e de repente a chiquita que era outra macaca grudou em mim. Juro que na hr não tive reação, mas depois eu fiquei numa boaa...curti bastante lá e a interação com os animais.