R$ 160 o pacote de sábado a domingo - quarto coletivo - separado masculino e feminino.
O hostel não é muito grande, tem Wi-Fi, mas não tem computadores. Algumas mesinhas externas e um bar formam um ambiente agradável e tem uma boa localização: fica superperto do terminal que tem ônibus para todas as atrações turísticas. Café da manhã bom com bolo, frutas, pães, frios, suco etc.
Mas há apenas 1 banheiro dentro do quarto para todas as mulheres. Ele infelizmente não é limpo com a frequência que deveria.
Roteiro detalhado
1DIA - 08.02
Comprei os tickets online e cada pessoa que vai viajar precisa retirar sua própria passagem com documentos pessoais no guichê. O atendimento é péssimo e lento então é importante chegar bem antes. Só não perdi a viagem porque o ônibus atrasou e alguns bons mochileiros me deixaram passar na frente da fila.
- O ônibus que tinha previsão de chegada às 10h35, chegou 12h45. Levou quase 17h porque parou em tudo quanto era rodoviária. Ônibus convencional bem ruim: sem ar condicionado, banco duro. Não recomendo.
- A rodoviária tem uma central de informação turística de lá pegamos um ônibus para o terminal (R$ 2,90) de onde sai o 120 Pq. Nacional. Este ônibus (R$ 2,90) passa de 20 em 20 minutos e nos feriados de 30 em 30 minutos. Leva 40 minutos até o Parque que é o ponto final.
- Como chegamos à tarde não havia fila para comprar o ingresso R$ 25,70. Recomendo levar lanche porque lá é bem caro: 1 salgado ruim custa R$ 5,00 e 1 refri R$ 5,00. Deixamos as malas no locker R$ 10,00.
Os ônibus que levam até a catarata saem um seguido do outro e em 1h30 visitamos tudo do início até o fim do circuito com a vista de cima depois de tomar o elevador.
- Fomos para o hostel e lá saímos de bus R$ 4 ou P$ 8 para jantar em Puerto Iguazu. Com o câmbio favorável come-se mais e paga-se menos em terras argentinas. Na Av. Córdoba há vários restaurantes. Comemos no Doña Maria que oferecia a P$ 120 (por 2,90 o peso) um rodízio de massas, carnes, acompanhamentos, sobremesa e 1 taça de champagne . Com a bebida saiu R$ 50 por pessoa e comemos como se não houvesse amanhã. Eles aceitam tanto peso quanto real.
- Vale a pena visitar a cidade que é bem arrumadinha.
- O último ônibus para o Brasil sai às 20h. Para voltar à noite de Puerto Iguazu só de taxi ou remis que sai o mesmo preço R$ 50.
3DIA - 10.02
- Para chegar até o parque é preciso tomar um ônibus até o terminal de Puerto Iguazu P$15 e de lá outro até o Parque R$ 15. No fim sai R$ 60 pesos ida e volta e leva umas 2h esse trâmite. Por conta disso optamos por um transfer que saia do hostel por R$ 40.
- Chegamos rápido ao parque que tem a entrada para países do Mercosul por P$ 90. Só aceitam pesos como pagamento.
- O parque argentino é enorme e oferece vistas incríveis das cataratas. Sinceramente acho que é importante visitar os 2 lados.
- Tomamos a trilha do sendero verde e fizemos o lado superior que tem uma vista incrível.
- Depois fizemos o lado inferior.
- Não pegamos fila nenhuma e tomamos o bote que não leva nem 5 minutos para cruzar o rio e fomos para Isla San Martin que tem uma vista sensacional do Salto San Martin. Isso era cerca de 12h e a fila ficou enorme. Então é recomendável ir mais cedo.
- Comemos na lanchonete que é cara e ruim. 1 refri sai por P$ 20, uma torta R$ 39, um suco de 2L P$40, uma empanada P$ 9 cada.
- Sem contar que os quatís não dão sossego, sobem na mesa, roubam a comida, enfiam o focinho em tudo.
- No restaurante Fortin servem almoço à vontade por P$ 120 e a lanchonete que fica próxima é mais tranquila sem quatis.
- Por fim tomamos o trem que leva à Garganta do Diabo. Ficamos 1h na fila. Lá é incrível mas estava abarrotado de gente.
- Por conta do calor, o pessoal fica de biquini, saia ou shorts. Leve muito filtro solar e água que é vendida a preço de ouro P$ 20 água ou refri.
- Na volta ficamos no Duty Free que tem bebidas baratas. O restante é caro. Melhor comprar no Paraguay que tem os mesmos produtos, originais, por um preço beeem mais em conta.
- Jantamos no Restaurante - Av Jorge Schimmelpfeng 711 - Centro- Eles têm pratos a partir de R$ 34 que serve até 2 pessoas. A picanha custa R$ 58,90.
4DIA - 11.02
- Perdemos a hora, mas mesmo assim fomos ao Paraguai.
- Ônibus até lá R$ 3,60 levou 1h por conta do trânsito parado. Ele cruza a ponte da amizade, ninguém parou ou pediu nada. Foi supertranquilo.
- Fomos nas lojas à esquerda da Av. principal, seguindo as recomendações de alguns muambeiros que conhecemos no ônibus. O Shopping Vendôme tem produtos igual ao Free Shop e com preço BEM mais barato que o Duty Free. A Saxs tem bons produtos. Polos da Tommy Hilfiger por R$ 30 nas barraquinhas.
- Na volta cruzamos a ponte a pé. Passamos na receita federal que vê o que você comprou, pede seu RG e só. Almoçamos num restaurante na próxima esquina. Feinho e simples mas baratinho: R$ 9 come à vontade.
- Tomamos o ônibus no ponto de baixo que leva 20 minutos até Itaipu Binacional R$ 2,90.
- Fizemos o Circuito Especial que inclui a visita dentro e fora da hidrelétrica e vale a pena! No Paraná eles oferecem meia-entrada para doadores de sangue. Basta apresentar as 3 últimas carteirinhas de doação. Não é aceito o comprovante de curso técnico, apenas de graduação.
- Vale chegar uns minutos antes da visita para comprar o ingresso. Se levar mochila ou até mesmo uma bolsinha eles recomendam colocar no locker R$ 8.
- A visita é incrível, a guia excelente. Recomendo!
- Jantamos no Self Service do mercado Muffato que tem uma comida boa por R$ 19,90 o kilo.
- À noite íamos ao Casino Iguazu. Os hotéis Rouver, Del Rey e acredito que outros também oferecem transfer de graça até o casino. Basta ligar e informar quantas pessoas vão. São 2 horários e cada hotel tem um diferente. Ficamos esperando o transfer mas o motorista que saiu às 21h, não conseguiu retornar no horário combinado. Às 22h30 ele ainda estava chegando a Puerto Iguazu por conta do trânsito. Então acabamos indo ao Capitão Bar que tem música ao vivo, bons drinks e um atendimento que deixa a desejar.
5DIA - 12.02
- Do roteiro que queríamos conhecer ficou faltando o Marco das 3 Fronteiras(que disseram ser perigoso), a Mesquita (mas era preciso agendar online), o Templo Budista (que fica um pouco longe) e o Pq. das Aves que não fomos no primeiro dia. O ideal é visitá-lo junto do Pq. Nacional (afinal fica um em frente ao outro). Optamos por este último e valeu a pena. O diferencial é que você pode entrar no Borboletário, no viveiro das araras, tucanos e outras espécies. É incrível. Ao final tirar uma foto com um filhote de jiboia e uma arara azul.
- Do hostel até o terminal tomamos um taxi R$ 15.
- No terminal a lanchonete tem PF bem servido por R$ 11
- Nosso ônibus saiu às 13h30 dessa vez voltamos com a Kaiowa semileito R$ 163,65 com ar condicionado, muito bom.
- Levamos também 17h de viagem chegando em SP às 6h do dia 13.02. O ônibus para em tudo quanto é cidade e por isso a viagem demora tanto.
DICAS
À Noite
- Você pode ir a Puerto Iguazu (e bancar o taxi da volta)
- Pegar o transfer dos hotéis para o Casino.
- O Duty Free funciona das 10h às 22h (horário brasileiro) e os hotéis também oferecem transfer gratuito para lá.
- Na Av Jorge Schimmelpfeng além do Capitão Bar há outros barzinhos que são bacanas.
Idioma e Dinheiro
- Acredito que por ser uma região fronteiriça, a maioria fala português e espanhol e quase todos os lugares aceitam real e peso.
- No Paraguai alguns lugares cobram taxa quando você paga com cartão de crédito outros (como a Mega Store) não cobram. Vale sempre perguntar.
Transporte público
- É superfácil se movimentar pela cidade que tem ônibus de linha para Argentina, Paraguai e atrações de Foz. As pessoas são receptivas e atenciosas, sempre te dão informações.
Meus agradecimentos a Rafaela Mingatto que me passou o roteiro e foi uma cia perfeita nesta viagem. E ao Doug Matias que me deu todas as dicas de Foz.=D
Olá Mochileiros,
Depois de aproveitar as informações daqui vou contribuir com informações para quem pretende ir para este destino incrível que é Foz do Iguaçu.
Meu roteiro
08.02 - 10h Saída da Rod. Tietê de São Paulo viagem pela Pluma
09.02 - 13h Chegada ao Terminal de Foz do Iguaçu - 17h de viagem
15h30 Chegada ao Parque Nacional Foz do Iguaçu (lado brasileiro)
20h Jantar com Rodizio no Doña Maria em Puerto Iguazu - Argentina
10.02 - 9h às 17h Pq. Iguazu (lado argentino) - 18h às 19h Duty Free - 20h Jantar Máximo Restaurante
11.02 - 10h às 14h Paraguay - 15h30 Circuito Especial Itaipu Binacional - 22h Capitão Bar
12.02 - Pq. das Aves - 13h30 volta para SP pela Kaiowa
Roteiro sugerido
Para fazer todas as atrações de Foz acredito que 4 dias são suficientes. Eu sugiro o seguinte roteiro:
1 DIA: Pq. Nacional (lado brasileiro) + Pq das Aves + Bar
2 DIA: Pq Iguazu (lado argentino) + Jantar em Puerto Iguazu
3 DIA: Mesquita + Marco das 3 Fronteiras + Templo Budista + Itaipu Binacional + Casino Iguazu
4 DIA: Paraguai + Duty Free Argentino
Hospedagem
Katharina House Hostel
http://www.katharinahouse.com.br/
R$ 160 o pacote de sábado a domingo - quarto coletivo - separado masculino e feminino.
O hostel não é muito grande, tem Wi-Fi, mas não tem computadores. Algumas mesinhas externas e um bar formam um ambiente agradável e tem uma boa localização: fica superperto do terminal que tem ônibus para todas as atrações turísticas. Café da manhã bom com bolo, frutas, pães, frios, suco etc.
Mas há apenas 1 banheiro dentro do quarto para todas as mulheres. Ele infelizmente não é limpo com a frequência que deveria.
Roteiro detalhado
1DIA - 08.02
Comprei os tickets online e cada pessoa que vai viajar precisa retirar sua própria passagem com documentos pessoais no guichê. O atendimento é péssimo e lento então é importante chegar bem antes. Só não perdi a viagem porque o ônibus atrasou e alguns bons mochileiros me deixaram passar na frente da fila.
Ônibus pela Pluma R$ 166,10 http://www.pluma.com.br/
2DIA - 09.02
- O ônibus que tinha previsão de chegada às 10h35, chegou 12h45. Levou quase 17h porque parou em tudo quanto era rodoviária. Ônibus convencional bem ruim: sem ar condicionado, banco duro. Não recomendo.
- A rodoviária tem uma central de informação turística de lá pegamos um ônibus para o terminal (R$ 2,90) de onde sai o 120 Pq. Nacional. Este ônibus (R$ 2,90) passa de 20 em 20 minutos e nos feriados de 30 em 30 minutos. Leva 40 minutos até o Parque que é o ponto final.
- Como chegamos à tarde não havia fila para comprar o ingresso R$ 25,70. Recomendo levar lanche porque lá é bem caro: 1 salgado ruim custa R$ 5,00 e 1 refri R$ 5,00. Deixamos as malas no locker R$ 10,00.
Os ônibus que levam até a catarata saem um seguido do outro e em 1h30 visitamos tudo do início até o fim do circuito com a vista de cima depois de tomar o elevador.
- Fomos para o hostel e lá saímos de bus R$ 4 ou P$ 8 para jantar em Puerto Iguazu. Com o câmbio favorável come-se mais e paga-se menos em terras argentinas. Na Av. Córdoba há vários restaurantes. Comemos no Doña Maria que oferecia a P$ 120 (por 2,90 o peso) um rodízio de massas, carnes, acompanhamentos, sobremesa e 1 taça de champagne . Com a bebida saiu R$ 50 por pessoa e comemos como se não houvesse amanhã. Eles aceitam tanto peso quanto real.
- Vale a pena visitar a cidade que é bem arrumadinha.
- O último ônibus para o Brasil sai às 20h. Para voltar à noite de Puerto Iguazu só de taxi ou remis que sai o mesmo preço R$ 50.
3DIA - 10.02
- Para chegar até o parque é preciso tomar um ônibus até o terminal de Puerto Iguazu P$15 e de lá outro até o Parque R$ 15. No fim sai R$ 60 pesos ida e volta e leva umas 2h esse trâmite. Por conta disso optamos por um transfer que saia do hostel por R$ 40.
- Chegamos rápido ao parque que tem a entrada para países do Mercosul por P$ 90. Só aceitam pesos como pagamento.
- O parque argentino é enorme e oferece vistas incríveis das cataratas. Sinceramente acho que é importante visitar os 2 lados.
- Tomamos a trilha do sendero verde e fizemos o lado superior que tem uma vista incrível.
- Depois fizemos o lado inferior.
- Não pegamos fila nenhuma e tomamos o bote que não leva nem 5 minutos para cruzar o rio e fomos para Isla San Martin que tem uma vista sensacional do Salto San Martin. Isso era cerca de 12h e a fila ficou enorme. Então é recomendável ir mais cedo.
- Comemos na lanchonete que é cara e ruim. 1 refri sai por P$ 20, uma torta R$ 39, um suco de 2L P$40, uma empanada P$ 9 cada.
- Sem contar que os quatís não dão sossego, sobem na mesa, roubam a comida, enfiam o focinho em tudo.
- No restaurante Fortin servem almoço à vontade por P$ 120 e a lanchonete que fica próxima é mais tranquila sem quatis.
- Por fim tomamos o trem que leva à Garganta do Diabo. Ficamos 1h na fila. Lá é incrível mas estava abarrotado de gente.
- Por conta do calor, o pessoal fica de biquini, saia ou shorts. Leve muito filtro solar e água que é vendida a preço de ouro P$ 20 água ou refri.
- Na volta ficamos no Duty Free que tem bebidas baratas. O restante é caro. Melhor comprar no Paraguay que tem os mesmos produtos, originais, por um preço beeem mais em conta.
- Jantamos no Restaurante - Av Jorge Schimmelpfeng 711 - Centro- Eles têm pratos a partir de R$ 34 que serve até 2 pessoas. A picanha custa R$ 58,90.
4DIA - 11.02
- Perdemos a hora, mas mesmo assim fomos ao Paraguai.
- Ônibus até lá R$ 3,60 levou 1h por conta do trânsito parado. Ele cruza a ponte da amizade, ninguém parou ou pediu nada. Foi supertranquilo.
- Fomos nas lojas à esquerda da Av. principal, seguindo as recomendações de alguns muambeiros que conhecemos no ônibus. O Shopping Vendôme tem produtos igual ao Free Shop e com preço BEM mais barato que o Duty Free. A Saxs tem bons produtos. Polos da Tommy Hilfiger por R$ 30 nas barraquinhas.
- Na volta cruzamos a ponte a pé. Passamos na receita federal que vê o que você comprou, pede seu RG e só. Almoçamos num restaurante na próxima esquina. Feinho e simples mas baratinho: R$ 9 come à vontade.
- Tomamos o ônibus no ponto de baixo que leva 20 minutos até Itaipu Binacional R$ 2,90.
- Fizemos o Circuito Especial que inclui a visita dentro e fora da hidrelétrica e vale a pena! No Paraná eles oferecem meia-entrada para doadores de sangue. Basta apresentar as 3 últimas carteirinhas de doação. Não é aceito o comprovante de curso técnico, apenas de graduação.
- Vale chegar uns minutos antes da visita para comprar o ingresso. Se levar mochila ou até mesmo uma bolsinha eles recomendam colocar no locker R$ 8.
- A visita é incrível, a guia excelente. Recomendo!
- Jantamos no Self Service do mercado Muffato que tem uma comida boa por R$ 19,90 o kilo.
- À noite íamos ao Casino Iguazu. Os hotéis Rouver, Del Rey e acredito que outros também oferecem transfer de graça até o casino. Basta ligar e informar quantas pessoas vão. São 2 horários e cada hotel tem um diferente. Ficamos esperando o transfer mas o motorista que saiu às 21h, não conseguiu retornar no horário combinado. Às 22h30 ele ainda estava chegando a Puerto Iguazu por conta do trânsito. Então acabamos indo ao Capitão Bar que tem música ao vivo, bons drinks e um atendimento que deixa a desejar.
5DIA - 12.02
- Do roteiro que queríamos conhecer ficou faltando o Marco das 3 Fronteiras(que disseram ser perigoso), a Mesquita (mas era preciso agendar online), o Templo Budista (que fica um pouco longe) e o Pq. das Aves que não fomos no primeiro dia. O ideal é visitá-lo junto do Pq. Nacional (afinal fica um em frente ao outro). Optamos por este último e valeu a pena. O diferencial é que você pode entrar no Borboletário, no viveiro das araras, tucanos e outras espécies. É incrível. Ao final tirar uma foto com um filhote de jiboia e uma arara azul.
- Do hostel até o terminal tomamos um taxi R$ 15.
- No terminal a lanchonete tem PF bem servido por R$ 11
- Nosso ônibus saiu às 13h30 dessa vez voltamos com a Kaiowa semileito R$ 163,65 com ar condicionado, muito bom.
- Levamos também 17h de viagem chegando em SP às 6h do dia 13.02. O ônibus para em tudo quanto é cidade e por isso a viagem demora tanto.
DICAS
À Noite
- Você pode ir a Puerto Iguazu (e bancar o taxi da volta)
- Pegar o transfer dos hotéis para o Casino.
- O Duty Free funciona das 10h às 22h (horário brasileiro) e os hotéis também oferecem transfer gratuito para lá.
- Na Av Jorge Schimmelpfeng além do Capitão Bar há outros barzinhos que são bacanas.
Idioma e Dinheiro
- Acredito que por ser uma região fronteiriça, a maioria fala português e espanhol e quase todos os lugares aceitam real e peso.
- No Paraguai alguns lugares cobram taxa quando você paga com cartão de crédito outros (como a Mega Store) não cobram. Vale sempre perguntar.
Transporte público
- É superfácil se movimentar pela cidade que tem ônibus de linha para Argentina, Paraguai e atrações de Foz. As pessoas são receptivas e atenciosas, sempre te dão informações.
Meus agradecimentos a Rafaela Mingatto que me passou o roteiro e foi uma cia perfeita nesta viagem. E ao Doug Matias que me deu todas as dicas de Foz.=D
FOZ 2013.doc