Pretendo fazer não um relato, mas uma breve descrição que possa auxiliar casais com crianças que queiram visitar o melhor parque temático do Brasil, o Beto Carrero World.
Nossa idéia inicial era ficar em Penha (cidade onde está o parque) e aproveitar os dias que iríamos ao Beto Carrero para curtir também as praias da região. Assim, chegaríamos um dia antes, conheceríamos Penha e Balneário Piçarras e depois passaríamos dois dias inteiros no parque.
Porém os preços de estadia estavam extorsivos. Além dos preços, o que mais me incomodava era que, pelas fotos e referências, os hotéis não eram lá essas coisas. Assim, começamos a buscar opções pela região. Descobrimos que a rede Ibis – que eu até então não conhecia, apenas outros hotéis da rede Accor, como o Mercure – possui hotel em Itajaí (Ibis Navegantes Itajaí). Essa opção se mostrou muito boa. Só que o Ibis não aceita mais de uma criança por quarto, assim quem tem duas crianças precisa reservas dois quartos. Ainda assim, a reserva de dois quartos saiu pela metade do preço dos hotéis de Penha e arredores (R$298,00/dia por dois quartos).
O Ibis Itajaí fica a uns 20 minutos do Complexo Beto Carrero. Em frente ao hotel, um Mc Donald´ e um Subway. Ao lado, um grande supermercado. Há cinco minutos, a avenida Beira Mar, local de restaurantes e bares.
O trajeto do hotel ao parque é muito fácil e bem sinalizado – ele está localizado próximo da rodovia. É só seguir pela BR-101, sentido Joinville/Curitiba, e entrar na placa que indica Beto Carrero. Antes de entrar em Penha você passa pelo parque.
O Beto Carrero fica às margens da rodovia que liga a BR-101 a Penha. O estacionamento custa R$27,00 (jan/2013). Porém há diversos estacionamentos do outro lado da rodovia, por menos da metade do preço. O mais próximo – atrás de um hotel – custa R$15,00, e quanto mais se caminha para dentro de Penha o preço cai para R$10,00. Não estacione a beira da rodovia, pois muito provavelmente você será multado e terá seu carro rebocado.
Outra dica importante: equipe-se antes de entrar no parque com água e biscoitos. Tudo lá dentro é bem caro: água a R$3,50, refrigerante a R$4,00, coco a R$6,50, pipoca a R$6,50. Não há bebedouros. O almoço é tabelado – os restaurantes oferecem Buffet livre a R$32,00. Você tem a possibilidade de sair do parque para almoçar, devendo passar pelo guichê de saída temporária. Há almoço com Buffet livre a R$15,00 do outro lado da rodovia. Apesar do alto custo, achei tudo extremamente bem organizado, os funcionários e o público em geral bem educados (ao contrário do parque de Campinas, o Hopi Hari).
Sobre as atrações: é possível, desde que não esteja com crianças muito pequenas, visitar o parque todo em um dia. Fomos num fim de semana de janeiro, com sol – ou seja, em tese a pior época possível. Não enfrentamos filas demoradas, com exceção de uma, que levou cerca de 1hr. De resto, as outras filas tinham um tempo de espera médio de 20-30 minutos.
Procuramos nos concentrar nas atrações mais radicais. Elas estão estrategicamente próximas umas das outras. São elas: as duas montanhas russas, Star Mountain e Fire Whip, esta última a atração mais radical do parque – uma montanha russa cujos carrinhos são presos por cima, e não por baixo, de modo que as pernas ficam soltas. Além das montanhas russas, há os dois elevadores em queda: o Free Fall e a Big Tower, sendo esta última uma torre onde se despenca de 100 metros de altura, a 120km/h. Esses quatro brinquedos são as atrações radicais do parque.
Além deles, há também outros interessantes, como o Barco Pirata e o Tchibum, sendo que este último é um trenó que desce em meio a uma piscina e faz você se molhar todo. Antes de entrar no brinquedo, porém, as pessoas costumam tirar sapatos, tênis e roupas.
O resto são brinquedos temáticos, mais voltados para um público mais infantil. Destaco o trem que percorre toda a área de floresta do parque, com áudio explicativo e encenações envolvendo a figura de Beto Carrero; o teleférico que cruza todo o parque; e Raskapuska, um passeio de barco temático.
Teoricamente essas atrações são possíveis de serem visitadas num único dia, com repetição. Porém, o Beto Carrero oferece alguns shows temáticos grátis bastante interessantes, com horário marcado e limite de público. Para mim, dois são muito bons: o Extreme Show, muito legal para quem curte carros e velocidade; e o Sonho do Cowboy, um musical bastante interessante. Além dele, vimos também o Aquashow, que não achei tão legal, e pagamos pelo almoço Excalibur, em que se acompanha a conhecida história do Rei Artur e os duelos de cavaleiros medievais.
Resumindo: em função dos shows, 2 dias são ideais para o parque. No primeiro, conjugue as atrações preferidas com os shows; no segundo, repita as que mais gostou.
De resto, para os adultos que querem aproveitar um pouco desta viagem, gostei bastante de duas cidades próximas de Penha e que se pode visitar em um dia – as distâncias são curtas, cerca de 60km. Uma delas é Blumenau, que recomendo, fora da época do Oktoberfest, uma visita as cervejarias locais, entre elas a Eisenbahn. A outra é Pomerode, que fica a uns 25 minutos de Blumenau. É conhecida como a cidade mais germânica do Brasil, tem roteiros para quem quiser conhecer as casas e ruas pitorescas, mas o que mais me chamou a atenção foi, em Janeiro, a Festa Pomerana. Uma grande festa local com comidas e música típica da Alemanha.
Pretendo fazer não um relato, mas uma breve descrição que possa auxiliar casais com crianças que queiram visitar o melhor parque temático do Brasil, o Beto Carrero World.
Nossa idéia inicial era ficar em Penha (cidade onde está o parque) e aproveitar os dias que iríamos ao Beto Carrero para curtir também as praias da região. Assim, chegaríamos um dia antes, conheceríamos Penha e Balneário Piçarras e depois passaríamos dois dias inteiros no parque.
Porém os preços de estadia estavam extorsivos. Além dos preços, o que mais me incomodava era que, pelas fotos e referências, os hotéis não eram lá essas coisas. Assim, começamos a buscar opções pela região. Descobrimos que a rede Ibis – que eu até então não conhecia, apenas outros hotéis da rede Accor, como o Mercure – possui hotel em Itajaí (Ibis Navegantes Itajaí). Essa opção se mostrou muito boa. Só que o Ibis não aceita mais de uma criança por quarto, assim quem tem duas crianças precisa reservas dois quartos. Ainda assim, a reserva de dois quartos saiu pela metade do preço dos hotéis de Penha e arredores (R$298,00/dia por dois quartos).
O Ibis Itajaí fica a uns 20 minutos do Complexo Beto Carrero. Em frente ao hotel, um Mc Donald´ e um Subway. Ao lado, um grande supermercado. Há cinco minutos, a avenida Beira Mar, local de restaurantes e bares.
O trajeto do hotel ao parque é muito fácil e bem sinalizado – ele está localizado próximo da rodovia. É só seguir pela BR-101, sentido Joinville/Curitiba, e entrar na placa que indica Beto Carrero. Antes de entrar em Penha você passa pelo parque.
O Beto Carrero fica às margens da rodovia que liga a BR-101 a Penha. O estacionamento custa R$27,00 (jan/2013). Porém há diversos estacionamentos do outro lado da rodovia, por menos da metade do preço. O mais próximo – atrás de um hotel – custa R$15,00, e quanto mais se caminha para dentro de Penha o preço cai para R$10,00. Não estacione a beira da rodovia, pois muito provavelmente você será multado e terá seu carro rebocado.
Outra dica importante: equipe-se antes de entrar no parque com água e biscoitos. Tudo lá dentro é bem caro: água a R$3,50, refrigerante a R$4,00, coco a R$6,50, pipoca a R$6,50. Não há bebedouros. O almoço é tabelado – os restaurantes oferecem Buffet livre a R$32,00. Você tem a possibilidade de sair do parque para almoçar, devendo passar pelo guichê de saída temporária. Há almoço com Buffet livre a R$15,00 do outro lado da rodovia. Apesar do alto custo, achei tudo extremamente bem organizado, os funcionários e o público em geral bem educados (ao contrário do parque de Campinas, o Hopi Hari).
Sobre as atrações: é possível, desde que não esteja com crianças muito pequenas, visitar o parque todo em um dia. Fomos num fim de semana de janeiro, com sol – ou seja, em tese a pior época possível. Não enfrentamos filas demoradas, com exceção de uma, que levou cerca de 1hr. De resto, as outras filas tinham um tempo de espera médio de 20-30 minutos.
Procuramos nos concentrar nas atrações mais radicais. Elas estão estrategicamente próximas umas das outras. São elas: as duas montanhas russas, Star Mountain e Fire Whip, esta última a atração mais radical do parque – uma montanha russa cujos carrinhos são presos por cima, e não por baixo, de modo que as pernas ficam soltas. Além das montanhas russas, há os dois elevadores em queda: o Free Fall e a Big Tower, sendo esta última uma torre onde se despenca de 100 metros de altura, a 120km/h. Esses quatro brinquedos são as atrações radicais do parque.
Além deles, há também outros interessantes, como o Barco Pirata e o Tchibum, sendo que este último é um trenó que desce em meio a uma piscina e faz você se molhar todo. Antes de entrar no brinquedo, porém, as pessoas costumam tirar sapatos, tênis e roupas.
O resto são brinquedos temáticos, mais voltados para um público mais infantil. Destaco o trem que percorre toda a área de floresta do parque, com áudio explicativo e encenações envolvendo a figura de Beto Carrero; o teleférico que cruza todo o parque; e Raskapuska, um passeio de barco temático.
Teoricamente essas atrações são possíveis de serem visitadas num único dia, com repetição. Porém, o Beto Carrero oferece alguns shows temáticos grátis bastante interessantes, com horário marcado e limite de público. Para mim, dois são muito bons: o Extreme Show, muito legal para quem curte carros e velocidade; e o Sonho do Cowboy, um musical bastante interessante. Além dele, vimos também o Aquashow, que não achei tão legal, e pagamos pelo almoço Excalibur, em que se acompanha a conhecida história do Rei Artur e os duelos de cavaleiros medievais.
Resumindo: em função dos shows, 2 dias são ideais para o parque. No primeiro, conjugue as atrações preferidas com os shows; no segundo, repita as que mais gostou.
De resto, para os adultos que querem aproveitar um pouco desta viagem, gostei bastante de duas cidades próximas de Penha e que se pode visitar em um dia – as distâncias são curtas, cerca de 60km. Uma delas é Blumenau, que recomendo, fora da época do Oktoberfest, uma visita as cervejarias locais, entre elas a Eisenbahn. A outra é Pomerode, que fica a uns 25 minutos de Blumenau. É conhecida como a cidade mais germânica do Brasil, tem roteiros para quem quiser conhecer as casas e ruas pitorescas, mas o que mais me chamou a atenção foi, em Janeiro, a Festa Pomerana. Uma grande festa local com comidas e música típica da Alemanha.