Olá amigos mochileiros, segue mais um relato de uma viagem incrível à linda Chapada Diamantina.
Partimos de Salvador em uma quinta feira ensolarada rumo a Lençóis via Azul/Trip. Consegui uma bela promoção, vôo de ida por apenas R$79,00 e volta por R$109,00!
:'> Para Leçóis só há vôos partindo de Salvador às quintas e aos domingos.
Chegando no aeroporto de Lençóis, um funcionário da Lukdan - onde alugamos um carro - nos recebeu e nos levou até o carro, no estacionamento.
:'> O aeroporto fica à 25km do centro de Lençóis, e a Lukdan cobrou uma taxa de 30 reais para levá-lo ao aeroporto. A diária do carro foi de R$150,00, km livre. Bem cara, quando comparada às grandes cidades.
:'> Muitas pessoas preferem alugar um carro em Salvador e seguir até a Chapada, justamente pelo valor elevado da diária. Mas como conseguimos um ótimo preço na passagem aérea e iríamos ficar com carro por 3 dias apenas, contando os valores de pedágio, mas stress de dirigir em uma estrada cheia de caminhões, 1 hora de vôo contra 6-8h de carro, preferimos assim. Façam as suas contas.
Do aeroporto seguimos direto para Mucugê O objetivo era começar pelo sul e terminar em Lençóis e não correr o risco de perder o vôo de volta. Estrada surpreendentemente boa. Nos hospedamos na Pousada Mucugê, R$ 160, diária para o casal. Boa localização, limpa, com estacionamento e com ótimo café da manha. A noite fomos atrás de informação para fazer a Cachoeira do Buracão no dia seguinte. Não conseguimos nada de concreto. Jantamos - Sabor e Arte - acho que o filé mignon mais macio que já comi na vida.
No dia seguinte, o tempo amanheceu meio esquisito, mas segundo informações dos locais era assim mesmo e que iria abrir mais tarde. Resolvemos partir para Ibicoara (+86km de Mucugê) e fomos atrás de um guia - obrigatório para cachoeira do Buracão - na agência Bicho do Mato. Conseguimos um, o Wilians - valor 70,00. Gente boa, só que muito caladão. Seguimos para cachoeira, 30km de estrada de chão e nós, em um fiat uno 1.0 demoramos mais de 1h para vencê-la. Depois mais 3km de trilha, passando por alguns locais para banho até a cachoeira. Chegando lá, é obrigatório colocar um colete. Taxa de 3,00. Valeu muito a pena, estava um calorão, entramos logo na água e seguimos nadando - contra correnteza - por entre os cânions até avistarmos a queda d'água. Acho que nunca esquecerei a primeira visão. Linda demais. Ficamos um tempo por lá, na volta ainda paramos para mais um bando no rio Espalhado, deixamos o guia na agência e voltamos a Mucugê.
Dia 3 - Seguimos de volta para Lençóis, passando pelos Poços Encantado e Azul, que ficam no caminho. Chegamos às 9.30h no poço Encantado, mas o guia local informou que o raio de sol só iria entrar no poço às 10.30h. Resolvemos esperar. Às 10.20h entramos, bem na hora da entrada do raio de sol. O valor da entrada é algo em torno de R$20,00 e um guia de lá mesmo desce com vc e explica a história do poço. 20 minutinhos para contemplação e fotos e seguimos rumo ao Poço Azul.
Aqui vale uma breve observação: tem uma estrada de terra que liga os dois poços, não precisa retornar à BA. Só que em alguns pontos surgem bifurcações, sem nenhuma placa. Nossa sorte foi que encontramos alguns locais pelo caminho que foram nos explicando. Os guias que estavam com turistas no Poço Encantado olham meio de cara feia para que vai sem guia. E parece que são eles mesmos que retiram as placas, justamente para evitar a visitação sem guia. Poxa, mas se o valor da entrada já contempla um funcionário local, que vai te explicar tudo sobre os poços, porque pagar mais um guia?
Bom voltando ao relato, chegamos ao Poço Azul, bem na hora da entrada do raio de sol. Uma ducha antes de descermos ao poço e um belo mergulho naquela água geladíssima... Meia horinha e rumo à Lençóis
Em Lençóis nos hospedamos no Alcino Estalagem, bem no centro. É um casarão amarelo, em frente ao hotel Canto das Águas. Fiz questão de ficar no Alcino, mesmo não sendo a opção mais barata, porque li vários depoimentos em blogs de viagens falando do café da manhã. A pousada ganhou por 3 anos seguidos o título de melhor café da manhã do Brasil pelo Guia 4 Rodas. É ou não um bom motivo para pagar a mais? Diária R$200,00 o casal. Quarto espaçoso, com ar condicionado e sem TV. O Alcino é artista plástico e vários detalhes na decoração foram feitos por ele. O café da manhã é servido em uma mesa grande, o que é legal pela interação com os outros hospedes. Eles vão servindo em porção pequenas uma variedade de delicias, mini-tapiocas, ovos mexidos com sal do mediterrâneo, pizza com massa de aipim, mini-acarajés, bolos de frutas secas sem farinha, bruschetas, etc... dá para ficar umas 2 horas na mesa...
Devolvemos o carro e cada noite íamos fechar os passeios, de acordo com nosso pique! Fizemos os passeios com a Chapada Adventure Daniel, recomendo bastante.
Dia 4 – Roteiro 1 – Grutas: Poço do Diabo, Gruta da Lapa Doce (sensacional!), almoço. Gruta azul, Pratinha e pôr do sol no Morro do Pai Inácio. Cansativo, mas muito bom. R$150,00 por cabeça, com almoço e taxas incluídas. A flutuação na pratinha e a tiroleza são pagas por fora. Bebidas do almoço também.
Dia 5 – Cachoeira do Mosquito, almoço na Fazenda e Serra das Paridas. Nada demais, acho que depois do Buracão as outras cachoeiras ficam meio sem graça... além do mais, o clima estava seco há dias, a cachoeira estava com baixo volume. R$150,00 por cabeça. Não valeu o custo benefício, principalmente quando comparamos com o roteiro 1, pela quantidade de coisas diferentes vistas.
Dia 6 – Ribeirão do Meio e Serrano. A primeira, uma trilha de 3km (plana) e a segunda bem próximo a cidade. Tem varias piscininhas formadas nas pedras, uma delícia. Entre um e outro passem pelo Açaí na Tigela, o dono, seu Oswaldo é uma figura e o açaí, delicioso
Dia 7 – Explorando Lençóis e novamente no Serrano e dia seguinte casa!
Olá amigos mochileiros, segue mais um relato de uma viagem incrível à linda Chapada Diamantina.
Partimos de Salvador em uma quinta feira ensolarada rumo a Lençóis via Azul/Trip. Consegui uma bela promoção, vôo de ida por apenas R$79,00 e volta por R$109,00!
Chegando no aeroporto de Lençóis, um funcionário da Lukdan - onde alugamos um carro - nos recebeu e nos levou até o carro, no estacionamento.
Do aeroporto seguimos direto para Mucugê O objetivo era começar pelo sul e terminar em Lençóis e não correr o risco de perder o vôo de volta. Estrada surpreendentemente boa. Nos hospedamos na Pousada Mucugê, R$ 160, diária para o casal. Boa localização, limpa, com estacionamento e com ótimo café da manha. A noite fomos atrás de informação para fazer a Cachoeira do Buracão no dia seguinte. Não conseguimos nada de concreto. Jantamos - Sabor e Arte - acho que o filé mignon mais macio que já comi na vida.
No dia seguinte, o tempo amanheceu meio esquisito, mas segundo informações dos locais era assim mesmo e que iria abrir mais tarde. Resolvemos partir para Ibicoara (+86km de Mucugê) e fomos atrás de um guia - obrigatório para cachoeira do Buracão - na agência Bicho do Mato. Conseguimos um, o Wilians - valor 70,00. Gente boa, só que muito caladão. Seguimos para cachoeira, 30km de estrada de chão e nós, em um fiat uno 1.0 demoramos mais de 1h para vencê-la. Depois mais 3km de trilha, passando por alguns locais para banho até a cachoeira. Chegando lá, é obrigatório colocar um colete. Taxa de 3,00. Valeu muito a pena, estava um calorão, entramos logo na água e seguimos nadando - contra correnteza - por entre os cânions até avistarmos a queda d'água. Acho que nunca esquecerei a primeira visão. Linda demais. Ficamos um tempo por lá, na volta ainda paramos para mais um bando no rio Espalhado, deixamos o guia na agência e voltamos a Mucugê.
Dia 3 - Seguimos de volta para Lençóis, passando pelos Poços Encantado e Azul, que ficam no caminho. Chegamos às 9.30h no poço Encantado, mas o guia local informou que o raio de sol só iria entrar no poço às 10.30h. Resolvemos esperar. Às 10.20h entramos, bem na hora da entrada do raio de sol. O valor da entrada é algo em torno de R$20,00 e um guia de lá mesmo desce com vc e explica a história do poço. 20 minutinhos para contemplação e fotos e seguimos rumo ao Poço Azul.
Aqui vale uma breve observação: tem uma estrada de terra que liga os dois poços, não precisa retornar à BA. Só que em alguns pontos surgem bifurcações, sem nenhuma placa. Nossa sorte foi que encontramos alguns locais pelo caminho que foram nos explicando. Os guias que estavam com turistas no Poço Encantado olham meio de cara feia para que vai sem guia. E parece que são eles mesmos que retiram as placas, justamente para evitar a visitação sem guia. Poxa, mas se o valor da entrada já contempla um funcionário local, que vai te explicar tudo sobre os poços, porque pagar mais um guia?
Bom voltando ao relato, chegamos ao Poço Azul, bem na hora da entrada do raio de sol. Uma ducha antes de descermos ao poço e um belo mergulho naquela água geladíssima... Meia horinha e rumo à Lençóis
Em Lençóis nos hospedamos no Alcino Estalagem, bem no centro. É um casarão amarelo, em frente ao hotel Canto das Águas. Fiz questão de ficar no Alcino, mesmo não sendo a opção mais barata, porque li vários depoimentos em blogs de viagens falando do café da manhã. A pousada ganhou por 3 anos seguidos o título de melhor café da manhã do Brasil pelo Guia 4 Rodas. É ou não um bom motivo para pagar a mais? Diária R$200,00 o casal. Quarto espaçoso, com ar condicionado e sem TV. O Alcino é artista plástico e vários detalhes na decoração foram feitos por ele. O café da manhã é servido em uma mesa grande, o que é legal pela interação com os outros hospedes. Eles vão servindo em porção pequenas uma variedade de delicias, mini-tapiocas, ovos mexidos com sal do mediterrâneo, pizza com massa de aipim, mini-acarajés, bolos de frutas secas sem farinha, bruschetas, etc... dá para ficar umas 2 horas na mesa...
Devolvemos o carro e cada noite íamos fechar os passeios, de acordo com nosso pique! Fizemos os passeios com a Chapada Adventure Daniel, recomendo bastante.
Dia 4 – Roteiro 1 – Grutas: Poço do Diabo, Gruta da Lapa Doce (sensacional!), almoço. Gruta azul, Pratinha e pôr do sol no Morro do Pai Inácio. Cansativo, mas muito bom. R$150,00 por cabeça, com almoço e taxas incluídas. A flutuação na pratinha e a tiroleza são pagas por fora. Bebidas do almoço também.
Dia 5 – Cachoeira do Mosquito, almoço na Fazenda e Serra das Paridas. Nada demais, acho que depois do Buracão as outras cachoeiras ficam meio sem graça... além do mais, o clima estava seco há dias, a cachoeira estava com baixo volume. R$150,00 por cabeça. Não valeu o custo benefício, principalmente quando comparamos com o roteiro 1, pela quantidade de coisas diferentes vistas.
Dia 6 – Ribeirão do Meio e Serrano. A primeira, uma trilha de 3km (plana) e a segunda bem próximo a cidade. Tem varias piscininhas formadas nas pedras, uma delícia. Entre um e outro passem pelo Açaí na Tigela, o dono, seu Oswaldo é uma figura e o açaí, delicioso
Dia 7 – Explorando Lençóis e novamente no Serrano e dia seguinte casa!